INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sexta-feira, 26 de março de 2010

BENDITO, BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR

Seis dias antes da Páscoa, o Senhor entrou em Jerusalém e as crianças vieram ao seu encontro, com ramos de palmeira, cantando com alegria: Hossana nas alturas. Bendito sejais, Senhor, que vindes trazer ao mundo a misericórdia de Deus.
Aplaudi o Senhor, povos de todo o mundo;
Aclamai o Senhor com brados de alegria.
Excelso é o Senhor, excelso e portentoso!
É poderoso Rei, que reina sobre o mundo!
O Senhor concedeu-nos domínio sobre os povos,
E pôs aos nossos pés vencidas as nações.
Para nós escolheu nossa bendita herança:
A glória de sermos seu povo bem-amado.
O Senhor Deus se eleva por entra aclamações;
O Senhor Deus se eleva ao som das trombetas.
Cantai ao nosso Deus um salmo de louvor!
Cantai ao nosso Rei um salmo de alegria.
Porque o Senhor é Rei que reina em todo o mundo.
Cantai ao Senhor Deus um hino jubiloso.
Porque ao Senhor pertencem os príncipes da terra
Deus é Omnipotente no mais alto dos céus.

A CATEQUESE DA INFÂNCIA COM D. MANUEL CLEMENTE

No passado dia 13 de Março, na Capela de S. Martinho decorreu o Encontro das Crianças da Catequese com o nosso Bispo D. Manuel Clemente. Foi um encontro de grande expectativa, curiosidade e muito animado, onde cerca de 250 crianças conversaram um pouco sobre o que fazem/aprendem na catequese, cantaram com o Coro Infantil e ouviram com atenção as palavras de D. Manuel Clemente. Os catequizandos ofereceram ainda ao nosso bispo do Porto um pequeno puzzle, com as suas “armas de fé” e a divisa “in lumine tuo” como forma de agradecimento, comprometendo-se a continuar a seguir o caminho da luz que têm percorrido na catequese.
 
 
 
 
 
 
 
 
Fotos e texto: Armanda e Cristina Costa

quinta-feira, 25 de março de 2010

SOLENIDADE DA ANUNCIAÇÃO DO SENHOR

«Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra».
Lc 1, 26-38

Deus que no decorrer dos séculos, tinha encarregado os profetas de transmitir aos homens a Sua palavra, ao chegar a plenitude dos tempos, determina enviar-lhes o Seu próprio Filho, o Seu Verbo, a Palavra feita Carne. Contudo, o Pai das misericórdias quis que a Incarnação fosse precedida da aceitação por parte daquela que Ele predestinara para Mãe, para que, assim como uma mulher contribuiu para a morte, também outra mulher contribuísse para a vida» (Lumen gentium, 56).No momento da Anunciação, através do Anjo Gabriel, Deus expõe portanto, a Maria os Seus desígnios. E Maria, livre, consciente e generosamente, aceita a vontade do Senhor a seu respeito, realizando-se assim o mistério da Incarnação do Verbo. Nesse momento, com efeito, a segunda Pessoa da Santíssima Trindade começa a Sua existência humana. O filho de Deus faz Se Filho do Homem. O Deus Altíssimo torna-Se o «Deus connosco». Ao celebrar este mistério, precisamente nove meses antes do Natal, a Solenidade da Anunciação orienta-nos já para o Nascimento de Cristo. No entanto, a Incarnação está intimamente unida à Redenção. Por isso, as Leituras (especialmente a segunda) introduzem-nos já no Mistério da Páscoa. Essencialmente festa do Senhor, a Anunciação não pode deixar de ser, ao mesmo tempo, uma festa perfeitamente mariana. Na verdade, foi pelo sim de Maria que a Incarnação se realizou, a nova Aliança se estabeleceu e a Redenção do mundo pecador ficou assegurada.
Secretariado Nacional de Liturgia

quarta-feira, 24 de março de 2010

MORRER POR UMA CAUSA

Esta Quarta-feira, 24 de Março, completam 30 anos sobre o dia em que D. Óscar Romero, Arcebispo de San Salvador, foi morto a tiro enquanto celebrava a Eucaristia na capela do hospital Divina Providência, na capital salvadorenha.

Diz o Cardeal Roger Etchegaray
“Foi morto numa sociedade que mergulhava confusamente na guerra civil, porque há muito se havia frustrado os anseios por justiça, e ambas as partes não viam outro caminho a tomar que não o das armas. Contrário à violência, tanto por parte do governo militar como da guerrilha, viveu, na condição de pastor, o drama do seu rebanho”.