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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

IMPOSIÇÃO DAS CINZAS

Dos abismos em que vivo ergo a Deus o meu clamor:
escutai a minha prece, clementíssimo Senhor.

Tende compaixão de mim, Senhor, meu Deus,
e perdoai o meu pecado.

BENÇÃO E IMPOSIÇÃO DAS CINZAS

Irmãos caríssimos:
Oremos fervorosamente a Deus Pai,
para que Se digne abençoar com a abundância da sua graça
estas cinzas que vamos impor sobre as nossas cabeças,
em sinal de penitência.
Senhor nosso Deus,
que Vos compadeceis daquele que se humilha
e perdoais àquele que se arrepende,
ouvi misericordiosamente as nossas preces
e derramai a vossa bênção + sobre os vossos servos
que vão receber estas cinzas,
para que, fiéis à observância quaresmal,
mereçam chegar, de coração purificado,
à celebração do mistério pascal do vosso Filho,
nosso Senhor Jesus Cristo.
Ele que vive e reina pelos séculos dos séculos.

QUARTA-FEIRA DE CINZAS

Capela de S. Martinho, 16h00, uma tarde luminosa e amena a contrastar com a manhã de chuva e vento que se fez sentir, tendo permitido a presença de bastante gente nesta Celebração de Quarta-Feira de Cincas.
Celebração presidida pelo Rev. Pe. Redentorista José Manuel, que deu as boas vindas à numerosa assembleia registando tal facto com agrado e referindo "que, graças a Deus, muita gente ainda sabe a importância deste dia em que iniciamos o Tempo da Quaresma. assinalados com a cinza a lembrar a nossa mortalidade: “Lembra-te que és pó e ao pó voltarás. Cf. Gn 3, 19 - mas sem esquecer que das cinzas caminhamos para a ressurreição, ou seja, da morte à vida.
Na homilia lembrou que "esta Quaresma é única é a melhor é a nossa! As outras já passaram e só Deus sabe se teremos a próxima. Então temos de viver esta intensamente na Escuta, Jejum, Oração e Caridade lembrando aqui a Mensagem do Papa.
Deixou-nos ainda o simbolismo de cada uma das letras da palavra Quaresma e para compreender ainda melhor este Tempo lembrou a dinâmica da Diocese do Porto: “ABRE-TE! DA QUARESMA À PÁSCOA: UM CAMINHO COM SENTIDO(S)”
Ou seja: "«abre-te» ao domínio dos cinco sentidos. Porque a atrofia dos sentidos, impede-nos, tantas vezes, de ver, de escutar, de tocar, de cheirar a realidade concreta da vida, pela qual Deus Se revela e nos interpela à conversão. Esta conversão implica a abertura a Deus e aos irmãos. (…) É através desta experiência sensível e relacional, pela brecha dos sentidos, que Ele abre caminhos de esperança e conduz à vida nova da Páscoa. Num tempo marcado pela dispersão, pela aceleração e pela superficialidade, este percurso propõe uma verdadeira pedagogia-“

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE PAPA LEÃO XIV PARA A QUARESMA 2026

Escutar e jejuar.
Quaresma como tempo de conversão

Queridos irmãos e irmãs!

A Quaresma é o tempo em que a Igreja, com solicitude maternal, nos convida a recolocar o mistério de Deus no centro da nossa vida, para que a nossa fé ganhe novo impulso e o coração não se perca entre as inquietações e as distrações do quotidiano.

Todo o caminho de conversão começa quando nos deixamos alcançar pela Palavra e a acolhemos com docilidade de espírito. Existe, portanto, um vínculo entre o dom da Palavra de Deus, a hospitalidade que lhe oferecemos e a transformação que ela realiza. Por isso, o itinerário quaresmal torna-se uma ocasião propícia para dar ouvidos à voz do Senhor e renovar a decisão de seguir Cristo, percorrendo com Ele o caminho que sobe a Jerusalém, onde se realiza o mistério da sua paixão, morte e ressurreição.

Escutar

Este ano gostaria de chamar a atenção, em primeiro lugar, para a importância de dar lugar à Palavra através da escuta, pois a disponibilidade para escutar é o primeiro sinal com que se manifesta o desejo de entrar em relação com o outro.

O próprio Deus, revelando-se a Moisés na sarça ardente, mostra que a escuta é uma característica distintiva do seu ser: «Eu bem vi a opressão do meu povo que está no Egipto, e ouvi o seu clamor» (Ex 3, 7). Escutar o clamor dos oprimidos é o início de uma história de libertação, na qual o Senhor envolve também Moisés, enviando-o a abrir um caminho de salvação para os seus filhos reduzidos à escravidão.


É um Deus que nos envolve e, hoje, também vem até nós com os pensamentos que fazem vibrar o seu coração. Por isso, escutar a Palavra na liturgia educa-nos para uma escuta mais verdadeira da realidade: entre as muitas vozes que passam pela nossa vida pessoal e social, as Sagradas Escrituras tornam-nos capazes de reconhecer aquela que surge do sofrimento e da injustiça, para que não fique sem resposta. Entrar nesta disposição interior de recetividade significa deixar-se instruir hoje por Deus para escutar como Ele, até reconhecer que «a condição dos pobres representa um grito que, na história da humanidade, interpela constantemente a nossa vida, as nossas sociedades, os sistemas políticos e económicos e, sobretudo, a Igreja». [1]

Jejuar

Se a Quaresma é um tempo de escuta, o jejum constitui uma prática concreta que nos predispõe a acolher a Palavra de Deus. Na verdade, a abstinência de alimentos é um exercício ascético muito antigo e insubstituível no caminho da conversão. Precisamente porque implica o corpo, torna mais evidente aquilo de que temos “fome” e o que consideramos essencial para o nosso sustento. Portanto, é útil para discernir e ordenar os “apetites”, para manter vigilante a fome e a sede de justiça, subtraindo-a à resignação e instruindo-a a fim de se tornar oração e responsabilidade para com o próximo.

Com grande sensibilidade espiritual, Santo Agostinho deixa transparecer a tensão entre o tempo presente e a realização futura que atravessa esta salvaguarda do coração, quando observa que: «Ao longo da vida terrena, cabe aos homens ter fome e sede de justiça, mas ser saciados pertence à outra vida. Os anjos saciam-se deste pão, deste alimento. Os homens, pelo contrário, sentem fome dele, estão inclinados ao seu desejo. Esta inclinação ao desejo dilata a alma, aumentando a sua capacidade». [2] Compreendido neste sentido, o jejum permite-nos não só disciplinar o desejo, purificá-lo e torná-lo mais livre, mas também ampliá-lo, de tal modo que se volte para Deus e se oriente para agir no bem.

No entanto, para que o jejum conserve a sua autenticidade evangélica e evite a tentação de envaidecer o coração, deve ser sempre vivido com fé e humildade. Ele exige um permanente enraizar-se na comunhão com o Senhor, porque «não jejua verdadeiramente quem não sabe alimentar-se da Palavra de Deus». [3] Como sinal visível do nosso compromisso interior de, com o apoio da graça, nos afastarmos do pecado e do mal, o jejum deve incluir também outras formas de privação destinadas a fazer-nos assumir um estilo de vida mais sóbrio, pois «só a austeridade torna forte e autêntica a vida cristã». [4]

Por isso, gostaria de vos convidar a uma forma de abstinência muito concreta e frequentemente pouco apreciada, ou seja, a abstinência de palavras que atingem e ferem o nosso próximo. Comecemos por desarmar a linguagem, renunciando às palavras mordazes, ao juízo temerário, ao falar mal de quem está ausente e não se pode defender, às calúnias. Em vez disso, esforcemo-nos por aprender a medir as palavras e a cultivar a gentileza: na família, entre amigos, nos locais de trabalho, nas redes sociais, nos debates políticos, nos meios de comunicação social, nas comunidades cristãs. Assim, muitas palavras de ódio darão lugar a palavras de esperança e paz.

Juntos

Por fim, a Quaresma realça a dimensão comunitária da escuta da Palavra e da prática do jejum. A Escritura sublinha também este aspeto de várias maneiras. Por exemplo, ao narrar no livro de Neemias que o povo se reuniu para escutar a leitura pública do livro da Lei e, praticando o jejum, se dispôs à confissão de fé e à adoração, a fim de renovar a aliança com Deus (cf. Ne 9, 1-3).

Do mesmo modo, as nossas paróquias, famílias, grupos eclesiais e comunidades religiosas são chamadas a percorrer, durante a Quaresma, um caminho partilhado, no qual a escuta da Palavra de Deus, assim como do clamor dos pobres e da terra, se torne forma de vida comum e o jejum suporte um verdadeiro arrependimento. Neste contexto, a conversão diz respeito não só à consciência do indivíduo, mas também ao estilo das relações, à qualidade do diálogo, à capacidade de se deixar interpelar pela realidade e de reconhecer o que realmente orienta o desejo, tanto nas nossas comunidades eclesiais como na humanidade sedenta de justiça e reconciliação.

Caríssimos, peçamos a graça de uma Quaresma que torne os nossos ouvidos mais atentos a Deus e aos últimos. Peçamos a força dum jejum que também passe pela língua, para que diminuam as palavras ofensivas e aumente o espaço dado à voz do outro. E comprometamo-nos a fazer das nossas comunidades lugares onde o clamor de quem sofre seja acolhido e a escuta abra caminhos de libertação, tornando-nos mais disponíveis e diligentes no contributo para construir a civilização do amor.

De coração, abençoo todos vós e o vosso caminho quaresmal.


Vaticano, na Memória de Santa Ágata, virgem e mártir, 5 de fevereiro de 2026

LEÃO PP. XIV 

QUARTA-FEIRA DE CINZAS - EUCARISTIA DAS 16H00

SALMO RESPONSORIAL
Salmo 50 (51), 3-4.5-6a.12-13.14.17(R. cf. 3a)

Refrão: Pecámos, Senhor: tende compaixão de nós.
(...)
Criai em mim, ó Deus, um coração puro
e fazei nascer dentro de mim um espírito firme.
Não queirais repelir-me da vossa presença
e não retireis de mim o vosso espírito de santidade. 

QUARTA-FEIRA DE CINZAS

Iniciamos o Tempo da Quaresma com a Celebração das Eucaristia às 16h00 e 21h30, na Capela de São Martinho.
🙏
"A Quaresma é o tempo em que a Igreja, com solicitude maternal, nos convida a recolocar o mistério de Deus no centro da nossa vida, para que a nossa fé ganhe novo impulso e o coração não se perca entre as inquietações e as distrações do quotidiano."
Papa Leão XIV

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

AGRUPAMENTO 321 - Promessas 2026

30 ANOS de CASA, ACONCHEGO, CONSELHOS e COLO. 🙏
Todas as bênção de Deus e muitos parabéns aos dirigentes que levam por diante este projeto de Amor, Aprendizagem e Fraternidade e todos os Escuteiros pelo empenho, dedicação e estarem sempre Alerta para SERVIR !
Forte canhota para todos.💗

domingo, 15 de fevereiro de 2026

AGRUPAMENTO 321 - Vigília das Promessas 2026

Momento de emoção, 
oração e reflexão. 
A simbologia que envolve e aconchega
O calor que emana 
 A Promessa que recorda
A regra que se aceita e cumpre 
Momentos únicos, bonitos e emotivos 
Que não esquecem o que vem lá de trás
E se escrevem em afetos e muita cumplicidade.
Aconteceu na Capela de S. Martinho, 
sábado 7 de fevereiro.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

DOMINGO VI DO TEMPO COMUM

SALMO RESPONSORIAL Salmo 118 (119), 1-2.4-5.17-18.33-34 (R. 1b)

Refrão: Ditoso o que anda na lei do Senhor. 

Felizes os que seguem o caminho perfeito
e andam na lei do Senhor.
Felizes os que observam as suas ordens
e O procuram de todo o coração. 

Promulgastes os vossos preceitos
para se cumprirem fielmente.
Oxalá meus caminhos sejam firmes
na observância dos vossos decretos. 

Fazei bem ao vosso servo:
viverei e cumprirei a vossa palavra.
Abri, Senhor, os meus olhos
para ver as maravilhas da vossa lei. 

Ensinai-me, Senhor, o caminho dos vossos decretos,
para ser fiel até ao fim.
Dai-me entendimento para guardar a vossa lei
e para a cumprir de todo o coração. 

FOLHA DOMINICAL: Informações e reflexões importantes para toda a comunidade

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

DIA PAROQUIAL DO DOENTE

No próximo domingo, dia 15,  á semelhança dos anos anteriores, celebramos com os nossos doentes a Eucaristia com o Sacramento da Unção dos Enfermos, às 11h, na Capela de São Martinho, seguido de almoço e convívio durante a tarde no Centro Paroquial. 

CAMINHADA DA QUARESMA À PÁSCOA

Sob o sinal da esperança no Senhor, "Todos esperam em Ti", percorremos a caminhada do Advento ao Batismo do Senhor. E a súplica constante ao longo de tal caminhada foi esta: «Abre-nos caminhos de esperança». Em estreita ligação, gostaríamos de percorrer o caminho da Quaresma à Páscoa, acentuando agora o imperativo «abre-te» ao domínio dos cinco sentidos. Porque a atrofia dos sentidos, impede-nos, tantas vezes, de ver, de escutar, de tocar, de cheirar a realidade concreta da vida, pela qual Deus Se revela e nos interpela à conversão. Esta conversão implica a abertura a Deus e aos irmãos. E essa abertura começa necessariamente pelo esforço pessoal de abertura dos cinco sentidos ao conhecimento vital e à experiência de Deus, em nós e no meio de nós. Tradicionalmente, a catequese quaresmal de iniciação cristã assenta na abertura dos cincos sentidos. Pensemos, por exemplo, no «Effathá», isto é, «Abre-te», entre os ritos imediatamente preparatórios do Batismo. É através desta experiência sensível e relacional, pela brecha dos sentidos, que Ele abre caminhos de esperança e conduz à vida nova da Páscoa.

Num tempo marcado pela dispersão, pela aceleração e pela superficialidade, este percurso propõe uma verdadeira pedagogia dos sentidos. Educar os sentidos é aprender a escutar mais profundamente a Palavra, a reconhecer as sedes que nos habitam, a deixar-nos iluminar pela fé, a tocar a vida ferida com compaixão e, finalmente, a reconhecer, na manhã de Páscoa, o bom odor da vida nova que o Ressuscitado espalha no mundo.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

🎪 FESTA DE CARNAVAL 🎪

 
Está a chegar a nossa Festa de Carnaval! Prometemos uma noite de convívio, animação e muita dança!
A entrada é livre e para toda a comunidade! 💃🏻 🎊

📖✨FESTA DA PALAVRA | 1 de fevereiro✨📖

No passado dia 1 de fevereiro, vivemos um momento muito especial na nossa comunidade: as crianças do 4.º ano receberam a Bíblia, sinal de que a Palavra de Deus passa a caminhar ainda mais perto dos seus corações.
Os catequistas agradecem, de coração, a todos os que estiveram presentes e acompanharam este dia tão significativo — famílias, catequistas e comunidade. A vossa presença faz a diferença!
Que esta Bíblia não seja apenas um livro, mas um guia, partilhado e vivido, ajudando as nossas crianças a crescer na fé e no amor. “A tua palavra é lâmpada para os meus passos e luz no meu caminho.” (Sl 119,105)

DIA MUNDIAL DO DOENTE

Neste dia, 11 de fevereiro, a Igreja assinala o 34.º Dia Mundial do Doente, para o qual o Papa Leão escolheu o tema “A compaixão do samaritano: amar carregando a dor do outro”. Mensagem em:
XXXIV Dia Mundial do Doente 2026
🙏
ORAÇÃO:
Senhor da vida,
nesta oportunidade, vimos a Ti com o
coração e a mente carregados dos nomes e
das histórias de irmãos atribulados por
alguma enfermidade.
Eles, no meio da sua dor, clamam pela Tua
misericórdia.
Nós pedimos a graça de saber acompanhar
e amar, carregando a sua dor.
Tu, que sabes o que é dor e sofrimento,
dá-nos a força do Teu Espírito para que,
imitando o bom samaritano, vivamos o
envio de nos fazermos próximos, fazendo
sempre o bem, como um chamamento
profundo para todo ser humano.
Que Maria, nossa Mãe, como Virgem de
Lourdes, entranhas de Deus, atenta à dor e
ao sofrimento da humanidade,
nos tome pela mão e nos leve até seu Filho
Jesus, sem nunca nos cansarmos de
consolar, sarar e fazer o bem.
Ámen.