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sábado, 17 de abril de 2021

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

DOMINGO III DA PÁSCOA - Ano B

SALMO RESPONSORIAL Salmo 4, 2.4.7.9 (R. 7a)
Refrão: Erguei, Senhor, sobre nós,
a luz do vosso rosto.

Quando Vos invocar, ouvi-me,
ó Deus de justiça.
Vós que na tribulação me tendes protegido,
compadecei-Vos de mim
e ouvi a minha súplica.

Sabei que o Senhor faz maravilhas
pelos seus amigos,
o Senhor me atende quando O invoco.
Muitos dizem: «Quem nos fará felizes?»
Fazei brilhar sobre nós, Senhor,
a luz da vossa face.

Em paz me deito
e adormeço tranquilo,
porque só Vós, Senhor,
me fazeis repousar em segurança.

EU DIGO QUE SIM (Hino)

Hino Semana de oração pelas vocações 2021

E se Deus me chamar um dia para casar? (Eu digo que sim)
Fazer da família um lugar para aprender a amar (Eu digo que sim)

Se Deus me chama à Santidade
Só tenho que o seguir na verdade
E dizer que sim

E se Deus me chamar a uma consagração? (Eu digo que sim)
Amor profundo a Deus e ao mundo na oração (Eu digo que sim)

E se Deus me chamar para sair em missão? (Eu digo que sim)
Plantar a semente do Reino em cada coração (Eu digo que sim)

E se Deus me chamar um dia ao sacerdócio? (Eu digo que sim)
Ser como Jesus e no mundo espelhar a sua luz (Eu digo que sim)

E se Deus chamar a diácono permanente? (Eu digo que sim)
Servir Deus e a Igreja de uma forma diferente (Eu digo que sim)

Se Deus me chama à Santidade
Só tenho que o seguir na verdade
E dizer que sim...
E dizer que sim...
E dizer que sim...
E dizer que sim...

sexta-feira, 16 de abril de 2021

CATEQUESE PRESENCIAL

Recomeça este fim de semana toda a atividade catequética presencial, nos horários habituais e no Centro Paroquial.

Lembramos que se mantêm as mesmas regras sobre higiene e segurança recomendadas pela DGS.

quinta-feira, 15 de abril de 2021

VIA LUCIS: Sextas-feiras do Tempo Pascal

ORAÇÃO 

Senhor Jesus,
Com a Tua Ressurreição triunfaste sobre a morte
E vives para sempre, comunicando-nos a vida,
a alegria, a esperança firme.
Tu que fortaleceste a fé dos apóstolos,
das mulheres e dos Teus discípulos
ensinando-os a amar com obras,
fortalece também o nosso espírito vacilante,
para que nos entreguemos por completo a Ti.
Queremos partilhar contigo
e com tua Mãe Santíssima
a alegria da Tua Ressurreição gloriosa.
Tu que nos abriste o caminho até ao Pai,
faz com que, iluminados pelo Espírito Santo,
gozemos um dia, a glória eterna.

R. Ámen 

REUNIÃO: Secretariado da Catequese e Coordenadores

Reunião importante do Secretariado da Catequese com os Coordenadores, que se realiza hoje, dia 15 de abril, no Centro Paroquial. 

SEMANA DAS VOCAÇÕES

EU DIGO QUE SIM
Hino Semana de oração pelas vocações 2021

E se Deus me chamar um dia para casar? (Eu digo que sim)
Fazer da família um lugar para aprender a amar (Eu digo que sim)

Se Deus me chama à Santidade
Só tenho que o seguir na verdade
E dizer que sim.

SEMANA DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES CONSAGRADAS

"A semana que se inicia no dia 18 de abril tem, para os cristãos, um sentido especial: somos convidados a intensificar a oração pelas vocações consagradas. Esta intenção já está presente na oração quotidiana de muitas pessoas e comunidades cristãs mas, durante estes dias, é toda a Igreja que se une na mesma prece ao Senhor da messe para que envie mais trabalhadores para a sua messe.
(...)
São José, guardião das vocações, nos acompanhe com coração de Pai. 
Cristo Ressuscitado, o Bom Pastor, nos conduza, nos proteja e abençoe."

quarta-feira, 14 de abril de 2021

DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA O 58º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
[25 de abril de 2021 - IV Domingo da Páscoa]

«São José: o sonho da vocação»

Queridos irmãos e irmãs!

No dia 8 de dezembro passado, teve início o Ano especial dedicado a São José, por ocasião do 150º aniversário da declaração dele como Padroeiro da Igreja universal (cf. Decreto da Penitenciaria Apostólica, 8 de dezembro de 2020). Da parte minha, escrevi a carta apostólica Patris corde, com o objetivo de «aumentar o amor por este grande Santo» (concl.). Trata-se realmente duma figura extraordinária e, ao mesmo tempo, «tão próxima da condição humana de cada um de nós» (introd.). São José não sobressaía, não estava dotado de particulares carismas, não se apresentava especial aos olhos de quem se cruzava com ele. Não era famoso, nem se fazia notar: dele, os Evangelhos não transcrevem uma palavra sequer. Contudo, através da sua vida normal, realizou algo de extraordinário aos olhos de Deus.

Deus vê o coração (cf. 1 Sam 16, 7) e, em São José, reconheceu um coração de pai, capaz de dar e gerar vida no dia a dia. É isto mesmo que as vocações tendem a fazer: gerar e regenerar vidas todos os dias. O Senhor deseja moldar corações de pais, corações de mães: corações abertos, capazes de grandes ímpetos, generosos na doação, compassivos para consolar as angústias e firmes para fortalecer as esperanças. Disto mesmo têm necessidade o sacerdócio e a vida consagrada, particularmente nos dias de hoje, nestes tempos marcados por fragilidades e tribulações devidas também à pandemia que tem suscitado incertezas e medos sobre o futuro e o próprio sentido da vida. São José vem em nossa ajuda com a sua mansidão, como Santo ao pé da porta; simultaneamente pode, com o seu forte testemunho, guiar-nos no caminho.

A vida de São José sugere-nos três palavras-chave para a vocação de cada um. A primeira é sonho. Todos sonham realizar-se na vida. E é justo nutrir aspirações grandes, expectativas altas, que objetivos efémeros como o sucesso, a riqueza e a diversão não conseguem satisfazer. Realmente, se pedíssemos às pessoas para traduzirem numa só palavra o sonho da sua vida, não seria difícil imaginar a resposta: «amor». É o amor que dá sentido à vida, porque revela o seu mistério. Pois só se tem a vida que se dá, só se possui de verdade a vida que se doa plenamente. A este propósito, muito nos tem a dizer São José, pois, através dos sonhos que Deus lhe inspirou, fez da sua existência um dom.

Os Evangelhos falam de quatro sonhos (cf. Mt 1, 20; 2, 13.19.22). Apesar de serem chamadas divinas, não eram fáceis de acolher. Depois de cada um dos sonhos, José teve de alterar os seus planos e entrar em jogo para executar os misteriosos projetos de Deus, sacrificando os próprios. Confiou plenamente. Podemos perguntar-nos: «Que era um sonho noturno, para o seguir com tanta confiança?» Por mais atenção que se lhe pudesse prestar na antiguidade, valia sempre muito pouco quando comparado com a realidade concreta da vida. Todavia São José deixou-se guiar decididamente pelos sonhos. Porquê? Porque o seu coração estava orientado para Deus, estava já predisposto para Ele. Para o seu vigilante «ouvido interior» era suficiente um pequeno sinal para reconhecer a voz divina. O mesmo se passa com a nossa vocação: Deus não gosta de Se revelar de forma espetacular, forçando a nossa liberdade. Transmite-nos os seus projetos com mansidão; não nos ofusca com visões esplendorosas, mas dirige-Se delicadamente à nossa interioridade, entrando no nosso íntimo e falando-nos através dos nossos pensamentos e sentimentos. E assim nos propõe, como fez com São José, metas elevadas e surpreendentes.

Na realidade, os sonhos introduziram José em aventuras que nunca teria imaginado. O primeiro perturbou o seu noivado, mas tornou-o pai do Messias; o segundo fê-lo fugir para o Egito, mas salvou a vida da sua família. Depois do terceiro, que ordenava o regresso à pátria, vem o quarto que o levou a mudar os planos, fazendo-o seguir para Nazaré, onde precisamente Jesus havia de começar o anúncio do Reino de Deus. Por conseguinte, em todos estes transtornos, revelou-se vitoriosa a coragem de seguir a vontade de Deus. Assim acontece na vocação: a chamada divina impele sempre a sair, a dar-se, a ir mais além. Não há fé sem risco. Só abandonando-se confiadamente à graça, deixando de lado os próprios programas e comodidades, é que se diz verdadeiramente «sim» a Deus. E cada «sim» produz fruto, porque adere a um desígnio maior, do qual entrevemos apenas alguns detalhes, mas que o Artista divino conhece e desenvolve para fazer de cada vida uma obra-prima. Neste sentido, São José constitui um ícone exemplar do acolhimento dos projetos de Deus. Trata-se, porém, de um acolhimento ativo, nunca de abdicação nem capitulação; ele «não é um homem resignado passivamente. O seu protagonismo é corajoso e forte» (Carta ap. Patris corde, 4). Que ele ajude a todos, sobretudo aos jovens em discernimento, a realizar os sonhos que Deus tem para cada um; inspire a corajosa intrepidez de dizer «sim» ao Senhor, que sempre surpreende e nunca desilude!

Uma segunda palavra marca o itinerário de São José e da vocação: serviço. Dos Evangelhos, resulta como ele viveu em tudo para os outros e nunca para si mesmo. O Povo santo de Deus chama-lhe castíssimo esposo, desvendando assim a sua capacidade de amar sem nada reservar para si próprio. Libertando o amor de qualquer posse, abriu-se realmente a um serviço ainda mais fecundo: o seu cuidado amoroso atravessou as gerações, a sua custódia solícita tornou-o patrono da Igreja. Ele que soube encarnar o sentido oblativo da vida, é também patrono da boa-morte. Contudo o seu serviço e os seus sacrifícios só foram possíveis, porque sustentados por um amor maior: «Toda a verdadeira vocação nasce do dom de si mesmo, que é a maturação do simples sacrifício. Mesmo no sacerdócio e na vida consagrada, requer-se este género de maturidade. Quando uma vocação matrimonial, celibatária ou virginal não chega à maturação do dom de si mesmo, detendo-se apenas na lógica do sacrifício, então, em vez de significar a beleza e a alegria do amor, corre o risco de exprimir infelicidade, tristeza e frustração» (Ibid., 7).

O serviço, expressão concreta do dom de si mesmo, não foi para São José apenas um alto ideal, mas tornou-se regra da vida diária. Empenhou-se para encontrar e adaptar um alojamento onde Jesus pudesse nascer; prodigalizou-se para O defender da fúria de Herodes, apressando-se a organizar a viagem para o Egito; voltou rapidamente a Jerusalém à procura de Jesus que tinham perdido; sustentou a família trabalhando, mesmo em terra estrangeira. Em resumo, adaptou-se às várias circunstâncias com a atitude de quem não desanima se a vida não lhe corre como queria: com a disponibilidade de quem vive para servir. Com este espírito, José empreendeu as viagens numerosas e muitas vezes imprevistas da vida: de Nazaré a Belém para o recenseamento, em seguida para Egito, depois para Nazaré e, anualmente, a Jerusalém, sempre pronto a enfrentar novas circunstâncias, sem se lamentar do que sucedia, mas disponível para dar uma mão a fim de reajustar as situações. Pode-se dizer que foi a mão estendida do Pai Celeste para o seu Filho na terra. Assim não pode deixar de ser modelo para todas as vocações, que a isto mesmo são chamadas: ser as mãos operosas do Pai em prol dos seus filhos e filhas.

Por isso gosto de pensar em São José, guardião de Jesus e da Igreja, como guardião das vocações. Com efeito, da própria disponibilidade em servir, deriva o seu cuidado em guardar. «Levantou-se de noite, tomou o menino e sua mãe» (Mt 2, 14): refere o Evangelho, indicando a sua disponibilidade e dedicação à família. Não perdeu tempo a cismar sobre o que estava errado, para não o subtrair a quem lhe estava confiado. Este cuidado atento e solícito é o sinal duma vocação realizada. É o testemunho duma vida tocada pelo amor de Deus. Que belo exemplo de vida cristã oferecemos quando não seguimos obstinadamente as nossas ambições nem nos deixamos paralisar pelas nossas nostalgias, mas cuidamos de quanto nos confia o Senhor, por meio da Igreja! Então Deus derrama o seu Espírito, a sua criatividade sobre nós; e realiza maravilhas, como em José.

Além da chamada de Deus – que realiza os nossos sonhos maiores – e da nossa resposta – que se concretiza no serviço pronto e no cuidado carinhoso –, há um terceiro aspeto que atravessa a vida de São José e a vocação cristã, cadenciando o seu dia a dia: a fidelidade. José é o «homem justo» (Mt 1, 19) que, no trabalho silencioso de cada dia, persevera na adesão a Deus e aos seus desígnios. Num momento particularmente difícil, detém-se «a pensar» em tudo (cf. Mt 1, 20). Medita, pondera: não se deixa dominar pela pressa, não cede à tentação de tomar decisões precipitadas, não segue o instinto nem se cinge àquele instante. Tudo repassa com paciência. Sabe que a existência se constrói apenas sobre uma contínua adesão às grandes opções. Isto corresponde à laboriosidade calma e constante com que desempenhou a profissão humilde de carpinteiro (cf. Mt 13, 55), pela qual inspirou, não as crónicas da época, mas a vida quotidiana de cada pai, cada trabalhador, cada cristão ao longo dos séculos. Porque a vocação, como a vida, só amadurece através da fidelidade de cada dia.

Como se alimenta esta fidelidade? À luz da fidelidade de Deus. As primeiras palavras recebidas em sonho por São José foram o convite a não ter medo, porque Deus é fiel às suas promessas: «José, filho de David, não temas» (Mt 1, 20). Não temas: são estas as palavras que o Senhor dirige também a ti, querida irmã, e a ti, querido irmão, quando, por entre incertezas e hesitações, sentes como inadiável o desejo de Lhe doar a vida. São as palavras que te repete quando no lugar onde estás, talvez no meio de dificuldades e incompreensões, te esforças por seguir diariamente a sua vontade. São as palavras que descobres quando, ao longo do itinerário da chamada, retornas ao primeiro amor. São as palavras que, como um refrão, acompanham quem diz sim a Deus com a vida como São José: na fidelidade de cada dia.

Esta fidelidade é o segredo da alegria. Como diz um hino litúrgico, na casa de Nazaré reinava «uma alegria cristalina». Era a alegria diária e transparente da simplicidade, a alegria que sente quem guarda o que conta: a proximidade fiel a Deus e ao próximo. Como seria belo se a mesma atmosfera simples e radiosa, sóbria e esperançosa, permeasse os nossos seminários, os nossos institutos religiosos, as nossas residências paroquiais! É a alegria que vos desejo a vós, irmãos e irmãs que generosamente fizestes de Deus o sonho da vida, para O servir nos irmãos e irmãs que vos estão confiados, através duma fidelidade que em si mesma já é testemunho, numa época marcada por escolhas passageiras e emoções que desaparecem sem gerar a alegria. São José, guardião das vocações, vos acompanhe com coração de pai!

Roma, São João de Latrão, 19 de março de 2021, Solenidade de São José

Francisco

QUARTA-FEIRA DA SEMANA II DO TEMPO PASCAL

Leitura I At 5, 17-26

Naqueles dias, o sumo sacerdote e todo o seu grupo, isto é, o partido dos saduceus, enfurecidos contra os Apóstolos, mandaram-nos prender e meteram-nos na cadeia pública. Mas, durante a noite, o Anjo do Senhor abriu as portas da prisão, levou-os para fora e disse-lhes: «Ide apresentar-vos no templo, a anunciar ao povo todas estas palavras de vida». Tendo ouvido isto, eles entraram no templo de madrugada e começaram a ensinar. Entretanto, chegou o sumo sacerdote com o seu grupo. Convocaram o Sinédrio e todo o Senado dos israelitas e mandaram buscar os Apóstolos à cadeia. Os guardas foram lá, mas não os encontraram na prisão; e voltaram para avisar: «Encontrámos a cadeia fechada com toda a segurança e os guardas de sentinela à porta. Abrimo-la, mas não encontrámos ninguém lá dentro». Ao ouvirem estas palavras, o comandante do templo e os príncipes dos sacerdotes ficaram muito perplexos, perguntando entre si o que se tinha passado com os presos. Entretanto, veio alguém comunicar-lhes: «Os homens que metestes na cadeia estão no templo a ensinar o povo». Então o comandante do templo foi lá com os guardas e trouxe os Apóstolos, mas sem violência, porque tinham receio de serem apedrejados pelo povo.
(...)
Rezar a palavra

À tua palavra lançarei as redes. Fizeste de mim pescador de homens como fizeste com Pedro e João e deste-me uma rede para lançar e pescar para o teu reino os corações perdidos da casa de Israel. Agora, Senhor, abre o meu coração para acolher a tua palavra que me salva e me envia a anunciar aos meus irmãos.

terça-feira, 13 de abril de 2021

CONFERÊNCIA DE SÃO VICENTE DE PAULO

As Vicentinas estão presente na Paróquia de Vilar do Paraíso há 77 anos, onde apoiam famílias carenciadas que mensalmente recebem um cabaz.

Hoje foi dia de entrega desses cabazes, e aqui ficam as palavras da D. Mimosinha, de agradecimento ao Grupo de Jovens, Escuteiros, e Aos Nossos Queridos Benfeitores que contribuíram para que fosse possível, mais uma vez, fazer a entrega destes 80.

Tempo também para recordar todas as Vicentinas pela dedicação e trabalho e prestar a nossa sentida homenagem às quatro Vicentinas que já estão pertinho de Jesus. 🙏

RUMO À JMJ LISBOA 2023


#Lisboa2023 🇵🇹🇻🇦
Dia 23 de abril
Faltam 10 dias...
Desperta para a Missão
.
.
Usa a imaginação e desperta para a Missão! 🙌🙌
Neste mês de abril queremos chegar ao fim do mundo! 🌍
Vamos viajar pelo mundo e abrir o ❤️ à fraternidade!

📌Com o teu grupo, grupo de catequese, na tua família ou até sozinho, desafiamos-te a olhar para o continente atribuído à tua zona pastoral* e escolher um símbolo, uma imagem, uma foto, alguma curiosidade, alguma pessoa influente nesse continente do ponto de vista cristão e missionário ou até mesmo alguma missão desse continente e partilhar a vossa apresentação em forma de texto, vídeo, dança, sketch ou alguma outra forma criativa.

Publicamos as apresentações ao longo do dia 23 de abril.

⚠️
Região Pastoral Norte: Continente África
Região Pastoral Sul: Continente América
Região Pastoral Grande Porto: Continentes Europa e Oceânia
Região Pastoral Nascente: Continente Ásia
.
📍 Prepara e envia até dia 21 de Abril, até às 23h23 para o email sdpj.porto@gmail.com, para que seja partilhado nas redes do SDPJ Porto

📍No dia 23 de abril, partilha nas tuas redes sociais com o hashtag #despertaparaamissão e identifica a @sdpj e JIM - Jovens em Missão


*já sabes não descuides as medidas do combate à pandemia que continua assolar-nos


Abre o teu coração?! 🥳
👣👣👣

Rumo à JMJ Lisboa 2023... sempre em missão....

Fica ligado e não percas o rumo
#Lisboa2023
#sdpjporto
#diocesedoporto
#euficoemcasa
#eurezoemcasa 

COVID-19: atitude de responsabilidade e solidariedade da Igreja Católica

 O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disse hoje em Fátima que a Igreja Católica teve uma atitude de “responsabilidade” e “solidariedade” perante a crise provocada pela Covid-19 no país.

D. José Ornelas, bispo de Setúbal, falava na abertura da 200.ª Assembleia Plenária da CEP, sublinhando que as comunidades católicas quiseram ser, no último ano, “espaço promotor de responsabilidade, solidariedade e esperança, próxima dos mais atingidos por esta crise que atinge o mundo inteiro, em diálogo com as autoridades competentes e fiéis ao Evangelho”, particularmente nas situações de “maior sofrimento e fragilidade”.

O bispo de Setúbal aludiu à decisão de suspender as celebrações públicas da Missa, nos confinamentos de 2020 e 2021, realçando que a mesma não foi tomada “por medo ou comodismo”.

“Foi particularmente sofrida e ponderada a decisão de voltar a prescindir das celebrações com a presença da comunidade, no início deste ano. Fizemo-lo tomando a sério o compromisso para com a vida e o dever de impedir a transmissão do mal, em solidariedade com quantos se têm prodigalizado em dedicação aos que são mais atingidos por esta crise”, declarou.

A reunião magna dos bispos católicos decorre até quinta-feira, com participação presencial e online, devido às restrições impostas pela pandemia.

“A pandemia não terminou e todos os indicadores nacionais e internacionais mostram que temos pela frente tempos difíceis”, alertou D. José Ornelas.

https://agencia.ecclesia.pt/portal/covid-19-presidente-da-conferencia-episcopal-portuguesa-destaca-atitude-de-responsabilidade-e-solidariedade-da-igreja-catolica/

A PAZ ESTEJA CONVOSCO!

No meio das contradições e incompreensões que temos de enfrentar todos os dias, esmagados e até atordoados por tantas palavras e conexões, esconde-se a voz do Ressuscitado que nos diz: «A paz seja convosco!».
Papa Francisco 

MÃE, OLHA PARA MIM

Mãe, olha para mim
Guarda o meu Sim, neste novo dia.
Como Tu, quero me entregar.
‎Ensina-me a rezar:
‎Avé Maria!

Coloca Tuas mãos sobre meus olhos
De Mãe que o filho adormece;
‎fixa no meu o Teu olhar,
‎Escuta, Virgem Mãe, a minha prece.

‎Coloca Tuas mãos em minha fronte,
Envolve-me no manto que aquece;
Venho para estar junto de Ti,
Escuta, Virgem Mãe, a minha prece.

Sabes dos meus sonhos e anseios,
‎Que eles sejam, Mãe, também os Teus;
Escuta, Virgem Mãe, a minha prece,
Ensina-me a dizer meu Sim a Deus.

CONSAGRAÇÃO AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe,
ao vosso Coração Imaculado nos consagramos,
em acto de entrega total ao Senhor.
Por Vós seremos levados a Cristo.
Por Ele e com Ele seremos levados ao Pai.
Caminharemos à luz da fé
e faremos tudo para que o mundo creia
que Jesus Cristo é o Enviado do Pai.
Com Ele queremos levar o Amor e a Salvação
até aos confins do mundo.
Sob a protecção do vosso Coração Imaculado
seremos um só povo com Cristo.
Seremos testemunhas da Sua ressurreição.
Por Ele seremos levados ao Pai,
para glória da Santíssima Trindade,
a Quem adoramos, louvamos e bendizemos.
Ámen.

domingo, 11 de abril de 2021

INFÂNCIA MISSIONÁRIA

Deixemo-nos mover pelo vento do Espírito, para sermos capazes de nos renovar, acreditar e partilhar a esperança, a alegria e fé.  

DOMINGO DA DIVINA MISERICÓRDIA

As chagas de Jesus são canais abertos entre Ele e nós, que derramam misericórdia sobre as nossas misérias. São os caminhos que Deus nos patenteou para entrarmos na sua ternura e tocar com a mão quem é Ele. E deixamos de duvidar da sua misericórdia. #DivinaMisericórdia
Papa Francisco

sábado, 10 de abril de 2021

DOMINGO II DA PÁSCOA ou da Divina Misericórdia

SALMO RESPONSORIAL
Salmo 117 (118), 2-4.16ab-18.22-24 (R. 1)

Refrão: Aclamai o Senhor, porque Ele é bom;
o seu amor é para sempre

Diga a casa de Israel:
é eterna a sua misericórdia.
Diga a casa de Aarão:
é eterna a sua misericórdia.
Digam os que temem o Senhor:
é eterna a sua misericórdia.

A mão do Senhor fez prodígios,
a mão do Senhor foi magnífica.
Não morrerei, mas hei-de viver,
para anunciar as obras do Senhor.
Com dureza me castigou o Senhor,
mas não me deixou morrer. 

A pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se pedra angular.
Tudo isto veio do Senhor:
é admirável aos nossos olhos.
Este é o dia que o Senhor fez:
exultemos e cantemos de alegria. 

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade