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sábado, 24 de julho de 2021

I DIA MUNDIAL DOS AVÓS E DOS IDOSOS

MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO
 
[4º domingo de julho – 25 de julho de 2021]
«Eu estou contigo todos os dias»

Queridos avôs, queridas avós!

«Eu estou contigo todos os dias» (cf. Mt 28, 20) é a promessa que o Senhor fez aos discípulos antes de subir ao Céu; e hoje repete-a também a ti, querido avô e querida avó. Sim, a ti! «Eu estou contigo todos os dias» são também as palavras que eu, Bispo de Roma e idoso como tu, gostaria de te dirigir por ocasião deste primeiro Dia Mundial dos Avós e dos Idosos: toda a Igreja está solidária contigo – ou melhor, connosco –, preocupa-se contigo, ama-te e não quer deixar-te abandonado.
(,,,)
 Ora, mesmo quando tudo parece escuro, como nestes meses de pandemia, o Senhor continua a enviar anjos para consolar a nossa solidão repetindo-nos: «Eu estou contigo todos os dias». Di-lo a ti, di-lo a mim, a todos. Está aqui o sentido deste Dia Mundial que eu quis celebrado pela primeira vez precisamente neste ano, depois dum longo isolamento e com uma retomada ainda lenta da vida social: oxalá cada avô, cada idoso, cada avó, cada idosa – especialmente quem dentre vós está mais sozinho – receba a visita de um anjo!

FESTAS EM HONRA DO BOM JESUS DO MONTE E SÃO CAETANO

São já no próximo fim de semana, dias 1 e 2 de agosto de 2021

Domingo, dia 01, 11h00, Eucaristia Solene, Campal, 
do Bom Jesus do Monte, (na Sede dos Escuteiros).

Domingo, dia 01, não há Eucaristia às 11h00, na Capela de S. Martinho.

Segunda-feira, dia 02, 11h00, Eucaristia Solene de São Caetano, na capela.

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

ONDE COMPRAREMOS PÃO?

"O grande texto que forma o Capítulo 6 do Evangelho de João, e que vamos ter a graça de escutar nestes cinco Domingos, pode dividir-se em seis Partes: a primeira Parte, que funciona como Introdução ou preparação do cenário, engloba os v. 1-4 e apresenta as personagens (Jesus, uma grande multidão, os discípulos), o lugar (na «outra margem do mar da Galileia», na «montanha») e o tempo («estava próxima a Páscoa dos judeus»); a segunda Parte, que se estende pelos v. 5-15, abre com uma pergunta pedagógica de Jesus dirigida a Filipe («Filipe, onde compraremos pão para que eles comam?»), não corretamente respondida por Filipe e André, mas resolvida por Jesus; a terceira Parte, que compreende os v. 16-21, mostra-nos os discípulos a atravessar, no escuro, o mar encapelado, e Jesus vindo ao seu encontro caminhando sobre o mar; a quarta Parte, entre os v. 22-24, apresenta-nos um novo começo, no dia seguinte, mostrando-nos a multidão que nota a ausência de Jesus e parte à sua procura para Cafarnaum; a quinta Parte, que compreende a longa extensão de texto entre os v. 25-59, traz para a cena a importante discussão, travada entre Jesus e a multidão ou os judeus, sobre o pão vindo do céu; a sexta Parte, que contempla os últimos versículos (v. 60-71), estende a discussão aos discípulos, mostrando a deserção de muitos (v. 60-66), em contraponto com a confissão de fé de Pedro (v. 67-71).
(...)
S. Paulo lembra-nos, na lição da sua Carta aos Efésios 4,1-6, que a fome não é só de pão. É também de paz e de unidade. A matar esta fome que nos vai matando, lá está, reafirma Paulo, um só Senhor, um único Espírito, um só Deus e Pai de todos. Não há dúvida: uma comunidade unida e reunida sabe partilhar com alegria. E é assim que se resolvem todas as fomes, também a de pão.

Fica bem hoje cantar com alegria renovada o grande hino alfabético que é o Salmo 145, até que vibrem as cordas do nosso coração. E enquanto saboreamos as imensas riquezas que nos vêm de Deus: a sua graça, misericórdia, amor e bondade (Salmo 145,8-9), usando, para o efeito, toda a gama de sabores e todas as letras do alfabeto, continuemos a cantar: «Abris, Senhor, a vossa mão, e saciais a nossa fome!» (Salmo 145,16).

DOMINGO XVII DO TEMPO COMUM - Ano B

SALMO RESPONSORIAL
Salmo 144 (145), 10-11.15-16.17-18 (R. cf. 16)
Refrão: Vós abris, Senhor, as vossas mãos
e saciais a nossa fome.

Graças Vos dêem, Senhor, todas as criaturas
e bendigam-Vos os vossos fiéis.
Proclamem a glória do vosso reino
e anunciem os vossos feitos gloriosos.

Todos têm os olhos postos em Vós,
e a seu tempo lhes dais o alimento.
Abris as vossas mãos
e todos saciais generosamente.

O Senhor é justo em todos os seus caminhos
e perfeito em todas as suas obras.
O Senhor está perto de quantos O invocam,
de quantos O invocam em verdade.

quarta-feira, 21 de julho de 2021

ORAÇÃO DE TAIZÉ

Foi com uma Oração Taizé que o Grupo de Jovens Périplo da Fé decidiu terminar o seu ano pastoral. Uma forma diferente de orar e reflectir, escolhendo o silêncio e o canto como forma de chegar até Deus. Não podemos deixar de agradecer a todos os que contribuíram para a realização desta oração. Juntos fizemos comunidade.

sábado, 17 de julho de 2021

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

DOMINGO XVI DO TEMPO COMUM - Ano B

SALMO RESPONSORIAL Salmo 22 (23), 1-3a.3b-4.5.6 (R. 1)
Refrão: O Senhor é meu pastor: nada me faltará.

O Senhor é meu pastor: nada me falta.
Leva-me a descansar em verdes prados,
conduz-me às águas refrescantes
e reconforta a minha alma.

Ele me guia por sendas direitas por amor
do seu nome.
Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos,
não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo:
o vosso cajado e o vosso báculo me enchem de confiança.

Para mim preparais a mesa
à vista dos meus adversários;
com óleo me perfumais a cabeça,
e o meu cálice transborda.

A bondade e a graça hão-de acompanhar-me
todos os dias da minha vida,
e habitarei na casa do Senhor
para todo o sempre.

quinta-feira, 15 de julho de 2021

PADRE AMÉRICO

As dioceses do Porto e de Coimbra vão assinalar a data da morte de Padre Américo, ocorrida a 16 de Julho de 1956.

O padre João Bizarro, postulador da causa de beatificação e canonização do sacerdote da diocese do Porto, recorda "Pai Américo" como alguém que desenvolveu “uma ação socio-caritativa impressionante”.

"O Padre Américo não se limitou a distribuir subsídios; subsídios de reinserção social, ou de outro tipo”, mas antes “pegou nas crianças e nos jovens e muniu-os de instrumentos de trabalho, de instrumentos de educação e também criou estruturas de espiritualidade e de fé para que estes jovens pudessem sair de um círculo vicioso de pobreza que à sociedade da época e dos nossos dias os condenaria a uma existência de pobreza e de miséria eternas”, diz João Bizarro.

“O Padre Américo, basicamente, cortou com isto na medida em que os educou, na medida em que lhes deu uma profissão, ensinando-lhes uma arte e um ofício e só depois os reenviou para o mundo com outras capacidades e isto ontem e hoje é notável a todos os níveis”, sublinha. “O Padre Américo foi este Santo revolucionário que não se limitou a distribuir subsídios”.

“Padre Américo – Místico do Nosso Tempo” é o tema de uma conferência, dia 17 de julho, às 11h00, no Seminário Maior de Coimbra, proferida pelo padre José da Rocha Ramos.

O Bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes, preside, às 12h00, no mesmo local e na mesma data à celebração da Eucaristia.

De acordo com o Padre João Bizarro as iniciativas e celebrações previstas na Diocese do Porto, de onde o Padre Américo era natural e na Diocese de Coimbra onde estudou e onde “originalmente foi acolhido como sacerdote” serão “repartidas por vários locais em parte por causa da Covid que não permite grandes aglomerados de pessoas, grandes concentrações e por isso vamos reparti-las por vários locais para permitir que o maior número de pessoas se possa associar a esta efeméride”.

https://www.diocese-porto.pt/pt/noticias/not%C3%ADcias/dioceses-do-porto-e-coimbra-assinalam-data-da-morte-de-padre-am%C3%A9rico/

ORAÇÃO DE TAIZÉ

"A luz resplandeceu nas trevas, e as trevas não a compreenderam" (Jo 1, 5) 

No próximo dia 16 de julho (sexta-feira), o Grupo de Jovens irá organizar mais uma Oração Taizé, pelas 21:30h na Capela de São Martinho.

Juntem-se a nós, para mais um momento de partilha da nossa luz e fé, em comunidade.

terça-feira, 13 de julho de 2021

LOUVAMOS, AGRADECEMOS, REZAMOS

Pelo Dom da Vocação Sacerdotal, Ministério Consagrado ao serviço do povo de Deus.
Imagem: José M Costa Lima

ANIVERSÁRIO DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL

Neste dia 13 de julho, louvamos e agradecemos a Deus pelo Dom da Vocação dos nossos amigos: D. António Augusto de Oliveira Azevedo - 35 anos de Ordenação
Rev. Pe. José Paulo de Sousa Teixeira - 24 anos de Ordenação.
Rev. Pe. José Manuel da Costa Lima - 35 anos de Ordenação.
A comunidade de Vilar do Paraíso abraça-os, felicita-os e reza a Deus para que os guie e fortaleça na difícil missão que lhes está confiada.
Recordamos com algumas imagens o tempo em que foram Párocos de Vilar, e agradecemos também as sementes de fé, esperança e amor que deixaram e continuam a germinar entre nós.
Que Nossa Senhora de Fátima os guarde e proteja. 🙏

segunda-feira, 12 de julho de 2021

ORAÇÃO DO ROSÁRIO DA PAZ

"O rosário, ao mesmo tempo que no faz fixar os olhos em Cristo, faz-nos também construtores da paz no mundo."
"Rezais o terço todos os dias? (...) A oração com Maria, especialmente o terço, também tem essa dimensão "agonística" , ou seja, de luta, uma oração que apoio contra o maligno e seus aliados. o terço também nos sustenta nesta batalha." 
Rezemos o terço, como Nossa Senhora pediu aos Pastorinhos, em Fátima, e como nos recomendam os Papas de ontem de hoje. 
Oração simples mas tão profunda que nos faz conhecer e viver todos os passos da vida de Jesus, que na sua dor e sofrimento nos ajuda entender como e só  com Ele os fracos se podem levantar:  “Louvai o Senhor, que levanta os fracos”
Esta noite, no início da peregrinação Aniversária de Julho e em comunhão com o Santuário de Fátima, rezemos.

SANTUÁRIO DE FÁTIMA: Peregrinação de julho será presidida pelo bispo de Ourense

O bispo de Ourense, D. José Leonardo Lemos Montanet, vai presidir à Peregrinação Internacional Aniversária de julho, nos dias 12 e 13, que assinala a terceira aparição de Nossa Senhora aos Pastorinhos, e que começa hoje na Cova da Iria.
(...)

A peregrinação começa no dia 12, às 21h30, com o Rosário, celebrado na Capelinha das Aparições, seguido de uma celebração da Palavra no Altar do recinto de Oração. No dia 13, o Terço será rezado às 9h00 seguindo-se a Missa às 10h00. Durante a celebração será proferida a Palavra ao Doente, terminando  a peregrinação com a Procissão do Adeus.

Esta Peregrinação evoca a terceira aparição de Nossa Senhora aos videntes, na qual podemos elencar três aspectos fundamentais do acontecimento de Fátima: o primeiro quadro compõe-se de uma visão do inferno; o segundo apresenta a devoção ao Imaculado Coração de Maria; o terceiro refere-se à Igreja peregrina e mártir. Nesta aparição, em particular, Nossa Senhora apresenta aos Pastorinhos a entrega total da vida a Deus como caminho para a superação do mal. 

A peregrinação de julho volta a ter como tema “Louvai o Senhor, que levanta os fracos”, havendo sempre uma especial intenção pelos que sofrem neste momento de tribulação decorrente da pandemia. 

Neste contexto, ainda de restrições, o Santuário mantém em vigor todas as regras de segurança: as entradas no Recinto fazem-se por oito portas; uma vez dentro do Recinto os peregrinos devem manter-se no mesmo lugar de forma a evitar ajuntamentos; guardando o distanciamento físico entre si e, durante as celebrações, e apenas nesse período, os acessos ao queimador de velas e Capelinha das Aparições estarão limitados. O uso de máscara é obrigatório. 

As celebrações podem ser seguidas em direto em www.fatima.pt, no facebook do santuário de Fátima; na rádio e TV canção Nova e nas rádios Renascença e Maria.

ANIVERSÁRIO DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL

A comunidade de Vilar do Paraíso saúda e felicita o seu pároco, Rev. Padre Carlos Correia, neste dia 12 de julho, em que celebra o vigésimo terceiro aniversário da sua Ordenação Sacerdotal.

Agradecemos a Deus o Dom da sua vocação e que todas as bênçãos do Espírito Santo sejam sobre ele derramadas, para que continue a ter força, coragem e sabedoria, e possa assim levar por diante a missão que lhe está confiada. 

Desejamos ao Pe. Carlos muitas felicidades, e que todos os dias Nossa Senhora o guie e sob o seu manto o proteja. 

domingo, 11 de julho de 2021

SOMOS CHAMADOS POR DEUS PARA SERMOS SEUS ENVIADOS

XV DOMINGO DO TEMPO COMUM - Ano B
Am 7, 12-15
Sl 84(85)
Ef 1, 3-14
Mc 6, 7-13

O ponto de encontro das leituras deste domingo é a missão eclesial nascida da obediência dos Apóstolos às palavras de Jesus que são normativas para a missão da Igreja em todos os tempos. De acordo com o Evangelho de Marcos, “Jesus chamou os doze Apóstolos e começou a enviá-los” (Mc 6,7). A missão parte de Jesus e pressupõe uma Igreja convocada ao redor do seu Mestre, agindo a partir da intimidade da relação com Ele, uma “intimidade itinerante”, no dizer do Papa Francisco (EG 23).

Em missão parte-se, não sozinho, mas dois a dois, acentuando o caráter comunitário da Igreja. A missão requer poder, que não deriva das forças de cada um, mas da força de Jesus; é a própria missão de Jesus que continua na Igreja.

As orientações de Jesus dão mostras de uma missão que se pretende pobre, de um caminho que admite apenas o essencial, de modo que o acessório não desvie o olhar do conteúdo da mensagem. Levar o bastão associado ao caminho acentua a dimensão itinerante da missão, que contrasta com o convite a permanecer numa casa. A missão requer um aprofundamento de relações que só a intimidade da casa pode dar; mas não se compadece de uma vida instalada, porque a orientação é partir sempre de novo. O despojamento do missionário é já por si mensagem: o pão, o dinheiro e a outra túnica dariam segurança em relação ao dia de amanhã. Mas a segurança do missionário está em Deus. A sua grande riqueza é a graça de Deus que “do alto dos Céus nos abençoou com toda a espécie de bênçãos espirituais em Cristo”; é a riqueza de conhecer os planos de Deus que os revela aos seus amigos (Ef 1,3.7-8).

Mesmo quando não é bem acolhida, a missão não perde a sua força, porque não depende da receção que acolhe nos destinatários, mas vive no coração daqueles que partem, em obediência ao mandato de Jesus. Na realidade, já Amos tinha feito a experiência da missão que não é bem recebida, porque incómoda e diante da ordem de abandonar a missão, a resposta alicerça-se na vontade de Deus à qual não é possível fugir: “Eu não era profeta. (...) Foi o Senhor que me disse: “Vai profetizar ao meu povo de Israel.”” (Am 7,14-15).

A Igreja continua a missão dos discípulos: escuta a voz do Mestre e, obedecendo à sua Palavra, parte em missão, para ser, cada vez mais, uma Igreja “em saída” (EG 24).

Pe. Carlos Correia

sábado, 10 de julho de 2021

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade


DOMINGO XV DO TEMPO COMUM

SALMO RESPONSORIAL Salmo 84 (85), 9ab-10.11-12.13-14 (R. 8)
Refrão: Mostrai-nos o vosso amor,
 dai-nos a vossa salvação; dai-nos a vossa salvação; 

Deus fala de paz ao seu povo e aos seus fiéis
e a quantos de coração a Ele se convertem.
A sua salvação está perto dos que O temem
e a sua glória habitará na nossa terra.

Encontraram-se a misericórdia e a fidelidade,
abraçaram-se a paz e a justiça.
A fidelidade vai germinar da terra
e a justiça descerá do Céu.

O Senhor dará ainda o que é bom,
e a nossa terra produzirá os seus frutos.
A justiça caminhará à sua frente
e a paz seguirá os seus passos.

sexta-feira, 9 de julho de 2021

EUCARISTIA DE AGRADECIMENTO E HOMENAGEM

A 4 de julho, Domingo IV do Tempo do Comum, na Capela de S. Martinho, foi tempo de agradecer mais um ano pastoral que não obstante todas as vicissitudes provocadas pela pandemia, se conseguiu levar a bom termo com a perseverança dos catequistas.
Guiados na missão pelo Bom Pastor - que este ano nos acompanha também nesta bela imagem do altar-mor - nunca esmoreceram, mas mais se fortaleceram na fé, na esperança e no amor.
Neste domingo foram também homenageadas 8 catequistas com cerca de 25 anos de serviço catequético e/ou com um percurso dedicado à catequese de Vilar do Paraíso.
Cada catequista com as suas características e especificidades faz um trabalho meritório e, por isso, digno de reconhecimento.

E, se dúvidas houvesse sobre a responsabilidade de ser catequista, as palavras do Papa Francisco são elucidativas e aqui bem lembradas. 
Também o guia do formando do curso de Iniciação à catequese, SDEC Porto, diz: "O catequista é um cristão, chamado por Deus para este serviço. Exerce-o conforme o modelo de Jesus, o Mestre"
"O catequista é uma pessoa de fé. É aquele que, a partir dessa experiência de fé, se sente chamado por Deus a transmiti-la a outros; não escolhe ser catequista, mas responde a um convite de Deus."
E, como bem lembrou o Gil, podem não ser os melhores, mas são estes os que aqui. Foram chamados, ouviram e aceitaram o compromisso! Agradecemos a Deus por isso!
Também um dos cânticos que animou esta celebração nos lembrava como Deus a todos chama à missão: ”Eu estou à tua porta a bater/Se me abrires entrarei para ficar. /Eu preciso de ti para valer / Eu preciso de ti para enviar."
Reiteramos os agradecimentos aos homenageados pelos anos dedicados à missão, e a todos os catequistas que ano após ano põe a sua vocação, vida e testemunho de fé ao serviço da Igreja.“Felizes são os que ouvem a Palavra de Deus e a guardam!”  Lucas 11,28 
Às catequistas homenageadas foi oferecida uma pequena pagela e o livro: O Peixe-dourado – história de São Pedro, pescador de homens. E, a história de Pedro, tão humano e pecador como nós é exemplo e inspiração para todos os catequistas.
A animação de cânticos desta Eucaristia esteve muito bem e ao cuidado do Coro das 11h00.