sábado, 18 de maio de 2019

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

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Pelos jovens e para os jovens 💗

DOMINGO V DA PÁSCOA - Ano C

SALMO RESPONSORIAL Salmo 144, 8-13ab (R. 1) 
Refrão: Louvarei para sempre o vosso nome, 
Senhor, meu Deus e meu Rei. 

O Senhor é clemente e compassivo, 
paciente e cheio de bondade. 
O Senhor é bom para com todos 
e a sua misericórdia se estende a todas as criaturas. 

Graças Vos dêem, Senhor, todas as criaturas 
e bendigam-Vos os vossos fiéis. 
Proclamem a glória do vosso reino 
e anunciem os vossos feitos gloriosos. 

Para darem a conhecer aos homens o vosso poder, 
a glória e o esplendor do vosso reino. 
O vosso reino é um reino eterno, 
o vosso domínio estende-se por todas as gerações. 

EUCARISTIA COM A CATEQUESE

No passado sábado, 11 de Maio, foi celebrada na Capela de S. Martinho, a Eucaristia do IV Domingo da Páscoa - Domingo do Bom Pastor - organizada e dinamizada pelo 3º catecismo.
A começar escutamos que: "Jesus é o Pastor que dá a Sua vida por nós. E é um Pasto Bom; que o faz com ternura e delicadeza. Dentro espírito da semana missionária deixemo-nos  tocar pela Palavra de Deus e por Aquela que foi espaço de Deus pela humanidade: Maria". Guardemos nos nossos corações esse ensinamento e tenhamos uma atitude contemplativa e de diálogo amoroso através da oração pessoal e comunitária 
O cântico de entrada dizia-nos: "Ando à procura de Ti, Senhor Ando à procura de Ti, Senhor, / Pelos caminhos vazios da vida. / À noite escura, dos sem amor,  / Vem, ó Senhor, dar luz e vida."
 "Deus amou tanto o seu povo, e o mundo que criou, /Que lhe deu Seu próprio filho. / Foi morto e /ressuscitou, / Dando a vida pelos homens, por eles morreu na Cruz, /Mas ficou Seu grande amor, abriu caminhos de luz."
"Eu, João, vi uma multidão imensa, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas. Estavam de pé, diante do trono e na presença do Cordeiro, vestidos com túnicas brancas e de palmas na mão. Um dos Anciãos tomou a palavra para me dizer: «Estes são os que vieram da grande tribulação, os que lavaram as túnicas e as branquearam no sangue do Cordeiro. Por isso estão diante do trono de Deus, servindo-O dia e noite no seu templo. Aquele que está sentado no trono abrigá-los-á na sua tenda. Nunca mais terão fome nem sede, nem o sol ou o vento ardente cairão sobre eles. O Cordeiro, que está no meio do trono, será o seu pastor e os conduzirá às fontes da água viva. E Deus enxugará todas as lágrimas dos seus olhos». "Ap 7, 9.14b-17 
"Naquele tempo, disse Jesus: «As minhas ovelhas escutam a minha voz. Eu conheço as minhas ovelhas e elas seguem-Me. Eu dou-lhes a vida eterna e nunca hão-de perecer e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que Mas deu, é maior do que todos e ninguém pode arrebatar nada da mão do Pai. Eu e o Pai somos um só»." Jo 10, 27-30 
 "(...) Pelos jovens que o Bom Pastor chama a segui-l'O, sirvam o povo de Deus como Ele serviu e abram os seus corações ao dom do Espírito"
Preparando a procissão que levará os Dons ao Altar, cantamos: "Neste encontro Contigo, minha vida te ofereço, / como semente de trigo, frágil e vacilante, mas pronta a renovar. Hoje, Senhor, ao pé de Ti, não quero mais senão entregar-Te a minha"-
"Senhor Jesus, ajuda-nos a levar a Tua luz à Europa, para que iluminados por Ti estejamos dispostos a ser melhores discípulos missionários."
 "Senhor Jesus, ajuda-nos a levar a Tua luz à Ásia, esse continente enorme para que todos sejam por Ti iluminados".
"Senhor Jesus, ajuda-nos a levar a Tua luz à Oceânia, que ela passe de ilha em ilha e que tudo fique mais iluminado".
"Senhor Jesus, ajuda-nos a levar a Tua luz à África, que ela seja alento para a verdadeira paz".
"Senhor Jesus, ajuda-nos a levar a Tua luz à América, para que em todas as crianças cresça a alegria".
"Aceita, Senhor, este pão e este vinho, como símbolos do Teu Corpo e Sangue e representam a nossa vida a Ti oferecida."
 "Senhor, apresentamos-Te as ofertas de todos. Grandes e pequenas, são de coração."
"Concedei, Senhor, que em todo o tempo possamos alegrar-nos com estes mistérios pascais, de modo que o acto sempre renovado da nossa redenção seja para nós causa de alegria eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo."
 "Ressuscitou o Bom Pastor, que deu a vida pelas suas ovelhas e Se entregou à morte pelo seu rebanho. 
"Maria estrela da nova evangelização, ajudai-nos a brilhar com o testemunho da comunhão, do serviço, da fé ardente e generosa, da justiça e do amor aos pobres, para que a Alegria do Evangelho chegue até aos confins da terra e nenhum lugar fique privado da Sua Luz." 
"Quero ser como tu, como tu, Maria, / como tu, um dia, como tu, Maria.
Quero aprender a amar… / Quero dizer meu sim… /  Quero levar Jesus… / Quero me consagrar…"
Deus, nosso Bom Pastor, olhai benignamente para o vosso rebanho e conduzi às pastagens eternas as ovelhas que remistes com o precioso Sangue do vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
E terminamos esta belíssima celebração cantando: 
O Senhor é meu Pastor, / Sei que nada temerei. / Ele guia o meu andar, Sem medo avançarei. 
Agradecimentos a todos pela participação e ao Coro, que na ausência Valter - a quem endereçamos os parabéns e votos das maiores felicidades para a sua família que aumentou - foi assegurado com a colaboração da  Tânia.
Que Cristo Senhor, o Bom Pastor, continue a guiar catequizandos, catequistas e pais, para que a missão se realize e seja por todos levada a bom porto. 

sexta-feira, 17 de maio de 2019

FESTA DIOCESANA DAS MISSÕES

Promovida pelo Secretariado Diocesano das Missões no próximo dia 19 de Maio, às 16h00 na Sé do Porto e Preside a esta celebração D. Manuel Linda, que convoca toda a Diocese a participar. Serão enviado em MISSÃO:

- Padres, diáconos, religiosos, religiosas, seminaristas, noviços/as

- Grupos paroquiais de animação missionária, movimentos de apostolado

- Animadores missionários das Vigararias, com as Equipas Vicariais das Missões

- Ordens terceiras das diversas ordens religiosas

- Membros das comunidades emigrantes em Portugal

- Grupos de crianças e jovens, da infância missionária ou não

SEMANA DA VIDA

Oração

Virgem e Mãe Maria,
Vós que, movida pelo Espírito,
acolhestes o Verbo da vida
na profundidade da vossa fé humilde,
totalmente entregue ao Eterno,
ajudai-nos a dizer o nosso «sim»
perante a urgência, mais imperiosa do que nunca,
de fazer ressoar a Boa Nova de Jesus.

Alcançai-nos agora um novo ardor de ressuscitados
para levar a todos o Evangelho da vida
que vence a morte.
Dai-nos a santa ousadia de buscar novos caminhos
para que chegue a todos
o dom da beleza que não se apaga.
Mãe do Evangelho vivente,
manancial de alegria para os pequeninos,
rogai por nós.

Ámen. Aleluia! (AL, 268)

quinta-feira, 16 de maio de 2019

COMISSÃO DE FESTAS DE S. PEDRO

PARA O PRÓXIMO DOMINGO 
Não se preocupe em fazer almoço. 
Está aqui, pronto para si e para a sua família!
COLABORE e ajude a organização das Festas de S. Pedro.

CONVITE PARA HOJE A TODOS OS CATEQUISTAS


“Saiamos, saiamos para oferecer a todos a vida de Jesus Cristo! Repito aqui, para toda a Igreja, aquilo que muitas vezes disse aos sacerdotes e aos leigos de Buenos Aires: prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças.” (EG, 49)
Papa Francisco

AGRUPAMENTO 321 - VILAR DO PARAÍSO

CONVITE
Esta sede de te encontrar em mim
De correr p'ra Ti, de estar junto de Ti
Guias pelos vales o decurso do meu rio
Única razão és Tu, o único sustento Tu
A minha vida existe porque existes Tu

Gira o firmamento sem nunca ter paz
Mas existe uma ponta a brilhar p'ra mim
A estrela polar que fixa os meus passos
A estrela polar és Tu, Estrela segura Tu
A minha vida existe porque existes Tu

Tudo gira à Tua volta em função de Ti
Não importa quando, onde e o porquê

Brilha a Ta luz no centro do meu ser
Dás sentido à vida que em mim nasceu
Tudo o que farei será somente amor
Único sustento és Tu, a estrela polar Tu
A minha vida existe porque existes Tu

INUNDAÇÃO DE LUZ

Senhor Jesus Cristo,
Único Senhor da minha vida,
Bom Pastor dos meus passos inseguros
E do silêncio inquieto do meu coração,
Cheio de sonhos, anseios, dúvidas, inquietações.

Senhor Jesus,
Faz ressoar em mim a tua voz de paz e de ternura.
Eu sei que pronuncias o meu nome com doçura,
E me envias ao encontro daquele meu irmão que Te procura.

Fico contigo sentado junto ao poço.
Alumia o meu pobre coração.
Vejo que, de toda a parte, chega gente de cântaro na mão.
Dispõe de mim, Senhor,
Nesta hora de Nova Evangelização.

Que eu saiba, Senhor,
Interpretar bem a tua melodia.
Que eu saiba, Senhor,
Dizer sempre SIM como Maria.

D. António Couto

quarta-feira, 15 de maio de 2019

CAMINHADA DOS CATEQUISTAS - Trilho do Ouro Negro (Arouca) – 27 de abril de 2019

No passado soalheiro e radioso dia 27 de abril, um grupo de corajosos catequistas e familiares rumou até Arouca para realizar a tradicional caminhada que, além do convívio, boa disposição e partilha, é um momento de retiro e comunhão com Deus e a sua obra – a natureza - dando graças pelo dom da vida.
Este ano, caminhou-se pelo “Trilho do Ouro Negro”, já experimentado por estes caminhantes em tempos, num dia muito chuvoso. “Ouro Negro” é o nome dado ao Volfrâmio, minério explorado pelos ingleses e alemães nas grutas da região e utilizado na indústria bélica durante a II Guerra Mundial. Inimigos em campo de batalha, partilhavam a fonte das suas armas… Dá que pensar!
Depois de carregar as baterias ao pequeno almoço, no centro histórico de Arouca, chegou-se ao lugar da partida: a Capela de Santa Catarina de Fuste. Aqui, recordou-se a celebração da missa pelo Pe. Paulo com o grupo de catequistas, no primeiro ano que fizeram o trilho.
 
Iniciou-se a caminhada, passando pelas casas da aldeia. Fomos muito bem recebidos pelos habitantes locais e pelos seus cãezinhos!
Ao entrar nos campos, verdes e floridos, fomos abraçados por um imenso céu azul e pelas montanhas que majestosamente se erguem na sua direção. Aguardava-nos um dia de muito calor apesar de, àquela hora, ainda serem reconfortantes alguns agasalhos.
Seguimos, um a um, em fila, como em grande parte do percurso que tínhamos pela frente, dada a passagem ser estreita. Os regatos passavam pela vegetação e pelas pequenas rochas que nos serviam de apoio. Facilmente, ups!, lá mergulhava um pé, o que levava às gargalhadas de quem ia à frente e atrás!
Dada a altura dos arbustos e de outra verdura, a sinalização e o trilho não eram percetíveis e perdemo-nos pela primeira vez. A disponibilidade e amabilidade de uma agricultora levou-nos, novamente, ao caminho certo e continuamos, assim, o nosso caminho.
A primeira fase do percurso não foi nada fácil!
Caminhámos sobre rochas chamadas “Quartzodiorito de Arouca”, da família do granito, que são conhecidas por rochas “em casca de cebola”. A ação dos agentes erosivos leva à “descamação”, como uma cebola, ficando os blocos mais pequenos e arredondados por libertação das camadas externas.
Ora, devido ao declive das vertentes, às camadas de rocha soltas e por muitas estarem molhadas pela abundância de água do local, o que nos valia era a “mão amiga” da vegetação que nos acompanhava ao longo da descida e o apoio dos catequistas que iam à nossa frente ou atrás de nós. 
Foram muitas as peripécias nesta primeira etapa, muitos trambolhões e risota, mas acima de tudo, espírito de ajuda e a sensação de que “ao menino e ao borracho põe a mão Deus por baixo”!
Chegámos, por fim, à estrada que nos abria caminho a uma longa subida, onde encontramos vestígios dos incêndios que nos apagaram a sinalização – e foi quando nos perdemos pela segunda e última vez! Alguns pequenos pinheiros ainda sustentavam fragilmente, depois dos incêndios, as pinhas… Uma lição de resiliência para as nossas vidas.
Num compasso de espera, para percebermos que caminho tomar, ainda pudemos descansar um pouco. O sol começava a queimar…
Retomamos a caminhada e, mais adiante, fomos convidados a “passar a ribeirinha”. Quem pôs o pé, pois claro, “molhou a meia”! Não faltou a boa disposição e, até, algum alívio porque sempre pudemos refrescar um pouco! 
A subida continuou e, metros à frente, começamos a descer pelas rochas. Ao olhar para baixo, não conseguíamos ver além das cascatas e da frondosa vegetação natural. Como nos sentimos pequenos rodeados por tanta beleza! A inclinação assustava, mas sentíamos que nada nos iria acontecer de mal: “Confiarei no meu Deus! Ele conduz-me, não temo; vai comigo a caminhar!”.
Depois de passarmos uma pequena ponte de madeira, e já com o pensamento das merendas que cada um trazia, iniciámos outra subida que parecia não ter fim. Sempre com cuidado, sempre atentos a quem precisava de auxílio, sempre prontos a ajudar! Mais uma vez, em filinha, pois não tínhamos espaço para mais!
De repente, encontramos uma zona plana – “Senhor, como é bom estarmos aqui. Façamos três tendas…” E fizemos uma tenda para descanso do Zé! Toalhas postas e não faltou o apetite!
Diz o ditado popular “Merenda comida, companhia desfeita”, no entanto, a companhia não se desfez e continuamos a descer, agora mais descansados e com um terreno mais favorável, rumo à povoação, pois ainda nos faltavam visitar as grutas do Ouro Negro. Na povoação, foi tempo de um cafezinho para termos energia suficiente para a chegada às grutas!
Chegados às grutas de Ribeira de Frades, aguardamos por quem vinha mais atrás e, todos juntos, atravessámos, de lanternas acesas. Do outro lado, águas límpidas confluíam numa cascata. Naquele local e após horas de caminhada, conseguimos entender como é bonita a obra de Deus e como é importante que nos consciencializemos para a sua proteção e preservação. Que os nossos olhos possam observar estas maravilhas durante muitos anos e que, a cada dia, tenhamos atitudes ecológicas para o bem da natureza e da humanidade.
 
No regresso e antes de voltarmos para a camioneta, descansamos um pouco! Foi merecido, ou não doessem já as pernas!
Mais tarde, tivemos um maravilhoso jantar no “Restaurante do Pedrógão”, onde reinaram as maravilhas da gastronomia portuguesa da região, desde o fumeiro, pão e queijo, à vitela e javali assados, culminando com leite-creme e sopa seca (tradicional de Arouca). Foi uma bela recompensa, depois de tanto esforço!
Como é habitual, no fim do jantar discursaram os novos participantes e todos eles prometeram caminhar no próximo ano. Realmente, quem vai uma vez, vai sempre, “nem que seja de andarilho”, como já ouvimos de algumas catequistas.
Resta dar graças a Deus pelo dia maravilhoso, sem chuva e luminoso, pelo convívio fraterno entre todos, pela comunhão com a natureza, por termos chegado bem e com saúde a casa… E, sem esquecer, agradecer a toda a equipa que, ano após ano, organiza a “Caminhada dos Catequistas”!
Fotos e texto: Tânia Leitão