sexta-feira, 19 de julho de 2019

SEXTA-FEIRA DA SEMANA XV DO TEMPO COMUM

EVANGELHO: MT 12, 1-8
Rezar a Palavra
Senhor, as tuas leis e preceitos são para a minha salvação. Com a tua palavra pretendes elevar-me acima da pequenez da minha maneira de ver. Queres que eu me liberte da mesquinhez dos meus critérios sempre demasiado reduzidos que não deixam espaço para a vida, para o encontro, para a partilha, para a alegria, para o amor misericordioso. Dá-me a capacidade de ver mais além, até onde tu vez, para não ficar fechado nas leis e preceitos, mas chegar até ao coração do homem meu irmão a quem queres salvar.

Compromisso
Hoje vou atender os homens, meus irmãos, em primeiro lugar.

"O CUIDADO DA CASA COMUM"

É Verão!
Chegou o calor e principalmente no interior do país é onde mais se faz sentir, sendo por isso necessário redobrar todas precauções e atenções por causa dos incêndios.
Quer esteja de férias, ou não, contribua de forma cívica para a protecção da "Nossa Casa Comum" e não deixe a sua "má pegada" feita de lixo e desleixo nos sítios por onde passar.
Preserve o mar, as praias, os rios, ribeiras, fontes, montes, serras, caminhos e estradas, pois a sobrevivência do planeta e da vida está mais do que nunca ameaçada, e é crucial todo o nosso empenho na sua defesa. 
Vamos agir enquanto é tempo, pois como diz o Papa Francisco: "Tudo está interligado. Por isso, exige-se uma preocupação pelo meio ambiente, unida ao amor sincero pelos seres humanos e a um compromisso constante com os problemas da sociedade."

quinta-feira, 18 de julho de 2019

QUINTA-FEIRA DA SEMANA XV DO TEMPO COMUM

EVANGELHO: MT 11, 28-30
Compreender a Palavra
Jesus percebe que os homens assumem as responsabilidades da vida como fardos pesados que colocam sobre si próprios e simultaneamente vivem a tentação de atirar fardos para cima dos outros. São as questões pessoais, as responsabilidades familiares e sociais, o trabalho de cada dia e as dificuldades espirituais. Tudo é visto como um fardo que impede o homem de ser feliz. Perante essa análise, Jesus, convida os homens a estar com Ele, a procurá-lo e a encontrar nele o alívio, aprendendo a viver sem a ganância que tira a paz e inquieta o coração.

Meditar a Palavra
Sinto tantas vezes a urgência da paz interior. Escuto tantas pessoas a dizer que precisam de parar. A vida toma conta de mim e não deixa espaço para pensar. Tudo se avoluma diante de mim com o título de urgente. Preciso aprender com Jesus a ser humilde também no meu dia-a-dia. Não querer fazer tudo, não pensar que posso tudo, não pretender resolver todas as situações nem todos os problemas. Ser humilde e aceitar que vale a pena parar para estar com Jesus, para aprender com ele e para descansar nele.

Rezar a Palavra
Alivia, Senhor, esta minha vontade de querer salvar o mundo todo. Ensina-me a humildade de quem confia que tu fazes mais no silêncio do que eu com todo o meu roído e com toda a minha agitação. Mostra-me a paz que vem de ti e faz que a deseje como lugar de descanso e de alívio de todo o peso que faço recair sobre os meus ombros.

Compromisso
Vou fazer tudo para não sobrecarregar ninguém nem me tornar um peso para os outros.

https://aliturgia.com/quinta-feira-da-semana-xv-do-tempo-comum-5/

«SOU MANSO E HUMILDE DE CORAÇÃO»

Naquele tempo, Jesus exclamou: «Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve». Mt 11, 28-30 

quarta-feira, 17 de julho de 2019

QUARTA-FEIRA DA SEMANA XV DO TEMPO COMUM

EVANGELHO: MT 11, 25-27
Rezar a Palavra

“Eu te bendigo”. 
Também o meu coração deseja bendizer-te e louvar-te 
por tudo quanto revelas do mistério que me salva. 
Também as minhas palavras 
anseiam brotar de um coração humilde, 
capaz de te reconhecer 
como Deus e Senhor do céu e da terra. 
Ensina-me, Senhor, 
a pequenez necessária para te conhecer 
e contemplar a tua revelação.

Compromisso
Deus vai revelar-se na minha vida de hoje. 
Serei suficientemente pequeno para o poder ver?

PAPA NOMEOU D. VITORINO SOARES BISPO AUXILIAR DO PORTO

O Papa Francisco nomeou hoje bispo auxiliar do Porto o padre Vitorino José Pereira Soares, pároco de Castelões de Cepeda e de Madalena, em Paredes, informou a Nunciatura Apostólica em Portugal em comunicado enviado à Agência ECCLESIA.

Natural da Diocese do Porto, D. Vitorino Soares nasceu em Penafiel, a 19 de outubro de 1960, foi ordenado sacerdote a 14 de julho de 1985 e é o mais velho de cinco irmãos, um dos quais também sacerdote, o padre Avelino Jorge Pereira Soares, pároco em Rio Tinto.

Sobre o futuro da sua missão, o novo bispo auxiliar do Porto realça o exemplo que tem encontrado no trabalho de D. Manuel Linda e também no pontificado do Papa Francisco.
(...)
Na saudação à Diocese do Porto, D. Vitorino Soares expressou alegria e “sentido de responsabilidade” pela nomeação do Papa Francisco, que considera um “dom” e um “desafio”.

“Este dom e este desafio, não são só meus, por isso, também os partilho com toda a Diocese do Porto e agradeço ao Papa Francisco este gesto de confiança. Deus com o Seu Espírito me fortaleça neste novo serviço e me ajude a corresponder com as minhas pobres limitações”, afirmou.
(...)
“O Papa Francisco ao ir buscar um pobre pároco, dá-nos um sinal, que eu gostaria de partilhar com todos os párocos, vendo em mim cada um deles, no trabalho dedicado e silencioso, que sustenta uma boa parte da vitalidade pastoral”, acrescentou.

D. Vitorino Soares disse também que, no contexto do Ano Missionário, deseja “contribuir para uma comunhão missionária na Igreja”.

“’Somos todos discípulos missionários’, cada um a seu modo, mas não esqueçamos que mestre há um só, o Bom Pastor”, referiu o novo bispo auxiliar.
(...)

JORNADAS CATEQUÉTICAS DE FORMAÇÃO

Secretariado Diocesano da Educação Cristã (SDEC) do Porto dinamizou as Jornadas Catequéticas de formação com o tema ‘Todos discípulos missionários – A alegria do Evangelho é a nossa missão’, no Seminário de Vilar.

“É muito importante a formação, senão tivermos não conseguimos transmitir aquilo que nos propomos, o mais importante é conseguirmos transmitir aquilo que somos”, disse a catequista Ana Maria Almeida realçando que “hoje, as pessoas aderem mais à formação”.

Em declarações à Agência ECCLESIA, a agente pastoral da Paróquia de Aldoar sublinha que como catequistas são testemunhas e “o mais importante” é criar “dinamismos e ferramentas” para existir “primeiro” uma transformação pessoal e depois “transformar os outros”.

Na 15.ª edição das Jornadas Catequéticas, realizadas este sábado, o Secretariado Diocesano da Educação Cristã do Porto organizou sete itinerários formativos intensivos, de seis horas, por isso, cada participante inscreveu-se em apenas um.

A responsável do SDEC Porto destacou a “aposta muito grande na formação dos catequistas” em Portugal e explicou os “princípios” dos itinerários.

“Primeiro ter em conta as grandes temáticas catequéticas e as grandes áreas da catequética, a pedagogia/catequética, depois a área da bíblica e doutrinal, os conteúdos da nossa fé, e a área ligada à psicologia”, desenvolveu Isabel Oliveira.

O sacerdote e professor universitário de Psicologia João de Deus Jorge falou sobre ‘O adolescente: conhecer, comunicar e acompanhar’ com a missão dos catequistas terem “consciência” desta realidade, “do que é estar com um adolescente”.

“É preciso conhecer, entrar numa relação de comunicação, para depois poder acompanhar o adolescente. Não é preciso falar muito, basta estar”, desenvolveu o docente na Faculdade de Teologia (UCP/Porto) e pároco em Espinho.

O padre João de Deus Jorge destaca que o período da catequese com o adolescente “deve ser uma experiência de encontro”, uma vez que “numa sociedade que se diz adolescente” onde construir a identidade para o adolescente “é uma tarefa quase inglória mas heroica”, todos “são facilitadores” dessa construção da identidade, e depois a “experiência de encontro com a pessoa de Jesus Cristo, isso é que é a verdadeira catequese”.

Em declarações à Agência ECCLESIA, Isabel Oliveira afirmou que hoje o catequista tem que ser uma testemunha, “alguém que experimentou na sua pele o encontro com Jesus Cristo”, é alguém que “faz parte da sua comunidade” e se sente “enviado por uma comunidade”.

“Hoje a educação está em crise, é preciso toda uma arte para educar, por isso, o catequista é alguém que precisa de uma formação inicial e de estar toda a vida em formação; Precisamos de estar num processo educativo permanente”, acrescentou.

A experiência da catequista Ana Maria Almeida é com a infância e revela que recebe as crianças “complemente vazias”, muitas vezes não sabem o que é uma igreja, nunca entraram numa”, é preciso “ensinar a rezar, a parar, a fazer silêncio”.

Por sua vez Paulo Monteiro, da Paróquia da Areosa, é catequista de adultos e destaca que têm verificado “uma maior afluência de adultos” nessa comunidade na cidade do Porto, para o sacramento do Crisma, “que não deixa de ser um trabalho de reiniciação” uma vez que na “maior parte a proximidade com a Igreja está desvanecida” e com Jesus “já passou também para segundo plano”, e na iniciação para o Batismo.

Neste contexto, o agente pastoral considera que o Papa Francisco “tem ajudado bastante” para que as pessoas se aproximem da Igreja, para além do “pormenor” que “a falta de Deus só se nota quando Ele falta mesmo”.

Sobre a catequese de adultos, Isabel Oliveira realça que “exige mudança de mentalidade, adaptação”, uma vez que trabalhar com os adultos “ainda assusta”: “Assusta os professores, ainda mais os nossos catequistas.”

“Há experiências muito significativas, e penso que é um processo e um projeto para ser levado pouco a pouco sem forçar mas que está a dar frutos”, acrescentou a responsável pelo Secretariado Diocesano da Educação Cristã do Porto.

terça-feira, 16 de julho de 2019

TERÇA-FEIRA DA SEMANA XV DO TEMPO COMUM

EVANGELHO: MT 11, 20-24
Rezar a Palavra
Senhor, vieste salvar os homens 
e libertá-los dos seus pecados. 
Também a mim vieste salvar. 
Há tantos homens que não te conhecem 
e eu tive a oportunidade de te conhecer. 
Muitas pessoas me falaram de ti 
e eu próprio digo conhecer-te e acreditar em ti. 
Tu sabes que muitas vezes vivo como se não te conhecesse 
e decido a minha vida como se não acreditasse. 
Sou um cristão muito fraco, quando podia ser forte 
se me abrisse à tua presença e à tua acção na minha vida. 
Ajuda-me a converter o meu coração 
à tua palavra que me chama a superar as minhas limitações 
e a acreditar no teu amor.

Compromisso
Vou estar atento aos dons que Deus me concede hoje para me tornar melhor cristão.

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domingo, 14 de julho de 2019

NA LONGA ESTRADA DE JERICÓ

Na longa estrada de Jericó
Um homem sofre e eu vou passar.
Vou apressado, vou em Missão,
Mas bate forte o meu coração.

Se eu penso em mim, tu ficas só.
Se eu penso em ti, seremos nós.
A tua dor vai acabar
E eu mais seguro vou caminhar.

Seremos dois a enfrentar
A longa estrada de Jericó.
Não temerei, não temerás
Os salteadores que espreitam lá.

E na cidade de Jericó
Vamos juntar amor e pão.
E quem nos vir, há-de pensar:
Vale sempre a pena estender a mão.

sábado, 13 de julho de 2019

PARA GARANTIR UM FUTURO DE BEM-ESTAR E PAZ ...

(...)
Se prestarmos atenção e ouvir a voz de Deus sussurrando em nossos corações, vamos saber o caminho de Deus, que é o verdadeiro caminho para uma vida significativa. Deus colocou dentro de nós o seu mandamentos para que sejamos capazes de discernir entre o bem eo mal e, em seguida, tem a força para escolher o bem e rejeitar o mal. De fato, “a Palavra está muito perto de você, é em sua boca e em seu coração para o seu cumprimento” (Dt 30:14).

No Evangelho deste domingo, lemos a parábola do Bom Samaritano, uma das parábolas mais poderosos contadas por Jesus. É bom ouvi-lo com atenção e devemos colocar-nos-lo e tornar-se consciente de como reagiria. Talvez, podemos identificar com a vítima, já que hoje em dia existem muitas pessoas que se vêem como vítimas e fazer exigências sobre todos os outros. No entanto, nesta parábola, a vítima sofreu terrivelmente, e, sendo deixado meio morto, ele não é capaz de fazer exigências de ninguém. É por isso que a parábola concentra-se na atitude dos transeuntes para a vítima. O sacerdote eo levita - duas pessoas que dedicaram suas vidas a Deus - não queria que suas rotinas diárias de ser interrompida e se recusaram a se envolver e para que eles ignoraram o sofrimento da vítima, deixando-o morrer. 

Se olharmos para a nossa sociedade moderna e tentar analisá-la, podemos facilmente descobrir certos padrões de comportamento que tornaram-se comuns, tais como uma enorme individualismo e hedonismo. Estamos apenas preocupados com nós mesmos e nosso bem-estar, e isso leva a uma atitude de indiferença para com os outros. Sendo muito egoísta, que evitar qualquer coisa que possa nos incomodar. Hoje em dia, podemos tirar fotos de alguém se afogando e publicá-los em mídia social, sem fazer o menor movimento para resgatar ele / ela. Com nosso egoísmo, que se tornaram extremamente insensível.
(...)
O amor de nosso  vizinho não é um amor platônico, mostrado em palavras e sentimentos; isso implica compromisso. Na forma do Bom Samaritano, devemos nos permitir ser tocado pelos sofrimentos do outro, seja ele quem for, e temos de ser os únicos que se aproximam dele / dela, tornando-se seu  vizinho. Cristo é que bom samaritano que nunca passa por nós ou se afasta de nós. Antes de quem sofre, Jesus nunca ficou indiferente; era como se ele sentiu uma dor em seu coração, forçando-o a fazer alguma coisa. Como o sacerdote eo levita, podemos pensar em nós mesmos como bom e santo, mas estamos enganando a nós mesmos se não fizermos nada para aliviar o sofrimento daqueles a quem encontramos em nossas vidas diárias.

ANIVERSÁRIO DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL

Hoje é dia de comemoração e agradecimento a Deus pelo Dom do Sacerdócio de párocos e amigos que estiveram ou são da nossa paróquia. 
Com gratidão que recordamos o agora Bispo D. António Augusto Azevedo e o Rev. Padre Zé Manel, na celebração de 33 anos de Ordenação. O Rev. Padre Paulo Teixeira, na celebração de 22 anos de Ordenação.
Lembramos ainda o Rev. João Pedro Serra Bizarro que celebrou no passado dia 6 de Julho, 16 anos de Ordenação, sendo a sua primeira missa celebrada em São Caetano a 13 de Julho.
Parabéns a todos, muitas felicidades e que todas as bênçãos do Espírito Santo sejam sobre eles derramadas, para que com coragem e perseverança continuem a missão que lhe está confiada. 
Como pedia o Papa Francisco na intenção de Junho, "demos graças a Deus pelo testemunho dos sacerdotes e rezemos que, com a sobriedade e humildade de suas vidas, se empenhem numa solidariedade ativa, sobretudo para com os mais pobres.” 

INTEGRIDADE DA JUSTIÇA - O Vídeo do Papa 7 - julho de 2019


Julho de 2019: O Vídeo do Papa: As pessoas encarregadas de administrar a justiça têm grande responsabilidade. Seu trabalho não é fácil, e tem consequências que afetam diretamente a vida das pessoas. Por isso, devem manter sua independência e imparcialidade para assegurar que a justiça tenha sempre a última palavra.

"Dos juízes dependem decisões que influenciam os direitos e os bens das pessoas."

Sua independência deve ajudá-los a serem isentos de favoritismos e de pressões que possam contaminar as decisões que devem tomar. Os juízes devem seguir o exemplo de Jesus, que nunca negocia a verdade.

Rezemos para que todos aqueles que administram a justiça operem com integridade e para que a injustiça que atravessa o mundo não tenha a última palavra."

O Vídeo do Papa difunde todo mês as intenções de oração do Santo Padre pelos desafios da humanidade e da missão da Igreja.

Pela Rede Mundial de Oração do Papa (Apostolado da Oração)

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

DOMINGO XV DO TEMPO COMUM - Ano C

SALMO RESPONSORIAL Salmo 68 (69), 14.17.30-31.33-34.36ab.37 (R. cf. 33) 
Refrão: Procurai, pobres, o Senhor e encontrareis a vida. 

A Vós, Senhor, elevo a minha súplica, 
pela vossa imensa bondade respondei-me. 
Ouvi-me, Senhor, pela bondade da vossa graça, 
voltai-Vos para mim pela vossa grande misericórdia. 

Eu sou pobre e miserável: 
defendei-me com a vossa protecção. 
Louvarei com cânticos o nome de Deus 
e em acção de graças O glorificarei. 

Vós, humildes, olhai e alegrai-vos, 
buscai o Senhor e o vosso coração se reanimará. 
O Senhor ouve os pobres 
e não despreza os cativos. 

Deus protegerá Sião, 
reconstruirá as cidades de Judá. 
Os seus servos a receberão em herança 
e nela hão-de morar os que amam o seu nome.

sexta-feira, 12 de julho de 2019

SANTUÁRIO DE FÁTIMA - Peregrinação de 12 e 13 de Julho

“Uma peregrinação é muito mais que fazer turismo, desporto ou viver uma aventura! É uma viagem que se empreende, quem se põe a caminho fazendo caminho interior, é mais que uma viagem física em direção a parte mais profunda de cada um de nós, ao fundo do nosso próprio coração, onde cada um se encontra com o mistério de Deus amor”, alertou o prelado, que apresentou o peregrinar como uma forte “experiência espiritual" e a "busca de luz e verdade, de pureza de coração e reconciliação”.

FESTAS EM HONRA DO BOM JESUS DO MONTE E SÃO CAETANO - 2 a 5 de Agosto

Eu sou o pão da vida, diz o Senhor. 
Quem vem a Mim nunca mais terá fome, 
quem crê em Mim nunca mais terá sede. 
Jo 6, 35

SEXTA-FEIRA DA SEMANA XIV DO TEMPO COMUM

EVANGELHO: MT 10, 16-23
Rezar a palavra
Sinto-me como ovelha no meio de lobos, Senhor. 
Na minha própria vida, pelas minhas incapacidades,
 pelas dificuldades de me assumir, de renunciar, 
de avançar e de viver por causa de ti, por causa do teu nome, 
sinto-me como ovelha no meios dos meus lobos interiores. 
Tu sabes, tu conheces os meus lobos, 
os meus impedimentos, 
as minhas próprias acusações e condenações. 
Tu conheces as partes de mim que não te aceitam 
e me atacam a mim por causa de ti. 
Tu escutas como eu as condenações à morte 
que gritam dentro de mim. 
“Crucifica-o! Crucifica-o!”. 
Só tu me conheces. 
Fala, Senhor, em mim, pelo teu Espírito, 
para que persevere até ao fim.

Compromisso
Vou recolher-me em oração para me fortalecer e poder vencer os meus lobos.

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quarta-feira, 10 de julho de 2019

FESTAS EM HONRA DO BOM JESUS DO MONTE E S. CAETANO


QUARTA-FEIRA DA SEMANA XIV DO TEMPO COMUM

EVANGELHO: MT 10, 1-7
Rezar a Palavra
Oiço a tua voz e confio em ti, Senhor. 
A tua voz é para mim missão.
Quero continuar com as minhas mãos, os meus pés, 
a minha boca, os meus olhos e os meus ouvidos, 
a realizar a missão que tu realizaste 
em favor dos homens, prisioneiros do mal. 
Quero ser voz do teu anúncio 
que é Boa Nova para os homens. 
Quero ser poder de Deus 
para que todos encontrem força e esperança
 no teu nome.

Compromisso
Quero responder ao desafio de Jesus “Ide… proclamai”.

terça-feira, 9 de julho de 2019

O MUNDO DA INDIFERENÇA

Francisco celebrou Missa com migrantes e refugiados no 6.º aniversário da viagem a Lampedusa

O Papa Francisco disse hoje numa Eucaristia com 250 pessoas migrantes e refugiadas, na Basílica de São Pedro, que os migrantes são “o símbolo de todos os descartados da sociedade globalizada”.

“Os migrantes são, antes de mais nada, pessoas humanas e que, hoje, são o símbolo de todos os descartados da sociedade globalizada”, disse na homilia.

Na Missa que assinalou o 6.º aniversário da viagem à Ilha italiana de Lampedusa, o Papa explicou que pensa nos “últimos” que diariamente “clamam ao Senhor, pedindo para serem libertados dos males que os afligem”, desenvolveu.

Com Francisco estiveram cerca de 250 pessoas que foram convidadas pelo Dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral.

“São pessoas; não se trata apenas de questões sociais ou migratórias”, destacou, repetindo que ‘não se trata apenas de migrantes!’, o tema do 105.º Dia Mundial do Migrante e do Refugiado (DMMR), que a Igreja Católica vai assinalar a 29 de setembro.

Francisco explicou que “a Palavra de Deus” hoje “fala de salvação e libertação” e, a partir da primeira leitura da Missa, propôs a imagem da escada de Jacob e explicou que em Jesus Cristo “está assegurada e é acessível a todos a ligação entre a terra e o Céu”, mas esses degraus pedem “empenho, esforço e graça” e os “mais frágeis e vulneráveis devem ser ajudados”.

“Apraz-me pensar que poderíamos ser nós aqueles anjos que sobem e descem, pegando ao colo os pequenos, os coxos, os doentes, os excluídos. Os últimos que, caso contrário, ficariam para trás e veriam apenas as misérias da terra, sem vislumbrar já desde agora algum clarão do Céu”, desenvolveu Francisco.
(...)
“Neste mundo da globalização, caímos na globalização da indiferença. Habituamo-nos ao sofrimento do outro, não nos diz respeito, não nos interessa, não é responsabilidade nossa”.

Imagem: Internet
https://agencia.ecclesia.pt/portal/vaticano-papa-afirma-que-migrantes-sao-hoje-o-simbolo-de-todos-os-descartados-da-sociedade-globalizada/