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terça-feira, 14 de julho de 2020

ENCERRAMENTO DA CATEQUESE - Nota Final

Dia 13 de março de 2020: uma nota histórica da Conferência Episopal Portuguesa gelou-nos o coração. A catequese presencial foi suspensa por causa de uma doença que mudou toda a nossa vida. As salas do Centro Paroquial forraram-se daquele silêncio sinónimo de ausência de vida; o Centro Paroquial fechou; em nós cessou a música que poderíamos ter no coração.

Apenas ficou no Centro Paroquial o presépio que habitualmente é guardado, mas que este ano decidimos manter exposto. A última reunião presencial do secretariado, em fevereiro, foi, literalmente, uma festa. A última reunião geral de catequistas, no dia 6 de março, terminou com uma dinâmica de fortalecimento de laços. Nem imaginávamos o quanto precisaríamos destes laços.

Nos dias seguintes ficaram apenas interrogações: e agora? Acabou? Como reinventar um processo de catequese necessariamente presencial? Como viver a Quaresma assim? E a Páscoa? Como substituir a conversa semanal, olhos nos olhos, com os catequizandos? Não há caminhada dos catequistas, nem reuniões? Não há celebrações comunitárias?

Após as dúvidas (mesmo com elas), ficou a certeza natural da fé: temos de continuar. Os catequistas continuaram a partilhar fé e esperança através do Grupo no Whatsapp e das plataformas digitais. Recebemos sempre, e agradecemos, as mensagens de fé e de esperança do Secretariado Diocesano de Educação Cristã do Porto e os vídeos do SNEC.

Em unidade com a Igreja, o secretariado paroquial de catequese, no dia 16 de março, incentivou os coordenadores dos anos a encontrarem novas formas de relação nestes tempos difíceis. E começamos a tentar levar Deus aos catequizandos e às famílias a partir das nossas casas, mesmo sabendo que não chegamos a todos e que um abraço virtual nunca será aquele abraço do Pai ao filho pródigo que um dia decidiu regressar a casa.

Da infância à adolescência, o trabalho foi visível e está disponível na página da paróquia. Esta forma de trabalho manter-se-á até nova (e muito desejada) nota da Conferência Episcopal Portuguesa que autorize a retoma da catequese presencial. Afinal, a paróquia é apenas uma célula de um corpo maior, a Igreja, ao qual está ligada. Em setembro, como sempre fazemos, todos os catequizandos avançarão no seu caminho de iniciação cristã. O lema do ano pastoral 2020/2021 proposto pela diocese do Porto é belíssimo: “Como os ramos na videira: todos família, todos irmãos”.

Um obrigado sincero aos catequistas, aos heróis dos 6 aos 17 anos, aos pais, aos grupos pastorais com os quais trabalhamos, ao Sr. Padre. À comunidade agradecemos e pedimos a vossa oração. Das poucas certezas que temos como humanos, ficou uma confirmada este ano: com Deus somos inabaláveis. Deve ser por isso que o sol que se põe num tempo e lugar não é o fim de nada; é sempre o sol que nasce num outro tempo e lugar.

Secretariado da Catequese de VP

ENCERRAMENTO DA CATEQUESE - 04 de julho de 2020

Depois da avaliação, os catequistas participaram na Eucaristia das 19h00, no encerramento simbólico do ano catequético 2019/2020, cujo lema foi “Como os ramos na videira: todos filhos de Deus”.

No coração, agradeçamos juntos o trabalho feito pelos nossos catequistas, os catequizandos que são uma graça de Deus sem o saberem e as famílias que decidem oferecer aos seus filhos o melhor dos dons, o único que permite enfrentar as durezas da vida e que a formação académica não pode oferecer: a fé. Com fé, essa semente de mostarda que se crescer fica uma árvore frondosa onde os pássaros fazem a sua morada (os pássaros somos nós e as árvores também=como cristãos somos morada uns dos outros), agradeçamos o ano a Jesus Cristo, a fonte do Amor Maior.

CATEQUESE DA NOSSA PARÓQUIA EM TEMPO DE AVALIAÇÃO

No passado dia 4 de julho, os catequistas da nossa paróquia, saudosos uns dos outros, reuniram-se na capela de São Martinho, para avaliação e encerramento do ano de catequese, marcado pela pandemia da Covid 19, que obrigou a partir de março a dinâmicas completamente diferentes do que estava pensado e programado.

A todos foi pedido um esforço extra para levar o ano catequético por diante, que apesar de todas as dificuldades, revelou criatividade e empenho em trabalhos que apresentamos nas nossas plataformas digitais.

Foi uma experiência única, extremamente desafiante para manter os encontros semanais de catequese em novas tecnologias, mas só assim foi possível estar à "volta da mesa" para falar de Deus e com Deus, escutar a sua Palavra, medita-la e reza-la, alimentando a fé, pois esta não sobrevive sem a oração, o encontro e a comunidade.

Precisamos uns dos outros para, nas mais diversas formas, procurar manter acesa a chama da fé, do amor a Deus e ao próximo, porque é para esse fim que a catequese existe.

Agradecemos aos catequistas, catequizandos e pais a disponibilidade e ajuda que nos deram para levar por diante esta tarefa, e que Deus a todos cubra das suas bênçãos.

Para todos, na companhia de Jesus e de Nossa Senhora, BOAS FÉRIAS!

segunda-feira, 13 de julho de 2020

A MISSÃO DE UM CAPELÃO

O comovente testemunho do Rev. Padre Paulo Teixeira, Capelão no Hospital de São João, para ver em 

TEMPO DE LOUVAR A DEUS

E agradecer neste dia, 13 de Julho, o Dom do Sacerdócio, recordando D. António Augusto Azevedo, bispo de Vilar Real, na celebração do seu trigésimo quarto aniversário de Ordenação Sacerdotal.
O padre, Paulo Teixeira, na celebração do vigésimo terceiro aniversário da sua Ordenação.
O padre Zé Manel, na celebração do seu trigésimo quarto aniversário de Ordenação Sacerdotal.
O padre João Pedro Serra Bizarro que celebrou no passado dia 6 de Julho, 17 anos de Ordenação, sendo a sua primeira missa celebrada em São Caetano, a 13 de Julho. 
Parabéns a todos, e que Deus os encha de bênçãos para que a missão escolhida seja vivida em caminhos de muita fé, caridade e esperança, e dê frutos em abundância.

FÁTIMA: «PRECISAMOS UNS DOS OUTROS»

Fátima, 13 jul 2020 (Ecclesia) – D. Vitorino Soares, bispo auxiliar do Porto, disse hoje em Fátima que a pandemia recordou à humanidade que todos precisam dos outros, sublinhando a mensagem de “triunfo” do Bem deixada na Cova da Iria, em 1917.

“Ainda debaixo da nuvem da pandemia, que nos escondeu e nos trouxe incerteza e preocupação, e ainda continua a esconder, a mensagem de Fátima recorda-nos o desafio que a história e a humanidade tanto esquecem: precisamos uns dos outros. Precisamos uns dos outros”, referiu o presidente da peregrinação internacional aniversária do 13 de julho.

Na homilia da Missa a que presidiu no altar do Recinto de Oração, D. Vitorino Soares destacou os pedidos de Nossa Senhora de Fátima na terceira aparição, em julho de 1917.

“Queremos sacrificar-nos uns pelos outros? Queremos ser oferenda e oferta, uns pelos outros? Não se trata de sacrifícios de vítimas, ou bodes expiatórios, mas irmãos que por amor se oferecem uns aos outros, nos gestos pequenos do dia a dia”, explicou.

O bispo auxiliar falou da promessa deixada em Fátima da vitória definitiva do “coração da Paz, do Bem, da Bondade”.

Hoje também o quereis dizer a cada um de nós: ‘O meu Imaculado Coração triunfará, o meu Imaculado Coração triunfará!’. No meio desta pandemia, no meio das nossas incertezas; no meio dos nossos sofrimentos;  no meio das nossas dificuldades laborais e económicas; no meio das nossas inseguranças e medos. Tu, Senhora de Fátima, continuas a dizer-nos: ‘O meu Imaculado Coração triunfará’”.

O presidente da celebração recordou todos os que acompanharam a celebração à distância, desde as suas casas e também fora do país.

“Maria queremos que nos encandeies a todos, para que nos nossos corações medrosos, inseguros, tristes, continuemos a ver Deus em cada um de nós e nos outros”, rezou.

A celebração das aparições do 13 de julho de 1917 tem por base a narrativa contada por Lúcia, recorda o Santuário de Fátima, que elenca quatro elementos principais: “O pedido de Nossa Senhora de voltarem, no dia 13 seguinte; a insistência na oração do terço, para o abrandamento da guerra; os pedidos da Lúcia para a cura de algumas pessoas próximas; e a promessa de Nossa Senhora de fazer um milagre, em outubro, para que todos acreditassem”.

Esta é segunda peregrinação do ano a ser celebrada com o recinto aberto à participação da assembleia, depois do período de confinamento imposto pela pandemia, seguindo um formato mais breve.

Durante a celebração, os participantes rezaram “pelas pessoas dependentes de cuidados e pelos seus cuidadores”, e também por todos os que “sofrem, no corpo ou no espírito, as consequências dramáticas da pandemia”, para que o Senhor “os conforte, anime e inunde de paz”.

domingo, 12 de julho de 2020

ANIVERSÁRIO DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL

Neste dia, 12 de Julho, a comunidade louva e agradece a Deus, pelo Dom do Sacerdócio do Rev. Pe. Carlos Correia, pároco de Vilar do Paraíso e de Valadares, que festeja 22 anos da sua Ordenação Sacerdotal.
Parabéns ao Rev. Pe. Carlos, e que seja agraciado com todas as bênçãos de Nosso Senhor Jesus Cristo, a fim de que por muitos anos semeie a Sua Palavra junto de todos os que a querem escutar e dela precisam.
Rezamos também a Nossa Senhora para que sempre o acompanhe, ampare e guie no cumprimento da missão que abraçou. 

sábado, 11 de julho de 2020

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade


DOMINGO XV DO TEMPO COMUM - Ano A

SALMO RESPONSORIAL 
Salmo 64 (65), 10abcd.10e-11.12-13.14 (R. Lc 8, 8)
Refrão: A semente caiu em boa terra e deu muito fruto.

Visitastes a terra e a regastes,
enchendo-a de fertilidade.
As fontes do céu transbordam em água
e fazeis brotar o trigo.

Assim preparais a terra;
regais os seus sulcos e aplanais as leivas,
Vós a inundais de chuva
e abençoais as sementes.

Coroastes o ano com os vossos benefícios,
por onde passastes brotou a abundância.
Vicejam as pastagens do deserto
e os outeiros vestem-se de festa.

Os prados cobrem-se de rebanhos
e os vales enchem-se de trigo.
Tudo canta e grita de alegria.

sexta-feira, 10 de julho de 2020

TEMPO DE SERMOS SOLIDÁRIOS


Tal com em Junho iremos manter, numa estreita cooperação com o Grupo de Jovens de Vilar do Paraíso e da Catequese, a nossa ajuda ao próximo através da rede das Vicentinas! Contamos com todos para chegar a todos, e por isso agrademos a quem puder contribuir.

quarta-feira, 8 de julho de 2020

QUARTA-FEIRA DA SEMANA XIV DO TEMPO COMUM


LEITURA I OS 10, 1-3. 7-8. 12
Israel era uma vinha frondosa, que dava muitos frutos. Quanto mais abundavam os seus frutos, tanto mais multiplicou os seus altares. Quanto mais prosperou a sua terra, mais ricas estelas construiu. O coração deles é falso: vão sofrer o devido castigo; Ele mesmo derrubará os seus altares e deitará abaixo as suas estelas. E dizem: «Não temos um rei, porque não tememos o Senhor; e que poderá fazer por nós o nosso Rei?» Samaria está aniquilada, o seu rei é como uma palha à deriva sobre a superfície da água. Os lugares altos de Bet-Aven, o pecado de Israel, serão destruídos. Os espinhos e os abrolhos crescerão sobre os seus altares. Dirão então às montanhas: «Cobri-nos!» E às colinas: «Caí sobre nós!» Lançai sementes de justiça, colhei segundo a misericórdia, lavrai terras incultas. É tempo de buscar o Senhor, até que venha e faça chover a justiça para vós.
(...)
rezar a palavra
“Acumulai tesouros no Céu, onde a traça e a ferrugem não corroem e onde os ladrões não arrombam nem furtam. Pois, onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” Guarda o meu coração em ti, Senhor, e preserva-o da corrupção das riquezas para que não me julgue senhor e dono deste dom que é a vida e tudo o que nela me concedes gratuitamente em cada dia.

compromisso
Distribuo, de mãos abertas os bens materiais que Deus põe à minha disposição para não engordar o coração com os bens da terra.

https://aliturgia.com/quarta-feira-da-semana-xiv-do-tempo-comum-5/

PAPA RECORDA A VIAGEM A LAMPEDUSA

O papa presidiu hoje à missa, recordando especialmente a sua viagem a Lampedusa, a primeira do seu pontificado fora do Vaticano, a 8 de julho de 2013, tendo vincado que grande parte da humanidade vive no engano, que conduz à «globalização da indiferença», desviando o olhar e o coração dos «campos de concentração» que são muitos dos espaços onde os migrantes são recebidos ao chegar à Europa.

«É Ele [Cristo] que bate à nossa porta, faminto, sedento, estrangeiro, nu, doente, preso, pedindo para ser encontrado e assistido; pedindo para poder desembarcar», afirmou Francisco, na capela da casa de Santa Marta, no Vaticano, no sétimo aniversário da visita emblemática para a Igreja e para o mundo.

Para Francisco, a «cultura do bem-estar» torna as pessoas «insensíveis aos gritos dos outros»: «Faz-nos viver em bolhas de sabão, que são bonitas, mas que não são nada, são ilusão do fútil, do provisório, que levam à indiferença em relação aos outros; aliás, leva à globalização da indiferença».

«A busca do rosto de Deus é motivada por um anseio de encontro pessoal com o Senhor», mas esse encontro é também «missão», elementos constitutivos da fé cristã que não «se separam»..

terça-feira, 7 de julho de 2020

TERÇA-FEIRA DA SEMANA XIV DO TEMPO COMUM

EVANGELHO Mt 9, 32-38
«A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos»
(...)
rezar a palavra
Senhor da Messe, tu conheces a minha vida, a minha dedicação e as minhas impossibilidades. Sabes que preciso da força das tuas palavras que renovam em mim o impulso do teu chamamento e da missão que me confiaste. Expulsa de mim tudo o que se instalou na minha vida e pertence ao demónio que não quer que eu te sirva, te anuncie e oriente os meus irmãos pelo caminho da verdade. Liberta a minha língua para que seja sempre, junto dos que me rodeiam, comunicador da tua libertação.

compromisso
Hoje vou soltar a língua para que todos os que me rodeiam sintam que há razões para a esperança, que o caminho se apresenta diante de nós e que vale a pena acreditar no futuro. Quero ser sinal de esperança e de salvação para todos.

segunda-feira, 6 de julho de 2020

LEMA PASTORAL: Todos família. Todos irmãos.

"Manteremos, por mais um ano, o foco no Batismo, como Sacramento a valorizar, sempre no contexto próprio da iniciação cristã. Depois do subtítulo do ano anterior “Todos filhos de Deus”, sugerimos, para este novo ano pastoral 2020/21, o correlativo propósito: “Todos família. Todos irmãos”, inspirado em duas frases bíblicas: “Todos vós sois irmãos” (Mt 23,8) e “Como é bom e agradável viverem os irmãos bem unidos” (Sl 133/132,1).

Valorizemos, pois, os dinamismos pastorais positivos que emergiram da crise pandémica, entre os quais sobressai a consciência da nossa fragilidade e a graça da fraternidade. Como nos disse o Papa Francisco, a propósito da pandemia da COVID-19: “Tomamos consciência daquela abençoada pertença comum, a que não nos podemos subtrair: a pertença como irmãos”.

Na atenção e na valorização da figura divina do Pai, à medida que aprofundarmos a perspetiva da filiação divina crescerá também em nós a consciência e a vivência da fraternidade humana."

http://www.vozportucalense.pt/2020/07/01/plano-diocesano-de-pastoral-2020-2021-todos-familia-todos-irmaos/

PLANO PASTORAL 2020/2021

Caros fiéis em Cristo desta nossa Diocese do Porto:

Aquando da avaliação do anterior projeto pastoral, há mais de um ano, várias pessoas chamaram a atenção para a necessidade de os planos não se circunscreverem a apenas um ano, mas abrangerem um espaço de tempo mais longo. Curiosamente, a situação de pandemia que vivemos acabou por confirmar a sensatez desta visão: não só não permitiu que o ano pastoral se desenrolasse como previsto, como possibilitou um enriquecimento de proximidade de comunicação e uma evangelização de tal modo «personalizada» que seria mal-empregado não prosseguir.

Então, não podemos perder esta dinâmica que as circunstâncias potenciaram. Se a elas acrescentarmos uma verdadeira reequação da dimensão «doméstica» da Igreja e o facto de se modificarem alguns pressupostos que ditaram a idealização do nosso plano pastoral – alteração das datas da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e mesmo do Congresso Eucarístico Internacional e do Encontro Mundial de Famílias – parece oportuno insistir, durante mais tempo, na nossa condição cristã, a partir de Deus Pai que nos chama a fazer parte da sua família, por intermédio do Batismo.

Decidiu-se, pois, prolongar, em 2020/21, a mesma temática iniciada em 2019/20. Continua válido tudo o que então se referiu e se projetou. Não obstante, acrescentam-se novas tonalidades, nascidas das avaliações que, entretanto, se fizeram e das gratificantes descobertas que este tempo nos proporcionou.

Seja-me permitido acentuar a necessidade de não esquecermos a Pessoa divina do Pai. No princípio de tudo não está o Batismo. Está o Pai, que nos chama a tomar parte na plenitude da sua vida e nos convida a entrar na sua família, como filhos adotivos. E esta temática interliga-se perfeitamente com a dimensão «doméstica» da Igreja: da mesma forma que a família constitui o «porto de abrigo», o lugar da corresponsabilidade e da partilha, assim a Igreja, família de famílias, é a grande casa comum onde os filhos de Deus experimentam a alegria do encontro de todos os seus membros e a preocupação de uns pelos outros, pois todos se alimentam da mesma seiva da graça, “como os ramos na videira”.

Seja este um ano fecundo na tomada de consciência de que nada nem ninguém substitui a família enquanto destinatária da solicitude amorosa do Pai que a convida à sua intimidade. Mas, igualmente, de que ela é o sujeito mais ativo e a primeira protagonista na evangelização dos seus membros, como a longa história da Igreja o demonstra.

O vosso bispo e irmão,

+ Manuel Linda

SEMANA DO PAPA. 02 de julho de 2020

Rezemos pelo Papa Francisco. 

domingo, 5 de julho de 2020

FESTA DE SÃO PEDRO

No passado domingo, 28 de Junho, pelas 11h00, e segunda-feira, 29 de Junho, pelas 21h00, na celebrou-se a festa do padroeiro, São Pedro.
Porque o tempo ajudou, houve missa campal no domingo permitindo assim a presença de muito mais pessoas.
Agradecimentos a todos os que trabalharam e de alguma forma contribuíram para a realização desta festa, e também a quantos levaram alimentos que serão entregues pela Conferência Vicentina aos irmãos que mais precisam de ajuda.
Fotos: Alexandra Silva e Tânia Leitão, a quem agradecemos a colaboração

ORAÇÃO AO SENHOR DOS AFLITOS

sábado, 4 de julho de 2020

FOLHA DOMINICAL

DOMINGO XIV DO TEMPO COMUM

SALMO RESPONSORIAL
Salmo 144 (145), 1-2.8-9.10-11.13cd-14

Refrão: Louvarei para sempre o vosso nome,
Senhor, meu Deus e meu Rei.

Quero exaltar-Vos, meu Deus e meu Rei,
e bendizer o vosso nome para sempre.
Quero bendizer-Vos, dia após dia,
e louvar o vosso nome para sempre.

O Senhor é clemente e compassivo,
paciente e cheio de bondade.
O Senhor é bom para com todos
e a sua misericórdia se estende a todas as criaturas.

Graças Vos dêem, Senhor, todas as criaturas
e bendigam-Vos os vossos fiéis.
Proclamem a glória do vosso reino
e anunciem os vossos feitos gloriosos.

O Senhor é fiel à sua palavra
e perfeito em todas as suas obras.
O Senhor ampara os que vacilam
e levanta todos os oprimidos.