sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

SEXTA-FEIRA DA SEMANA V DO TEMPO COMUM

Evangelho: Mc 7, 31-37
«Effathá», que quer dizer «Abre-te».
Rezar a Palavra
Abre o meu coração, Senhor, aos outros. Abre o meu coração para ti. Faz ouvir a tua voz bem alto em mim. Senhor. Dirige hoje para mim a força da tua palavra “abre-te” e faz com que as cadeias da minha vida, as correntes do meu egoísmo, as grades da minha indiferença se quebrem de uma vez para brilhar em mim a luz do Teu olhar libertador.

Compromisso
Hoje vou rezar pelos doentes e pelos idosos que, sem quererem experimentam o isolamento e a solidão.

O VIDEO DO PAPA - TRÁFICO DE PESSOAS

Embora tentemos ignorá-lo, a escravidão não é algo de outros tempos. 
Diante desta trágica realidade, ninguém pode lavar as mãos dela sem ser, de algum modo, cúmplice deste crime contra a humanidade. 
Não podemos ignorar o facto de que hoje existe tanta escravidão no mundo quanto antes, ou talvez mais. 

Rezemos por uma recepção generosa das vítimas do tráfico de seres humanos, da prostituição forçada e da violência.

Papa Francisco - fevereiro de 2019

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

CAMINHO PARA A PÁSCOA

40 dias para chegar a bom porto: 
Cristo, porto da misericórdia e da paz!
"Tomando a figura bíblica do profeta Jonas como figura paradigmática da necessária conversão espiritual, pastoral e missionária, percorremos o caminho da Quaresma à Páscoa como uma viagem de quarenta dias (Jn 3,4), que nos leva, de cais em cais, num caminho de saída e com saída, ao encontro reconciliador e renovador com “Cristo, porto da misericórdia e da paz” (Prefácio da Quaresma VI). "

Para preparar a caminhada alguns ficheiros estão disponibilizados aqui 

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA - Igreja mobiliza-se para dar resposta

A violência doméstica marca a atualidade. Só no mês de janeiro foram assassinadas nove mulheres por atos de violência doméstica em Portugal. Em novembro de 2018, estavam contabilizados mais de vinte casos que, em 2018, acabaram com a morte da vítima.

Muitos escrevem sobre este crime. A Assembleia da República discute o que se pode fazer para combatê-lo. 

A Igreja toma posição: «O padre Pedro Leitão, de Santa Comba Dão, diocese de Viseu, é sacerdote há dez anos e já perdeu a conta ao número de casos de violência doméstica que acompanhou e ajudou a denunciar. Para ele, o mal reside na comunidade que se aliena desta problemática e diz que entre homem e mulher deve meter-se a colher.»

«O bispo José Traquina pensa mesmo na possibilidade de o episcopado publicar uma nota sobre o tema. “Todos os anos temos este problema e eu já tenho falado sobre o assunto em diferentes circunstâncias.” As estruturas católicas são chamadas a dar uma resposta, diz o responsável pelo trabalho social da Igreja, admitindo que poderia haver mais instituições católicas a dar apoio.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

NAQUELA MANHÃ DE HÁ DOIS MIL ANOS

1. Naquela manhã de há dois mil anos algo de extraordinário aconteceu para que alguns pescadores do lago da Galileia – o Evangelho de Lucas 5,1-11 destaca os nomes de Pedro, Tiago e João – tenham abandonado as barcas, as redes, os peixes acabados de pescar em grande quantidade, enfim, tudo, para seguirem mais de perto Jesus.
(...)
Naquela manhã de há dois mil anos,
Algo de extraordinário aconteceu,
Para que aqueles pescadores experimentados,
Que pela manhã regressavam da faina desanimados,
Sem nada terem pescado,
Agora que o sol já se levantava,
A uma palavra de Jesus a eles dirigida,
Tenham lançado outra vez as redes ao mar,
E tenham visto os peixes inundá-las.

Naquela manhã de há dois mil anos,
Algo de extraordinário aconteceu,
Tudo por causa de uma palavra de Jesus.

O que ali aconteceu foi tudo de tal monta,
Que Simão Pedro
E os outros que estavam com ele,
Se puseram a fazer contas à vida,
E decidiram deixar logo ali,
Abandonados junto à praia,
Os barcos, as redes e os muitos peixes.

Naquela manhã de há dois mil anos,
E sem poder sair do refluxo 
daquela palavra nova de Jesus,
Aqueles pescadores tiveram que decidir
Ficar com os barcos, as redes, os peixes e o mar,
Ou seguir no encalço de Jesus.

Claro que escolheram seguir Jesus:
Não se pode abandonar a nascente de tantas maravilhas!

Ensina-nos, Senhor,
Nesta manhã em que o sol nasce como há dois mil anos,
A saber ouvir e escolher a tua Palavra de amor,
E a deixar para trás tudo o que nos impedir
De ir contigo.

D. António Couto

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

CELEBRAÇÃO DO DIA DO DOENTE

Domingo, 17 de Fevereiro,
11h00, Capela de S. Martinho.
Vamos acompanhar os doentes, sós e mais frágeis da nossa comunidade que merecem todo o nosso cuidado e carinho. 
Depois da Eucaristia haverá almoço e convívio no Centro Paroquial.

IGREJA CATÓLICA ASSINALA HOJE O DIA MUNDIAL DO DOENTE

A Igreja Católica assinala hoje o XXVII Dia Mundial do Doente indicando a “gratuidade” e o “profissionalismo e ternura” como atitudes na prestação dos cuidados de saúde.

“A dimensão da gratuidade deveria animar sobretudo as estruturas de saúde católicas, porque é a lógica evangélica que qualifica a sua ação, quer nas zonas mais desenvolvidas quer nas mais carentes do mundo”, escreve o Papa na mensagem para o Dia Mundial do Doente.

Para Francisco, as “estruturas católicas são chamadas a expressar o sentido do dom, da gratuidade e da solidariedade, como resposta à lógica do lucro a todo o custo, do dar para receber, da exploração que não respeita as pessoas”.

“As instituições de saúde católicas não deveriam cair no estilo empresarial, mas salvaguardar mais o cuidado da pessoa que o lucro”, sublinha o Papa.

Francisco recorda que “a saúde é relacional”, afirma o valor da “interação com os outros” e da “confiança, amizade e solidariedade” e diz que o “cuidado dos doentes precisa de profissionalismo e ternura, de gestos gratuitos, imediatos e simples”.

O Papa disse também que todas as pessoas precisam de cuidados de saúde e que ninguém consegue “ver-se livre da necessidade e da ajuda alheia”, convidando todos a “permanecer humildes e a praticar com coragem a solidariedade, como virtude indispensável à existência”.

Francisco referiu que o XXVII Dia Mundial do Doente será celebrado de modo solene em Calcutá, na Índia, no dia 11 de fevereiro, e lembrou “com alegria e admiração” Santa Madre Teresa de Calcutá, “um modelo de caridade que tornou visível o amor de Deus pelos pobres e os doentes”.

A frase do Evangelho de São Mateus “Recebestes de graça, dai de graça” é o tema para a Mensagem do Papa para o Dia Mundial do Doente, onde Francisco valoriza o papel dos voluntários nos diferentes ambientes dos cuidados de saúde.

Na mensagem do Secretariado Nacional da Pastoral da Saúde, assinada pelo bispo e Viseu, afirma-se que os doentes “têm o direito a ser tratados com as melhores práticas em saúde”, na sua mensagem para o Dia Mundial do Doente 2019, que a Igreja Católica assinala a 11 de fevereiro.

“A prestação dos cuidados de saúde aos doentes deve procurar sempre o maior bem, mesmo perante as conquistas alcançadas pelos avanços da medicina e das biotecnologias, pois estas devem ser colocadas ao serviço da pessoa humana e da sua dignidade e nunca favorecendo a sua manipulação”, escreveu D. António Luciano..

O bispo de Viseu salienta que “é responsabilidade e missão” de cada profissional “proporcionar os melhores serviços e oferecer as melhores práticas em saúde”.

“Aqui desempenham um serviço importante os administradores, os gestores, os médicos, os enfermeiros, os técnicos e operacionais de saúde, os capelães e os assistentes espirituais, os voluntários, as famílias e toda a comunidade”, observa o responsável, que já foi enfermeiro.

O Dia Mundial do Doente foi instituído pelo Papa São João Paulo II a 11 de fevereiro de 1992, na memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes (França).

Na mensagem da Comissão Nacional da Pastoral da Saúde, D. António Luciano pede aos cristãos para celebrarem o Dia do Doente como “uma oportunidade de oração, de reflexão e estudo” sobre a dignidade e o valor da vida humana, “a dimensão existencial da dor e o sentido cristão do sofrimento”.

domingo, 10 de fevereiro de 2019

SONS NO PARAÍSO

Concerto organizado 
pelo Grupo de Jovens de Vilar do Paraíso, 
e que aqui recordamos com algumas imagens.
 
Presença de "uma banda sem nome (ainda)" 
do projeto Sim, Somos Capazes, 
 
 
 
Do Grupo Coral do Orfeão de Valadares,
dirigido pelo maestro José Manuel Marques
 
 
 E dos Vodka People, grupo formado em 2014, 
que interpreta música coral dos mais variados estilos.
 
 
 
Agradecimentos também a todos os que nesta noite 
nos deram o grato prazer da sua companhia.

DOMINGO V DO TEMPO COMUM - Ano C

SALMO RESPONSORIAL Salmo 137 (138), 1-2a.2bc-3.4-5.7c-8 (R. 1c) 
Refrão: Na presença dos Anjos, 
eu Vos louvarei, Senhor. 

De todo o coração, Senhor, eu Vos dou graças, 
porque ouvistes as palavras da minha boca. 
Na presença dos Anjos Vos hei-de cantar 
e Vos adorarei, voltado para o vosso templo santo. 

Hei-de louvar o vosso nome 
pela vossa bondade e fidelidade, 
porque exaltastes acima de tudo o vosso nome 
e a vossa promessa. 
Quando Vos invoquei, me respondestes, 
aumentastes a fortaleza da minha alma. 

Todos os reis da terra Vos hão-de louvar, Senhor, 
quando ouvirem as palavras da vossa boca. 
Celebrarão os caminhos do Senhor, 
porque é grande a glória do Senhor. 

A vossa mão direita me salvará, 
o Senhor completará o que em meu auxílio começou. 
Senhor, a vossa bondade é eterna, 
não abandoneis a obra das vossas mãos. 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

ENCERRAMENTO DO 8º CICLO DE CONVERSAS AMPLAS

 
No passado dia 3, este 8.º CCA foi encerrado com um espetáculo no cineteatro municipal Eduardo Brazão. 
Ao longo destes 8 anos, afigura-se que o Ciclo de Conversas Amplas, da iniciativa da Paróquia e da responsabilidade organizativa da Pastoral Familiar, mas aberto a toda a comunidade e levado a efeito em colaboração com as associações e o poder local, se tornou já um evento com lugar, por direito próprio, na agenda anual de muitos.
 
 
 
Foram protagonistas nesta tarde a Academia de Música de Vilar do Paraíso com a atuação da Orquestra de Guitarras e a Orquestra de Percussão e, na segunda parte, a ACRAV com teatro de revista e um número de jograis, entre outros.
 
 
 
 
 
 
De um modo particular, a Orquestra de Percussão, onde brilharam os Xilofones, deixou-nos a todos cativados e encantados não só com as obras musicais tocadas, mas também com o talento dos jovens executantes.
 
 
 
 
 
 
Na segunda parte a ACRAV pôs a plateia a rir e ficámos a saber que foi para aquela associação um desafio preparar o espetáculo de revista para aquela tarde, uma vez que há muito tempo tinham deixado de fazer esse tipo de teatro. Mas, superado o desafio, teve o virtuosismo de aguçar a vontade de o voltar a fazer e de reavivar esse tipo de espetáculo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Com um obrigada a todos quantos contribuíram para que o 8.º CCA acontecesse, agendamos já o 9.º para 2020.
Agradecimentos
Pastoral da Família
Cine Teatro Eduardo Brazão
Otília Florista
Foto Martinho
C R