terça-feira, 13 de novembro de 2018

VIGÍLIA DE ORAÇÃO PELOS SEMINÁRIOS

"Nesta Semana de Oração pelos Seminários, somos convidados a entrar na intimidade com o Senhor. Uma intimidade que forma e conduz à missão. Ao rezarmos pelos nossos seminários, pelos seus alunos, formadores e colaboradores, recordemos que o presbítero cumpre o mandato de estar ao serviço.

Confiemos a Deus, nesta hora, todas as ações pastorais que serão levadas a cabo nestes dias em todas as nossas paróquias e dioceses. Celebremos a vocação dos que já disseram sim e de tantos que procuram um sentido mais profundo para a sua existência.

Nesta vigília unimo-nos à proposta dos Bispos portugueses de celebrar um Ano Missionário de outubro de 2018 a outubro de 2019 (cf Nota Pastoral de CEP 20 maio de 2018, nº 1), reconhecendo que a missão é a consequência natural e espontânea de quem escuta o chamamento de Deus." 

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

ORAÇÃO DE TAIZÉ JÁ EM PREPARAÇÃO

Ensaio para os cânticos na 
próxima quarta-feira, 14 de Novembro.
21h30, Centro Paroquial

SEGUNDA-FEIRA DA SEMANA XXXII DO TEMPO COMUM

Evangelho: Lc 17, 1-6
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «É inevitável que haja escândalos; mas ai daquele que os provoca. Melhor seria para ele que lhe atassem ao pescoço uma mó de moinho e o atirassem ao mar, do que ser ocasião de pecado para um só destes pequeninos. Tende cuidado. Se teu irmão cometer uma ofensa, repreende-o, e, se ele se arrepender, perdoa-lhe. Se te ofender sete vezes num dia e sete vezes vier ter contigo e te disser: ‘Estou arrependido’, tu lhe perdoarás». Os Apóstolos disseram ao Senhor: «Aumenta a nossa fé». O Senhor respondeu: «Se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a esta amoreira: ‘Arranca-te daí e vai plantar-te no mar’, e ela vos obedeceria».
(...)
Rezar a Palavra
Peço-te, hoje Senhor, pelos meus irmãos. Sei que muitas vezes não sou verdadeiro testemunho de fé para eles e sei que me incomoda o seu pecado. Dá-me, Senhor, a capacidade do perdão. Que a fé seja para mim o caminho da misericórdia que se comunica a todos, para que todos se salvem no amor fraterno que nos é proposto por ti.

DAR O QUE SOBRA NÃO TEM A MARCA DE DEUS

"Um braçado de gravetos, um copo de água, um punhado de farinha, um tudo nada de azeite. Juntando as pontas destes fios soltos, a viúva de Sarepta prepara-se para fazer uma última refeição de despedida da vida juntamente com o seu filho único. É nesta terra quase a terminar, onde já mal se tem pé, nesta vida quase a expirar, que surge Elias, o homem de Deus, conduzido por Deus, que atira à pobre mulher mais um fio de voz e de esperança a que se agarrar: Deus. Não é a quantidade que importa; o que importa é a totalidade. Pelo fio de voz e de esperança de Elias, Deus não reclama alguma coisa; reclama tudo: o coração todo, a alma toda, a confiança toda, as forças todas! E nem a farinha se esgota na amassadeira, nem o fio de azeite deixa de cair da almotolia! Extraordinária lição para a pobre viúva de Sarepta (Primeiro Livro dos Reis 17,10-16) e para nós, que atravessamos a secura da paisagem desta terra de Novembro." (...)
Uma nuvenzinha,
Que o criado de Elias avista lá ao longe,
Acende de esperança o horizonte,
Como uma cidade iluminada sobre um monte,
Uma avezinha que se dessedenta numa fonte,
Uma velhinha que recolhe um braçado de gravetos,
Para acender o lume
E cozer apenas um pãozinho
Para comer com o seu filho
Antes de rezar e de morrer.

Elias anda ao sabor de Deus,
Como um moinho ao vento,
Como um pássaro ao relento,
Como a voz de um fino silêncio,
A amadurar no coração de um grão de trigo
Ou de um amigo.

Tudo é tão frágil e tão belo,
Belo porque frágil
E ágil.

Anda tanto Deus à nossa volta,
Que não precisamos de guarda
Nem de escolta.

Concede-nos hoje, Senhor,
Sentir a tua voz bater em nós,
E o teu amor sempre ao redor,
Sempre ao redor,
Como Tu achares melhor.

D. António Couto

EUCARISTIA: 6º ANO DE CATEQUESE

O 6º ano de catequese participou na Eucaristia 
das 9h30, na Capela de S. Caetano.
Presença de pais e outros familiares 
que também quiseram participar.
E, como é natural, a presença das crianças
deu mais cor e alegria a esta celebração.
Não precisamos de grandes palavras
para ilustrar estas imagens.
Deixamos, por isso, o refrão do cântico final, 
que resume na perfeição o que se espera 
de cada um de nós em cada domingo, 
Dia do Senhor!
"E aqui estou eu,
Mergulhado no amor.
Escuto, decido, 
Ponho-me a mexer! 
É Cristo que me chama a ser feliz."
 Parabéns ao 6º ano de catequese!

domingo, 11 de novembro de 2018

DOMINGO XXXII DO TEMPO COMUM - Ano B

SALMO RESPONSORIAL Salmo 145 (146), 7.8-9a.9bc-10 (R. 1 ou Aleluia) 
Refrão: Ó minha alma, louva o Senhor. 

O Senhor faz justiça aos oprimidos, 
dá pão aos que têm fome 
e a liberdade aos cativos. 

O Senhor ilumina os olhos do cego, 
o Senhor levanta os abatidos, 
o Senhor ama os justos. 

O Senhor protege os peregrinos, 
ampara o órfão e a viúva 
e entrava o caminho aos pecadores.  

O Senhor reina eternamente; 
o teu Deus, ó Sião, 
é rei por todas as gerações.

CELEBRAÇÃO DA LUZ

Ontem, o 3º ano de catequese, 
fez a Celebração da Luz
Na Capela de S. Martinho, 
muitas velas acesas 
deram brilho a este momento.
 
Cristo é a luz
 e nós queremos ser iluminados por ela.

sábado, 10 de novembro de 2018

FAMÍLIAS E PARÓQUIAS CHAMADAS A PARTICIPAR NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PADRES

A Semana dos Seminários, que tem início este domingo e se prolonga até ao dia 18, quer sublinhar a importância de envolver cada vez mais as “famílias e paróquias” na formação dos futuros sacerdotes.
(...)
Sobre a realidade atual dos Seminários, D. António Augusto Azevedo reconhece a necessidade de continuar a encarar com “realismo, responsabilidade e compromisso” o desenvolvimento de novas vocações para a Igreja, nas diversas dioceses do país.

Um trabalho que o também bispo auxiliar do Porto considera ter hoje razões de “confiança e esperança”.

“Esta missão é de tal modo apaixonante que continua a levar jovens e adultos a responder ao chamamento de Deus e a entrar no seminário”, destaca aquele responsável, que exorta cada comunidade cristã a rezar de modo especial “pelos seminários” e a dar “graças a Deus pelos seminaristas e pelas equipas formadoras”.

“Peçamos que Ele os ilumine no caminho de um discernimento sério e uma entrega plena. Roguemos ainda ao Senhor que converta o coração de todos os batizados ao verdadeiro sentido de missão e àqueles que Ele chama ao ministério ordenado dê coragem para responderem com coragem e generosidade”, conclui D. António Augusto Azevedo.

SÃO MARTINHO - 11 de Novembro

Memória de São Martinho, bispo, no dia do seu sepultamento. Nascido de pais gentios na Panónia, no território da hodierna Hungria, e chamado ao serviço militar na Gália, quando era ainda catecúmeno, cobriu com o seu manto a Cristo na pessoa de um pobre. Depois de receber o Baptismo, renunciou à carreira militar, fundou um mosteiro em Ligugé, onde levou vida monástica sob a direcção de Santo Hilário de Poitiers. Depois, ordenado sacerdote e, mais tarde, eleito bispo de Tours, teve sempre em vista o exemplo do bom pastor, fundando em várias localidades outros mosteiros e paróquias, dedicando-se à formação e reconciliação do clero e à evangelização dos rurais, até que, em Candes, foi ao encontro do Senhor.

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

CASA DE DEUS: ESPAÇO RELACIONAL NOVO

Quem tem sede,
Venha a mim e beba,
Diz Jesus,
E expôs-se sobre a Cruz
Como fonte sempre aberta e disponível.

Quem tem sede,
Alegre-se então por poder beber,
Mas não se entristeça
Por não ser capaz de esgotar a fonte.

Convém que a fonte permaneça
E abasteça o horizonte
De paz e de alegria.

A água escorre deste santuário,
E, como um rio,
Percorre e irriga a terra inteira,
Coração a coração,
Sementeira a sementeira.

E não há fio que meça esta torrente,
Que cresce desde a nascente até ao estuário.
E nas suas margens 
tanta vida nova e bela nasce e cresce,
Tanto trigo floresce,
Tanto coração amadurece,
Tanto amor.

Dá-me sempre dessa água viva, Senhor!

D. António Couto

TERTÚLIA DOS CATEQUISTAS

O próximo encontro será no sábado, 10 de Novembro, pelas 16h00, no Centro Paroquial. O texto seleccionado é a Parábola do Filho Pródigo (Lc 15, 11-32).
A tertúlia é um ambiente informal mas de crucial importância para reflexão dos textos apresentados e partilha de ideias que, sem em dúvida,  nos ajuda na missão de catequistas. 
É sempre importante a presença de todos pelo que fica o CONVITE. 

DEDICAÇÃO DA BASÍLICA DE LATRÃO

Muitas pessoas pensam que a basílica de São Pedro é a principal igreja do Papa, mas na verdade é a de S. João de Latrão, a catedral da diocese de Roma, cuja dedicação os católicos evocam a 9 de novembro.

A primeira basílica edificada no local foi erguida no século IV, quando o imperador Constantino doou o terreno que havia recebido da rica família Latrão. Apesar dos incêndios, terramotos e guerras, permaneceu, até ao séc. XIV, o templo em que os papas eram consagrados

A origem da atual basílica remonta a 1646, durante o pontificado de Inocêncio X.

Inicialmente, a evocação do templo ocorria exclusivamente da cidade de Roma; mais tarde, estendeu se à Igreja de rito romano, com o fim de honrar a basílica que é chamada «a igreja mãe de todas as igrejas da Urbe [cidade, isto é, Roma] e do Orbe [globo, mundo, universo]».

Na linguagem litúrgica, a dedicação de uma igreja é, para os seus paroquianos, uma “Festa”, termo que se situa logo depois de “Solenidade”, a celebração mais importante do calendário católico. S. João de Latrão é a sede da “paróquia” de todos os católicos, dado ser a catedral do Papa.

Texto e imagens em 

“ENCONTRAR MODALIDADES LOCAIS PARA QUE O ESPÍRITO DO SÍNODO PERMANEÇA”

D. António Augusto Azevedo, bispo auxiliar do Porto e Presidente da Comissão Episcopal para as Vocações e Ministérios esteve na XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos. Juntamente com D. Joaquim Mendes, bispo auxiliar de Lisboa e Presidente da Comissão Episcopal do Laicado e Família, D. António Augusto representou a Conferência Episcopal Portuguesa e viveu intensamente o Sínodo sobre os jovens, a fé e o discernimento vocacional, pela primeira vez como padre sinodal.

Em entrevista à VP faz uma leitura do andamento dos trabalhos e das conclusões deste grande acontecimento eclesial ocorrido no passado mês de outubro no Vaticano.


P: Que significado teve para si ser pela primeira vez padre sinodal?

R: Um Sínodo é uma experiência única e eu tive a graça, em nome da Conferência Episcopal, de participar deste Sínodo. E é uma graça, desde logo, porque se tem a oportunidade de experimentar uma dimensão importante inerente ao ministério episcopal que é a dimensão da colegialidade: esta proximidade com o Papa Francisco e esta consciência de pertencer a um colégio episcopal. Ou seja, aquilo que nós acreditamos e dizemos em teoria e que num Sínodo pode-se experimentar de maneira muito real e concreta, na proximidade com o Papa e com os bispos de todo o mundo. Em segundo lugar, é uma experiência importante porque nos debruçamos sobre uma temática sobre a qual o Papa quer ouvir a Igreja e concretamente os bispos. Portanto, essa reflexão com toda a Igreja sobre algo que é importante para a sua missão permitiu levar o nosso contributo em comunhão com os contributos das igrejas de todo o mundo.

P: Falou no Papa… Como é que o viu, como é que o sentiu? Como é que ele esteve durante este mês?

R: Bom, este mês correspondeu à fase de celebração do Sínodo, tinha havido uma fase preparatória e haverá agora uma fase de aplicação. Nesta fase em que estivemos reunidos em Roma o Papa Francisco surpreendeu pela proximidade. Foi muito afável, muito próximo, com sinais muito bonitos. Desde logo, por estar a receber todas as pessoas, por estar disponível para conversar com toda a gente. Essa proximidade, de que o Papa tantas vezes tem falado, nós podemos testemunhar que ele próprio a vive. E também impressionou pela sua capacidade de escuta. Durante grande parte dos dias, pelo menos na assembleia plenária, o Papa esteve quase sempre presente e numa atitude de escuta. Escuta atenta e interessada.

P: Foi um ambiente muito participado entre os padres sinodais? Como sentiu o ambiente durante estas semanas?

R: O ambiente foi sempre muito bom. De grande comunhão e também de grande alegria. Sem tensões ou crispações. Pelo contrário de grande diálogo, proximidade e sobretudo de interesse. Interesse em partilhar experiências e em sentir melhor outras realidades de outras igrejas que vivem, de facto, momentos mais difíceis. Este Sínodo teve também a graça de coincidir com a canonização de S. Paulo VI e de S. Óscar Romero. E esse foi um momento de grande vivência de todos os presentes.

P: Depois no trabalho concreto, os círculos menores, como é que correu esse trabalho que desta vez também teve língua oficial portuguesa?

R: Os círculos menores são um momento muito interessante do Sínodo. Pela primeira vez tivemos um círculo de língua portuguesa que, para além de nós, representantes de Portugal, reuniu vários bispos do Brasil, também de Cabo Verde, de Moçambique e Angola. E foi muito interessante porque foi quase um espaço de lusofonia, com todas as diferenças que existem de umas igrejas para as outras, mas foi bom o encontro, o conhecimento pessoal, conhecer as diferenças e perceber o interesse comum de se encontrar pontos de comunhão, princípios que nos unissem a todos sobre a temática dos jovens, da fé e do discernimento vocacional.

P: Como é que nos pode descrever a participação dos jovens?

R: Eu acho que foi uma presença muito positiva. Não só pelo tom de alegria, de manifestação, de presença na sala mas também pelos testemunhos que levaram, pois cada um teve a oportunidade de falar sobre a sua experiência pessoal e da sua experiência enquanto cristão empenhado nas várias realidades, movimentos e países. E foi importante essa presença que permitiu em todos os momentos ir aferindo a sensibilidade dos jovens que não tem que ser igual à sensibilidade dos bispos, mas foi bom ir percebendo em cada momento o feedback e sensibilidade que eles tinham para os diversos problemas.

P: No fim do Sínodo temos um documento final na mão. O que dizer deste documento? Como é que poderá ser aplicado?

R: O documento final é um documento que reproduz o produto do trabalho que é feito, da reflexão que é feita, dos contributos que são apresentados, sempre tendo como guião o instrumentum laboris. Portanto, não é um trabalho feito sem qualquer rumo, pelo contrário é um trabalho orientado a partir do instrumentum laboris. Neste documento final, quem esteve no Sínodo, percebe que estão aí a grande maioria das ideias e dos contributos e isso é importante. Evidentemente que não se pode esperar tudo de um documento final, sobretudo aquilo que ele não pretende nem pode dar. Ou seja, o que ele não pretende nem pode dar são receitas muito concretas, muito determinadas, porque essa parte do trabalho corresponde agora à terceira fase que é a fase da aplicação e sobre variadíssimos pontos o documento remete para o trabalho das igrejas locais. Recomenda sínodos, encontros e decisões das igrejas locais.

P: O documento final fala sobretudo de um manter a escuta aos jovens. Podemos dizer em síntese que esta é uma primeira linha de orientação para aquilo que as igrejas locais possam vir a desenvolver?

R: Continuar à escuta e continuar o processo de discernimento e de acompanhamento, obviamente que tudo isso remete para lógicas de percurso e não para lógicas acabadas ou fechadas. Isto é, seria um erro de perspetiva estar a encarar tudo isto como um fechar de um ciclo ou de uma fase. É apenas o passar para uma nova fase com estas mesmas atitudes, de continuar à escuta, de continuar atento e de continuar a discernir, numa realidade dos jovens que está sempre em mutação. Portanto, a escuta é sempre indispensável.

P: No Angelus no final do Sínodo o Santo Padre diz que mais importante do que o documento final é o estilo sinodal. O que é que o Papa Francisco quis dizer com isto?

R: O Papa quis significar o que disse na palavra de encerramento do Sínodo quando disse que o importante é este estilo sinodal. Um estilo que passa pela escuta e pela capacidade das pessoas, grupos e igrejas locais se reunirem, estarem juntas e juntos encontrarem caminhos de futuro. Importa aqui que ao conteúdo se associe também a forma. Só é possível apanhar o estilo deste Sínodo estando permanentemente com os jovens. Os jovens estiveram presentes na primeira fase, marcaram presença na segunda e eu acho que é indispensável que continuem a estar presentes no resto do processo. Isto é, é preciso encontrar modalidades locais para que o espírito do Sínodo permaneça. Ou seja, e o Papa também no Angelus referiu: os frutos e esta colheita será tanto mais fecunda, mais positiva e o vinho será tanto melhor, quanto também os jovens participem deste processo. Eu diria: um estilo sinodal, proposto aos pastores, proposto às comunidades, às estruturas, mas sempre com a presença dos jovens.

D. António Augusto Azevedo participou na XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos que decorreu no Vaticano de 3 a 28 de outubro sobre os jovens, a fé e o discernimento vocacional e partilhou com a VP a sua leitura sobre o andamento dos trabalhos e as conclusões apresentadas. Como o próprio referiu agora é o tempo da aplicação do Sínodo nas igrejas locais sempre com a presença dos jovens.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

CICLO DE CINEMA: A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS

O Ciclo de Cinema da nossa paróquia, direcionado para catequistas, grupo de jovens, catequizandos da adolescência e pais que desejem acompanhar os filhos, leva a efeito a segunda sessão no próximo dia 9 de Novembro, às 21h30, no Centro Paroquial. Desta vez a escolha recaiu sobre o filme  "A rapariga que roubava livros",  com a duração de 120 minutos. 
INÍCIO: 
21h30-21h40: acolhimento e introdução
21h40-23h40: projeção
23h40-23h50: reflexão e oração

IGREJA PRESENTE NA WEB SUMMIT

O secretário do Conselho Pontifício da Cultura participou na Web Summit, em Lisboa, e disse que é essencial uma reflexão séria acerca da internet para que ajude a “construir um sentido de unidade” e de pertença à “família humana”.

“A internet pode ser algo que ajuda a construir um sentido de unidade e de uma humanidade comum”, afirmou D. Paul Tighe em entrevista à Renascença, lembrando que a realidade tem sido muitas vezes bem diferente, como por exemplo no uso que é dado às redes sociais no âmbito política e da opinião pública.

O bispo irlandês referiu que é necessário considerar a forma “como as redes sociais possibilitam uma comunicação mais eficaz ou como levam a uma polarização da comunicação” e se a utilização destes recursos está de facto a “ajudar a construir uma ponte de comunicação ou apenas a reforçar a divisão”.

ORAÇÃO PELOS SEMINÁRIOS

Deus Trindade,
sabes o quanto somos mendigos de Ti.
À beira do caminho procuramos a luz
que dá mais sentido aos nossos dias
e cura todas as nossas cegueiras.
Tu passas sempre pela nossa vida
e acendes em cada um de nós
o desejo de sermos Teus discípulos.
Na Tua estrada queremos ser formados.
Nas Tuas palavras e nos Teus gestos,
Ser instrumentos da Tua graça.
Juntos no caminho,
queremos ser comunidade
enviada em missão
Rezamos por todos os que arriscam seguir-Te,
especialmente os seminaristas e pré-seminaristas.
Rezamos ainda por todos aqueles
que se entregam totalmente a Ti
e colocam a sua vida nas Tuas mãos
Pedimos-Te que continues
a despertar os corações adormecidos
para que mais jovens das nossas comunidades
aceitem o desafio de Te seguir.

"SEMINÁRIO, PASSADO, PRESENTE E FUTURO"

D. António Augusto Azevedo registou algumas notas sobre a história dos Seminários desde o Concilio de Trento (1545-1563) ao Concilio Vaticano II (1962-1965). Sobre o passado, o bispo auxiliar do Porto recordou as dificuldades políticas conjunturais e os problemas financeiros que marcaram as opções sobre a formação do clero.

Como marca do presente, inspirado pelo Concílio Vaticano II, D. António Augusto destacou, por exemplo, a importância dada à formação espiritual e à recomendação sobre novos métodos didáticos a implementar nos seminários. Assinalou que no tempo pós-conciliar, não obstante os muitos abandonos da vida sacerdotal e uma baixa de alunos nos seminários, surgiram novas realidades como o pré-seminário e os seminários de movimentos da Igreja. No presente, muitas vocações revelam-se em idade adulta – disse D. António Augusto tendo apontado que no Porto, num balanço aproximado dos últimos 10 anos, dos 32 padres ordenados cerca de 50% não vieram do Seminário Menor.

Sobre o futuro dos seminários, o bispo auxiliar do Porto assinalou que as orientações da Igreja apontam para uma formação que deverá ser integral, missionária e comunitária. Os Seminários deverão formar padres que sejam discípulos missionários enamorados do Mestre que vivam no meio do mundo na simplicidade, na sobriedade e na autenticidade.