sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

CCA - 5ª E ÚLTIMA CONFERÊNCIA - AMÉRICO AZEVEDO

O tema deste 3.º ciclo de conferências “Da Fragilidade… à Esperança” é sugestivo de um caminho, de um percurso... de um lado para outro…de um modo para outro… de uma atitude para outra. Indica um caminho e um caminhar…
Das conversas havidas ao longo deste mês de janeiro de 2014, todas elas inseridas nesse tema, talvez nenhuma tenha sido de perceção tão evidente como a da noite de quarta- feira, com o Américo Azevedo. Também porque a sua fragilidade física é exposta...
O seu percurso de vida, a sua história, teve o ponto de partida na fragilidade. Nasceu frágil e enfrentou os obstáculos físicos e psicológicos para os quais ninguém nasce preparado…e menos ainda os fragilizados que mais dificuldades têm em preparar-se.
O testemunho que Américo Azevedo deu da sua descoberta de Deus e do encontro com Jesus confirma que Deus tem sempre a iniciativa de nos amar de nos encontrar primeiro. De nós, apenas precisa da disponibilidade para nos deixarmos amar e encontrar. 
E que muitas vezes Deus se nos revela no silêncio, na solidão, na fragilidade, na escuridão…No silêncio de nós mesmos, no silêncio do outro…na nossa solidão e na solidão do outro, na nossa fragilidade e na fragilidade do outro…Mas sempre se revela no caminho, ainda que na berma…E quando se revela… os silêncios, as solidões, as fragilidades, as escuridões… tornam-se caminhos de luz que devem ser testemunhados sobretudo pela nossa forma de caminhar… É forçoso caminhar de forma diferente por caminhos iluminados…
Não podemos impor Deus a ninguém, porque Ele não se impõe. Deus quis precisar de nós e esse é o melhor sinal de quanto nos ama! Existindo sem nós, não o deseja fazer, revela que quer existir connosco…mesmo quando não estamos disponíveis para o aceitar - liberdade que nos concede.
Foi um testemunho de vida que impressionou pela sua objetividade, pelo sentido de humor, pela felicidade e serenidade, que a sua fragilidade não tira, e sobretudo pela esperança e pela alegria. Um tal resultado só pode ser conseguido depois de caminhar muito…E não é pela idade que se pode avaliar o tamanho do percurso, mas pelas “solas” gastas… 
Temos a tentação de nos sentarmos na berma da estrada aos primeiros sinais de cansaço…e de preferência à sombra, para evitar o calor… à espera que Deus nos dê boleia, que Jesus volte atrás e nos leve ao colo…mas somos muitos para Jesus levar. Temos de lembrar que Ele nos mandou que o fizéssemos uns aos outros. Portanto…nada de fazer “fita”… e caminhar com alegria para que outros também queiram caminhar … 
São estes testemunhos fortes que nos fazem questionar os nossos “nadas”, os nossos “se” e os nossos “mas”…É a diferença entre Paulo na estrada de Damasco que nunca mais parou de correr nas estradas que o conduziam a Cristo e o jovem rico a quem os “se” e os “mas” fizeram voltar atrás, não seguindo logo caminho com Jesus …

31.01.2014 
C R
Imagens: Foto Martinho

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

CCA - Última Conferência

Quarta-feira, 29 de Janeiro, 21h30, Capela de S. Martinho
Orador: Américo Azevedo

Depois de ideias e lições tão simples de economia, vamos a caminho da última conversa ampla. A não perder. Mas, se não puder estar presente veja em:  www.cca.2you.pt

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

CCA - 4ª Conferência - Dr. Carlos Costa

 Mais que uma conferência ou uma ampla conversa, revelou-se um “serão” cultural. A Academia presenteou a assembleia com a execução de duas peças ao piano, a abrir a conferência, e com o belo canto a encerrar, cujos intérpretes pertencem àquele reputado estabelecimento de ensino.
Quanto ao orador da noite, o Dr Carlos Costa que, curiosamente, residiu na nossa freguesia de Vilar do Paraíso, durante 10 anos, surpreendeu com a sua arte de ensinar. De forma simples, clara e serena, falou-nos de uma realidade tão complexa quanto é a economia e as finanças públicas de um país. 
Ficámos a saber que a tão propalada crise de hoje não é “original”; percebemos quais as causas e porque é que a crise de hoje tem tão forte impacto e, ainda, o que falta para ultrapassar a crise.
Se quiséssemos resumir numa pequena frase qual a causa das crises, pois quanto ao efeito todos sabemos, porque o sentimos (à semelhança de estarmos numa sala em que o termostato, que regula a respetiva temperatura, avariou, causando uma elevação ou abaixamento desajustados, com incómodos para todos, independentemente de quem deu causa à avaria – foi uma das últimas imagens simples para explicar o sentimento de injustiça que experienciamos, quando entendemos não ter contribuído para a “avaria”) é a nossa -enquanto coletivo… enquanto país- falta de capacidade de nos disciplinarmos em matéria de finanças públicas e a insuficiência de mecanismos coletivos de controlo. 
É o conhecimento que nos permite fazer opções, logo o conhecimento dá-nos liberdade...
Assim, tanto quanto nos for possível, não devemos perder oportunidades de aprender com quem sabe e se disponibiliza para ensinar, para partilhar conhecimento.
Estes ciclos de conferências que vêm sendo promovidos têm sido uma boa oportunidade. 

C.R

sábado, 25 de janeiro de 2014

3º CICLO DE CONVERSAS AMPLAS

 Sábado, 25 de Janeiro, 21h30, novo Auditório da AMVP
Orador: Dr. Carlos Silva Costa
Governador do Banco de Portugal
É membro do Conselho de Governadores e do Conselho Geral de Governadores do Banco Central Europeu, membro do Conselho Geral do Comité Europeu de Risco Sistémico e do Grupo Consultivo Regional para a Europa do Conselho de Estabilidade Financeira. Preside ao Conselho Nacional de Supervisores Financeiros.

É vice-presidente honorário do Banco Europeu de Investimento (BEI), professor catedrático convidado da Universidade Católica do Porto e da Universidade de Aveiro e presidente do Conselho Consultivo da Faculdade de Economia da Universidade Católica do Porto.

Nasceu em 3 de Novembro de 1949. É licenciado em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto (1973).

Fonte:
http://www.bportugal.pt/PT-PT/OBANCOEOEUROSISTEMA/ORGANIZACAOEESTRUTURA/Paginas/Governador.aspx

DOMINGO III DO TEMPO COMUM - Ano A

SALMO RESPONSORIAL Salmo 26 (27), 1.4.13-14 (R. 1a)
Refrão: O Senhor é minha luz e salvação. 
Ou: O Senhor me ilumina e me salva. 

O Senhor é minha luz e salvação:
a quem hei-de temer?
O Senhor é protector da minha vida:
de quem hei-de ter medo?

Uma coisa peço ao Senhor, por ela anseio:
habitar na casa do Senhor
todos os dias da minha vida,
para gozar da suavidade do Senhor
e visitar o seu santuário. 

Espero vir a contemplar a bondade do Senhor
na terra dos vivos.
Confia no Senhor, sê forte.
Tem confiança e confia no Senhor.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

ENCERRAMENTO DO CCA

BILHETES EM DISTRIBUIÇÃO
- Cartório da paróquia de Vilar do Paraíso 
- Foto Martinho
- Final das missas sábado e domingo 
- Casais da equipa da pastoral da família

PRONTOS PARA A PRÓXIMA?

Naturalmente que a presença física de cada um de nós no CCA é sempre muito importante, mas se por algum motivo  não for possível, este ano, pode ver em directo na web em www.CCA.2you.pt 


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

UMA PARTILHA IMPORTANTE SOBRE O CCA


Como já nos vem habituando, o grupo da Pastoral da Família na nossa paróquia de S. Pedro de Vilar do Paraíso promoveu e organizou ao longo deste mês de Janeiro de 2014 um ciclo de conversas amplas, já bem conhecido de toda a comunidade paroquial e civil e que todos já aguardam com expectativa no início de cada ano, dado o interesse dos temas e dada a craveira dos oradores ou comunicadores convidados. E a prová-lo está a afluência das pessoas, mesmo em noites climatericamente mais inóspitas, compondo uma audiência simpática, disposta a escutar, aprender e refletir. Deste pão também nos devemos alimentar para que, paradoxalmente, não definhem o espírito e a alma num corpo nutrido.
Sendo o tema deste ano “Da Fragilidade à Esperança”, a primeira conversa ampla foi com a Dra Ana Jorge, médica pediátrica, com longo e empenhado percurso de vida, que partilhou muito do seu conhecimento connosco. 
Deu-nos uma pequena resenha da evolução dos cuidados de saúde no nosso país desde os anos 80 até aos nossos dias, incluindo a reflexão sobre indesejáveis desvios que a crise e austeridade podem trazer. Falou-nos da impressionante evolução nestes últimos cerca de 30 anos com a demonstração de números e percentagens que nos devem fazer sentir satisfeitos, resultados esses devidos, sobretudo, à excelente qualidade dos recursos humanos da área, de reconhecido mérito na comunidade médica e científica internacional, mais do que aos recursos técnicos e financeiros. 
Abordou o impacto que uma doença crónica produz numa família, principalmente ao nível pediátrico, desde o diagnóstico, a notícia a dar, o luto do filho idealizado, impacto nos pais nos irmãos e na família mais alargada. A doença crónica exige o trabalho da reorganização da família.
Não podendo nem pretendendo ser-se exaustivo sobre tanta coisa partilhada, dir-se-á apenas que a conversa foi ampla e desaguou no verbo “humanizar”. E não é para admirar! Se falamos de pessoas e para pessoas, fragilizadas pelo impacto da doença, parece que não poderia ser outra a “palavra-chave”, a palavra que deve acompanhar toda e qualquer ação, mas neste âmbito com uma vocação acrescida. É até um pleonasmo! Mas os pleonasmos são mesmo usados para reforçar uma ideia, principalmente quando ela anda arredada…Ficou esta ideia de que é necessário humanizar os serviços para o que é necessário formação: saber ouvir, disponibilidade e vontade de entender, respeito pelo outro como pessoa – Eu poderia facilmente ser tu e eu quero ajudar-te.
Nós, os cristãos não deveríamos precisar de grandes compêndios nesta arte de viver! Temos o Mestre Jesus para aprender Dele e fazer como Ele! 
É sempre muito bom terminar o dia a partilhar ideias, a aprender e a refletir! Afasta-nos o sentimento de vazio ou de banalidade de cada dia passado na correria da rotina e de perda daquilo que nos é dado e é tão precioso – o TEMPO.

C.R.

CCA - 3ª Conferência - Elísio Pinto

PALAVRAS e imagens, IMAGENS e palavras... um jogo de vida com testemunho edificante. Hora e meia de momentos intensos de partilha e diálogo familiar e cultural. E nem faltou a "maçã" no Paraíso, pois todos solidários na fragilidade e na esperança. Obrigado ao nosso Elísio Pinto.
 
 

Texto: Pe Zé Manel
Imagens: Foto Martinho

CCA - 2ª Conferência - Cónego Rui Osório

Obrigado ao Padre, Cónego, Jornalista/Comunicador RUI OSÓRIO, surpreendeu de forma positiva todos os que encheram o salão do Dramático para escutar a sua vivência de forma alegre e saudável, pincelada aqui e ali de alguma ironia, face a "poderes" de fora e de dentro da igreja, que enriqueceram esta partilha, de profissionalmente reconhecido, pertença de uma igreja airosa e aberta. 
 
 
 
Agradecimentos também a todos que têm participado no CCA, que com a sua presença dão mais brilho estas Conversas Amplas, que nos unem e enriquecem.

Imagens: Foto Martinho

CCA - 1ª Conferência - Dra Ana Jorge

A sensibilidade na doença e o apoio da família e à família, um assunto que interessa a todos, pela problemática difícil que envolve. Foi enriquecedor escutar a partilha da Dra. Ana Jorge, dada com conhecimento de causa e toda a sua experiência de profissional. Bem-haja, Dra. Ana Jorge.
 
 

Imagens: Foto Martinho

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

OFERECER O DIA

ORAÇÃO
Pai de bondade, eu sei que estás comigo. 
Aqui estou neste novo dia. 
Coloca mais uma vez o meu coração
junto ao Coração do teu Filho Jesus, 
que Se entrega por mim 
e que vem a mim na Eucaristia. 
Que o teu Espírito Santo 
me faça seu amigo e apóstolo, 
disponível para a sua missão. 
Coloco nas tuas mãos 
as minhas alegrias e esperanças,
os meus trabalhos e sofrimentos, 
tudo o que sou e tenho, 
em comunhão com meus irmãos e irmãs
desta rede mundial de oração. 
Com Maria, ofereço-Te o meu dia 
pela missão da Igreja 
e pelas intenções de oração do Papa
para este mês.

Glória ao Pai e ao Filho 
e ao Espírito Santo, 
como era no princípio, agora e sempre. 
Ámen.


3º CICLO DE CONVERSAS AMPLAS

Quarta-feira, 22 de Janeiro, 21h30, nos Parentes
Orador: Elísio Pinto
Elísio Ferreira Pinto nasceu há 54 anos, em V. N. Gaia. É casado com a sua esposa Romy e é pai de uma filha (Raquel), de quem já herdou três netos.
Ainda novo, foi para Luanda, chegando a frequentar o Instituto Industrial. Já em Portugal, trabalhou no setor da Construção Civil, até que, a partir de 1993, enveredou pela política, candidatando-se à freguesia de Vilar do Paraíso (V. N. Gaia), em 1997, tendo ganho, desde então, todas as eleições por Maioria Absoluta.
No ano de 2009, concluiu o Curso de Administração Pública.
O gosto pela escrita germinava de algum tempo a esta parte, passando-o à prática com este seu primeiro livro, «Essência de Mulher», fruto da experiência vivida nos seus tempos de jovem, quer na ida para Luanda, quer nos anos subsequentes ao «25 de Abril».
Recentemente, foi eleito «Figura do Dia» pelo Jornal de Notícias, devido à sua influência num Projeto de dimensão nacional: o «Paraíso Solidário».

Fonte: Internet

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

ENTREGA DA BÍBLIA


No sábado, 18 de Janeiro, na Eucaristia com a catequese vivemos um momento de comunhão, alegria e solenidade com a entrega da Bíblia ao 4º ano.
O catecismo deste ano, que tem por título “TENS PALAVRAS DE VIDA ETERNA”, leva-nos à descoberta da Bíblia em toda a sua complexidade, mas também simplicidade e alegria da Boa Nova de Jesus.
Faz todo o sentido que as crianças tenham o livro sagrado dos cristãos, para que possam aprender e melhor entender o que é transmitido pelos catequistas, em cada semana, pois este ano de catequese é vocacionado para o conhecimento da grande biblioteca que é a Bíblia.
É desde a infância que se devem conhecer as Sagradas Escrituras, (2 Timóteo 3:15-17), porque as crianças aprendem, interiorizam e não esquecem.
Em breve serão capazes de entender que o Verbo é Palavra de Deus, descreve o Filho, Jesus, que têm a essência de Deus e faz parte da Santíssima Trindade. (João 1:1).
Queridos meninos e meninas, então, que a partir de agora, a Bíblia faça parte integrante da vossa vida!