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sexta-feira, 31 de julho de 2020

NOVENA A SÃO CAETANO

Liturgia das Horas
Das cartas de São Caetano, presbítero

(Epist. ad Elisabeth Porto: Studi e Testi 177,
Città del Vaticano 1954, pp. 50-51) (Sec. XVI)

2º DIA
Cristo habite pela fé em vossos corações

Eu sou um pecador e tenho pouca confiança em mim, mas recorro aos melhores servos do Senhor, para que orem por ti a Cristo bendito e a sua Mãe. Mas não te esqueças de que os santos não te podem tornar tão querida de Cristo como tu própria o podes fazer: isso pertence te a ti; e se queres que Cristo te ame e te auxilie, ama O tu a Ele mesmo e orienta a tua vontade de modo a agradar Lhe sempre. E não tenhas dúvidas de que, ainda que todos os santos e todas as criaturas te abandonem, Ele estará sempre pronto para te socorrer nas tuas necessidades.

Lembra te bem de que somos peregrinos na terra: a nossa pátria é o Céu; aquele que se envaidece afasta se do caminho e corre para a morte. Enquanto vivemos neste mundo, devemos garantir a vida eterna. Todavia nós sozinhos não a podemos alcançar: de facto, foi por causa dos nossos pecados que a perdemos e foi por Jesus Cristo que a recuperámos. Por isso, é nosso dever dar Lhe graças continuamente, amá l’O, obedecer Lhe e fazer tudo o que nos for possível para estar sempre com Ele.

Ele deu Se a nós como alimento. Triste de quem desconhece tão grande dom. É nos oferecido Jesus Cristo, Filho da Virgem Maria, e por vezes não O queremos aceitar. Ai daquele que não se prepara diligentemente para O receber! Minha filha, o bem que desejo para mim, peço o também para ti; mas para o alcançar não há outro caminho senão pedir muitas vezes à Virgem Maria que te visite juntamente com o seu excelso Filho. Mais ainda: pede Lhe que te dê o seu Filho, que é o verdadeiro alimento da alma no Santíssimo Sacramento do altar. Ela t’O dará de boa vontade; e Ele, de melhor vontade ainda, virá para te fortalecer, a fim de que possas avançar com segurança nesta floresta escura, onde há muitos inimigos que nos armam ciladas, mas que se mantêm a distância se nos vêem defendidos com semelhantes auxílios.

Minha filha, não recebas a Jesus Cristo com intenção de O sujeitar aos teus critérios; ao contrário, dá te a Ele que é o teu Deus e o teu Salvador, para que te receba e faça de ti e em ti tudo o que Lhe agradar. Isto é o que desejo e é isto o que te peço e recomendo.

Reflexão:
-Na pressa dos dias como alimento a minha fé?
-Quantos momentos de oração faço?
-Que lugar tem na minha vida a Eucaristia? 


Rezar: 1 Pai Nosso, 3 Ave-Maria, Ladainha e a Oração de São Caetano.

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Fonte: Internet

REZAR A PALAVRA

Assalta-me tantas vezes a desconfiança, Senhor. A medida dos meus olhos e do meu coração é do tamanho da minha mesquinhez e da minha insensibilidade. Sou demasiado míope para poder reconhecer que te manifestas a mim em circunstâncias e através de pessoas que me parecem impensáveis, por isso me fecho em mim e recuso. Ensina-me, Senhor, a grandeza de coração que me faz ver, na profundidade dos sinais, a tua presença salvadora. Faz-me entender a tua presença no mundo e em mim para que participe dos teus dons divinos.

Compromisso
Quero libertar o meu coração para poder perceber a presença de Deus nas pequenas coisas deste dia.

LECTIO DIVINA - EVANGELHO Mt 13, 54-58

Naquele tempo, Jesus foi à sua terra e começou a ensinar os que estavam na sinagoga, de tal modo que ficavam admirados e diziam: «De onde Lhe vem esta sabedoria e este poder de fazer milagres? Não é Ele o filho do carpinteiro? A sua Mãe não se chama Maria e os seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? E as suas irmãs não vivem entre nós? De onde Lhe vem tudo isto?». E estavam escandalizados com Ele. Mas Jesus disse-lhes: «Um profeta só é desprezado na sua terra e em sua casa». E por causa da falta de fé daquela gente, Jesus não fez ali muitos milagres.

SEXTA-FEIRA DA SEMANA XVII DO TEMPO COMUM

PREPARANDO AS FESTAS EM HONRA
DO BOM JESUS DO MONTE E SÃO CAETANO

Leitura I Jr 26, 1-9
No princípio do reinado de Joaquim, filho de Josias e rei de Judá, foi dirigida a Jeremias esta palavra do Senhor: «Assim fala o Senhor: Vai colocar-te no átrio do templo do Senhor e diz a todos os habitantes das cidades de Judá, que vêm prostrar-se no templo do Senhor, todas as palavras que te mandei anunciar, sem nada omitir. Pode ser que as escutem e se arrependa cada um do seu mau caminho; e Eu desistirei do castigo que penso mandar-lhes por causa da maldade das suas ações. Vai dizer-lhes: ‘Assim fala o Senhor: Se não quiserdes escutar-Me e não seguis a lei que vos proponho, se não ouvirdes as palavras dos meus servos, os profetas, que sem cessar vos tenho enviado, mas vós não escutais, farei deste templo o que fiz de Silo e farei desta cidade um objeto de maldição para todos os povos da terra’». Os sacerdotes, os profetas e todo o povo ouviram Jeremias dizer estas palavras no templo do Senhor. E quando Jeremias acabou de anunciar o que o Senhor lhe mandara dizer a todo o povo, os sacerdotes e os profetas apoderaram-se dele, gritando: «Tu tens de morrer! Porque profetizaste em nome do Senhor que este templo teria a mesma sorte de Silo e que esta cidade ficaria em ruínas e sem habitantes?». E todo o povo se amotinou contra Jeremias no templo do Senhor.
(...)
Rezar a Palavra
Orienta o meu coração para ti, Senhor. Sabes que se não escutar a tua palavra, o meu coração vadio se deixa prender a qualquer superstição, beatice ou alienação. Liberta o meu coração orientando-o para ti, porque só em ti está a fonte da vida.

Compromisso
Centro-me em Deus vencendo a sedução das imagens e dos ritos vazios que não salvam sem a escuta da sua palavra.
https://aliturgia.com/sexta-feira-da-semana-xvii-do-tempo-comum-6/

quinta-feira, 30 de julho de 2020

ORAÇÃO A SÃO CAETANO

NOVENA DE SÃO CAETANO
Pai da Providência - Fundador da Ordem dos Padres Teatinos

1º Dia
A vida, a exemplo Caetano de Thiene, leva-nos a perceber que realmente a missão do Cristão é ser sal e luz neste mundo. O sal que dá o gosto da solidariedade e a luz do testemunho da vida compromissada com o Reino de Deus.
Caetano de Thiene, nasceu em outubro de 1480, na Itália. Quando nasceu, sua mãe, Maria do Porto ofertou-o a Nossa Senhora, Mãe de Deus, desabrochando em Caetano desde pequeno, a devoção Mariana. Devemos perceber o papel fundamental de sua mãe que o educou na fé cristã mostrando a importância dos pais na educação dos filhos. Caetano era o terceiro filho da família, seus irmãos eram Alexandre e João Batista.

Quando jovem, foi morar em Roma para realizar seus estudos académicos; formou-se em Direito Canónico e Direito Civil e a convite do Papa Julio II, passou a exercer a função de protonotário apostólico, ou seja, passou a escrever as cartas e documentos do Papa.

Caetano busca uma nova maneira de ser Igreja, fundando a Ordem dos Clérigos Regulares – os Teatinos para serem padres religiosos que vivessem como os cristãos das primeiras comunidades. Valorizou muito a Palavra de Deus, principalmente o Evangelho, que deveria ser posto em prática para que assim pudéssemos alcançar o ideal cristão.
Preocupou-se muito com a participação dos leigos da Igreja. Fundou do Oratório do Amor Divino em várias cidades, incentivou a caridade com os doentes incuráveis, as crianças carentes, as prostitutas arrependidas...Sabemos que a aquisição de bens necessários para viver torna ansiedade contínua e pesada, caso não for precedida pela busca da Justiça e do Reino de Deus, ou seja, a promoção de relações de partilha e fraternidade; salvar vidas. O bem necessário para a sobrevivência virá junto com a justiça, pois está mais do que óbvio que todo acumulo é injusto e desnecessário. O que sobra para uma minoria, falta para a maioria. O Reino é doação, amor, partilha...

Reflexão:
Tenho sido o sal que dá gosto e a luz que ilumina a vida das pessoas?
Preocupo-me tanto com os bens materiais e esqueço-me que o bem necessário ao verdadeiro Cristão é devolver a dignidade, a esperança às pessoas, enfim SALVAR VIDAS?

Após a reflexão rezar:
1 Pai Nosso, 3 Ave-Maria, Ladainha e a Oração de São Caetano.

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Textos Internet

LADAINHA DE SÃO CAETANO

Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, escutai-nos.
Pai Celeste, que sois Deus, tende piedade de nós.
Deus Espírito Santo, tende piedade de nós.
Deus Cristo Santo, tende piedade de nós.
Santa Maria Rainha de todos os Santos, Rogai por nós
São Caetano de Tiene, Rogai por nós
Fundador dos Clérigos Regulares, Rogai por nós
Restaurador da forma de vida apostólica, Rogai por nós
Pai da Providência, Rogai por nós
Campeão da Misericórdia Cristã, Rogai por nós
Caçador de Almas, Rogai por nós
Evangelista da Divina Providência, Rogai por nós
Lírio de Pureza, Rogai por nós
Anjo de Paz, Rogai por nós
Martelo dos hereges, Rogai por nós
Coluna da Igreja, Rogai por nós
Servo fiel e prudente, Rogai por nós
Prelado exemplaríssimo, Rogai por nós
Sacerdote fiel segundo o coração de Deus, Rogai por nós
Mártir da Caridade Divina, Rogai por nós
Portento de humildade, Rogai por nós
Firme como o Monte Sião confiando em Deus, Rogai por nós
Fervoroso Serafim da Divina Eucaristia, Rogai por nós
Promovedor egrégio da Comunhão frequente, Rogai por nós
Debelador dos costumes torpes, Rogai por nós
Esforçado paladino do Reino de Deus, Rogai por nós
Varão bendito que confiastes cegamente no Senhor, Rogai por nós
Varão misericordioso cuja piedade nunca faltou, Rogai por nós
Varão amado de Deus e dos homens, Rogai por nós
Pai dos pobres, Rogai por nós
Protector dos aflitos, Rogai por nós
Providência dos necessitados, Rogai por nós
Esperança dos desvalidos, Rogai por nós
Consolo dos desgraçados, Rogai por nós
Patrono de todos os atribulados, Rogai por nós
Advogado Celestial de todos que vos invocam, Rogai por nós
Insígne Taumaturgo em favor da humanidade sofredora, Rogai por nós!

ANTÍFONA
Salvador do mundo, salvai-nos!
 E a devota memória da gloriosa Virgem Maria, tua Mãe,
do nosso ínclito Protector São Caetano e de todos os Santos,
eleve até à Pátria celestial nossos louvores e nossas preces.
Assim Seja.

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PREPARANDO A FESTA DE SÃO CAETANO

NOVENA DE SÃO CAETANO
Pai da Providência - Fundador da Ordem dos Padres Teatinos

1º Dia
A vida, a exemplo Caetano de Thiene, leva-nos a perceber que realmente a missão do Cristão é ser sal e luz neste mundo. O sal que dá o gosto da solidariedade e a luz do testemunho da vida compromissada com o Reino de Deus.
Caetano de Thiene, nasceu em outubro de 1480, na Itália. Quando nasceu, sua mãe, Maria do Porto ofertou-o a Nossa Senhora, Mãe de Deus, desabrochando em Caetano desde pequeno, a devoção Mariana. Devemos perceber o papel fundamental de sua mãe que o educou na fé cristã mostrando a importância dos pais na educação dos filhos. Caetano era o terceiro filho da família, seus irmãos eram Alexandre e João Batista.

Quando jovem, foi morar em Roma para realizar seus estudos académicos; formou-se em Direito Canónico e Direito Civil e a convite do Papa Julio II, passou a exercer a função de protonotário apostólico, ou seja, passou a escrever as cartas e documentos do Papa.

Caetano busca uma nova maneira de ser Igreja, fundando a Ordem dos Clérigos Regulares – os Teatinos para serem padres religiosos que vivessem como os cristãos das primeiras comunidades. Valorizou muito a Palavra de Deus, principalmente o Evangelho, que deveria ser posto em prática para que assim pudéssemos alcançar o ideal cristão.
Preocupou-se muito com a participação dos leigos da Igreja. Fundou do Oratório do Amor Divino em várias cidades, incentivou a caridade com os doentes incuráveis, as crianças carentes, as prostitutas arrependidas...Sabemos que a aquisição de bens necessários para viver torna ansiedade contínua e pesada, caso não for precedida pela busca da Justiça e do Reino de Deus, ou seja, a promoção de relações de partilha e fraternidade; salvar vidas. O bem necessário para a sobrevivência virá junto com a justiça, pois está mais do que óbvio que todo acumulo é injusto e desnecessário. O que sobra para uma minoria, falta para a maioria. O Reino é doação, amor, partilha...

Reflexão:
Tenho sido o sal que dá gosto e a luz que ilumina a vida das pessoas?
Preocupo-me tanto com os bens materiais e esqueço-me que o bem necessário ao verdadeiro Cristão é devolver a dignidade, a esperança às pessoas, enfim SALVAR VIDAS?

Após a reflexão rezar:
1 Pai Nosso, 3 Ave-Maria, Ladainha e a Oração de São Caetano.

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Fonte: Internet

quarta-feira, 29 de julho de 2020

FESTAS EM HONRA DO BOM JESUS DO MONTE E SÃO CAETANO

Dias 2 e 3 de Agosto de 2020
Celebração da Eucaristia 

Domingo, dia 02 (*)
11h00, Eucaristia Solene, Campal (na Sede dos Escuteiros)
(*) não há Eucaristia às 11h00 em S. Martinho, nem às 09h30, na Igreja paroquial.

Segunda-feira, dia 03 
11h00, Eucaristia Solene, na Capela de São Caetano.

#ORAÇÃO

Os homens e as mulheres que rezam sabem que a esperança é mais forte que o desânimo. Eles acreditam que o amor é mais poderoso do que a morte e que certamente triunfará um dia, mesmo se em tempos e maneiras que não conhecemos.

Papa Francisco

DIA DE SANTA MARTA

EVANGELHO Jo 11, 19-27

Naquele tempo, muitos judeus tinham ido visitar Marta e Maria, para lhes apresentar condolências pela morte do irmão. Quando ouviu dizer que Jesus estava a chegar, Marta saiu ao seu encontro, enquanto Maria ficou sentada em casa. Marta disse a Jesus: «Senhor, se estivesses aqui, meu irmão não teria morrido. Mas eu sei que, mesmo agora, tudo o que pedires a Deus, Ele To concederá». Disse-lhe Jesus: «Teu irmão ressuscitará». Marta respondeu: «Eu sei que há de ressuscitar na ressurreição do último dia». Disse-lhe Jesus: «Eu sou a ressurreição e a vida. Quem acredita em Mim, ainda que tenha morrido, viverá; e todo aquele que vive e acredita em Mim nunca morrerá. Acreditas nisto?». Disse-Lhe Marta: «Acredito, Senhor, que Tu és o Messias, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo».
(...)
rezar a palavra
Senhor, eu creio que tu és a ressurreição e a vida. Creio que na minha morte me encontro com a vida que vem de ti. Creio que nada pode separar-me do teu amor que é vida eterna. Creio que ainda que esteja morto hei de viver porque para ti todos os seres vivem. Tu és Deus de vivos e não de mortos. Senhor, eu creio, mas aumenta a minha fé para que não me entristeça como os pagãos, mas permaneça na esperança de que o Pai está em mim, para me ressuscitar, no mesmo poder com que esteve na tua ressurreição.

compromisso
O meu olhar, hoje, não será um olhar de tristeza, mas de esperança.

terça-feira, 28 de julho de 2020

PLENÁRIO ALARGADO DO CONSELHO PAROQUIAL - Capela de São Martinho

Lembramos que é hoje, terça-feira, 28 de Julho, às 21h30.
O local do Plenário, ao contrário do que tinha sido publicado, não será no Centro Paroquial mas sim na CAPELA DE SÃO MARTINHO.

TERÇA-FEIRA DA SEMANA XVII DO TEMPO COMUM

Evangelho Mt 13, 36-43
Naquele tempo, Jesus deixou a multidão e foi para casa. Os discípulos aproximaram-se d’Ele e disseram-Lhe: «Explica-nos a parábola do joio no campo». Jesus respondeu: «Aquele que semeia a boa semente é o Filho do homem e o campo é o mundo. A boa semente são os filhos do reino, o joio são os filhos do Maligno e o inimigo que o semeou é o Diabo. A ceifa é o fim do mundo e os ceifeiros são os Anjos. Como o joio é apanhado e queimado no fogo, assim será no fim do mundo: o Filho do homem enviará os seus Anjos, que tirarão do seu reino todos os escandalosos e todos os que praticam a iniquidade, e hão de lançá-los na fornalha ardente; aí haverá choro e ranger de dentes. Então, os justos brilharão como o sol no reino do seu Pai. Quem tem ouvidos, oiça».
(...)
meditar a palavra
A parábola dirige-se a cada um de nós e às nossas comunidades. Somos os filhos do reino e em nós foi semeada a boa semente. Chamados a crescer e a dar fruto, sentimos que em nós e à nossa volta alguém semeia o joio. Esta semente do mal, da inveja, da discórdia, da desunião… é obra do maligno. Os filhos do reino não estão isentos deste perigo. Chamados a ser trigo, podemos permitir, num momento de fragilidade que o joio cresça mais e tenha mais força que o trigo. Compete-nos lutar, mas não nos pertence a última decisão. O dono do campo, aquele que semeou a boa semente, é o juiz.

rezar a palavra
“Os que praticam a iniquidade”. Senhor, a decisão é desfavorável a estes que praticam a iniquidade. A semente do maligno está bem definida, é a iniquidade. Com esta palavra me alertas, porque sendo filho do reino pelo batismo, posso tornar-me filho do maligno pela iniquidade. Faz-me ouvir a tua voz, senhor, para que brilhe como o sol no reino de teu Pai.

compromisso
Quero estar atento aos sinais do maligno na minha vida.

segunda-feira, 27 de julho de 2020

PLENÁRIO ALARGADO DO CONSELHO PAROQUIAL

Terça-feira, 28 de Julho, às 21h30, 
no Centro Paroquial.

VAI, VENDE, DÁ, VEM E SEGUE-ME!

Estas linhas leves e ledas
Com que Jesus se expõe em parábolas
São como asas
Que guardam o segredo mais inteiro de Jesus,
O seu tesouro mais profundo,
A pérola preciosa,
Preciosa e firme,
Porque leve e suave como uma almofada,
Onde Jesus pode reclinar tranquilamente a cabeça,
E tranquilamente conduzir,
Dormindo mansamente à popa,
A nossa barca no meio do mar encapelado
Desta pandemia.

Nos lábios de Jesus,
Chama-se «Pai» este lugar seguro e manso,
Doce e aprazível,
Que acolhe os pequeninos,
Os senta sobre os seus joelhos,
Lhes conta a sua história mais bela,
E lhes afaga o rosto com ternura.

Sim,
Como diz Santo Agostinho,
«O peso de Cristo é tão leve, que levanta,
Como o peso das asas para os passarinhos».

XVII DOMINGO DO TEMPO COMUM

1Rs 3,5.7-12
Sl 118(119)
Rm 8,28-30
Mt 13,44-46

Quem Vive na Sabedoria Sabe Onde Se Encontra O Seu Tesouro

O fio condutor que a liturgia deste domingo nos propõe para a nossa meditação é a sabedoria do coração. Na Primeira Leitura, Salomão, protótipo do rei ideal da Antiga Aliança, pede ao Senhor no seu coração a sabedoria: “Dá, pois, ao teu servo, um coração compreensivo, capaz de governar o teu povo e de discernir entre o bem e o mal”. Para Salomão, a sabedoria é o melhor presente que podemos receber de Deus. Por isso, não pede riqueza, nem muitos anos de vida, nem vitórias sobre os inimigos. Ele pede a Deus a sabedoria. Para Salomão, a sabedoria é o tesouro escondido e a pérola preciosa para a sua vida como rei.

Diante daquele pedido sensato e desinteressado do rei Salomão, Deus responde-lhe: “Vou satisfazer o teu pedido. Dou-te um coração sábio e inteligente, como nunca houve outro igual antes de ti nem haverá depois de ti”. Deus concede-lhe um coração dócil e sábio, que põe seu descanso na lei do Senhor, que ama seus mandamentos mais do que o ouro puríssimo e a prata, como reza o Salmo Responsorial: “Eu amo os vossos mandamentos, mais que o ouro, o ouro mais fino! Por isso, eu sigo todos os vossos preceitos e detesto todo o caminho da mentira” (Sl 118).

Todas estas atitudes encontram a sua plenitude, precisamente, no coração do povo simples (Cf. Mt 11,25) que sabe descobrir o valor do Reino dos céus e está disposto a vender tudo quanto tem para o comprar, como mostra o Evangelho deste domingo. Este mistério de Deus, condensado na imagem do campo e da pérola, e cujo conteúdo essencial é Cristo, chega ao seu cumprimento uma vez que reproduzimos em nós mesmos a sua imagem, como lemos na Segunda Leitura.

O mundo apresenta-nos muitos valores que nos fazem deslumbrar: dinheiro, fama, poder e assim por diante. E muitos destes valores vão mudando conforme as modas. Mas a vida necessita de uma razão que coordene todas as nossas atividades, que as impulsione e as ilumine. Em suma, a vida necessita de um tesouro, mas muitas vezes este tesouro está escondido. E nós não podemos ficar sem a razão de viver. Melhor dizendo: não podemos viver sem sentido.

Na verdade o cristão não é qualquer pessoa que foi batizada. O cristão é a pessoa que encontrou um verdadeiro tesouro, a pessoa que encontrou Jesus Cristo, o seu Divino Salvador, que nos ama até ao fim (Jo 13,1) e que nos acompanha em cada momento (Mt 28,20). Basta seguir ou viver de acordo com os seus ensinamentos para poder chegar a uma vida em plenitude.

A Eucaristia é também um tesouro escondido. Tanto que passa despercebida, inclusive para nós que frequentamos a missa com assiduidade. Escondida entre as coisas mais triviais: o pão e o vinho. Aqui se esconde todo o insondável amor de Deus por nós. Só teremos a experiência deste Amor, se começarmos a demonstrar amor aos irmãos, em especial, aos mais débeis.

E nós já descobrimos esse tesouro? Desde que descobrimos a Cristo, o que mudou na nossa vida, no nosso modo de pensar e de falar, e no nosso relacionamento com os outros e com as coisas? Que renúncias nós temos que fazer ainda? “Onde está o teu tesouro, aí está também o teu coração” (Mt 6,21). Será que por algum bem material, ou por alguma posição social abandonamos Jesus Cristo, o nosso tesouro incalculável? Muitos são os esforços que fazemos para encontrar o que nos falta: trabalho, dinheiro, prazer, cultura e assim por diante. Hoje, podíamos perguntar se existe o mesmo esforço para encontrar a Verdade no sentido de uma verdadeira visão da vida. Sem dúvida que esta é uma das crises mais profundas da nossa cultura: tem-se de tudo, mas carece-se do essencial: uma visão geral do homem no cosmos que lhe permita situar-se como homem.

Pe. Carlos Correia

domingo, 26 de julho de 2020

PAPA ASSINALA DIA DOS AVÓS

O Papa assinalou hoje o Dia dos Avós, na memória litúrgica de São Joaquim e Santa Ana, avós de Jesus, pedindo atenção especial aos mais velhos, particularmente atingidos pela pandemia.

“Gostaria de convidar os jovens a fazer um gesto de ternura com os idosos, sobretudo os mais sós, nas casas e lares, os que há tantos tempos não vêm os seus entes queridos”, disse, desde a janela do apartamento pontifício, no Vaticano, após a recitação da oração do ângelus.

“Caros jovens, cada um destes idosos é vosso avô, não os deixem sós. Usai a fantasia do amor- telefonemas, videochamadas, mensagens-, escutai-os e, onde for possível – no respeito pelas normas sanitárias –, visitai-os. Enviai-lhes um abraço, eles são as vossas raízes”, acrescentou.

Francisco sublinhou que uma árvore separada das raízes “não cresce, não floresce, não dá frutos”.

O Papa citou depois uma frase do escritor argentino Francisco Luis Bernárdez: “Tudo o que a árvore tem de florido, vem-lhe do que está enterrado”.

Após a intervenção, o pontífice convidou todos os que o acompanhavam, na Praça de São Pedro, a dedicar um aplauso aos avós.

Na sua reflexão dominical, Francisco falou de Jesus como o “tesouro” pelo qual vale a pena “arriscar tudo”, porque oferece “a alegria de descobrir um sentido para a vida”.

O Papa explicou que, na passagem do Evangelho lida hoje nas igrejas de todo o mundo, o Reino do Céu é comparado a duas realidades “preciosas” diferentes, um tesouro escondido no campo e uma pérola de grande valor.

“A reação de quem encontra a pérola ou o tesouro é praticamente a mesma: o homem e o comerciante vendem tudo para comprar o que mais interessa agora”, observou, “abandonando assim a segurança material”.

“É uma questão de abandonar o fardo pesado dos nossos valores mundanos que nos impedem de procurar e construir o Reino: o desejo de possuir, a sede de ganho e poder, o pensar apenas em nós mesmos”, disse ainda.

Francisco destacou que aqueles que encontraram este tesouro têm “um coração criativo e buscador, que não se repete, mas inventa”, indo ao encontro dos outros.

“Que a Virgem Santa nos ajude a buscar o tesouro do Reino dos Céus todos os dias, para que nas nossas palavras e gestos se manifeste o amor que Deus nos deu por Jesus”, concluiu.

S. JOAQUIM e S. ANA, pais de Nossa Senhora

DIA DOS AVÓS

“Os avós são mestres de uma arte esplêndida e rara: a arte de ser. Os avós sabem tornar um mero encontro quotidiano numa apetitosa celebração. Sabem olhar e olhar-nos sem pressas, vendo-nos esperançosamente mais adiante. Sabem dar valor às coisas de nada. Nunca consideram que quando se entretêm connosco estão a perder tempo, muito pelo contrário. Sabem que o amor dá-se bem com essa gratuita codivisão. Os avós são docemente silenciosos, mesmo se muito tagarelas. Os avós parecem distraídos, e isso é bom. Os avós caminham a nosso lado sem pressa. Têm tanto de distante como de próximo no arco do tempo. Têm uma sabedoria que se expressa por histórias calorosas e não por conceitos. Têm uma memória que nos parece inesgotável, cheia de aventuras, de bagatelas e de detalhes para divertir. Têm armários carregados de objetos (alguns incompreensíveis) que nos põem a sonhar. Apresentam-nos a gostos e a sabores que passamos a identificar com eles. Os avós já foram muitas vezes aos lugares onde nos levam pela primeira vez.

Chamam a atenção para coisas incalculáveis, como a forma de uma nuvem ou a cor diferente que ganham as folhas. Ensinam-nos com serenidade, colocando-se a nosso lado. Nunca acham despropositada a fantasia, nem os medos, nem o mimo. Têm o sentido das pequenas coisas e colos onde cabem as grandes. Eles não separam, como o resto das pessoas, aquilo que é útil do que é inútil. Fazem-nos sentir que é assim, que já passaram por isso e que existe uma solução que nos vão revelar, só a nós, como um grande segredo. Amparam os nossos desequilíbrios com o corrimão invisível e seguro do seu afeto, disponíveis degrau a degrau. Adivinham o que não dizemos sem se confundirem com a nossa confusão. Quando não estão connosco, pensam em nós, repetem aos amigos as frases que dissemos, disputam-nos, orgulham-se de coisas parvas, como o modo como sorrimos ou respiramos. Penso que se sentimos tão intensamente que os devemos salvar é porque percebemos, desde muito cedo, que somos salvos por eles”.

D. Tolentino de Mendonça 

sábado, 25 de julho de 2020

DIA DOS AVÓS


A Igreja Católica vai promover celebrações e iniciativas culturais para assinalar o Dia dos Avós, na festa litúrgica de São Joaquim e de Santa Ana, os avós de Jesus, este domingo, destacando a importância de respeitar os mais velhos.

“Uma sociedade que não protege, não cuida, não admira os mais velhos, está condenada ao fracasso”, afirma a Comissão Episcopal do Laicado e da Família, da Conferência Episcopal Portuguesa, na mensagem para o Dia dos Avós 2020.

Os bispos católicos salientam que o Dia dos Avós “é uma oportunidade para dar graças, abraçar e celebrar a presença dos avós no passado e no presente, ir às próprias raízes e descobrir neles a ternura e o amor de Deus”.


A Comissão Episcopal do Laicado e Família (CELF) convida a sociedade a celebrar o “tesouro” que os avós representam, em particular perante a atual pandemia.

“Neste tempo que vivemos, precisamos de o dizer de forma clara, de o defender de forma assertiva. E os tesouros são protegidos, tocados com cuidado e admiração. Uma sociedade que não protege, não cuida, não admira os mais velhos, está condenada ao fracasso”, refere o organismo episcopal.

A CELF destaca a importância do “testemunho concreto e real de outros tempos, tantas vezes marcados por dificuldades, lutas e carências”.

“Talvez sintamos a vontade de correr para os braços de um avô velhinho, de uma avó sozinha. Ou de rezar por quem já partiu. Ou de contar a um filho, a uma neta, a história dos avós, dos bisavós, de todos os que nos deram a vida”, acrescenta a mensagem.

Na Diocese da Guarda, a festa litúrgica de São Joaquim e de Santa Ana, pais de Nossa Senhora e avós de Jesus, vai ser celebrada em Seia, numa iniciativa do Departamento Diocesano da Pastoral da Família, a partir das 10h30, na igreja de Nossa Senhora do Rosário.

Para além da Eucaristia, com a participação do Grupo Coral Nossa Senhora da Assunção de Seia, vai ser divulgada a mensagem de D. Manuel Felício para o Dia dos Avós, onde assinala que os avós “são chamados a desempenhar “no crescimento e na educação dos netos”.

“Educar bem uma criança, um adolescente ou um jovem não pode consistir apenas em lhes apresentar códigos de conduta, implica compreender e assimilar valores essenciais em ordem a uma vida equilibrada e com projeto”, observa.

O Santuário de Fátima convida todos os avós a “consagrarem-se a Nossa Senhora”, este domingo, no final da Missa das 11h00, no Recinto de Oração na Cova da Iria.

A Irmandade dos Clérigos, na Diocese do Porto, desafia avós e netos a descobrirem a sua torre e museu numa visita onde as duas gerações “podem experienciar e partilhar conhecimentos”, às 10h30 e às 17h00, deste domingo.

Em Santarém, o Museu Diocesano “associa-se às comemorações do Dia dos Avós – Dia de São Joaquim e Santa Ana”e aos 100 anos do nascimento de Amália Rodrigues com “um belo final de tarde com fados”

A iniciativa ‘Fado no Pátio’ conta com “os amigos fadistas: Natália Ferreira e José Neves, acompanhados na guitarra portuguesa e na viola, por Diogo Ferreira e Rui Girão, respetivamente”, entre as 16h30 e as 18h30, deste domingo, com lotação limitada, “para garantia da segurança entre todos os participantes” e os lugares podem ser reservados (telefone 243304065 ou email geral@museudiocesanodesantarem.pt).

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

DOMINGO XVII DO TEMPO COMUM- Ano

SALMO RESPONSORIAL Sal. 118 (119), 57.72.76-77.127-128.129-130 (R . 97a )
Refrão: Quanto amo, Senhor, a vossa lei!

Senhor, eu disse: A minha herança
é cumprir as vossas palavras.
Para mim vale mais a lei da vossa boca
do que milhões em ouro e prata.

Console-me a vossa bondade,
segundo a promessa feita ao vosso servo.
Desçam sobre mim as vossas misericórdias e viverei,
porque a vossa lei faz as minhas delícias.

Por isso, eu amo os vossos mandamentos,
mais que o ouro, o ouro mais fino.
Por isso, eu sigo todos os vossos preceitos
e detesto todo o caminho da mentira.

São admiráveis as vossas ordens,
por isso, a minha alma as observa.
A manifestação das vossas palavras ilumina
e dá inteligência aos simples.

MISSA EM OVAR PELAS VÍTIMAS DA PANDEMIA

O bispo do Porto, D. Manuel Linda, vai presidir este sábado, pelas 19h00, a uma Missa de sufrágio pelas vítimas da Covid-19, em Ovar.

A celebração vai decorrer na igreja de São Cristóvão e conta com a presença do presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa.

O município de Ovar esteve sujeito a cerco sanitário de 18 de março a 17 de abril devido à disseminação comunitária da doença.

quinta-feira, 23 de julho de 2020

QUINTA-FEIRA da semana XVI

EVANGELHO Jo 15, 1-8
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Eu sou a verdadeira vide e meu Pai é o agricultor. Ele corta todo o ramo que está em Mim e não dá fruto e limpa todo aquele que dá fruto, para que dê ainda mais fruto. Vós já estais limpos, por causa da palavra que vos anunciei. Permanecei em Mim e Eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em Mim. Eu sou a videira, vós sois os ramos. Se alguém permanece em Mim e Eu nele, esse dá muito fruto, porque sem Mim nada podeis fazer. Se alguém não permanece em Mim, será lançado fora, como o ramo, e secará. Esses ramos, apanham-nos, lançam-nos ao fogo e eles ardem. Se permanecerdes em Mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes e ser-vos-á concedido. A glória de meu Pai é que deis muito fruto. Então vos tornareis meus discípulos».
(...)
rezar a palavra
“Então, vos tornareis meus discípulos”. Quero ser unidade contigo, Senhor, para receber de ti a verdadeira vida. Sinto que é frágil a minha existência e débil a minha opção por ti. Sei que os perigos são muitos e insistem em fazer valer o seu poder sobre mim. Sei também que sem ti nada posso fazer. Faz-me permanecer, Senhor, na união contigo e com o Pai para ser de verdade teu discípulo.

compromisso
Vou identificar em mim o que não me deixa receber a vida da videira que é Cristo e vou pedir ao Pai que corte o que é necessário para permanecer na sua palavra.

quarta-feira, 22 de julho de 2020

FALECEU: D. MIMOSA DA CONCEIÇÃO MARTINS

Faleceu a nossa querida D. Mimosinha, com o era conhecida por todos nós. 
Era uma doce e meiga senhora que muito colaborou na nossa paróquia, está agora junto de Nossa Senhora, de Jesus Cristo, e no AMOR e na PAZ de Deus.
A nossa oração e sentimentos de profundo pesar a toda a sua família

terça-feira, 21 de julho de 2020

TERÇA-FEIRA da semana XVI

EVANGELHO Mt 12, 46-50
«Apontando para os discípulos, disse:
Estes são a minha mãe e os meus irmãos»

Jesus constitui com os seus discípulos uma verdadeira família espiritual, que tem por origem o Pai celeste. Mais importantes do que os laços do sangue são os laços do espírito, sobretudo aqueles que a palavra de Deus faz nascer. Jesus não nega, nem despreza, o amor da sua família; mas ensina que a maior união com Ele está na atenção que soubermos dar à sua palavra. A sua Mãe, antes de O conceber no corpo, já O tinha acolhido no seu espírito, pelo acolhimento que dava à palavra de Deus.

PAPA EXORTA QUE O AMOR DE DEUS INCENTIVE O AMOR ENTRE PAIS E FILHOS

“Quando o amor pelos pais e filhos é animado e purificado pelo amor do Senhor, então se torna totalmente fecundo e produz frutos de bem na própria família e para além dela”.

segunda-feira, 20 de julho de 2020

SE OUVIRES A VOZ DO VENTO

Se ouvires a voz do vento,
chamando sem cessar,
se ouvires a voz do tempo,
mandando esperar:

A decisão é tua, a decisão é tua.
São muitos os convidados,
são muitos os convidados.
Quase ninguém tem tempo.
Quase ninguém tem tempo.

Se ouvires a voz de Deus
chamando sem cessar,
se ouvires a voz do mundo
querendo-te enganar:

O trigo já se perdeu,
cresceu ninguém colheu.
O mundo passando fome,
passando fome de Deus.

Música: Padre Zezinho
Letra: P. Zezinho

domingo, 19 de julho de 2020

GUARDA NO CÉU O TEU CORAÇÃO

No dia em que os passarinhos,
Que não semeiam nem ceifam,
Vieram cantar à Catedral,
Rodopiando,
Felizes e contentes,
Lá bem no alto,
Junto aos coloridos tetos de Nasoni,
Indiferentes ao outro canto do coral,
Ou talvez com ele condizentes,
Vi bem que era Deus que os recebia em sua casa,
Coisa que, pelo que vi,
Também eles bem sabiam.

Era por isso que expressavam a sua alegria.
Na verdade, reza o Salmo:
«Na Tua casa,
Ó Deus
Até o passarinho encontrou abrigo,
E a andorinha um ninho para os seus filhos».

Felizes então, Senhor,
Os que moram na Tua casa,
E se sentam à Tua mesa,
E se deliciam com a Tua Palavra,
Saborosa e mansa,
Como a chuva mansa
Que rega o chão e faz germinar o pão,
Que rega o coração e faz germinar a conversão.

Como no dia
Em que os passarinhos vieram cantar à Catedral,
E receber da Tua mão
Uma migalhinha de pão.

D. António Couto

CABO DELGADO-MOÇAMBIQUE

Gritos de angustia e desespero desesperados dos cristãos em Pemba, que o mundo teima em não escutar.

sábado, 18 de julho de 2020

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

DOMINGO XVI DO TEMPO COMUM- Ano A

SALMO RESPONSORIAL Salmo 85 (86), 5-6.9-10.15-16a (R. 5a)
Refrão: Senhor, sois um Deus clemente. 
Sois um Deus clemente e compassivo. 

Vós, Senhor, sois bom e indulgente,
cheio de misericórdia para com todos
os que Vos invocam.
Ouvi, Senhor, a minha oração,
atendei a voz da minha súplica. 

Todos os povos que criastes 
virão adorar-Vos, Senhor,
e glorificar o vosso nome,
porque Vós sois grande e operais maravilhas,
Vós sois o único Deus.

Senhor, sois um Deus bondoso e compassivo,
paciente e cheio de misericórdia e fidelidade.
Voltai para mim os vossos olhos
e tende piedade de mim.

sexta-feira, 17 de julho de 2020

CONVITE A SER CATEQUISTA

Tu podes!
Vem caminhar connosco ao encontro de Deus e ajudando outros a caminhar também ao seu encontro.
Aceita esta missão de ser catequista na nossa paróquia e contacta o telm: 916 993 942, e diz que SIM a JESUS!

quinta-feira, 16 de julho de 2020

LIVRO SOBRE O MONTE DA VIRGEM

A CONFRARIA DO MONTE DA VIRGEM IMACULADA, mandou imprimir uma nova edição do livro: “O MONTE DA VIRGEM (As minhas recordações)” em que o Pe. Luís descreve na primeira pessoa os primeiros e decisivos passos que, com ele, alguns homens encetaram para dar corpo àquele que haveria de ser uns dos santuários marianos da diocese do Porto dedicado a Maria Imaculada.
Esta iniciativa, embora modestamente, pretende ter presente a figura do Venerável D. António Barroso, bispo do Porto de 1899 a 1918, cujo centenário da morte ocorrerá em 31 de agosto, e que foi um grande incentivador do Monte da Virgem.

DECRETO EPISCOPAL: SANTUÁRIO DIOCESANO DO MONTE DA VIRGEM IMACULADA

FAÇO SABER QUE:

  1. O Santuário do Monte da Virgem Imaculada, situado na paróquia de Oliveira do Douro, concelho de Vila Nova de Gaia, desta Diocese do Porto, nascido da devoção e do impulso do Rev.mo Senhor Pe. Luís Gomes da Rocha e de muitos outros fiéis, a partir de 8 de dezembro de 1904, constitui um local de devoção e peregrinação de toda a zona envolvente, bem como da cidade e da Diocese do Porto, consagradas à proteção da Virgem Maria, Senhora da Vandoma e Senhora da Assunção;
  2. Este Santuário surgiu do apoio e patrocínio dos Bispos do Porto. Entre outros, são de assinalar os seguintes momentos: a primeira peregrinação, a 25 de junho de 1905, presidida pelo Venerável Senhor D. António Barroso; a bênção da igreja, consagrada à Imaculada Conceição, a 17 de junho de 1906; a inauguração do Monumento à Imaculada Conceição, pelo Senhor D. António Augusto de Castro Meireles, a 22 de agosto de 1937. Além disso, inúmeras peregrinações diocesanas foram presididas pelos Prelados desta Diocese.
  3. Tendo a vontade de, na linha dos meus predecessores, valorizar este Santuário, de modo que seja cada vez mais um lugar de peregrinação e de irradiação da devoção mariana nesta Diocese do Porto;

HEI POR BEM:

  1. Confirmar o Santuário do Monte da Virgem Imaculada e todo o espaço envolvente como Santuário Diocesano do Monte da Virgem Imaculada, de acordo com os cânones 1230 e 1232, confiado à responsabilidade de um Reitor (cfr. cânones 556-563), o qual representa o Bispo do Porto, a quem compete a sua alta direção, a teor do cân. 315;
  2. Determinar que o Reitor do Santuário exerce as funções de Capelão da Confraria do Monte da Virgem Imaculada, a teor do cân. 317 § 1 e do cân. 570;
  3. Conceder ao Reitor do Santuário a faculdade de administrar o sacramento do Batismo (cân. 530 1º) e a faculdade geral de assistir à celebração do Matrimónio (cân. 530 4º; cân. 1111);
  4. Determinar que os assentos prescritos e relativos aos sacramentos do Batismo (cânones 875-878) e do Matrimónio (cân. 1121) celebrados no Santuário sejam lavrados em livros de registo próprios, a guardar em arquivo do Santuário;
  5. Determinar que se proceda, sob orientação do Reitor, à atualização dos Estatutos da Confraria do Monte da Virgem Imaculada, sujeita à aprovação do Bispo do Porto (cân. 314), de modo a enquadrar esta realidade jurídico-pastoral, a teor do cân. 1232 § 2;
  6. Comunique-se o presente decreto à Confraria do Monte da Virgem Imaculada e ao Pároco de Oliveira do Douro e publique-se no Boletim Oficial da Diocese do Porto «Igreja Portucalense».
Porto e Paço Episcopal, 7 de julho de 2020.

CAPELA DO MONTE DA VIRGEM ELEVADA A SANTUÁRIO DIOCESANO

Porto, 15 jul 2020 (Ecclesia) – O bispo do Porto publicou hoje o decreto de elevação da Capela do Monte da Virgem (Gaia) e espaços anexos a Santuário Diocesano.

O documento destaca “a vontade de valorizar este Santuário, de modo que seja cada vez mais um lugar de peregrinação e de irradiação da devoção mariana nesta Diocese do Porto”.

Nesse sentido, D. Manuel Linda vem “confirmar o Santuário do Monte da Virgem Imaculada e todo o espaço envolvente como Santuário Diocesano do Monte da Virgem Imaculada”.

O decreto apresenta o Santuário situado na paróquia de Oliveira do Douro, concelho de Vila Nova de Gaia, Diocese do Porto, “nascido da devoção e do impulso do Rev.mo Senhor Pe. Luís Gomes da Rocha e de muitos outros fiéis, a partir de 8 de dezembro de 1904”, como “um local de devoção e peregrinação de toda a zona envolvente, bem como da cidade e da Diocese do Porto, consagradas à proteção da Virgem Maria, Senhora da Vandoma e Senhora da Assunção”.

“Este Santuário surgiu do apoio e patrocínio dos Bispos do Porto. Entre outros, são de assinalar os seguintes momentos: a primeira peregrinação, a 25 de junho de 1905, presidida pelo Venerável Senhor D. António Barroso; a bênção da igreja, consagrada à Imaculada Conceição, a 17 de junho de 1906; a inauguração do Monumento à Imaculada Conceição, pelo Senhor D. António Augusto de Castro Meireles, a 22 de agosto de 1937. Além disso, inúmeras peregrinações diocesanas foram presididas pelos Prelados desta Diocese”, acrescenta D. Manuel Linda.

O decreto publicado hoje faz referência ao padre Luís Rocha (1872-1957), figura ligada a Oliveira do Douro, a quem se deve o topónimo Monte da Virgem, que veio a substituir o de ‘Monte Grande’ ou ‘Monte Maior’, bem como a fundação de um espaço de culto mariano.

A confraria local, tutelada pela Diocese do Porto, é a entidade proprietária do espaço, localizado na margem esquerda do rio Douro.

“Eu, D. António José de Sousa Barroso, Bispo do Porto, coloquei esta pedra do monumento e santuário da Bem-aventurada e Imaculada Virgem Maria, erigida neste Monte Grande, hoje chamado Monte da Virgem, que vão ser edificados com esmolas dos fiéis, em memória da definição dogmática”, refere o documento que assinala o lançamento da primeira pedra.

AMIGOS QUE ENCONTRAMOS


E soube bem encontrar o amigo Valter Silva, ao abrir o Boletim Salesiano de Julho/Agosto.
A mensagem que escreveu sobre "Relação e Encontro", é para todos e por isso partilhamos.💗
Quem não conhece o BS pode ver e ler no seguinte endereço

terça-feira, 14 de julho de 2020

ENCERRAMENTO DA CATEQUESE - Nota Final

Dia 13 de março de 2020: uma nota histórica da Conferência Episopal Portuguesa gelou-nos o coração. A catequese presencial foi suspensa por causa de uma doença que mudou toda a nossa vida. As salas do Centro Paroquial forraram-se daquele silêncio sinónimo de ausência de vida; o Centro Paroquial fechou; em nós cessou a música que poderíamos ter no coração.

Apenas ficou no Centro Paroquial o presépio que habitualmente é guardado, mas que este ano decidimos manter exposto. A última reunião presencial do secretariado, em fevereiro, foi, literalmente, uma festa. A última reunião geral de catequistas, no dia 6 de março, terminou com uma dinâmica de fortalecimento de laços. Nem imaginávamos o quanto precisaríamos destes laços.

Nos dias seguintes ficaram apenas interrogações: e agora? Acabou? Como reinventar um processo de catequese necessariamente presencial? Como viver a Quaresma assim? E a Páscoa? Como substituir a conversa semanal, olhos nos olhos, com os catequizandos? Não há caminhada dos catequistas, nem reuniões? Não há celebrações comunitárias?

Após as dúvidas (mesmo com elas), ficou a certeza natural da fé: temos de continuar. Os catequistas continuaram a partilhar fé e esperança através do Grupo no Whatsapp e das plataformas digitais. Recebemos sempre, e agradecemos, as mensagens de fé e de esperança do Secretariado Diocesano de Educação Cristã do Porto e os vídeos do SNEC.

Em unidade com a Igreja, o secretariado paroquial de catequese, no dia 16 de março, incentivou os coordenadores dos anos a encontrarem novas formas de relação nestes tempos difíceis. E começamos a tentar levar Deus aos catequizandos e às famílias a partir das nossas casas, mesmo sabendo que não chegamos a todos e que um abraço virtual nunca será aquele abraço do Pai ao filho pródigo que um dia decidiu regressar a casa.

Da infância à adolescência, o trabalho foi visível e está disponível na página da paróquia. Esta forma de trabalho manter-se-á até nova (e muito desejada) nota da Conferência Episcopal Portuguesa que autorize a retoma da catequese presencial. Afinal, a paróquia é apenas uma célula de um corpo maior, a Igreja, ao qual está ligada. Em setembro, como sempre fazemos, todos os catequizandos avançarão no seu caminho de iniciação cristã. O lema do ano pastoral 2020/2021 proposto pela diocese do Porto é belíssimo: “Como os ramos na videira: todos família, todos irmãos”.

Um obrigado sincero aos catequistas, aos heróis dos 6 aos 17 anos, aos pais, aos grupos pastorais com os quais trabalhamos, ao Sr. Padre. À comunidade agradecemos e pedimos a vossa oração. Das poucas certezas que temos como humanos, ficou uma confirmada este ano: com Deus somos inabaláveis. Deve ser por isso que o sol que se põe num tempo e lugar não é o fim de nada; é sempre o sol que nasce num outro tempo e lugar.

Secretariado da Catequese de VP

ENCERRAMENTO DA CATEQUESE - 04 de julho de 2020

Depois da avaliação, os catequistas participaram na Eucaristia das 19h00, no encerramento simbólico do ano catequético 2019/2020, cujo lema foi “Como os ramos na videira: todos filhos de Deus”.

No coração, agradeçamos juntos o trabalho feito pelos nossos catequistas, os catequizandos que são uma graça de Deus sem o saberem e as famílias que decidem oferecer aos seus filhos o melhor dos dons, o único que permite enfrentar as durezas da vida e que a formação académica não pode oferecer: a fé. Com fé, essa semente de mostarda que se crescer fica uma árvore frondosa onde os pássaros fazem a sua morada (os pássaros somos nós e as árvores também=como cristãos somos morada uns dos outros), agradeçamos o ano a Jesus Cristo, a fonte do Amor Maior.

CATEQUESE DA NOSSA PARÓQUIA EM TEMPO DE AVALIAÇÃO

No passado dia 4 de julho, os catequistas da nossa paróquia, saudosos uns dos outros, reuniram-se na capela de São Martinho, para avaliação e encerramento do ano de catequese, marcado pela pandemia da Covid 19, que obrigou a partir de março a dinâmicas completamente diferentes do que estava pensado e programado.

A todos foi pedido um esforço extra para levar o ano catequético por diante, que apesar de todas as dificuldades, revelou criatividade e empenho em trabalhos que apresentamos nas nossas plataformas digitais.

Foi uma experiência única, extremamente desafiante para manter os encontros semanais de catequese em novas tecnologias, mas só assim foi possível estar à "volta da mesa" para falar de Deus e com Deus, escutar a sua Palavra, medita-la e reza-la, alimentando a fé, pois esta não sobrevive sem a oração, o encontro e a comunidade.

Precisamos uns dos outros para, nas mais diversas formas, procurar manter acesa a chama da fé, do amor a Deus e ao próximo, porque é para esse fim que a catequese existe.

Agradecemos aos catequistas, catequizandos e pais a disponibilidade e ajuda que nos deram para levar por diante esta tarefa, e que Deus a todos cubra das suas bênçãos.

Para todos, na companhia de Jesus e de Nossa Senhora, BOAS FÉRIAS!

segunda-feira, 13 de julho de 2020

A MISSÃO DE UM CAPELÃO

O comovente testemunho do Rev. Padre Paulo Teixeira, Capelão no Hospital de São João, para ver em 

TEMPO DE LOUVAR A DEUS

E agradecer neste dia, 13 de Julho, o Dom do Sacerdócio, recordando D. António Augusto Azevedo, bispo de Vilar Real, na celebração do seu trigésimo quarto aniversário de Ordenação Sacerdotal.
O padre, Paulo Teixeira, na celebração do vigésimo terceiro aniversário da sua Ordenação.
O padre Zé Manel, na celebração do seu trigésimo quarto aniversário de Ordenação Sacerdotal.
O padre João Pedro Serra Bizarro que celebrou no passado dia 6 de Julho, 17 anos de Ordenação, sendo a sua primeira missa celebrada em São Caetano, a 13 de Julho. 
Parabéns a todos, e que Deus os encha de bênçãos para que a missão escolhida seja vivida em caminhos de muita fé, caridade e esperança, e dê frutos em abundância.

FÁTIMA: «PRECISAMOS UNS DOS OUTROS»

Fátima, 13 jul 2020 (Ecclesia) – D. Vitorino Soares, bispo auxiliar do Porto, disse hoje em Fátima que a pandemia recordou à humanidade que todos precisam dos outros, sublinhando a mensagem de “triunfo” do Bem deixada na Cova da Iria, em 1917.

“Ainda debaixo da nuvem da pandemia, que nos escondeu e nos trouxe incerteza e preocupação, e ainda continua a esconder, a mensagem de Fátima recorda-nos o desafio que a história e a humanidade tanto esquecem: precisamos uns dos outros. Precisamos uns dos outros”, referiu o presidente da peregrinação internacional aniversária do 13 de julho.

Na homilia da Missa a que presidiu no altar do Recinto de Oração, D. Vitorino Soares destacou os pedidos de Nossa Senhora de Fátima na terceira aparição, em julho de 1917.

“Queremos sacrificar-nos uns pelos outros? Queremos ser oferenda e oferta, uns pelos outros? Não se trata de sacrifícios de vítimas, ou bodes expiatórios, mas irmãos que por amor se oferecem uns aos outros, nos gestos pequenos do dia a dia”, explicou.

O bispo auxiliar falou da promessa deixada em Fátima da vitória definitiva do “coração da Paz, do Bem, da Bondade”.

Hoje também o quereis dizer a cada um de nós: ‘O meu Imaculado Coração triunfará, o meu Imaculado Coração triunfará!’. No meio desta pandemia, no meio das nossas incertezas; no meio dos nossos sofrimentos;  no meio das nossas dificuldades laborais e económicas; no meio das nossas inseguranças e medos. Tu, Senhora de Fátima, continuas a dizer-nos: ‘O meu Imaculado Coração triunfará’”.

O presidente da celebração recordou todos os que acompanharam a celebração à distância, desde as suas casas e também fora do país.

“Maria queremos que nos encandeies a todos, para que nos nossos corações medrosos, inseguros, tristes, continuemos a ver Deus em cada um de nós e nos outros”, rezou.

A celebração das aparições do 13 de julho de 1917 tem por base a narrativa contada por Lúcia, recorda o Santuário de Fátima, que elenca quatro elementos principais: “O pedido de Nossa Senhora de voltarem, no dia 13 seguinte; a insistência na oração do terço, para o abrandamento da guerra; os pedidos da Lúcia para a cura de algumas pessoas próximas; e a promessa de Nossa Senhora de fazer um milagre, em outubro, para que todos acreditassem”.

Esta é segunda peregrinação do ano a ser celebrada com o recinto aberto à participação da assembleia, depois do período de confinamento imposto pela pandemia, seguindo um formato mais breve.

Durante a celebração, os participantes rezaram “pelas pessoas dependentes de cuidados e pelos seus cuidadores”, e também por todos os que “sofrem, no corpo ou no espírito, as consequências dramáticas da pandemia”, para que o Senhor “os conforte, anime e inunde de paz”.