quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

CONVITE AOS JOVENS


LUZ TERNA E SUAVE

Que importa se é tão longe, para mim, 
A praia onde tenho de chegar,
Se sobre mim levar, constantemente, 
Poisada a clara luz do teu olhar?

Luz terna, suave, no meio da noite, 
leva-me mais longe…
Não tenho aqui morada permanente: 
Leva-me mais longe…

Nem sempre Te pedi como hoje peço 
Para seres a luz que me ilumina;
Mas sei que ao fim terei abrigo e acesso 
Na plenitude da tua luz divina.

Esquece os meus passos mal andados, 
Meu desamor perdoa e meu pecado.
Eu sei que vai raiar a madrugada 
E não me deixarás abandonado.

Se Tu me dás a mão, não terei medo, 
Meus passos serão firmes no andar.
Luz terna, suave, leva-me mais longe: 
Basta-me um passo para a Ti chegar.

____________________________________________________________________
Muito obrigado ao coro da 8h, e alguns elementos de outros coros, a D. António Augusto e ao Pe. Zé Manel pela presença e homenagem à D. Margarida.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

FALECEU: D. Maria Margarida Tavares Ferreira

A D. Margarida durante muitos anos esteve ao serviço da paróquia, nomeadamente na casa e centro e paroquial, e ali nos recebia a todos com amizade e simpatia.

O seu funeral realiza-se amanhã, ás 11h00, na Capela de S. Caetano.

Aqui deixamos a nossa singela homenagem e apresentamos sentidas condolências a toda a sua família.

ENSAIO DE COROS

28 de Fevereiro, 21h30, 
Capela de S. Martinho

CONVITE 
à presença dos elementos de todos os COROS da paróquia 
e de quem saiba e deseje cantar, 
na Eucaristia Solene das Bodas de Ouro do Pe. Jerónimo, 
no dia 1 de Março, às 21h30.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2019 - «A criação encontra-se em expetativa ansiosa, aguardando a revelação dos filhos de Deus» (Rm 8, 19)

 
Queridos irmãos e irmãs!

Todos os anos, por meio da Mãe Igreja, Deus «concede aos seus fiéis a graça de se prepararem, na alegria do coração purificado, para celebrar as festas pascais, a fim de que (…), participando nos mistérios da renovação cristã, alcancem a plenitude da filiação divina» (Prefácio I da Quaresma). Assim, de Páscoa em Páscoa, podemos caminhar para a realização da salvação que já recebemos, graças ao mistério pascal de Cristo: «De facto, foi na esperança que fomos salvos» (Rm 8, 24). Este mistério de salvação, já operante em nós durante a vida terrena, é um processo dinâmico que abrange também a história e toda a criação. São Paulo chega a dizer: «Até a criação se encontra em expetativa ansiosa, aguardando a revelação dos filhos de Deus» (Rm 8, 19). Nesta perspetiva, gostaria de oferecer algumas propostas de reflexão, que acompanhem o nosso caminho de conversão na próxima Quaresma.

1. A redenção da criação

A celebração do Tríduo Pascal da paixão, morte e ressurreição de Cristo, ponto culminante do Ano Litúrgico, sempre nos chama a viver um itinerário de preparação, cientes de que tornar-nos semelhantes a Cristo (cf. Rm 8, 29) é um dom inestimável da misericórdia de Deus.

Se o homem vive como filho de Deus, se vive como pessoa redimida, que se deixa guiar pelo Espírito Santo (cf. Rm 8, 14), e sabe reconhecer e praticar a lei de Deus, a começar pela lei gravada no seu coração e na natureza, beneficia também a criação, cooperando para a sua redenção. Por isso, a criação – diz São Paulo – deseja de modo intensíssimo que se manifestem os filhos de Deus, isto é, que a vida daqueles que gozam da graça do mistério pascal de Jesus se cubra plenamente dos seus frutos, destinados a alcançar o seu completo amadurecimento na redenção do próprio corpo humano. Quando a caridade de Cristo transfigura a vida dos santos – espírito, alma e corpo –, estes rendem louvor a Deus e, com a oração, a contemplação e a arte, envolvem nisto também as criaturas, como demonstra admiravelmente o «Cântico do irmão sol», de São Francisco de Assis (cf. Encíclica Laudato si’, 87). Neste mundo, porém, a harmonia gerada pela redenção continua ainda – e sempre estará – ameaçada pela força negativa do pecado e da morte.

2. A força destruidora do pecado

Com efeito, quando não vivemos como filhos de Deus, muitas vezes adotamos comportamentos destruidores do próximo e das outras criaturas – mas também de nós próprios –, considerando, de forma mais ou menos consciente, que podemos usá-los como bem nos apraz. Então sobrepõe-se a intemperança, levando a um estilo de vida que viola os limites que a nossa condição humana e a natureza nos pedem para respeitar, seguindo aqueles desejos incontrolados que, no livro da Sabedoria, se atribuem aos ímpios, ou seja, a quantos não têm Deus como ponto de referência das suas ações, nem uma esperança para o futuro (cf. 2, 1-11). Se não estivermos voltados continuamente para a Páscoa, para o horizonte da Ressurreição, é claro que acaba por se impor a lógica do tudo e imediatamente, do possuir cada vez mais.

Como sabemos, a causa de todo o mal é o pecado, que, desde a sua aparição no meio dos homens, interrompeu a comunhão com Deus, com os outros e com a criação, à qual nos encontramos ligados antes de mais nada através do nosso corpo. Rompendo-se a comunhão com Deus, acabou por falir também a relação harmoniosa dos seres humanos com o meio ambiente, onde estão chamados a viver, a ponto de o jardim se transformar num deserto (cf. Gn 3, 17-18). Trata-se daquele pecado que leva o homem a considerar-se como deus da criação, a sentir-se o seu senhor absoluto e a usá-la, não para o fim querido pelo Criador, mas para interesse próprio em detrimento das criaturas e dos outros.

Quando se abandona a lei de Deus, a lei do amor, acaba por se afirmar a lei do mais forte sobre o mais fraco. O pecado – que habita no coração do homem (cf. Mc 7, 20-23), manifestando-se como avidez, ambição desmedida de bem-estar, desinteresse pelo bem dos outros e muitas vezes também do próprio – leva à exploração da criação (pessoas e meio ambiente), movidos por aquela ganância insaciável que considera todo o desejo um direito e que, mais cedo ou mais tarde, acabará por destruir inclusive quem está dominado por ela.

3. A força sanadora do arrependimento e do perdão

Por isso, a criação tem impelente necessidade que se revelem os filhos de Deus, aqueles que se tornaram «nova criação»: «Se alguém está em Cristo, é uma nova criação. O que era antigo passou; eis que surgiram coisas novas» (2 Cor 5, 17). Com efeito, com a sua manifestação, a própria criação pode também «fazer páscoa»: abrir-se para o novo céu e a nova terra (cf. Ap 21, 1). E o caminho rumo à Páscoa chama-nos precisamente a restaurar a nossa fisionomia e o nosso coração de cristãos, através do arrependimento, a conversão e o perdão, para podermos viver toda a riqueza da graça do mistério pascal.

Esta «impaciência», esta expetativa da criação ver-se-á satisfeita quando se manifestarem os filhos de Deus, isto é, quando os cristãos e todos os homens entrarem decididamente neste «parto» que é a conversão. Juntamente connosco, toda a criação é chamada a sair «da escravidão da corrupção, para alcançar a liberdade na glória dos filhos de Deus» (Rm 8, 21). A Quaresma é sinal sacramental desta conversão. Ela chama os cristãos a encarnarem, de forma mais intensa e concreta, o mistério pascal na sua vida pessoal, familiar e social, particularmente através do jejum, da oração e da esmola.

Jejuar, isto é, aprender a modificar a nossa atitude para com os outros e as criaturas: passar da tentação de «devorar» tudo para satisfazer a nossa voracidade, à capacidade de sofrer por amor, que pode preencher o vazio do nosso coração. Orar, para saber renunciar à idolatria e à autossuficiência do nosso eu, e nos declararmos necessitados do Senhor e da sua misericórdia. Dar esmola, para sair da insensatez de viver e acumular tudo para nós mesmos, com a ilusão de assegurarmos um futuro que não nos pertence. E, assim, reencontrar a alegria do projeto que Deus colocou na criação e no nosso coração: o projeto de amá-Lo a Ele, aos nossos irmãos e ao mundo inteiro, encontrando neste amor a verdadeira felicidade.

Queridos irmãos e irmãs, a «quaresma» do Filho de Deus consistiu em entrar no deserto da criação para fazê-la voltar a ser aquele jardim da comunhão com Deus que era antes do pecado das origens (cf. Mc 1,12-13; Is 51,3). Que a nossa Quaresma seja percorrer o mesmo caminho, para levar a esperança de Cristo também à criação, que «será libertada da escravidão da corrupção, para alcançar a liberdade na glória dos filhos de Deus» (Rm 8, 21). Não deixemos que passe em vão este tempo favorável! Peçamos a Deus que nos ajude a realizar um caminho de verdadeira conversão. Abandonemos o egoísmo, o olhar fixo em nós mesmos, e voltemo-nos para a Páscoa de Jesus; façamo-nos próximo dos irmãos e irmãs em dificuldade, partilhando com eles os nossos bens espirituais e materiais. Assim, acolhendo na nossa vida concreta a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, atrairemos também sobre a criação a sua força transformadora.

Vaticano, Festa de São Francisco de Assis, 4 de outubro de 2018.

Franciscus

TERTÚLIA DOS CATEQUISTAS

CONVITE a TODOS os CATEQUISTAS
Hoje, 26 de Fevereiro, 21h30, no Centro Paroquial.

O texto para reflexão é o primeiro capítulo da exortação apostólica do Papa Francisco "Alegrai-vos e exultai" que pode ser consultado em

ENTREVISTA AO PE. JERÓNIMO


É de 2015, Ano da Vida Consagrada, o Pe. Jerónimo, está no Seminário da Boa Nova em Valadares,  e, para além das funções que ali exerce, é também Pároco de Vilar do Paraíso.
Por isso, esta entrevista permite-nos conhecer melhor o percurso de vida do nosso Pároco, nesta altura em que com alegria comemoramos os 50 anos da sua vida dedicada à missão de evangelizar.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

50 ANOS AO SERVIÇO DA IGREJA

Esta semana toda a comunidade reza e agradece a Deus o Dom da Vida Consagrada do Rev. Pe. Jerónimo, nos 50 anos da ORDENAÇÃO PRESBITERAL.
ORAÇÃO

Ó Jesus, Pontífice Eterno, Divino Sacrificador, Vós que, no Vosso incomparável amor, deixastes sair do Vosso Sagrado Coração o sacerdócio cristão, dignai-Vos derramar, nos Vossos sacerdotes, as ondas vivificantes do Amor infinito.

Vivei neles, transformai-os em Vós, tornai-os, pela Vossa graça, instrumentos de Vossas Misericórdias.

Atuai neles e por eles, e fazei que, revestidos inteiramente de Vós pela fiel imitação de Vossas adoráveis virtudes, operem, em Vosso nome e pela força de Vosso espírito, as obras que Vós mesmo realizastes para a salvação do mundo.

Divino Redentor das almas, vede como é grande a multidão dos que dormem ainda nas trevas do erro; contai o número dessas ovelhas infiéis que ladeiam os precipícios; considerai a multidão dos pobres, dos famintos, dos ignorantes e dos fracos que gemem ao abandono.

Voltai para nós por intermédio dos Vossos sacerdotes. Revivei neles; atuai por eles, e passai de novo através do mundo, ensinando, perdoando, consolando, sacrificando, e reatando os laços sagrados do amor entre o Coração de Deus e o coração humano.

Amém.

DOMINGO VII DO TEMPO COMUM - Capela de S. Martinho

Eis a manhã clara e luminosa de domingo, em que o grupo de adolescentes do 7º ano de catequese, com familiares e catequistas participou na Eucaristia, entrando neste Lugar de Encontro para estar com Jesus Cristo Nosso Senhor.
Assim reunidos na Casa do Pai, para celebrar o VII Domingo do Tempo Comum, cuja liturgia nos conduzia à reflexão sobre a misericórdia de Deus e o seu grande amor por nós, e em que Jesus nos desafia a amar os outros como Deus os ama, mesmo os nossos inimigos. 
"Dou-vos um mandamento novo, diz o Senhor: amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei." Jo 13, 34 
 "...) Se amais aqueles que vos amam, que agradecimento mereceis? Também os pecadores amam aqueles que os amam. Se fazeis bem aos que vos fazem bem, que agradecimento mereceis? Também os pecadores fazem o mesmo. E se emprestais àqueles de quem esperais receber, que agradecimento mereceis? Também os pecadores emprestam aos pecadores, a fim de receberem outro tanto. Vós, porém, amai os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem nada esperar em troca. Então será grande a vossa recompensa e sereis filhos do Altíssimo, que é bom até para os ingratos e os maus." Lc 6, 27-38 
"Pela vossa misericórdia, ouvi-nos, Senhor. 
Pelos jovens do mundo inteiro, para que encontrem em Cristo o caminho, a verdade e a vida, e sejam acompanhados, com amor e perseverança, pelos seus familiares e formadores, oremos." 
Esta Eucaristia foi organizada com tarefas partilhas por pais e filhos, dando a uns e a outros maior responsabilidade e empenho na participação. E foi muito bonito ver as famílias aqui reunidas nesta grande Ação de Graças!
"Teu amor por nós, Jesus, é eterno. Demonstraste o amor misericordioso do Pai a todos povos e o seu perdão incondicional. Na cruz, mostraste-nos que o amor está disposto ao sacrifício e entrega total ao outro. Obrigada, Senhor, pelo Mandamento do Amor."
"Entregamos-te, ó Pai, estas flores, símbolo de pureza, vida e amor, numa atitude de gratidão pelas nossas famílias. Primeiro, foram os nossos filhos que te agradeceram por nós. Hoje, somos nós que te agradecemos pelas maravilhas que operas, a cada dia, nos nossos filhos e por eles nos incentivarem a sermos melhores pais e melhores pessoas à luz da Tua Palavra. "
Ilumina, Senhor, os nossos pensamentos, sempre que precisarmos de ajuda para compreendermos as nossas emoções e desejos e nos momentos em que estivermos perdidos nas nossas escolhas entre o bem e o mal.
"Senhor, entregamos-te o cálice e a patena, símbolo do memorial da Eucaristia, onde nos ensinaste a importância de amar o próximo como a nós mesmos e a Deus sobre todas as coisas, para sermos verdadeiramente felizes."
"Obrigada, Jesus, pelo singelo contributo da nossa comunidade, símbolo de partilha e generosidade. Que estas ofertas possam reverter para apoiar a tua Igreja no auxílio aos mais necessitados."
"Meu Senhor e meu Deus, eu vos adoro Cálice consagrado onde está o verdadeiro Sangue, Corpo, Alma, Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, vivo e realmente como está no Céu."
Os adolescentes do 7º ano têm vindo a fazer uma caminhada no sentido de aprender a conhecer-se, a descobrir-se, a viver uma vida com valores, indo à “fonte cristalina” e “bebendo” da Palavra. Neste dia, em ação de graças, cada um deles colocou na Cruz uma palavra ou frase das leituras escutadas que mais lhes tocaram o coração, enquanto o cântico : “Jesus, enche-nos de ti!” a todos ia envolvendo no abraço e na ternura de Deus.
E, como no final disse o Pe. Jerónimo: "que este Projecto + que é catecismo do 7º ano, continue a levar a todos à descoberta de Jesus, aos seus valores indo também de encontro à mensagem do cartaz  que está na Capela, "OUSAR IR MAIS LONGE..."
Agradecimentos ao Coro, e também aos pais pela colaboração no arranjo das flores e na participação nos vários momentos da Eucaristia. 

domingo, 24 de fevereiro de 2019

AMAI OS VOSSOS INIMIGOS

Ousar pôr o coração à escuta do Evangelho
É deixar-se atravessar por uma avalanche de graça
Que nos arrastará até ao coração de Deus,
E nos obrigará a mudar quase tudo
Na nossa vida e na nossa agenda,
Na nossa cómoda maneira
De nos sentarmos à lareira
Simplesmente a ver passar os dias
E a deitar contas à vida e à carteira.

Amar os inimigos
Não é coisa que eu pudesse sequer imaginar,
Quanto mais fazer ou praticar.

Oferecer a outra face a quem me bate,
Dar, dar tudo, dar o manto e a túnica,
Deixar-se roubar e não reclamar,
Amar os maus, os maldizentes, os delinquentes,
O repugnantes, os incompetentes,
Amar, enfim, até ao absurdo,
Eis o que Jesus me vem dizer que Deus faz,
Que Deus faz por mim,
E que é por isso que eu também devo fazer assim,
Deixando o Evangelho ganhar corpo em mim.

D. António Couto

sábado, 23 de fevereiro de 2019

DOMINGO VII DO TEMPO COMUM - Ano C

SALMO RESPONSORIALSalmo 102 (103), 1-2.3-4.8.10.12-13 (R. 8a) 
Refrão: O Senhor é clemente e cheio de compaixão. 
Ou: Senhor, sois um Deus clemente, sois um Deus clemente e compassivo.

Bendiz, ó minha alma, o Senhor 
e todo o meu ser bendiga o seu nome santo. 
Bendiz, ó minha alma, o Senhor 
e não esqueças nenhum dos seus benefícios.

Ele perdoa todos os teus pecados 
e cura as tuas enfermidades; 
salva da morte a tua vida 
e coroa-te de graça e misericórdia.

O Senhor é clemente e compassivo, 
paciente e cheio de bondade; 
não nos tratou segundo os nossos pecados, 
nem nos castigou segundo as nossas culpas.

Como o Oriente dista do Ocidente, 
assim Ele afasta de nós os nossos pecados; 
como um pai se compadece dos seus filhos, 
assim o Senhor Se compadece dos que O temem.

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

Em destaque: BODAS DE OURO do Rev. Pe. Jerónimo 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

ORAÇÃO

Senhor Jesus, quero hoje dar-te graças porque fundaste a Igreja sobre a pedra que é Pedro, para que seja na terra o sinal vivo da santidade do Pai, e anuncie a todos os povos o Evangelho do reino dos céus. Como Simão Pedro, quero dizer-te: afasta-te de mim que sou pecador, mas à tua palavra lançarei as redes; porque só és o Filho do Deus vivo, só tu tens palavras de vida eterna, só tu és a rocha segura, só tu és o Senhor e o Mestre. Sou fraco, muito fraco, mas com a tua graça darei a minha vida por ti, que sabes tudo, que sabes que te amo. Ámen.

http://www.dehonianos.org/portal/

SEXTA-FEIRA da semana VI

 Cadeira de S. Pedro, Apóstolo – FESTA

A festa da Cadeira de S. Pedro, colocada no dia 22 de Fevereiro por um martiriológio muito antigo, é uma boa oportunidade para fazermos memória viva e atualizante do primeiro dos Apóstolos, Simão Pedro. Nascido em Cafarnaum, exercia a sua profissão de pescador quando se encontrou com Jesus de Nazaré. Deixou o trabalho, a casa e a família para seguir o Senhor. Os evangelhos deixam-nos entrever a sua personalidade simples, espontânea e simpática. Jesus escolheu-o como primeiro no grupo dos Doze. Com a festa que hoje celebramos, apoiando-nos no símbolo da cadeira, realçamos a missão de mestre e de pastor conferida a Pedro por Cristo. O Senhor fez assentar sobre ele, como sobre uma pedra, todo o edifício da Igreja.

http://www.dehonianos.org/portal/cadeira-s-pedro/

VATICANO: Papa Francisco

21 pontos de reflexão propostos pelo Papa aos participantes no encontro sobre Proteção de Menores
Foto: Lusa

1-Elaborar um manual prático no qual são especificados os passos a serem dados pela autoridade em todos os momentos-chave do surgimento de um caso.

2-Dotar-se de estruturas de escuta, compostas por pessoas treinadas e especializadas, onde se exerce o primeiro discernimento dos casos das alegadas vítimas.

3-Estabelecer os critérios para o envolvimento direto do bispo ou do superior religioso.

4-Implementar procedimentos partilhados para o exame das acusações, a proteção das vítimas e o direito de defesa do acusado.

5-Informar as autoridades civis e as autoridades eclesiásticas, superiores, em conformidade com as normas civis e canónicas.

6-Fazer uma revisão periódica de protocolos e normas para salvaguardar um ambiente protegido para menores em todas as estruturas pastorais; protocolos e normas baseados nos princípios da justiça e da caridade, integrados para que a ação da Igreja também neste campo esteja em conformidade com a sua missão.

7-Estabelecer protocolos específicos para lidar com acusações contra os bispos.

8-Acompanhar, proteger e tratar as vítimas, oferecendo-lhes todo o apoio necessário para uma recuperação completa.

9-Aumentar a consciencialização sobre as causas e consequências do abuso sexual por meio de iniciativas de formação permanente de bispos, superiores religiosos, clérigos e agentes pastorais.

10-Preparar caminhos de cuidado pastoral para comunidades feridas por abusos e itinerários penitenciais e de recuperação para os perpetradores.

11-Fortalecer a cooperação com todas as pessoas de boa vontade e com os meios de comunicação, a fim de reconhecer e distinguir os casos verdadeiros dos falsos, as alegações de difamação, evitando ressentimentos e insinuações, rumores e calúnias

12-Aumentar a idade mínima para o casamento aos dezasseis anos.

13-Estabelecer disposições que regulem e facilitem a participação de especialistas leigos em investigações e nos diferentes graus de julgamento de processos canónicos relativos ao abuso sexual e/ou de poder.

14-O Direito à Defesa: o princípio do direito natural e canónico da presunção de inocência também deve ser salvaguardado, até prova da culpa do acusado. Portanto, é necessário impedir que as listas do acusado sejam publicadas, mesmo pelas dioceses, antes da investigação preliminar e da condenação definitiva.

15-Observar o princípio tradicional da proporcionalidade da punição em relação ao crime cometido. Decidir que padres e bispos culpados de abuso sexual de menores deixem o ministério público.

16-Introduzir regras relativas a seminaristas e candidatos ao sacerdócio ou à vida religiosa. Para eles, introduzir programas de formação inicial e permanente para consolidar a sua maturidade humana, espiritual e psicossexual, bem como suas relações interpessoais e o seu comportamento.

17-Realizar uma avaliação psicológica por especialistas qualificados e credenciados para candidatos ao sacerdócio e à vida consagrada.

18-Indicar as normas que regem a transferência de um seminarista ou aspirante religioso de um seminário para outro; bem como um padre ou religioso de uma diocese ou congregação para outra.

19-Formular códigos de conduta obrigatórios para todos os clérigos, religiosos, pessoal de serviço e voluntários, para delinear os limites apropriados nas relações pessoais. Especificar os requisitos necessários para o pessoal e os voluntários e verificar o seu registo criminal.

20-Ilustrar todas as informações e dados sobre os perigos do abuso e seus efeitos, sobre como reconhecer os sinais de abuso e como denunciar suspeitas de abuso sexual. Tudo isso deve acontecer em colaboração com pais, professores, profissionais e autoridades civis.

21-É necessário estabelecer, onde ainda não foi feito, um organismo de fácil acesso para as vítimas que desejam denunciar qualquer crime. Um corpo que goze de autonomia, mesmo no que diz respeito à autoridade local e eclesiástica, composto por peritos (clérigos e leigos) que sejam capazes de expressar a atenção da Igreja para aqueles que, neste campo, se sintam ofendidos por comportamentos inadequados por parte de clérigos.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

SANTO FRANCISCO E SANTA JACINTA

Padroeiros da Infância Missionária
Oração

“Meu Deus, eu creio, 
adoro, espero e amo-Vos. 
Peço-Vos perdão 
para os que não crêem, 
não adoram, não esperam 
e não Vos amam".

INFÂNCIA MISSIONÁRIA

Próximo encontro 3 de Março, 10h30, S. Caetano.
Traga as suas crianças dos 4 aos 12 anos, 
e venha participar.
«A tarefa de comunicar Jesus não depende
de esquemas pré-elaborados, mas do fogo do
amor que Ele derrama nos nossos corações e
que nos contagia interiormente.»

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

SS. FRANCISCO E JACINTA MARTO

 
O Francisco e a Jacinta são “duas candeias que Deus acendeu para iluminar a humanidade nas suas horas sombrias e inquietas”. Assim se referiu a eles o Papa João Paulo II, no dia em que os beatificou, em Fátima, a 13 de Maio de 2000. A luz que emana destas crianças tem os contornos da mensagem que a Senhora do Rosário lhes confiou, na Cova da Iria. A luz destas candeias, que aceitaram o desafio de oferecer as suas vidas a Deus, permanece como memória de um percurso de santidade que nos desafia também hoje. É essa luz que pretendemos aqui evocar. 

Estas crianças que se deixaram fascinar pela candeia de Nosso Senhor, o Sol, e de Nossa Senhora, a Lua, tornaram-se de tal forma testemunhas da Luz de Deus que se converteram elas mesmas em Candeias acesas por Deus. Como dizia uma vizinha dos Pastorinhos, “a vida destas crianças é um mistério”. E continua a sê-lo... Este espaço quer convidar-nos a viver e a aprofundar o mistério das suas vidas e a perceber como, de facto, “a santidade não destrói a infância, mas aperfeiçoa-a” (C. Bobin). 

ABUSOS SEXUAIS

Vaticano agradece pela «coragem» das vítimas 
e o trabalho dos jornalistas 
O porta-voz do Vaticano agradeceu hoje, em conferência de imprensa, a “coragem” das vítimas de abusos sexuais, cometidos por membros do clero ou em instituições religiosas, e o trabalho dos jornalistas que contaram as suas histórias.

“É preciso o compromisso de todos para olhar este monstro nos olhos, se o queremos derrotar”, disse Alessandro Gisotti, diretor interino da sala de imprensa da Santa Sé, na apresentação da inédita cimeira que o Papa convocou e 21 a 24 de fevereiro, sobre a proteção de menores na Igreja Católica, reunindo presidentes das conferências episcopais de todo o mundo.

O responsável destacou o papel dos media, “neste caminho doloroso”, e “coragem” das vítimas, que souberam “quebrar o silêncio”.

“O seu sofrimento exige, por nós, pelos meus filhos, pelos vossos filhos, que façamos todos os possíveis, cada um no seu próprio papel, pequeno ou grande, na Igreja, para que esta seja cada vez mais uma casa segura” para as crianças e os mais frágeis, acrescentou.
(...)
O arcebispo maltês também agradeceu o papel da imprensa, pela sua investigação, “trazendo à luz do dia as histórias de tantas vítimas”.

"O silêncio não é uma opção”.

Para o arcebispo escolhido pelo Papa para liderar várias investigações, existe a necessidade de “quebrar qualquer código de silêncio”, de “negação” ou de “encobrimento”, porque “não há lugar no sacerdócio e na vida consagrada” para quem abusa de menores.

Já o padre Hans Zollner, presidente do Centro para a Proteção de Menores da Universidade Pontifícia Gregoriana, indicado como “referente” desta comissão, pelo Papa, apresentou o questionário prévio enviada às conferências episcopais, com 89% de respostas.

Aos bispos de todo o mundo foi pedido uma descrição da situação atual nas suas Igrejas, a identificação de “fatores de riscos” e de “fatores culturais para a falta de uma resposta adequada da Igreja”, bem com das “medidas de prevenção mais eficazes já adotadas”.
(...)

“Convido a rezar por este encontro, que quis convocar como ato de forte responsabilidade pastoral, diante de um desafio urgente do nosso tempo”, disse, desde a janela do apartamento pontifício.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

E JESUS DESCEU PARA O MEIO DE NÓS


Há dois mil anos Jesus subiu ao monte,
E lá passou a noite em oração.
Quando se fez dia,
Escolheu os Doze,
E com eles desceu para o meio do povo,
Que de toda a parte tinha vindo
À procura da Palavra,
Que sabiam carregada de Luz e de Esperança.

Jesus desceu,
Ficou no meio deles,
Pertinho deles,
Ao alcance de muitas mãos que o tocavam.
Havia lá muitos doentes:
Claro que não podiam subir ao monte.

Desceu Jesus,
Como sempre desce Deus
Ao encontro dos seus filhos,
E declarou felizes
Os pobres,
Os famintos,
Os que tinham lágrimas nos olhos e na voz,
Os descartados.

Mas advertiu os ricos,
Os fartos,
Os que riam,
Os que iam de sucesso em sucesso,
Sem que os seus olhos vissem
E os seus ouvidos ouvissem
As lágrimas dos pobres e doridos.

Os Apóstolos estavam lá
E viram tudo
E ouviram tudo,
E nós também hoje com eles
E Jesus no nosso meio.
Ficamos todos a saber
Como fazer acontecer o Evangelho.

D. António Couto

DIA DO DOENTE

Foi Celebrado na nossa Paróquia no passado domingo, na Eucaristia das 111h00, na Capela de S. Martinho.
No final da Eucaristia todos os que desejaram rumaram ao Centro Paroquial, pois como é tradição o almoço já ali os esperava.
A tarde foi depois animada ao som de música, com o Grupo de Música Popular Portuguesa, do Dramático de Vilar do Paraíso, que interpretou vários temas.
Tempo ainda para um momento de poesia com Miguel Torgo, Presidente da Direcção do Dramático, que declamou dois bonitos poemas. 
E assim terminou este domingo de confraternização, alegria, cheio de calor humano, que acarinhou e confortou quantos estiveram presentes. 
O nosso obrigado a todos os que organizaram e trabalharam para a realização deste dia, e que o Senhor a todos encha de bênçãos. 
Fotos: 
Celestino Gomes  e Armandina Oliveira 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

ORAÇÃO

Dá-nos, Senhor,
a coragem de subir ao monte
a coragem de despedir a multidão,
a coragem de deixar tudo
pelo mais importante da vida,
a coragem de ficar a sós
para meditar
o mistério da vocação,
a meta dos nossos passos,
o rumo do nosso caminhar,
a profunda revelação de Deus,
em todos os acontecimentos
que marcam o ritmo da nossa viagem
e o sentido da nossa peregrinação.

(Confhic)

domingo, 17 de fevereiro de 2019

EUCARISTIA COM A CATEQUESE

Celebrada no sábado, presidida pelo Rev.  Pe. Guedes, com a presença do Diácono Celestino, dois acólitos, com organização e dinamização do 4º ano de catequese.
 
Foi uma Eucaristia simples, em que as crianças participaram e desempenham muito bem as tarefas confiadas a cada um.
 
É na simplicidade mas também na preparação que está toda a beleza da liturgia, e foi muito bonito sentir esse cuidado. 
 
O Coro Anima trouxe-nos também algumas músicas de que já tínhamos saudades, como "Tão perto de mim" e "Um dia uma criança me parou", e que soube muito bem escutar.
Que possamos continuar a caminhar e aceitar o convite de Jesus rumo à bem-aventurança!