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segunda-feira, 20 de abril de 2026

D. ANTÓNIO AUGUSTO AZEVEDO PRESIDENTE DA CEECDF

Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa elegeu bispo de Vila Real para um segundo mandato à frente da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé (CEECDF).

D. António Augusto Azevedo foi ontem eleito como presidente da CEECDF. A eleição foi dada a conhecer no final da 214ª Assembleia Plenária da CEP.

Já na Covilhã, onde hoje participa no XIV Encontro Nacional da EMRC para os alunos do ensino Secundário, e nas primeiras declarações após a recondução, o responsável começou por dirigir uma palavra de reconhecimento a todos os que colaboraram no triénio anterior, com destaque para a equipa do Secretariado Nacional da Educação Cristã (SNEC), catequistas, professores e agentes ligados à Escola Católica.

“Quero saudar a todos aqueles que, no triénio anterior, colaboraram de modo mais efetivo connosco, de modo especial a equipa do SNEC, toda a equipa que trabalha a nível nacional, os catequistas, os professores, todas as pessoas ligadas ao mundo da educação e à Escola Católica.”

O presidente da CEECDF manifestou também a sua satisfação por continuar a trabalhar neste setor, sublinhando a dimensão humana e o compromisso de tantos envolvidos.

“Quero saudar a todos e, em primeiro lugar, dizer da minha alegria de trabalhar convosco, a nível nacional, porque esta área envolve muita gente, muita gente dedicada.”

Para o novo mandato D. António Augusto Azevedo formulou o desejo de dar “continuidade aos vários projetos em curso”, nomeadamente na catequese, com a implementação do novo itinerário de iniciação cristã, na disciplina de EMRC, com a formação de professores e recursos digitais e na valorização das escolas católicas, enquanto lugar de evangelização por excelência.

“Convidar a todos para continuarmos os projetos que temos em mãos, na catequese, a implementação do novo itinerário de iniciação cristã e, também, nas aulas de Educação Moral Religiosa Católica, este tempo de renovação e, também, na Escola Católica, a resposta aos desafios de hoje.”

D. António Augusto Azevedo destacou ainda a importância de um trabalho marcado pela comunhão e pelo espírito de serviço, apontando a sinodalidade como caminho para o futuro.

“Se formos capazes de trabalhar com alegria, em espírito sinodal e em espírito de serviço, certamente coisas bonitas irão acontecer”, desejou.

O responsável concluiu com um apelo à corresponsabilidade de todos os agentes envolvidos, sublinhando o impacto deste trabalho na vida da Igreja e das novas gerações.

“Conto convosco neste novo mandato”, completou.

O comunicado final da 214º Assembleia Plenária dos bispos de Portugal lembrou que “a Catequese só ganha verdadeira força e sentido quando se traduz em experiência de vida com inserção na comunidade cristã” e reforçou a convicção do “papel insubstituível da família na educação da fé”.

Os bispos pediram “uma atenção à presença da Igreja na escola, nomeadamente a valorização e formação de docentes de Educação Moral e Religiosa Católica”.

Educris|18.04.2026

terça-feira, 13 de julho de 2021

ANIVERSÁRIO DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL

Neste dia 13 de julho, louvamos e agradecemos a Deus pelo Dom da Vocação dos nossos amigos: D. António Augusto de Oliveira Azevedo - 35 anos de Ordenação
Rev. Pe. José Paulo de Sousa Teixeira - 24 anos de Ordenação.
Rev. Pe. José Manuel da Costa Lima - 35 anos de Ordenação.
A comunidade de Vilar do Paraíso abraça-os, felicita-os e reza a Deus para que os guie e fortaleça na difícil missão que lhes está confiada.
Recordamos com algumas imagens o tempo em que foram Párocos de Vilar, e agradecemos também as sementes de fé, esperança e amor que deixaram e continuam a germinar entre nós.
Que Nossa Senhora de Fátima os guarde e proteja. 🙏

segunda-feira, 13 de julho de 2020

TEMPO DE LOUVAR A DEUS

E agradecer neste dia, 13 de Julho, o Dom do Sacerdócio, recordando D. António Augusto Azevedo, bispo de Vilar Real, na celebração do seu trigésimo quarto aniversário de Ordenação Sacerdotal.
O padre, Paulo Teixeira, na celebração do vigésimo terceiro aniversário da sua Ordenação.
O padre Zé Manel, na celebração do seu trigésimo quarto aniversário de Ordenação Sacerdotal.
O padre João Pedro Serra Bizarro que celebrou no passado dia 6 de Julho, 17 anos de Ordenação, sendo a sua primeira missa celebrada em São Caetano, a 13 de Julho. 
Parabéns a todos, e que Deus os encha de bênçãos para que a missão escolhida seja vivida em caminhos de muita fé, caridade e esperança, e dê frutos em abundância.

domingo, 14 de junho de 2020

NESTE DIA FELICITAMOS

D. António Augusto Azevedo, na passagem do seu aniversário natalício, e pedimos a Deus que lhe conceda todas as bênçãos para continuar a festejar a vida.
E RECORDAMOS
A sua vinda à nossa paróquia no dia 7 de Agosto, de 2016, na festa em honra do Bom Jesus do Monte e da sagração do novo altar da Capela de São Caetano e do BJM.

Foto: Paula Duarte

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

"EUTANÁSIA" é uma grande perda para a humanidade, um caminho perigoso e de desumanização"

Em entrevista à Renascença, D. António Augusto Azevedo fala numa questão que "fratura a sociedade" e que pode fazer prosperar "populismos e radicalismos vários". O que é preciso, defende o bispo transmontano, é "ter o melhor serviço de saúde, melhores serviços com cuidados paliativos, melhores espaços de acolhimento".

O Parlamento debate a 20 de fevereiro as quatro propostas de lei sobre a eutanásia. Como vê esta pressa em legislar sobre uma matéria que diz respeito a toda a sociedade?

A eutanásia é um tema muito importante e, por isso mesmo, deveria merecer uma reflexão mais aprofundada de consciencialização da sociedade, para, depois, se tomar uma decisão mais informada, mais fundamentada. Desta forma, parece um pouco apressada. Não é a melhor forma. Terá legitimidade democrática, com certeza. Não está em questão isso, mas eu gostaria de uma democracia em que a sociedade interviesse mais.

Não houve debate, não houve esclarecimento. Parece que a sociedade foi colocada à margem de um tema muito importante…

Gostaria que neste processo houvesse formas de maior participação. Eu acredito numa democracia mais participada, em que não haja medo de ouvir a opinião dos cidadãos e, portanto, eu gostaria que houvesse mais espaço para esse debate e o debate é sempre mais esclarecedor. O debate ajuda a perceber aquilo que está em questão. Sobretudo, o debate ajudaria a esclarecer as consequências de um passo destes. E o debate teria muito a prender com a experiência de outros países. Esta pressa não ajuda.

Que perigos podem advir da despenalização da eutanásia? Que consequências para a sociedade portuguesa?

Quando, com uma medida destas, se está a pôr em causa um princípio tão básico da civilização, como é o princípio do respeito pela vida, de facto, está-se a mexer nos fundamentos do consenso ético. Esta pressa é sempre um revés para a ética, um revés também para a medicina e para a ciência em geral e um revés, também, para uma sociedade que se queria, que se deseja sempre mais humana. É um facto que estamos diante de um problema, diante de uma dificuldade, uma sociedade que diante da morte não encontra sentido, que diante do sofrimento não encontra respostas. E isso acontece, quando se esquece Deus. E procuram-se soluções que ajudam a por de parte essas questões, a não enfrentar essas questões. Não é a melhor solução. Esta é uma medida que facilita eufemisticamente a morte, a morte sem dor, enfim, mas, do ponto de vista humano, de densidade humana, é uma grande perda para a humanidade, no fundo. É esse lamento que eu faço. É uma solução que algumas sociedades ditas avançadas estão a encontrar, mas é uma solução errada face a um problema real.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

SEMANA DO CONSAGRADO

«CONSAGRADOS PARA EVANGELIZAR»
SEMANA DO CONSAGRADO – 2020

MENSAGEM

Consagrados para evangelizar, o lema escolhido para a Semana do Consagrado de 2020, aponta para a principal razão de ser de cada Instituto, Congregação ou Sociedade de Vida Apostólica. A Igreja, na sua pluralidade de expressões, existe para evangelizar na fidelidade ao mandato de Jesus Cristo e às inspirações do Espírito Santo.
Na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, o Papa Francisco convida os cristãos para uma nova etapa evangelizadora. Esta prioridade da vida da Igreja, para ser concretizada de modo eficaz, precisa de se revestir de alegria e de novidade. A alegria irradiada por quem se reconhece salvo, amado e escolhido por Deus. A novidade que acontece «sempre que procuramos voltar à fonte e recuperar o frescor original do Evangelho», condição para que possam despontar «novas estradas, métodos criativos, formas de expressão, sinais mais eloquentes, palavras cheias de significado para o mundo atual» (EG, 11).
As várias formas de Vida Consagrada têm um contributo específico e decisivo a dar neste processo evangelizador. Tal como sucedeu nas grandes vagas da evangelização, em que foi essencial o papel das comunidades monásticas, das ordens e dos institutos missionários, também agora, essas e outras formas de consagração se revestem de grande importância. A especificidade do contributo dos consagrados e consagradas para a evangelização «consiste, primariamente, no testemunho de uma vida totalmente entregue a Deus e aos irmãos (…) Ela mostra eloquentemente que quanto mais se vive de Cristo, tanto mais se pode servi-Lo nos outros, aventurando-se até aos postos da vanguarda da missão e abraçando os maiores riscos» (VC, 76).
A missão evangelizadora de cada consagrado, assumida segundo o projeto da própria congregação ou instituto e em diálogo e comunhão com outras realidades eclesiais, é verdadeiramente profética. Ela assenta no testemunho de uma vida centrada em Deus, confirmada na radicalidade do seguimento de Jesus e no serviço à Igreja. O próprio estilo de vida comunitário e a vivência da pobreza, castidade e obediência são sinais proféticos que interpelam o mundo e disponibilizam para a missão. 
A Vida Consagrada é um dos maiores tesouros da vida da Igreja. As suas variadas expressões são prova de que, ao longo dos séculos, homens e mulheres crentes, iluminados pelo Espírito e cheios do fogo do amor Deus, souberam encontrar instrumentos adequados para a evangelização. No nosso tempo é necessário o discernimento para perceber o que Deus pede a cada pessoa e instituição. Um discernimento que inclui a escuta da Palavra de Deus, a docilidade ao Espírito e a capacidade de ler e interpretar os sinais dos tempos. Mesmo que a realidade de hoje se afigure complexa, os desafios imensos e os meios limitados, nenhuma destas circunstâncias dispensa que a motivação evangelizadora seja o grande objetivo de todas as opções. 
A Semana do Consagrado é ocasião para conhecer melhor esta realidade tão rica e multiforme da vida da Igreja. É também oportunidade para reconhecer e valorizar o trabalho que os vários institutos e congregações desenvolvem ao serviço da sociedade, nos mais variados domínios. Mas é sobretudo momento para dar graças a Deus pelo testemunho e dedicação dos consagrados e consagradas na ação evangelizadora da Igreja, e para pedir que o Senhor a todos renove no entusiasmo pela missão.

+António Augusto de Oliveira Azevedo
Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios

Subsídios para a catequese em https://app.box.com/s/mmgbmfxa0tifbd4g4odjzsmn8jqwaflu

sábado, 13 de julho de 2019

ANIVERSÁRIO DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL

Hoje é dia de comemoração e agradecimento a Deus pelo Dom do Sacerdócio de párocos e amigos que estiveram ou são da nossa paróquia. 
Com gratidão que recordamos o agora Bispo D. António Augusto Azevedo e o Rev. Padre Zé Manel, na celebração de 33 anos de Ordenação. O Rev. Padre Paulo Teixeira, na celebração de 22 anos de Ordenação.
Lembramos ainda o Rev. João Pedro Serra Bizarro que celebrou no passado dia 6 de Julho, 16 anos de Ordenação, sendo a sua primeira missa celebrada em São Caetano a 13 de Julho.
Parabéns a todos, muitas felicidades e que todas as bênçãos do Espírito Santo sejam sobre eles derramadas, para que com coragem e perseverança continuem a missão que lhe está confiada. 
Como pedia o Papa Francisco na intenção de Junho, "demos graças a Deus pelo testemunho dos sacerdotes e rezemos que, com a sobriedade e humildade de suas vidas, se empenhem numa solidariedade ativa, sobretudo para com os mais pobres.” 

terça-feira, 2 de julho de 2019

FELICITAÇÕES A D. ANTÓNIO AUGUSTO AZEVEDO

A Paróquia de S. Pedro de Vilar do Paraíso deseja as maiores felicidades a D. António Augusto de Oliveira Azevedo, que tomou posse no domingo como Bispo de Vila Real.
Que o Senhor lhe conceda em abundância todas as suas bênçãos, para que revestido da força do Espírito Santo seja bom pastor à maneira de Cristo.

sábado, 11 de maio de 2019

D. ANTÓNIO AUGUSTO AZEVEDO NOMEADO BISPO DE VILA REAL

SAUDAÇÃO À DIOCESE

Neste dia em que é anunciada a minha nomeação como novo Bispo da Diocese de Vila Real, quero manifestar a minha profunda gratidão e comunhão para com o Santo Padre, o Papa Francisco, por este sinal de confiança na minha pessoa e pela sua solicitude para com a diocese.

Saúdo com afeto o meu antecessor, Dom Amândio Tomás, por quem nutro, há muito anos, profunda estima e amizade. Saúdo com alegria todos os sacerdotes que servem dedicadamente a diocese, bem como os diáconos, os religiosos, as religiosas e os seminaristas. Conto com todos vós porque sois colaboradores próximos do bispo.

Saúdo todos os leigos da diocese, os que exercem os vários serviços e ministérios, os membros das várias associações, grupos ou movimentos laicais. O vosso compromisso no exercício da corresponsabilidade será indipensável para todos construirmos uma Igreja mais viva e missionária.

Saúdo todas as autoridades autárquicas, académicas, civis e militares, presentes na área da diocese de Vila Real, bem como as Misericórdias e todas as instituições de caráter social, cultural, recreativo ou desportivo. Manifesto o meu apreço pela vossa atividade específica e a disponibilidade para estabelecer laços de cooperação.

Saúdo as famílias, os casais, as crianças, os mais velhos e os doentes a quem apresento todo o meu carinho. Saúdo também os jovens, por quem terei uma especial deferência porque são o «agora» de Deus e o futuro da diocese. Saúdo ainda todos aqueles e aquelas que não são católicos, pertencem a outra confissão cristã ou professam outra religião.

Para mim será uma grande honra e motivo de alegria servir a diocese de Vila Real como Bispo. Tenho um grande respeito pela sua história de diocese quase centenária, cujas raízes cristãs mergulham bem fundo na história. Reitero a minha admiração pelo caráter e a cultura das gentes de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Para mim e para vós, para toda a diocese, este é um dia que marca o futuro com o sinal da esperança. Vou chegar com total disponibilidade para caminhar convosco e assim construirmos em conjunto uma Igreja que responda aos grandes, difíceis mas belos desafios do nosso tempo; uma Igreja reunida à volta de Jesus Cristo, convertida à novidade do seu Evangelho e animada pelo seu Espírito.

Conto com todos e cada um de vós, com a força da vossa fé, a lealdade da vossa colaboração e com o alento das vossas orações.

Que Maria, Nossa Senhora da Conceição, nossa padroeira, continue a ser a grande intercessora para que Deus nos encha das suas graças e bênçãos.

 +António Augusto de Oliveira Azevedo

11 de maio de 2019

sexta-feira, 10 de maio de 2019

D. ANTÓNIO AUGUSTO FALA DA SEMANA DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

A Semana de Oração pelas Vocações, que a Igreja Católica em Portugal promove até este domingo, foi o mote para uma conversa com o presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios (CEVM), sobre os desafios atuais do setor.
(...)
Para o presidente da CEVM, são sobretudo duas as interpelações que se apresentam à Igreja Católica neste tempo, no que diz respeito à pastoral vocacional.

Renovar métodos e linguagens, de modo a comunicar de forma mais efetiva com as culturas de hoje; e alargar o raio de ação na sociedade, indo além dos âmbitos mais tradicionais.

“A linguagem da pastoral vocacional deve ser mais aberta e atrativa, para que a própria palavra não assuste. Deve ser uma palavra ampla, que abra horizontes, que leve jovens e adultos a refletir e a pensar”, defende D. António Augusto Azevedo.

Para aquele responsável, é essencial que a Igreja Católica consiga “semear” a proposta vocacional “com alegria”, potenciando os “testemunhos” dos que vivem essa realidade de forma “feliz”, não só “na vida consagrada” mas “no matrimónio, numa determinada profissão e até junto de pessoas solteiras, outra dimensão muito referida no Sínodo”.

“Culmina tudo com o assumir da vida, na variedade das vocações, como um dom e como um compromisso, que é também uma dificuldade grande hoje e sempre, que é depois assumir esse compromisso”, reconhece o presidente da CEVM.
(...)
“A primeira coisa que tem de mudar, e que me parece que está a mudar, é a atitude. Não numa perspetiva isolada, de cada um por si, mas numa perspetiva de colaboração, de interação”, adianta o também bispo auxiliar do Porto, que alerta para o facto de a família não ser já o único berço de florescimento de vocações.

“Cada vez mais pessoas fazem essas escolhas a partir de outros âmbitos, da escola, da universidade, de grupos e movimentos de jovens, por outras vias. A família continua a ser um âmbito essencial, mas cada vez mais é nestes outros âmbitos que a questão vocacional cresce e se desenvolve, o que é também um dado novo que vale a pena ter presente”, diz D. António Augusto Azevedo.

No horizonte da Igreja Católica em Portugal está a próxima Jornada Mundial da Juventude, que terá lugar no nosso país em 2022, e que é encarada pela Pastoral Vocacional como um evento propício para o desenvolvimento de mais iniciativas e projetos.

“Um dado que foi comentado no Sínodo é que em todos os locais onde a JMJ se realizou, esse acontecimento teve sempre um impacto, um reflexo em termos de vocações, em todos os âmbitos e também no do ministério ordenado”, assinalou o presidente da CEVM.

O presidente da CEVM acredita que, “para Portugal e para as dioceses portuguesas, a JMJ será uma ocasião para os jovens olharem a vida e a vida cristã na perspetiva da vocação”.

“Estou convencido que terá também um grande impacto desse ponto de vista”, observou.
(...)
“Pais, catequistas, animadores, professores, todas estas pessoas têm de ser preparadas para serem bons acompanhadores dos mais jovens, nas suas decisões de cariz vocacional, para que sejam decisões com condições para serem bem-sucedidas. Formar pessoas para esse trabalho de acompanhamento parece-me uma prioridade”, salienta o presidente da CEVM.

Sobre a Semana de Oração pelas Vocações, que está a decorrer até este domingo, subordinada ao tema ‘A coragem de arriscar pela promessa de Deus’, D. António Augusto Azevedo diz que “estas semanas são sempre necessárias, porque dão mais “visibilidade” a este setor e “colocam as comunidades a rezar e a refletir”.

O bispo aproveita a ocasião para “agradecer a todas as pessoas” que participam neste esforço e “a todos quanto ao longo do ano também se preocupam e sobretudo ajudam e vão acompanhando os mais jovens, nas várias iniciativas da Pastoral das Vocações e em outros setores”.

No entanto, por muito importantes que estas iniciativas sejam, elas serão sempre “insuficientes” se não tiverem depois “continuidade e eco ao longo do ano”.

“Esta temática muitas vezes um pouco esquecida vem à superfície durante estes dias e é importante que tenha um lugar próprio, presente em todos os âmbitos e preocupações da vida da Igreja”, reforçou.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

8º CICLO DE CONVERSAS AMPLAS - 4ª Conversa com D. António Augusto Azevedo

Hoje recordamos a 4ª CONVERSA

Com D. António Augusto de Azevedo, que com alegria revemos neste lugar que foi também o seu durante 10 anos. Aliás, nessa noite tivemos alegria redobrada, pois contamos ainda com a amável visita do Sr. Padre Zé Manel. 
Foi, efetivamente, um lugar e um momento de encontro. Sentimo-nos sempre agraciados com a presença dos nossos pastores - os atuais e os de outrora.
Segui-se um pequeno momento de música, sendo a apresentação do ilustre orador feita por um casal da Pastoral da Família.
Depois de vermos uns pequenos vídeos com momentos das Jornadas da Juventude, D. António falou-nos do tema da Juventude e do futuro da Igreja, começando por dizer que não é possível falar do futuro, pois não se é adivinho, mas uma coisa temos por certo é que ele depende de muitas coisas e essencialmente das opções que fizermos no presente, dos rumos que seguirmos agora.
Falou-nos essencialmente sobre as ideias resultantes do Sínodo dos Jovens. Explicou-nos que o Sínodo é a assembleia dos bispos, mas existe um espaço para auscultar. Durante cerca de um ano a Igreja escutou os jovens de todo o mundo e durante cerca de um mês o Papa Francisco escutou os bispos e tirou apontamentos, quer dizer que ficou a saber o que se passa em todo o mundo.
Por exemplo em Portugal a auscultação deu lugar a um documento.
No final do Sínodo, normalmente é produzido um documento síntese, após o que se passará à sua aplicação. É a fase em que nos encontramos. Das conclusões do sínodo não saem regras a aplicar, mas da reflexão dos problemas saem ideias para criativa e adequadamente cada país ou comunidade pôr em prática.

O Papa enunciou o tema - Os jovens, a fé e o discernimento vocacional – em que o Sínodo se centrou. 
Surgiram deste Sínodo várias ideias.
Afirmarmos que os jovens são o futuro é arriscado porque pode dar a ideia que não há lugar para eles agora, que terão que esperar pela sua vez. Mais que futuro os jovens são presente. Eles são já uma presença e como tal devem ser escutados e ser protagonistas.
Hoje, no Ocidente, todos querem ser jovens, isto é uma coisa nova. A visão da Igreja é que a juventude, como a infância, é uma etapa e, como tal, é transitória, passageira.
Caminhar com jovens não significa fazer coisas para eles, mas fazer coisas com eles. Os jovens são um elemento indispensável para a Igreja. É necessário dar mais espaço aos mais jovens. É comum a queixa de que não há jovens nos grupos. Mas, por vezes, acontece porque os mais velhos não “deixam”.
É decisivo que a Igreja seja um espaço para todos, porque todos estão no coração de Deus. Todos são convocados.
Ocupar-se dos jovens é uma questão muito importante. E toda a gente deve dedicar tempo e recursos para que esta questão seja central.
É necessária a escuta.
A lógica da migração é para ficar. Não é passageira. É uma realidade duradoura.
É uma geração dos nativos digitais.
A atitude é caminhar com, ao lado de. É a passagem bíblica dos dois discípulos de Emaús. Puseram-se a caminho, reconheceram Jesus e voltaram para Jerusalém. Quando nos pomos a caminho temos um rumo, mas o caminho não está determinado, é descoberta e aventura, logo não sabemos o que será a sociedade do futuro.
O fator de incerteza e de indecisão é grande. Ajudar a fazer escolhas é difícil, mas é decisivo.
É imperiosa uma escuta, com vista ao diálogo intergeracional.
Há desafios novos como a migração e a missão. O jovem deve perceber que o caminho é feito de decisões e implica haver erros, mas não deve ter medo de errar.
 
A Igreja deve ajudar os jovens ao discernimento vocacional, considerada a vocação na sua dimensão ampla e não apenas no conceito tradicionalista. Saber quais as causas que os interessa.
E assim se concretizou mais uma conversa ampla que nos formou e informou.
Agradecimentos 
Pastoral da Família
Otília Florista
Foto Martinho
C. R.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

“ENCONTRAR MODALIDADES LOCAIS PARA QUE O ESPÍRITO DO SÍNODO PERMANEÇA”

D. António Augusto Azevedo, bispo auxiliar do Porto e Presidente da Comissão Episcopal para as Vocações e Ministérios esteve na XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos. Juntamente com D. Joaquim Mendes, bispo auxiliar de Lisboa e Presidente da Comissão Episcopal do Laicado e Família, D. António Augusto representou a Conferência Episcopal Portuguesa e viveu intensamente o Sínodo sobre os jovens, a fé e o discernimento vocacional, pela primeira vez como padre sinodal.

Em entrevista à VP faz uma leitura do andamento dos trabalhos e das conclusões deste grande acontecimento eclesial ocorrido no passado mês de outubro no Vaticano.


P: Que significado teve para si ser pela primeira vez padre sinodal?

R: Um Sínodo é uma experiência única e eu tive a graça, em nome da Conferência Episcopal, de participar deste Sínodo. E é uma graça, desde logo, porque se tem a oportunidade de experimentar uma dimensão importante inerente ao ministério episcopal que é a dimensão da colegialidade: esta proximidade com o Papa Francisco e esta consciência de pertencer a um colégio episcopal. Ou seja, aquilo que nós acreditamos e dizemos em teoria e que num Sínodo pode-se experimentar de maneira muito real e concreta, na proximidade com o Papa e com os bispos de todo o mundo. Em segundo lugar, é uma experiência importante porque nos debruçamos sobre uma temática sobre a qual o Papa quer ouvir a Igreja e concretamente os bispos. Portanto, essa reflexão com toda a Igreja sobre algo que é importante para a sua missão permitiu levar o nosso contributo em comunhão com os contributos das igrejas de todo o mundo.

P: Falou no Papa… Como é que o viu, como é que o sentiu? Como é que ele esteve durante este mês?

R: Bom, este mês correspondeu à fase de celebração do Sínodo, tinha havido uma fase preparatória e haverá agora uma fase de aplicação. Nesta fase em que estivemos reunidos em Roma o Papa Francisco surpreendeu pela proximidade. Foi muito afável, muito próximo, com sinais muito bonitos. Desde logo, por estar a receber todas as pessoas, por estar disponível para conversar com toda a gente. Essa proximidade, de que o Papa tantas vezes tem falado, nós podemos testemunhar que ele próprio a vive. E também impressionou pela sua capacidade de escuta. Durante grande parte dos dias, pelo menos na assembleia plenária, o Papa esteve quase sempre presente e numa atitude de escuta. Escuta atenta e interessada.

P: Foi um ambiente muito participado entre os padres sinodais? Como sentiu o ambiente durante estas semanas?

R: O ambiente foi sempre muito bom. De grande comunhão e também de grande alegria. Sem tensões ou crispações. Pelo contrário de grande diálogo, proximidade e sobretudo de interesse. Interesse em partilhar experiências e em sentir melhor outras realidades de outras igrejas que vivem, de facto, momentos mais difíceis. Este Sínodo teve também a graça de coincidir com a canonização de S. Paulo VI e de S. Óscar Romero. E esse foi um momento de grande vivência de todos os presentes.

P: Depois no trabalho concreto, os círculos menores, como é que correu esse trabalho que desta vez também teve língua oficial portuguesa?

R: Os círculos menores são um momento muito interessante do Sínodo. Pela primeira vez tivemos um círculo de língua portuguesa que, para além de nós, representantes de Portugal, reuniu vários bispos do Brasil, também de Cabo Verde, de Moçambique e Angola. E foi muito interessante porque foi quase um espaço de lusofonia, com todas as diferenças que existem de umas igrejas para as outras, mas foi bom o encontro, o conhecimento pessoal, conhecer as diferenças e perceber o interesse comum de se encontrar pontos de comunhão, princípios que nos unissem a todos sobre a temática dos jovens, da fé e do discernimento vocacional.

P: Como é que nos pode descrever a participação dos jovens?

R: Eu acho que foi uma presença muito positiva. Não só pelo tom de alegria, de manifestação, de presença na sala mas também pelos testemunhos que levaram, pois cada um teve a oportunidade de falar sobre a sua experiência pessoal e da sua experiência enquanto cristão empenhado nas várias realidades, movimentos e países. E foi importante essa presença que permitiu em todos os momentos ir aferindo a sensibilidade dos jovens que não tem que ser igual à sensibilidade dos bispos, mas foi bom ir percebendo em cada momento o feedback e sensibilidade que eles tinham para os diversos problemas.

P: No fim do Sínodo temos um documento final na mão. O que dizer deste documento? Como é que poderá ser aplicado?

R: O documento final é um documento que reproduz o produto do trabalho que é feito, da reflexão que é feita, dos contributos que são apresentados, sempre tendo como guião o instrumentum laboris. Portanto, não é um trabalho feito sem qualquer rumo, pelo contrário é um trabalho orientado a partir do instrumentum laboris. Neste documento final, quem esteve no Sínodo, percebe que estão aí a grande maioria das ideias e dos contributos e isso é importante. Evidentemente que não se pode esperar tudo de um documento final, sobretudo aquilo que ele não pretende nem pode dar. Ou seja, o que ele não pretende nem pode dar são receitas muito concretas, muito determinadas, porque essa parte do trabalho corresponde agora à terceira fase que é a fase da aplicação e sobre variadíssimos pontos o documento remete para o trabalho das igrejas locais. Recomenda sínodos, encontros e decisões das igrejas locais.

P: O documento final fala sobretudo de um manter a escuta aos jovens. Podemos dizer em síntese que esta é uma primeira linha de orientação para aquilo que as igrejas locais possam vir a desenvolver?

R: Continuar à escuta e continuar o processo de discernimento e de acompanhamento, obviamente que tudo isso remete para lógicas de percurso e não para lógicas acabadas ou fechadas. Isto é, seria um erro de perspetiva estar a encarar tudo isto como um fechar de um ciclo ou de uma fase. É apenas o passar para uma nova fase com estas mesmas atitudes, de continuar à escuta, de continuar atento e de continuar a discernir, numa realidade dos jovens que está sempre em mutação. Portanto, a escuta é sempre indispensável.

P: No Angelus no final do Sínodo o Santo Padre diz que mais importante do que o documento final é o estilo sinodal. O que é que o Papa Francisco quis dizer com isto?

R: O Papa quis significar o que disse na palavra de encerramento do Sínodo quando disse que o importante é este estilo sinodal. Um estilo que passa pela escuta e pela capacidade das pessoas, grupos e igrejas locais se reunirem, estarem juntas e juntos encontrarem caminhos de futuro. Importa aqui que ao conteúdo se associe também a forma. Só é possível apanhar o estilo deste Sínodo estando permanentemente com os jovens. Os jovens estiveram presentes na primeira fase, marcaram presença na segunda e eu acho que é indispensável que continuem a estar presentes no resto do processo. Isto é, é preciso encontrar modalidades locais para que o espírito do Sínodo permaneça. Ou seja, e o Papa também no Angelus referiu: os frutos e esta colheita será tanto mais fecunda, mais positiva e o vinho será tanto melhor, quanto também os jovens participem deste processo. Eu diria: um estilo sinodal, proposto aos pastores, proposto às comunidades, às estruturas, mas sempre com a presença dos jovens.

D. António Augusto Azevedo participou na XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos que decorreu no Vaticano de 3 a 28 de outubro sobre os jovens, a fé e o discernimento vocacional e partilhou com a VP a sua leitura sobre o andamento dos trabalhos e as conclusões apresentadas. Como o próprio referiu agora é o tempo da aplicação do Sínodo nas igrejas locais sempre com a presença dos jovens.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

"SEMINÁRIO, PASSADO, PRESENTE E FUTURO"

D. António Augusto Azevedo registou algumas notas sobre a história dos Seminários desde o Concilio de Trento (1545-1563) ao Concilio Vaticano II (1962-1965). Sobre o passado, o bispo auxiliar do Porto recordou as dificuldades políticas conjunturais e os problemas financeiros que marcaram as opções sobre a formação do clero.

Como marca do presente, inspirado pelo Concílio Vaticano II, D. António Augusto destacou, por exemplo, a importância dada à formação espiritual e à recomendação sobre novos métodos didáticos a implementar nos seminários. Assinalou que no tempo pós-conciliar, não obstante os muitos abandonos da vida sacerdotal e uma baixa de alunos nos seminários, surgiram novas realidades como o pré-seminário e os seminários de movimentos da Igreja. No presente, muitas vocações revelam-se em idade adulta – disse D. António Augusto tendo apontado que no Porto, num balanço aproximado dos últimos 10 anos, dos 32 padres ordenados cerca de 50% não vieram do Seminário Menor.

Sobre o futuro dos seminários, o bispo auxiliar do Porto assinalou que as orientações da Igreja apontam para uma formação que deverá ser integral, missionária e comunitária. Os Seminários deverão formar padres que sejam discípulos missionários enamorados do Mestre que vivam no meio do mundo na simplicidade, na sobriedade e na autenticidade.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

SÍNODO DOS BISPOS 2018 - D. António Augusto Azevedo

Na sua intervenção na Assembleia Sinodal no Vaticano, D. António Augusto Azevedo, bispo auxiliar do Porto e Presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios referiu-se “concretamente ao tema da vocação” inserindo-a no contexto do Sínodo que trata, como é sabido, sobre a problemática dos jovens.

D. António Augusto na sua reflexão assinalou a necessidade de “alargar o sentido da vocação”. “Todo o jovem tem uma vocação” – declarou D. António que lançou várias pistas de reflexão:

” Neste processo podemos ajudá-los e partir das questões essenciais: Qual o sentido da minha vida? Qual é o meu lugar neste mundo? Qual é o significado da minha existência? Qual é o caminho da verdadeira felicidade? Precisamos ainda de acompanhar os jovens na busca das respostas mais autênticas e libertadoras que se encontram na proposta cristã” – disse D.António Augusto.

O bispo auxiliar do Porto sublinhou ainda na sua intervenção a necessidade de “reforçar a perspetiva vocacional nos vários ambientes formativos: a catequese, as escolas e universidades, os grupos e movimentos”. Lembrou também “a vocação matrimonial, a vocação artística, a vocação para o compromisso social ou político e tantas outras”.

A propósito da vocação sacerdotal, D. António Augusto declarou que para ser despertada “o testemunho pessoal será sempre um fator decisivo”, recordando a importância do “entusiasmo contagiante de um jovem padre” ou a “fé cheia de sabedoria de um velho sacerdote”. Salientou na sua intervenção que se devem “multiplicar experiências, espaços e tempos que favoreçam o encontro pessoal com um Cristo vivo que ama a todos, conta com todos e chama alguns à vocação sacerdotal”.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

PEREGRINAÇÃO INTERNACIONAL ANIVERSÁRIA

O bispo auxiliar do Porto, D. António Augusto Azevedo, presidente da Peregrinação Internacional Aniversária de julho, na Cova da iria, desafiou os cristãos a não se resignarem  e a não cairem na indiferença num mundo “cheio de incertezas e algumas sombras”.

“Diante do rosto do mal no nosso tempo, tenha ele o nome de guerra ou terrorismo, violência ou exclusão, abandono ou solidão, injustiça ou corrupção, precisamos ter esperança”, afirmou o prelado do Porto durante a homilia proferida na Missa que encerra a peregrinação de julho concelebrada por 90 sacerdotes, quatro deles bispos e um cardeal.

“Num presente cheio de incertezas e de um futuro com alguma sombras, precisamos de ter esperança, de sonhar e de acreditar”, precisou sublinhando que “não podemos cair na resignação, na indiferença ou na banalização do mal nem remeter ao individualismo ou comodismo fáceis”.

“Não queiramos ser uma esperança abortada nem hipotequemos, como aconteceu tantas vezes no último século, as nossas esperanças em utopias ilusórias ou messianismos equivocados”, disse D. António Augusto Azevedo.

A NOSSA ORAÇÃO PELOS SACERDOTES

Neste dia rezamos de forma particular pelo Rev. Pe. José Manuel da Costa Lima, que celebra o 32º Aniversário de Ordenação Sacerdotal. Rev. Pe. José Paulo de Sousa Teixeira, que celebra o 21º Aniversário de Ordenação.
Lembramos ainda D. António Augusto de Oliveira Azevedo, que foi Ordenado Presbítero há 32 anos.
Que Deus os acompanhe e proteja para que possam continuar a missão que lhes foi confiada.
Senhor Jesus, Bom Pastor,

Tu quiseste chamar homens de coração generoso a estar contigo e a aprender contigo o que significa entregar a vida em amor e serviço. Deste-lhes a missão de anunciar a todos o amor do Pai, de ser guia e amparo das comunidades às quais são enviados.

Cada sacerdote é chamado a ser, nas suas alegrias e dificuldades, nos seus talentos e fragilidades, exemplo vivo da tua presença no mundo e na Igreja.

Eu Te peço por todos os sacerdotes, em especial os que vivem em maior solidão as dificuldades do seu ministério. Que o teu Espírito Santo seja o seu conforto.

Uno esta minha oração à de todos os cristãos que, nestes dias, rezam pela missão dos sacerdotes, como nos pede o Papa Francisco neste mês, na intenção que confia à sua Rede Mundial de Oração.

Senhor Jesus, Bom Pastor, ouve a minha oração pelos sacerdotes.

Pai-Nosso.

FÁTIMA: PEREGRINAÇÃO INTERNACIONAL ANIVERSÁRIA DE JULHO


“Uma peregrinação a Fátima é sempre um momento especial de encontro com Jesus Cristo”. Fátima é um grande sinal de Deus, um sinal do Céu para o mundo”.

D. António Augusto Azevedo