quinta-feira, 18 de outubro de 2018

SÍNODO DOS BISPOS 2018 - D. António Augusto Azevedo

Na sua intervenção na Assembleia Sinodal no Vaticano, D. António Augusto Azevedo, bispo auxiliar do Porto e Presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios referiu-se “concretamente ao tema da vocação” inserindo-a no contexto do Sínodo que trata, como é sabido, sobre a problemática dos jovens.

D. António Augusto na sua reflexão assinalou a necessidade de “alargar o sentido da vocação”. “Todo o jovem tem uma vocação” – declarou D. António que lançou várias pistas de reflexão:

” Neste processo podemos ajudá-los e partir das questões essenciais: Qual o sentido da minha vida? Qual é o meu lugar neste mundo? Qual é o significado da minha existência? Qual é o caminho da verdadeira felicidade? Precisamos ainda de acompanhar os jovens na busca das respostas mais autênticas e libertadoras que se encontram na proposta cristã” – disse D.António Augusto.

O bispo auxiliar do Porto sublinhou ainda na sua intervenção a necessidade de “reforçar a perspetiva vocacional nos vários ambientes formativos: a catequese, as escolas e universidades, os grupos e movimentos”. Lembrou também “a vocação matrimonial, a vocação artística, a vocação para o compromisso social ou político e tantas outras”.

A propósito da vocação sacerdotal, D. António Augusto declarou que para ser despertada “o testemunho pessoal será sempre um fator decisivo”, recordando a importância do “entusiasmo contagiante de um jovem padre” ou a “fé cheia de sabedoria de um velho sacerdote”. Salientou na sua intervenção que se devem “multiplicar experiências, espaços e tempos que favoreçam o encontro pessoal com um Cristo vivo que ama a todos, conta com todos e chama alguns à vocação sacerdotal”.

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