sábado, 30 de junho de 2018

REZE PELOS SACERDOTES

Reze pelos sacerdotes” é o tema da campanha que a Rede Mundial de Oração do Papa (RMOP) – Portugal promove de 6 a 13 de julho de 2018, indo de encontro à intenção do Papa para este mês: 'para que os sacerdotes que vivem o seu trabalho pastoral com dificuldade e na solidão se sintam ajudados e confortados pela amizade com o Senhor e com os irmãos'.

A iniciativa tem como objetivo incentivar os cristãos a rezar por intenções específicas indicadas por sacerdotes que desenvolvem a sua missão pastoral em diferentes regiões e vivem realidades bem distintas. Neste sentido, todos os dias, ao longo de oito dias, as pessoas que se inscreverem nesta campanha recebem um testemunho com as alegrias e dificuldades manifestadas por oito sacerdotes e uma oração para rezarem pelas intenções sugeridas por cada um deles.

Todas as vidas têm as suas fragilidades e solidões, que necessitam ser partilhadas e amparadas. O sacerdote, como ser humano, tem naturalmente as suas dificuldades, sobretudo os que vivem em lugares isolados e os que lidam com populações vulneráveis e/ou difíceis.

Com esta campanha, a RMOP – Portugal pretende não só sensibilizar os cristãos para a importância de rezar pelos sacerdotes como também promover entre os fiéis leigos a atitude de disponibilidade e colaboração com os sacerdotes na edificação da Igreja e no anúncio do Evangelho.

Para se inscrever na campanha “Reze pelos sacerdotes”, clique em
https://apostoladodaoracao.us9.list-manage.com/subscribe?u=0520309a1409f299d2a9d83f1&id=037d0d50e2 

DOMINGO XIII DO TEMPO COMUM - Ano B

SALMO RESPONSORIALSalmo 29 (30), 2.4.5-6.11.12a.13b (R. 2a) 
Refrão: Louvar-Vos-ei, Senhor, porque me salvastes.

Eu Vos glorifico, Senhor, porque me salvastes 
e não deixastes que de mim se regozijassem os inimigos. 
Tirastes a minha alma da mansão dos mortos, 
vivificastes-me para não descer ao túmulo.

Cantai salmos ao Senhor, vós os seus fiéis, 
e dai graças ao seu nome santo. 
A sua ira dura apenas um momento 
e a sua benevolência a vida inteira. 
Ao cair da noite vêm as lágrimas 
e ao amanhecer volta a alegria.

Ouvi, Senhor, e tende compaixão de mim, 
Senhor, sede Vós o meu auxílio. 
Vós convertestes em júbilo o meu pranto: 
Senhor meu Deus, eu Vos louvarei eternamente.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

FOLHA DOMINICAL - informações e reflexões importantes para toda a comunidade

SOLENIDADE DE S. PEDRO - PADROEIRO - Eucaristia às 21h00, na Igreja Paroquial

EVANGELHO Jo 21, 15-19 
«Apascenta os meus cordeiros, apascenta as minhas ovelhas» 
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João 

Quando Jesus Se manifestou aos seus discípulos 
junto ao mar de Tiberíades, 
depois de comerem, perguntou a Simão Pedro: 
«Simão, filho de João, tu amas-Me mais do que estes?». 
Ele respondeu-Lhe: 
«Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo». 
Disse-lhe Jesus: «Apascenta os meus cordeiros». 
Voltou a perguntar-lhe segunda vez: 
«Simão, filho de João, tu amas-Me?». 
Ele respondeu-Lhe: 
«Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo». 
Disse-lhe Jesus: «Apascenta as minhas ovelhas». 
Perguntou-lhe pela terceira vez: 
«Simão, filho de João, tu amas-Me?». 
Pedro entristeceu-se 
por Jesus lhe ter perguntado pela terceira vez se O amava 
e respondeu-Lhe: 
«Senhor, Tu sabes tudo, bem sabes que Te amo». 
Disse-lhe Jesus: «Apascenta as minhas ovelhas. 
Em verdade, em verdade te digo: 
Quando eras mais novo, 
tu mesmo te cingias e andavas por onde querias; 
mas quando fores mais velho, 
estenderás a mão e outro te cingirá 
e te levará para onde não queres». 
Jesus disse isto para indicar o género de morte 
com que Pedro havia de dar glória a Deus. 
Dito isto, acrescentou: «Segue-Me». 

Palavra da salvação. 

S. PEDRO E S. PAULO, Apóstolos – SOLENIDADE

SALMO RESPONSORIAL Salmo 18 A (19 A), 2-3.4-5 (R. 5a) 
Refrão: A sua mensagem ressoou por toda a terra.

Os céus proclamam a glória de Deus 
e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. 
O dia transmite ao outro esta mensagem 
e a noite a dá a conhecer à outra noite.

Não são palavras nem linguagem 
cujo sentido se não perceba. 
O seu eco ressoou por toda a terra 
e a sua notícia até aos confins do mundo.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

D. ANTÓNIO MARTO, NOVO CARDEAL

D. António Marto vai ser criado cardeal, esta quinta-feira, no consistório convocado pelo Papa Francisco.
O consistório decorre na Basílica de São Pedro, a partir das 16h00. Depois da homilia do Papa Francisco, os novos cardeais fazem a profissão de fé, com a recitação do Credo, e o juramento de fidelidade e obediência ao Papa e aos seus sucessores. Segue-se a entrega dos três símbolos cardinalícios: barrete, anel e bula da nomeação.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

FESTA DE SÃO PEDRO

A comunidade em festa, reunida na 
Igreja Paroquial de S. Pedro de Vilar do Paraíso.
MISSA DE S. PEDRO, sexta, dia 29, às 21h00
MISSA DA FESTA, domingo, dia 1 de julho às 11h00
PROCISSÃO SOLENE, domingo, dia 1 de julho às 117h00

IGREJA PAROQUIAL DE S. PEDRO DE VILAR DO PARAÍSO

"Tomou em seguida o pão e depois de ter dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim." 
 Lucas 22, 19

terça-feira, 26 de junho de 2018

VATICANO: D. José Tolentino Mendonça assume intenção de «servir a Igreja na Cultura»

O novo arquivista e bibliotecário da Santa Sé, D. José Tolentino Mendonça, manifestou hoje à Agência ECCLESIA a sua intenção de “servir a Igreja na Cultura”, após receber uma nova missão por parte do Papa.

“A Cultura faz-nos viajar à raiz arquitetural da pessoa, àquilo que constitui o núcleo fundante da sua aventura existencial, mas também nos permite interrogar e iluminar o seu horizonte de sentido”, refere o responsável português, num depoimento escrito.

Francisco nomeou hoje o sacerdote e poeta madeirense como arquivista do Arquivo Secreto do Vaticano e bibliotecário da Biblioteca Apostólica, elevando-o ainda à dignidade de arcebispo; a tomada de posse do cargo está marcada para 1 de setembro.

D. José Tolentino Mendonça sublinha que a sua missão como “Arquivista e Bibliotecário da Santa Igreja Romana” se insere numa tradição papal de “conservar num arquivo próprio a memória dos mártires e a gesta dos pastores, bem como os livros que asseguravam a atividade litúrgica e as necessidades administrativas da comunidade eclesial”.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

FESTAS DO PADROEIRO S. PEDRO - 29 e 30 junho, 1 julho

MISSA DE S. PEDRO 
Sexta-feira, 29 de junho, 21h00, igreja paroquial

MISSA DA FESTA 
Domingo, dia 1 de julho, 11h00, igreja paroquial

17h00 procissão solene

FESTA DO PADROEIRO SÃO PEDRO

CONVITE: Catequistas, Catequizandos, Pais

As Festas de S. Pedro são um momento muito importante da Paróquia e no qual, dentro das possibilidades de cada um de nós devemos colaborar. 
As festas são essencialmente momentos fortes de afirmação da nossa fé, de oração, sendo o ponto mais alto e importante, a participação na Solene Eucaristia.
Mas as festas são também identidade religiosa, com tradições como as procissões, que, a perderem-se, nos deixariam a todos muito mais pobres, pelo que é necessário transmitir às gerações mais novas a importância desses valores: religiosos, culturais e tradicionais 
O CONVITE à participação é para todos, solicita-se aos catequistas para participarem e apelarem também à participação das crianças e adolescentes na procissão que se realizará no dia 01.07.2018, às 17h00, na Igreja Paroquial.

Foto: Daniela Pereira /Fotografa Gaia

O DESPREZO E ABANDONO DOS POBRES, SEM VOZ, SEM MEIOS E SEM ALTERNATIVAS

Veio a público, o encerramento do Colégio de Poiares, dirigido, pelos Salesianos, onde estes, imitando o apóstolo da educação da juventude pobre e desprotegida, São João Bosco, com ajuda dum prestigiado corpo docente de bons educadores, davam a tantos Jovens Pobres a educação esmerada, que os ia preparando, para a vida em sociedade.

O Colégio, bem apetrechado, está situado, em Poiares, no cimo dos socalcos durienses. Mais de metade dos alunos do histórico e benemérito Colégio recebiam apoio social escolar. Continuava graças ao contrato de associação. Agora, com o seu encerramento, quem perde são os pobres. O interior do país, já exausto, sem gente e sem meios, fica mais pobre e recebe o golpe de misericórdia, condenado ao desprezo e abandono.

Não digam que é por razões económicas, que o Estado deixa de apoiar alunos pobres, na instituição de referência, que os pais escolheram, como é legítimo que escolham, para os filhos. O Estado vai até pagar mais, por serviço pior, e, sobretudo, não cumpre o que é seu dever, pois não pode nem deve sobrepor-se às famílias, nem às pessoas, que lhe são anteriores. Deve ajudar as famílias a escolher para os filhos a educação, que os pais livremente desejarem. Há deveres primordiais esquecidos e terrivelmente adulterados. E há injustiças sociais de bradar aos céus.

Com atitudes destas, o interior esvazia-se. Os pobres são preteridos e abandonados. Não há quem veja a desolação e a miséria em que nos afundaram. Somos vítimas de decisões ditatoriais, irresponsáveis e demagógicas. Não importa que os alunos sejam obrigados a ir para piores escolas e com piores serviços, contra a vontade dos pais, integrados, em turmas, que custam mais ao Estado. O que conta é a cor da bandeira, a ideologia, que preside à agonia do interior de Portugal, já, há muito, moribundo.

Nas cidades e regiões, onde há gente e uma classe média consistente, que pode pagar o ensino dos filhos, decisões destas podem ser contrariadas, por pais voluntariosos. Aqui, em Trás-os-Montes, no interior de Portugal e nesta região duriense, abandonada e martirizada, isso não é possível. Resta a submissão à decisão de não permitir outra alternativa ao que o Estado soberanamente decidir, ainda que se saiba que decide mal e, desgraçadamente, decide contra os pobres, porque são estes sempre a sofrer.

Com medidas destas e outras quejandas, preparem-se, para o funeral do interior do país esquecido, terrivelmente injustiçado, onde os pobres gritam e ninguém os ouve. As injustiças e o abandono a que fomos votados, em termos de educação e de saúde, são de bradar aos céus. Como portugueses de segunda, bem merecíamos outra sorte. Assim, me confirmo, inteiramente solidário, com as famílias pobres e com o direito, que têm de escolherem para os filhos a educação, que entenderem dever dar-lhes.

+ Amândio José Tomás, bispo de Vila Real 

sábado, 23 de junho de 2018

FOLHA DOMINICAL - Informações e Reflexões importantes para toda a comunidade

NASCIMENTO DE S. JOÃO BAPTISTA – SOLENIDADE

SALMO RESPONSORIAL Salmo 138 (139), 1-3.13-14ab.14c-15 (R. 14a) 
Refrão: Eu Vos dou graças, Senhor, 
porque maravilhosamente me criastes.

Senhor, Vós conheceis o íntimo do meu ser: 
sabeis quando me sento e quando me levanto. 
De longe penetrais o meu pensamento: 
Vós me vedes quando caminho e quando descanso, 
Vós observais todos os meus passos.

Vós formastes as entranhas do meu corpo 
e me criastes no seio de minha mãe. 
Eu Vos dou graças 
por me terdes feito tão maravilhosamente: 
admiráveis são as vossas obras.

Vós conhecíeis já a minha alma 
e nada do meu ser Vos era oculto, 
quando secretamente era formado, 
modelado nas profundidades da terra.

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Ecumenismo: Papa propõe ação conjunta dos cristãos em defesa da vida e do ambiente

O Papa Francisco assinalou hoje na cidade suíça de Genebra os 70 anos de trabalho do Conselho Mundial das Igrejas (WCC, sigla em inglês) e convidou os cristãos a uma ação conjunta em defesa da vida e do ambiente.

“Na sua voracidade de coisas, o homem perde de vista os companheiros de viagem; em consequência, pelas estradas do mundo reina uma grande indiferença. Impelido pelos seus instintos, torna-se escravo dum consumismo desenfreado”, alertou, num discurso proferido no centro ecuménico do WCC.

No decorrer de uma oração com representantes de várias Igrejas e comunidades cristãs, Francisco advertiu para as consequências do silenciamento da “voz de Deus”, sobretudo quando as pessoas são “incapazes de caminhar pelo próprio pé, como bebés e idosos”, que acabam por ser “descartados porque importunos”.

“A criação serve apenas para produzir à medida das necessidades”, advertiu ainda.

O pontífice alertou para a tentação de procurar a realização pessoal “seguindo o caminho da acumulação de bens, a lógica do egoísmo, segundo a qual o homem procura, aqui e agora, agarrar tudo o que lhe apetece”.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

FESTA DE S. PEDRO: ENSAIOS DE COROS

Hoje, 21 de Junho, 21h30, no Centro Paroquial, têm início os ensaios dos coros para a Festa do Padroeiro S. Pedro.
Haverá ainda ensaios nos dias 26 e 28, sempre às 21h30, no Centro Paroquial.
CONVITE à participação dos elementos de todos os coros, e também de catequistas, jovens, ou outras pessoas que gostem de cantar e desejem começar a integrar esta iniciativa.
Todos são bem-vindos!

terça-feira, 19 de junho de 2018

AVALIAÇÃO DE ANO DE CATEQUESE

Hoje, 19 de Junho, 21h30, no Centro Paroquial
Tertúlia, Entrega de Material e Caderneta dos catequizandos
CONVITE à presença de todos os catequistas. 

domingo, 17 de junho de 2018

ENCERRAMENTO DO ANO CATEQUÉTICO

Sábado, 16 de Junho, pelas 16h00, a catequese teve uma tarde de encontro na Eucaristia, para em comunhão  louvar e agradecer mais um catequético.
Este ano num cenário diferente do habitual, no Seminário da Boa Nova, com muitas crianças, catequistas, pais e outros familiares.
A Igreja do Seminário é, sem dúvida, um espaço de excelência e foi uma boa aposta do secretariado da catequese.
O Coro Infanto-juvenil esteve à altura e, tal como o Rev. Padre Jerónimo referiu, congratulamo-nos pela chegada de mais elementos e instrumentos.
Celebração simples, cuidada, dinamizada pelo 9º ano de catequese e muito participada pelas crianças.
O salmo foi cantando por um catequista, o que é também uma boa forma de incentivar os catequizandos, pois vendo fazer é a melhor forma de aprender.
O Evangelho deste dia, Mc 4, 26-34, bem a propósito, falava-nos do reino de Deus, comparando-o à  semente de mostarda: «que é a menor de todas as sementes que há sobre a terra; mas, depois de semeado, começa a crescer e torna-se a maior de todas as plantas da horta, estendendo de tal forma os seus ramos que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra».
Que todos guardem bem dentro do coração a pequena sementinha - Palavra de Deus - que como o Pé Jerónimo explicou, é importante cuidar dela para continuar a crescer forte e cheia de vitalidade, pois só assim, com cada um de nós, o reio de Deus poderá crescer.
O Pe. Jerónimo explicou aos mais pequenos que terminada a liturgia da Palavra, se ia iniciar a liturgia Eucarística.
Dons trazidos ao altar e a colocação do Pão e do Vinho na mesa, que se iria transformar no Corpo e Sangue de Jesus, para que todos possam alimentar alma.
E na comunhão assim afirmamos cantando: "Pão do céu, pão de Deus, Vida em mim és Senhor Jesus / No caminho da vida és o pão que dá força e luz  / Quem comer deste pão viverá por mim / Quem deste vinho beber viverá no amor / E feliz reinará com o seu Senhor. 
"Eu sou o pão da vida. / Eu sou ressurreição. /Tomai e comei este é o meu Corpo: / Pão de vida e unidade. / Permanecei em mim: / Eu a videira vós os ramos. /Tomai e bebei este é o meu sangue
Para a vossa salvação."
Agradecimentos feitos pelo Gil, aos que organizaram e participaram nesta celebração, e dizendo que no final todos iriam levar uma pequena lembrança do Secretariado da Catequese, um postal, com pequenas sementinhas de mostarda coladas e a frase:  "Obrigado por teres estado aqui"
Também um catequista do 9º ano de catequese, o José Guedes, agradeceu a presença de todos e a generosidade das dádivas que trouxeram, e foram muitas, para serem entregues às Vicentinas. Convidou também as crianças - e fez um apelo aos pais para que os levassem -  a participar na procissão do padroeiro S. Pedro, no domingo 1 de Julho, pelas 17h00, na Igreja Paroquial.
Naturalmente que todos estamos contentes pela chegada da férias, mas estas não nos podem fazer esquecer o Dia do Senhor. E, em cada domingo, onde quer que estejamos, em qualquer capela ou igreja, Jesus espera sempre por cada um de nós. Não nos esqueçamos disso porque em qualquer lado somos comunidade, reunida à volta da mesa da Palavra e do Pão.
Esperamos também que a caminhada de catequese de cada um continue no próximo ano, porque o caminho se faz caminhando... e há tanto caminho ainda para fazer.
Depois da Eucaristia foi entregue a lembrança prometida, rumando todos ao refeitório para um tempo de convívio e saborear o delicioso lanche.
Boas férias, com a Palavra de Deus a guiar-nos em cada dia e que Nossa Senhora da Boa Nova a todos proteja.

sábado, 16 de junho de 2018

DOMINGO XI DO TEMPO COMUM - Ano B

SALMO RESPONSORIAL Salmo 91 (92), 2-3.13-14.15-16 (R. cf. 2a) 
Refrão: É bom louvar-Vos, Senhor.

É bom louvar o Senhor 
e cantar salmos ao vosso nome, ó Altíssimo, 
proclamar pela manhã a vossa bondade 
e durante a noite a vossa fidelidade.

O justo florescerá como a palmeira, 
crescerá como o cedro do Líbano; 
plantado na casa do Senhor, 
florescerá nos átrios do nosso Deus.

Mesmo na velhice dará o seu fruto, 
cheio de seiva e de vigor, 
para proclamar que o Senhor é justo: 
n’Ele, que é o meu refúgio, não há iniquidade.

FOLHA DOMINICAL - Informações e reflexões importantes para toda a comunidade

sexta-feira, 15 de junho de 2018

DIA MUNDIAL DA CONSCIENCIALIZAÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA A PESSOA IDOSA

A data foi criada em 2006 pelas Nações Unidas e pela Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa, tendo como objetivos refletir numa questão social sensível e acabar com a violência contra a pessoa idosa.

Numa sociedade cada vez mais envelhecida (serão 1,2 mil mihões de pessoas com mais de 60 anos em 2025), os idosos são esquecidos e sujeitos a maus-tratos físicos e psicológicos, quer pelas suas famílias, quer pelos serviços de acolhimento ou pela sociedade em geral.

Todos os anos se registam vários casos de abuso contra os idosos e muitos mais acontecem em silêncio, sem conhecimento público. Parar os abusos verbais, emotivos, financeiros e corporais e promover a integração e o bem-estar do idoso são os desafios lançados pela celebração desta data.

Neste dia a ONU relembra também que a discriminação etária é uma grave violação dos Direitos Humanos, exigindo o empenhamento dos governos, das instituições e da população para mudar a situação.

Texto e imagem: internet

quinta-feira, 14 de junho de 2018

TEMPO DE ACÇÃO DE GRAÇAS PELA CAMINHADA CATEQUÉTICA

No próximo sábado, 16 de Junho, pelas 16h00, encerramos mais um ano de catequese. O 9º catecismo organiza e dinamiza e a Eucaristia, e CONVIDA toda a catequese a estar presente.
Todos somos também CONVIDADOS a levar um bem alimentar que será entregue à Vicentinas
No final da Eucaristia teremos lanche partilhado - com o que cada um puder levar - e convívio.
Não faltem!

quarta-feira, 13 de junho de 2018

CELEBRAÇÃO DAS BEM-AVENTURANÇAS

 
SOMOS UM 
Ao passar a vida, eu sei,
que nem tudo vai ser, como sonhei.
Ter caminho p'ra fazer,
e um plano, sem saber, ser "Mais alguém".
E vais ver, vais sentir, não precisas desistir,
quando a vida te pára e diz "Não!"
Pois eu estou junto a ti, 
dou-te a força que há em mim,
tu és mais do que "um só", somos um.
Somos um, somos um… (Eu e tu), somos um.
Somos um, somos um… (Eu e tu), somos um.
Posso ser igual a mim,
ou terei de desistir de ser assim?
Confiar no coração?
Ou no plano que Deus tem para mim?
 Mesmo os que aqui não estão, 
de ti esperam, com razão,
teu rumo tu estás a traçar.
Seres alguém, seres feliz, 
porque alguém assim o quis.
Seres um "mais" para ti, somos um!
Somos um, somos um… (Eu e tu), somos um.
Somos um, somos um… (Eu e tu), somos um.
  
Somos um, Eu e Tu, como a Terra e o Céu,
unidos pelo mesmo Sol.
E de ti vais colher o orgulho de crescer,
e sorrires quando vires que...
...Somos um.
Somos um, somos um… (Eu e tu), somos um.
Somos um, somos um… (Eu e tu), somos um.

SERMÕES DE SANTO ANTÓNIO DE LISBOA

Deixemos a vaidade do mundo!

“Jesus, tendo saído daquele lugar, retirou-se para a região de Tiro e Sidónia…”(Mt 15,21). “Jesus, tendo saído…”etc. A saída de Jesus representa a saída de toda pessoa humana que se converte e sai da vaidade do mundo. Sobre isto, se lê e se canta na história deste domingo (2º da Quaresma): “Tendo Jacó saído de Bersabéia partiu para Harã (Gn 28,10). Eis como concordam os dois Testamentos: “Jesus, tendo saído daquele lugar, retirou-se para a região de Tiro e Sidónia”, diz Mateus. “Jacó, tendo saído de Bersabéia, partiu para Harã”, diz Moisés no Génesis. “Jacó é interpretado como ‘suplantador’ e representa o pecador convertido que, sob a planta (do pé) da razão pisa, esmaga a sensualidade da carne. Ele sai de Bersabéia, que se interpreta 'sétimo poço’, indicativo da insaciável cobiça deste mundo que é a raiz de todos os males. Deste poço fala João no seu evangelho, colocando as palavras da Samaritana na conversa com Jesus:
“Senhor! Nem sequer tens uma vasilha e o poço é profundo”. E Jesus responde: “Todos aqueles que beberem desta água, ainda terão sede” (Jo 4,11.13). Ó Samaritana! Disseste com toda razão e verdade que o poço é profundo. Com efeito, a cobiça do mundo é profunda, exatamente porque não tem o fundo da suficiência, da saciedade. Por isso, quem quer que seja que beber da água deste poço, entendida como riquezas e prazeres temporais, terá sede de novo. E é verdade mesmo, devemos repeti-lo, porque até Salomão o diz nas parábolas: “A sanguessuga tem duas filhas que dizem: Quero mais, quero mais” (Pv 30,15). A sanguessuga é o diabo que tem sede da nossa alma e deseja bebê-la. Suas são a duas filhas, isto é, as riquezas e os prazeres que sempre dizem: “Quero mais, quero mais” e nunca “Basta!” Diz também o Apocalipse: “Do poço subiu uma fumaça como a fumaça de uma grande fornalha, de modo que o sol e o ar ficaram escuros por causa da fumaça do poço. E da fumaça se espalharam gafanhotos pela terra” (9,2-3). A fumaça que cega os olhos da razão sobe do poço da cobiça mundana que é a grande fornalha da Babilónia. Por causa dessa fumaça é que se obscureceram o sol e o ar. O sol e o ar simbolizam os religiosos. “Sol”, porque os religiosos devem ser sempre puros, cheios de afeição e lúcidos: puros pela castidade, cheios de afeição pelo amor e lúcidos pela pobreza. “Ar”, porque eles devem ser “aéreos”, quer dizer, contemplativos. Infelizmente, por causa de nossos pecados, saiu a fumaça do poço da cobiça e já defumou a todos. É por isso que Jeremias deplora nas Lamentações: “Ai! Como se escureceu o ouro, como mudou sua mais esplêndida cor!” (Lm 4,1).
ol e ouro, ar e cor esplêndida significam a mesma coisa. O esplendor do sol e do ouro se obscureceu, o ar e a cor mudaram. E observe-se bem a exatidão com que Jeremias disse: “escureceu e mudou”. Com efeito, a fumaça da cobiça escurece o esplendor da vida religiosa e obscurece a esplêndida cor da contemplação celeste, na qual o vulto da alma torna-se misticamente invadido por uma esplêndida cor, isto é, torna-se cândido e vermelho: cândido pela encarnação do Senhor, vermelho pela sua paixão, cândido pelo branco marfim da castidade, vermelho pelo ardente desejo do esposo celeste. Lamentavelmente, esta esplêndida cor, hoje em dia, está bastante deteriorada porque foi defumada pela fumaça da cobiça, sobre a qual ainda está escrito: “E da fumaça do poço saíram gafanhotos pela terra”.
Os gafanhotos, pelos saltos que dão, representam todos os religiosos, os quais, com ambos os pés da pobreza e da obediência, devem saltar para a altura da vida eterna. Infelizmente, porém, com um salto para trás, da fumaça do poço, eles saíram pela terra e, como se diz no Êxodo, “cobriram a superfície da terra” (10,5). Hoje não se vêem mercados, não se fazem reuniões civis ou eclesiásticas nas quais não se encontrem monges e religiosos. Compram e
revendem, “constroem e destroem, tornam redondo o que era quadrado” (Horácio, Epist.), isto é, torcem e retorcem qualquer coisa. Nos processos convocam as partes, brigam diante dos juízes, pagam legistas e advogados, induzem testemunhas a jurarem junto com eles por coisas transitórias, frívolas e vãs. Dizei-me, ó religiosos insensatos, se nos profetas ou nos evangelhos de Cristo ou nas cartas de Paulo, se na regra de São Bento ou de Santo Agostinho vós encontrastes essas brigas, essas distrações, esses clamores e essas declarações nos processos por coisas efémeras e caducas. Ou pelo contrário, não é o próprio Senhor que diz aos Apóstolos, aos monges, a todos os religiosos e não a modo de conselho, mas de ordem mesmo, já que escolheram o caminho da perfeição: “Eu vos digo: amai os vossos inimigos, fazei o bem àqueles que vos odeiam; abençoai aqueles que vos amaldiçoam, orai por aqueles que vos caluniam. E a quem te bate numa face, apresenta-lhe também a outra. E a quem te leva o manto, não recuses a túnica. Dá a quem te pede e não reclames de quem toma o que é teu. Como quereis que os outros vos façam, fazei também a eles. E se amais apenas os que vos amam, que méritos tereis? Os pecadores também amam aqueles que os amam. E se fazeis o bem aos que vo-lo fazem, que méritos tereis? Até mesmo os pecadores agem assim” (Lc 6,27-33).
Esta é a regra de Jesus Cristo que deve ser preferida a todas as regras, instituições, tradições, invenções, porque “não há servo maior que seu patrão, nem apóstolo maior que aquele que o enviou” (Jo 13,16).Observai, escutai e vede, ó povos todos, se existe disparate, se existe presunção igual à deles. Em suas regras e constituições está escrito que cada monge ou cónego tenha duas ou três túnicas e dois pares de calçados, de acordo com o inverno ou o verão. Se por acaso acontece de não terem essas coisas no tempo e no lugar que querem, dizem que não se está observando o que é mandado e isso vai mesquinhamente contra a regra.
Olhai com que escrúpulo querem observar a regra naquilo que é prescrito em vantagem do corpo, mas a regra de Jesus Cristo, sem a qual não podem salvar-se, observam pouco ou nada. E o que direi do clero e dos prelados da Igreja? Se um bispo ou um prelado da Igreja fizer algo contra um decreto do Papa Alexandre, Papa Inocêncio ou de qualquer outro papa, imediatamente é acusado, o acusado é convocado, o convocado é julgado por seu crime e, depois de julgado, é deposto. Ao contrário, se ele cometer algo de grave contra o Evangelho de Jesus Cristo, que ele tem por obrigação de vida observar, não há ninguém que o acuse, ninguém que o repreenda. “Com efeito, todos amam o que é seu e não o que é de Jesus Cristo” (cfr. Fil 2,21). O próprio Cristo, com relação a essas coisas, tanto aos religiosos como ao clero, diz: “Invalidastes a Palavra de Deus por causa da vossa tradição. Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, quando disse: 'Este povo me honra com os lábios, mas o coração está longe de mim. Em vão me prestam culto, pois o que ensinam são mandamentos humanos’ (Mt 15,6-9). E de novo: “Ai de vós, fariseus, que pagais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as hortaliças, mas deixais de lado a justiça e o amor de Deus! Importava praticar estas coisas sem deixar de lado aquelas. Ai de vós, fariseus, que apreciais o primeiro lugar nas sinagogas e as saudações nas praças públicas…
Ai de vós, doutores da lei, que impondes aos homens fardos insuportáveis e vós mesmos não tocais esses fardos com um dedo sequer… Ai de vós, doutores da lei, porque tomastes as chaves da ciência! Vós mesmos não entrastes e impedistes os que queriam entrar! (Lc 11,42-43.46.52). Portanto, bem se diz no Apocalipse que “saiu a fumaça do poço como a fumaça de uma grande fornalha que escureceu o sol e o ar e, da fumaça do poço, se espalharam sobre a terra os gafanhotos”. E observe-se ainda que o poço da cobiça humana é chamado “sétimo poço” e isso por dois motivos: ou porque
é o 'lixo’ e a fossa de sete crimes (pois a cobiça, como diz o Apóstolo, é a raiz de todos os males (Tm.6,10), ou porque a cobiça não tem o fundo da saciedade tal qual se lê no Génesis que o “sétimo dia não teve tarde” (Gn 2,2). É deste infeliz poço, pois, que o pecador arrependido consegue sair. A ele se aplicam as palavras:
“Jacó, tendo saído de Bersabéia, partiu para Harã”. “Jesus, tendo saído dali, partiu para a região de Tiro e Sidônia”. Vejamos o que significam esses três nomes: Tiro, Sidónia e Harã. Tiro é interpretado como “angústia”, Sidónia “caça da tristeza”, Harã “excelsa ou indignação”. A pessoa arrependida, que sai da cobiça do mundo, vai para as regiões de Tiro, isto é, da angústia. Observe-se bem que a pessoa verdadeiramente arrependida tem duas angústias: a primeira é aquela que ela sente pelos pecados cometidos, a segunda é aquela que ela tem que aguentar por causa das três tentações, a do diabo, do mundo e a da carne. Sobre a primeira diz Jó: “As coisas que antes a minha alma não queria tocar, agora na minha angústia, tornaram-se o meu alimento” (6,7). Com efeito, para a pessoa arrependida, por causa da angústia do arrependimento que ela sente pelos pecados, quais alimentos saborosos são as vigílias intensas, as lágrimas abundantes, os frequentes jejuns. Tudo isso a alma, isto é, a sua sensualidade saciada de coisas temporais, aborrecia até tocar, antes de voltar à penitência. É por isso que diz Salomão nas Parábolas: “A alma saciada pisa o favo de mel, mas a alma faminta toma até o amargo como se fosse doce” (Pr 27,7). Observe-se como calham bem Tiro e Harã, isto é, a angústia e o excelso, pois quem quiser chegar às coisas excelsas, sublimes, não poderá fazê-lo sem passar pela angústia. Assim também, a pessoa arrependida que quer subir à plenitude da vida eterna, deve antes passar por Tiro. É o próprio Senhor que o diz em Lucas: “Não era necessário que o Cristo sofresse – eis aí Tiro – para entrar assim em sua glória – eis aí Harã – ? (24,26).

Frei Geraldo Monteiro,Tradução do latim “Sermões Dominicais e Festivos”, vol. I, pp.105-109 –Ed.Messaggero – Pádua – 1979.

S. ANTÓNIO DE LISBOA, presbítero e doutor da Igreja

ORAÇÃO COLECTA

Deus eterno e todo-poderoso, 
que em Santo António destes ao vosso povo 
um pregador insigne do Evangelho 
e um poderoso intercessor junto de Vós, 
concedei que, pelo seu auxílio, 
sigamos fielmente os ensinamentos da vida cristã 
e mereçamos a vossa protecção em todas as adversidades. 
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, 
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

terça-feira, 12 de junho de 2018

PARABÉNS e MUITAS FELICIDADES, Sr. DIÁCONO CELESTINO

São os nossos votos pela passagem de mais um aniversário natalício. Neste dia, a nossa oração ao Sagrado Coração de Jesus, para que lhe conceda muitos anos com saúde, muita alegria e na companhia de toda a família.