quarta-feira, 30 de novembro de 2016

REZEMOS PELAS VÍTIMAS DE MAIS UMA TRAGÉDIA

A nossa ORAÇÃO, por todos os que tão cedo partiram em mais uma tragédia sem explicação, que ceifou vidas tão jovens, cheias de sonhos para a realizar e muito para celebrar na vida. Rezamos também pelos familiares e amigos, para que a fé e a esperança em Deus os ajude a enfrentar esta dura provação.

BÊNÇÃO DAS MULHERES GRÁVIDAS - 8 DE DEZEMBRO

Oração da mãe que espera um filho

Eu Vos glorifico, Pai celeste, Deus criador, 
porque fizestes em mim grandes coisas 
e vai nascer de mim um filho, 
fruto de um amor que abençoastes.

Jesus, Filho de Deus, 
que me permitistes adorar-Vos pequenino no presépio, 
eu Vos ofereço meu filho, Vosso irmão. 
Enriquecei-o com os belos dons da natureza e da graça. 
Que na terra seja ele nossa alegria, e na eternidade, Vossa glória!

Espírito Santo, cobri-me com Vossa sombra 
durante estes benditos meses de espera, 
a fim de que nada possa acontecer de mau ao meu filho
e que sua alma esteja pronta 
a tornar-se Vosso santuário pelo baptismo. 

E Vós, Maria, Rainha das mães, assisti-me, vos peço, 
na hora do nascimento do meu filho. 
Aceito desde já, todos os sofrimentos que vierem 
e peço-vos que os ofereçais a Deus por meu filho. 

Meu santo anjo da guarda, 
santo anjo da guarda do meu filho, 
velai sobre nós dois. 
Ámen.

PARA VÓS, SENHOR, ELEVO A MINHA ALMA!

Como é fácil, Senhor Jesus,
Daqui, de ao pé da tua Cruz,
Avistar a paisagem do Advento,
Compreender-lhe a mensagem,
Respirar-lhe o alento.

 Daqui, de ao pé da tua Cruz de Luz,
Sem dúvida o lugar mais alto do mundo,
Mais alto e mais profundo,
Vê-se bem, com toda a claridade,
Que a lonjura do Advento não é horizontal.
Eleva-se em altura.
Como a tua túnica tecida de Alto-a-baixo,
Vertical,
E sem costura.

Tu vens do Alto, Senhor.
Tu vens de Deus.
Tu és Deus.
Tu és o Justo
Que chove das alturas
Sobre a nossa humanidade sedenta e às escuras.

 Vem, Senhor Jesus,
Alumia e rega a nossa terra dura,
Acaricia o nosso humilde chão
E modela com as tuas mãos de amor
Em cada um de nós
Um novo coração
Capaz de ver.
Capaz de Te ver
Nascer
Em cada irmão.

D. António Couto

terça-feira, 29 de novembro de 2016

LAUSPERENE 26-Nov – CATEQUESE INFÂNCIA

Senhor, quem entrará no santuário p’ra Te louvar? 
Quem tem as mãos limpas, um coração puro
Quem não é vaidoso e sabe amar. 
 Senhor, eu quero entrar no santuário p’ra Te louvar. 
Oh, dá-me mãos limpas, um coração puro,
Arranca a vaidade, ensina-me a amar. 
Senhor, já posso entrar no santuário p’ra Te louvar, 
Teu sangue me lava, teu fogo me queima
O Espírito Santo inunda o meu ser. 

LAUSPERENE 26-Nov – CATEQUESE ADOLESCÊNCIA

Um momento vivido no Lausperene pela Catequese da adolescência:
Jesus é digníssimo de todo o nosso louvor. Maria, ajuda-nos a sermos melhores e a amarmos ainda mais Jesus, Seu Filho, este Jesus que está aqui diante de nós na Hóstia Consagrada.
Peçamos muito a Nossa Senhora com muita fé e confiança:
Porque Jesus, Teu Filho, está diante de nós, na Hóstia Consagrada e merece todo o nosso louvor, nós Te pedimos: Maria, ajuda-nos a louvar Jesus.
Porque Jesus, nosso Redentor e Salvador, deu a vida por nós na Cruz, morrendo por nosso amor, nós Te pedimos: Maria, ajuda-nos a louvar Jesus.
Porque Jesus, no extremo do Seu amor, ficou na Santíssima Eucaristia, para ser nosso alimento, quando comungamos, nós Te pedimos: Maria, ajuda-nos a louvar Jesus.
Porque Jesus continua a oferecer-Se em cada Missa, para nos alegrar com a Sua presença e para ser a nossa força, nós Te pedimos: Maria, ajuda-nos a louvar Jesus.
Porque Jesus quer continuar vivo e presente em cada Hóstia Consagrada, para ser nosso companheiro, nós Te pedimos: Maria, ajuda-nos a louvar Jesus.
Porque Jesus continua a amar-nos e a rezar por nós ao Pai, pedindo as graças que precisamos, nós Te pedimos: Maria, ajuda-nos a louvar Jesus.
Deixa Deus entrar na tua própria casa 
Deixa-te tocar pela Sua graça 
Dentro, no segredo, reza-lhe sem medo:

Senhor, Senhor! Que queres que eu faça
No fundo do ser eu vou encontrar 
As razões de viver, as razões de amar 
É bem dentro de nós que está a raiz 
Que nos faz amar e ser feliz.
Tanta coisa me impede de O escutar 
Me desvia da meta que me propus 
Vou ter a coragem de O deixar entrar 
Vou seguir o clarão da Sua luz.
Vou consentir que Seu olhar de amor 
Se fixe em mim e eu me deixe olhar 
Vou-me abrir num acto livre ao Senhor 
Eu vou ser de Deus e vou deixá-lo entrar

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

LAUSPERENE - 8º ANO

O 8º ano não quis deixar de dedicar parte da sua catequese de Sábado ao Santíssimo, no momento de Lausperene.
Na Capela rezámos em silêncio, agradecendo a Jesus estar sempre presente e pedindo força para continuar a percorrer o caminho, sempre ao encontro d’Ele.

Obrigado, Jesus, pelo Teu amor.
Obrigado, Jesus, pelo Teu apoio.
Obrigado, Jesus, pela Tua presença.
Obrigado, Jesus, por me ajudares a distinguir o Bem do Mal.
Obrigado, Jesus, por me guiares e fazeres com que escolha o Bem.


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

PELO SONHO É QUE VAMOS...

Pelo sonho é que vamos, 
comovidos e mudos. 
Chegamos? Não chegamos? 
Haja ou não haja frutos, 
pelo sonho é que vamos. 
Basta a fé no que temos. 
Basta a esperança naquilo 
que talvez não teremos. 
Basta que a alma demos, 
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos 
e ao que é do dia a dia. 
Chegamos? Não chegamos? 
– Partimos. Vamos. Somos.  

Sebastião da Gama   

CABAZES DE NATAL

A partir do próximo domingo, em todos os centros de culto, estará um cabaz para encher com a partilha de bens alimentares, que serão distribuídos antes do Natal às famílias carenciadas da nossa paróquia.
Partilhe e faça com que o Natal de uma família seja mais feliz. 
Bem-haja!

DOMINGO I DO ADVENTO - Ano A

SALMO RESPONSORIALSalmo 121 (122), 1-2.4-5.6-7.8-9 (R. cf. 1) 
Refrão: Vamos com alegria 
para a casa do Senhor.

Alegrei-me quando me disseram: 
«Vamos para a casa do Senhor». 
Detiveram-se os nossos passos 
às tuas portas, Jerusalém.

Para lá sobem as tribos, as tribos do Senhor, 
segundo o costume de Israel, 
para celebrar o nome do Senhor; 
ali estão os tribunais da justiça, 
os tribunais da casa de David.

Pedi a paz para Jerusalém: 
«Vivam seguros quantos te amam. 
Haja paz dentro dos teus muros, 
tranquilidade em teus palácios».

Por amor de meus irmãos e amigos, 
pedirei a paz para ti. 
Por amor da casa do Senhor, 
pedirei para ti todos os bens.

CONFERÊNCIAS DE S. VICENTE DE PAULO

À semelhança dos anos anteriores, as VICENTINAS promovem uma recolha de bens alimentares, que vai decorrer no próximo, sábado, 26 de novembro, durante todo o dia, no CONTINENTE/GAIA.

Obrigada, desde já, pela sua partilha fraterna, que vai certamente ajudar a alegrar o Natal de quem mais precisa.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

EUCARISTIA COM A CATEQUESE: NA SOLENIDADE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO

“É com muita alegria que Jesus, Cristo Rei, nos convida para o seu banquete. Em paz e unidos celebremos a realeza divina de Jesus. Ele venceu todo o pecado e a morte, tornando-se “Senhor do Universo”.
E, foi assim, com a monição inicial, um CONVITE de JESUS a todos, que demos inicio a esta Festa de Cristo Rei, preparada e dinamizada pelo 7º ano de catequese e animada pelo Coro Infanto-Juvenil, sob a direcção do Valter.
Essa dinamização fez-se sentir logo na entrada na capela, onde em lugar de destaque se encontrava o Leccionário, ladeado por duas velas acesas – que seria depois levado solenemente ao altar na Liturgia da Palavra – o Pão, e o Vinho, que seriam levados para a Liturgia Eucarística - e os símbolos da realeza de Jesus: 
Ouro que significa Rei, Incenso, Sacerdote e Mirra, Profeta. – apresentados com um convite à partilha e à generosidade – e com as palavras completou-se um painel que desde o inicio da celebração se encontrava junto do altar.
Na procissão de entrada foram levados ao altar, símbolos, que nos ajudaram a entender esta Festa em que celebramos Cristo Rei do Universo, não como um Deus forte e dominador, mas sim um DEUS que Serve, Acolhe, Ama, por isso morre na Cruz, para remissão dos pecados e salvação de todos os homens.
A Palavra de Deus, neste último domingo do ano litúrgico, convida-nos a tomar consciência da realeza de Jesus. Deixa claro, no entanto, que essa realeza não pode ser entendida à maneira dos reis deste mundo: é uma realeza que se exerce no amor, no serviço, no perdão e na doação da vida.
A primeira leitura apresenta-nos o momento em que David se tornou rei de todo o Israel. Com ele, iniciou-se um tempo de felicidade, de abundância, de paz, que ficou na memória de todo o Povo de Deus. 
O Evangelho apresenta-nos a realização dessa promessa: Jesus é o Messias/Rei enviado por Deus, que veio tornar realidade o velho sonho do Povo de Deus e apresentar aos homens o “Reino”; no entanto, o “Reino” que Jesus propôs não é um Reino construído sobre a força, a violência, a imposição, mas sobre o amor, o perdão, o dom da vida.
 “A Fé na realeza de Jesus é a que nós confessamos quando chamamos a Jesus Cristo, Nosso Senhor. Esta realeza foi reconhecida por exemplo, pelo bom ladrão crucificado ao lado de Jesus, também em sofrimento que olhando Jesus lhe diz: Jesus, lembra-te de mim quando vieres com a Tua realeza.”
"Eis o momento mais importante da nossa eucaristia. Confortados pela Palavra chega a hora de dizer a Jesus, obrigada por me receberes no teu banquete. Que eu seja digno(a) de me abeirar junto do teu alimento espiritual. "
 Em momento de Acção de Graças, o 7 ano rezou:
Eis-me aqui
Senhor, encheste-me de dons para Te servir.
Vou procurar usá-los para Te encontrar.
Os meus OUVIDOS 
procuram a tua VOZ e os teus conselhos
Nas vozes daqueles que encontro pelo caminho.
Enquanto procuro nas placas das encruzilhadas 
a direcção para chegar a Ti,
VEJO como as pessoas discutem e se magoam, 
esquecidas de Ti.
VEJO outros que constroem caminhos, 
amizades e mundos melhores.
Outros usam as MÃOS, 
dom maior para selar esses pactos de amor.
Também uso as minhas MÃOS, 
para construir as paredes da Tua Igreja, da nossa casa.
Com os meus PÉS, 
sigo o caminho que me leva a Ti.
FALO Contigo e com os que me acompanham.
A minha BOCA 
denuncia as maldades a que assisti e 
conta a história das bem-aventuranças.
No final da minha procura, 
desta aventura de Te encontrar, 
VEJO-TE e SINTO-TE na minha pele…
Cheguei a Ti! 
Obrigado(a) Senhor, 
Cristo Rei do Universo
E assim celebramos esta FESTA de CRISTO REI, encerrando o Ano Litúrgico e entrando no novo com o ANO MARIANO.
E, com MARIA, caminhos, rezamos e queremos RENOVAR-NOS NAS FONTES DA ALEGRIA!

sábado, 19 de novembro de 2016

SÓ O MODO DO AMOR É SOBERANO

7. Aí está a página divina deste Último Domingo do Ano Litúrgico, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo: Lucas 23,35-43. Texto espantoso. É preciso vir um pouco atrás buscar o fio de sentido deste imenso texto. Diz, na verdade, Lucas 23,32 que «Eram conduzidos também com Ele outros dois malfeitores para serem executados». Sim, o texto diz, com espantosa precisão teológica, «outros dois malfeitores». Ao dizer «outros dois malfeitores», o texto está a dizer que Jesus, o Justo, é também um malfeitor! Aí está o Livro a abrir-se perante os nossos olhos atónitos! O quarto Canto do Servo do Senhor já dizia que o Servo Justo «Foi contado entre os malfeitores» (Isaías 53,12). Sim, Ele é um de nós! Não passa ao nosso lado ou por cima de nós, mas desce ao nosso chão, abraça-nos e absorve os nossos males.

12. Vem, Senhor Jesus! Ilumina com a tua Luz nova as trevas, as pregas e as pedras da calçada do nosso coração empedernido. Reina sobre nós, Salva-nos, Justifica-nos, Perdoa-nos, Recria-nos. Faz-nos outra vez à tua Imagem. Dissolve a besta brava que há em nós e que, à imagem de Caim, não fala, mas trucida e come o outro (Génesis 4,8). Bem visto por Judas na sua pequena Carta, infelizmente pouco lida e meditada: «Aqueles que seguem o caminho de Caim são como animais sem palavra» (Judas 10-11).

13. «Jesus, lembra-te de mim quando vieres com o teu Reino».

SOLENIDADE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO


SALMO RESPONSORIALSalmo 121 (122), 1-2.4-5 (R. cf. 1) 
Refrão: Iremos com alegria para a casa do Senhor.

Alegrei-me quando me disseram: 
«Vamos para a casa do Senhor». 
Detiveram-se os nossos passos 
às tuas portas, Jerusalém.

Jerusalém, cidade bem edificada, 
que forma tão belo conjunto! 
Para lá sobem as tribos, 
as tribos do Senhor.

Para celebrar o nome do Senhor, 
segundo o costume de Israel; 
ali estão os tribunais da justiça, 
os tribunais da casa de David.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

BISPO CONVIDA A DIOCESE À CELEBRAÇÃO DO ENCERRAMENTO DO JUBILEU

O bispo do Porto convidou a diocese a celebrar a conclusão do Jubileu este domingo na Missa das 16h00, na Sé da cidade, e sublinha o “apelo a vidas transformadas pela misericórdia de Deus” no Ano Santo extraordinário.

“Percebemos bem como a Igreja precisava desta lufada de nova missão que irrompe da misericórdia divina, acolhida e traduzida na vida de todos os dias. E não nos surpreende a alma aberta do mundo que acolheu esta iniciativa do Papa Francisco com alargada aprovação e atento interesse”, assinala D. António Francisco dos Santos.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

LECTIO DIVINA - Evangelho: Lc 19, 41-44


Meditar a Palavra

Reconhecer. A palavra de hoje é esta, “conhecer”, “reconhecer” aquele que pode trazer paz à minha vida. Jesus é aquele que pode transformar tudo em mim. Ele pode alterar todas as coisas da minha vida. A derrocada pode ser evitada se eu abrir as portas a Jesus. Posso evitar ser invadido, posso impedir que me assaltem os inimigos, se deixar entrar Jesus a fazer parte da minha vida. Jesus chora diante de mim, ao ver que tenho tudo para ser feliz, para experimentar a paz, para viver uma vida nova, e que não sei usar todos os meus dons nesse sentido porque não o reconheço. Não quero ficar indiferente diante das lágrimas de Jesus.

Rezar a Palavra

Eu quero reconhecer que só tu me podes dar a paz, Senhor. Eu quero ser lugar onde tu entras e não deixas entrar os inimigos. Eu quero ser muralha forte, baluarte seguro pela tua presença em mim. Concede-me a graça de ser salvo pelas tuas lágrimas.

http://aliturgia.com/quinta-feira-da-semana-xxxiii-do-tempo-comum-2/

Quinta-feira da Semana XXXIII do Tempo Comum


Evangelho: Lc 19, 41-44

Naquele tempo, quando Jesus Se aproximou de Jerusalém, ao ver a cidade, chorou sobre ela e disse: «Se ao menos hoje conhecesses o que te pode dar a paz! Mas não. Está escondido a teus olhos. Dias virão para ti, em que os teus inimigos te rodearão de trincheiras e te apertarão de todos os lados. Esmagar-te-ão a ti e aos teus filhos e não deixarão em ti pedra sobre pedra, por não teres reconhecido o tempo em que foste visitada».

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

"OS TEMPOS DO CORAÇÃO"


É fácil ser religioso; difícil é ser espiritual. A vida religiosa requer que nós sejamos apenas para o outro; a vida espiritual requer que sejamos compassivos para com o outro.

Para sermos profundamente espirituais e completamente compassivos, devemos recordar que a pessoa necessitada é apenas outra versão de nós próprios, com a qual talvez ainda tenhamos de travar conhecimento na vida, mas que um dia se revelará.

O mundo não se cura a si próprio. Só um coração compassivo o pode fazer.

VOLUNTARIADO - Banco Alimentar Contra a Fome

Os Bancos Alimentares Contra a Fome voltam a apelar à generosidade do público em mais uma campanha de recolha de alimentos no fim-de-semana de 3 e 4 de Dezembro de 2016, em superfícies comerciais e na Internet.
COLABORA!

http://www.porto.bancoalimentar.pt/

CATEQUESE - REUNIÃO COM PAIS


Convidam-se os pais das crianças  do 3ºano de catequese e adolescentes, que se preparam para receber o Sacramento do Batismo, para uma reunião muito importante, sábado, 19 de novembro, 17h00, no centro paroquial.

EUCARISTIA COM A CATEQUESE


SOLENIDADE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO
Sábado, 19 de Novembro, 16h00, Capela de S. Martinho.
CONVITE à presença de todos os anos de catequese

Esta Eucaristia será dinamizada pelo 7º ano de catequese.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

"NAMASTÉ - A luz de Deus em mim saúda a luz de Deus em ti”

«Retratos que espelham a nobreza e a dignidade das pessoas que vivem em contextos de extrema miséria, mergulhadas numa realidade tão dura que as fez perder o distanciamento crítico e a capacidade de reconhecer a sua beleza.»

Este é o coração do livro "Namasté – A luz de Deus em mim saúda a luz de Deus em ti”, do padre e fotógrafo Paulo Teia, recentemente lançado pela editora Frente e Verso, em que o religioso da Companhia de Jesus narra a sua experiência de encontro com os mais marginalizados durante uma viagem de dois meses pela Índia.

"HÁ CRISTÃOS QUE NÃO PERCEBEM QUANDO O SENHOR BATE À PORTA" - Papa Francisco

O Papa alertou hoje na homilia para a tranquilidade “sem consistência” dos mornos, considerando que existem cristãos que “não percebem quando o Senhor bate à porta”.

“Eu sei distinguir no meu coração quando o Senhor me diz ‘acorda’? Quando me diz ‘abre’? E quando me diz ‘desce’? Que o Espírito Santo nos dê a graça de saber discernir estes chamados”, comentou Francisco, na homilia da Missa a que presidiu na Capela da Casa de Santa Marta.

O pontífice argentino deu como exemplo a passagem do Evangelho lida hoje nas igrejas de todo o mundo, que narra o episódio de Jesus com Zaqueu e da sua “curiosidade” que “foi semeada pelo Espírito Santo”.

“A iniciativa vem do Espírito em direção ao Senhor, levanta os olhos e diz: ‘Vem, convida-me para ir à tua casa’”, comentou, explicando que o “Senhor está sempre com amor para corrigir ou para convidar para jantar ou para ser convidado”.

PORTUGAL: PASTORAL COM SURDOS DESAFIA A IGREJA CATÓLICA

A coordenadora do Serviço Pastoral a Pessoas com Deficiência (SPPD) explicou hoje preocupações e desafios de “dar voz” ao que as pessoas com deficiência pedem à Igreja Católica, no contexto do Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa.

“Das grandes preocupações, como serviço da Conferência Episcopal Portuguesa, é a dificuldade que tem havido na Igreja de conseguir responder às necessidades das pessoas surdas porque quando se fala na Eucaristia, um sacramento para os cristãos mas não é o primeiro anúncio da fé”, assinala Maria Isabel Vale.

“Não conhecemos formação de catequistas em Língua Gestual. Temos muita dificuldade, naquilo que chega ao nosso conhecimento, das nossas comunidades abram a acolher famílias com crianças surdas”, desenvolve.

“As comunidades têm de ser na relação, no ouvir as pessoas, acolher e dar-lhes resposta. As comunidades cristãs são de relação com Jesus e as pessoas, é preciso conhecer a língua do irmão”, acrescenta a coordenadora do SPPD.

LECTIO DIVINA Terça-feira da Semana XXXIII do Tempo Comum

Evangelho: Lc 19, 1-10
Rezar a Palavra

Ensina-me Senhor, a atitude de Zaqueu. Faz-me correr pelas avenidas, ruas e travessas da minha vida à tua procura. Não me deixes ficar parado nos cantos, nos becos por onde ninguém passa. Não permitas que me acomode no canto do meu eu, mas faz-se sair a fim de que me encontres para o desafio de largar tudo o que me impede de te deixar instalar em mim.

domingo, 13 de novembro de 2016

COHEN TEÓLOGO

Leonard Cohen foi um grande teólogo deste tempo. Afirmá-lo não é a cedência fácil à comoção da sua partida. Reconhecê-lo é, antes, sublinhar um dos traços que fizeram dele, como bem anotava o seu epitáfio no Twitter, um "visionário" na música contemporânea. E não é um lapso que o considere precisamente teólogo. Porque a religiosidade da sua música vai muito para lá das referências bíblicas, espirituais e transconfessionais com que se tece a sua lírica. Porque o eco de Deus na sua obra afina-se com esse diálogo, mas nasce antes e vai mais longe. Nasce de uma inquietude perante a vida que não se sabe dizer sem Deus. E chega à hipótese de um divino ferido, amigo, portanto, do percurso acidentado de Cohen e também de todos os que têm de lutar para crer. Dir-se-ia que a gravidade do seu timbre foi feita para a gravidade do que ele canta. O casamento nele entre voz e palavra não poderia ter sido mais indissolúvel e fecundo.

Sabemos que, historicamente, as Igrejas, tal como os Estados, partidos e ideologias, tiveram dificuldades com os artistas, porque de vez em quando eles fazem e dizem coisas que não estavam no programa, e seguem por caminhos que talvez não fossem os mais ortodoxos, ou mais justos, segundo o entender de quem o diz.

Cantando e escrevendo, Cohen pensou, desabafou, rezou, amou. Sempre com aquele jeito cavalheiresco cultuado noutras eras. Porque assim era, um gentleman em palco e fora dele. Honrou assim o nome que celebrizou. Foi kohen, isto é, sacerdote, fazendo das letras e da música como que um santuário. Porque a forma mais recorrente de Deus na sua obra será mesmo a da invocação. E também assim se faz e fez teologia. Não apenas falando de Deus, mas falando a Deus. 

É O AMOR O QUE FICA DO QUE PASSA!

8. Trabalhai com diligência e amor. Semeai o vosso trigo, tratai-o com carinho, limpai-o da palha que o possa afogar, regai-o, colhei-o com alegria, moei-o, amassai a farinha com as vossas mãos limpas e carinhosas, acendei o forno com cuidado, cozei o vosso pão, parti-o e comei-o à vossa mesa, com uma vela acesa! Chamai o pobre, fazei-o entrar e sentar, alumiai-o e alimentai-o. Agasalhai-o. É a lição de São Paulo aos Tessalonicenses 3,7-12.

9. Sim, meus irmãos, o fio de ouro, a filigrana, que atravessa a história, é o amor. É o que fica do que passa. É, portanto, o amor que julga, isto é, que põe em crise, a nossa história e a nossa vida vã e banal. O fim do mundo é o amor que ama. O fim de um mundo. O fim do meu mundo egoísta, egocêntrico e egolátrico, assente apenas nos meus instintos e interesses. Quero dizer: aquilo que põe fim a este meu mundo vão e banal é o amor que ama, e, porque ama, é pessoal, é uma pessoa, é Deus que vem, amando, e me faz ver, amando-me, como eu tenho andado distraído e enganado, que nem tenho reparado no seu amor!

10. Cantai, pois, um cântico novo, que tenha a idade e a fidelidade do amor, ao Deus que vem para julgar amando, e renovar, sempre amando e acariciando, a terra do nosso coração. E Levantar-se-á então, desde o santuário do nosso emocionado coração, o hino coral e universal, que é o belo Salmo 98. Tudo e todos são chamados a formar uma bela orquestra, que nunca deixe de cantar os louvores de Deus. Desde o Templo (harpa, cítara, shôphar) até à inteira criação: mar e terra, rios (que são os braços e as mãos do mar, e, por isso, batem palmas), montes e colinas. Cantai, pois, um cântico novo, que tenha a idade e a fidelidade do amor, ao Deus que vem para julgar, amando, e renovar, sempre amando e acariciando, a terra, às vezes dura, do nosso coração.

D. António Couto
https://mesadepalavras.wordpress.com/2016/11/12/e-o-amor-o-que-fica-do-que-passa/