
quarta-feira, 7 de maio de 2025
"Franciscus, tempo e espaço"

terça-feira, 22 de junho de 2021
«A GRANDE DESGRAÇA DESTE MUNDO NÃO É HAVER PESSOAS SEM-DEUS, MAS QUE SEJAMOS CRISTÃOS TÃO MEDÍOCRES»

sexta-feira, 5 de março de 2021
“LUZ PARA O MUNDO"

segunda-feira, 1 de março de 2021
A CORAGEM DA IRMA ANN

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021
ADORAÇÃO, GESTO FORTE DA QUARESMA

A adoração é um ato voluntário: posso adorar Deus quando quiser, em todas as circunstâncias.
Posso dizer-lhe: «Senhor, eis-me na tua presença, e reconheço que Tu és o primeiro na minha vida. Tu és o meu Deus, o meu criador e o meu Pai, e eu entrego-me entre as tuas mãos. Toma a minha vida e tudo o que me pertence, porque eu amo-te e só quero pertencer a ti».
Este ato pode durar um minuto; um pouco menos ou muito mais, segundo as circunstâncias.
De manhã, ao levantar, a adoração pode ser o primeiro ato que dá a sua cor ao meu dia. Da mesma forma, à noite, ao deitar. E porque não durante o dia, entre duas atividades, por exemplo? Para me ajudar, posso fixar vários encontros horários por dia.
Se as circunstâncias o permitirem, posso pôr-me de joelhos, como Moisés prostrando-se diante de Deus. Se não, no meu coração prostro-me e recolho-me um instante até que tenha colocado Deus no seu lugar, no centro da minha vida.
E desta maneira, depondo atos de adoração, tornou-me, aos poucos, um adorador.
https://www.snpcultura.org/adoracao_gesto_forte_quaresma.html
quarta-feira, 19 de agosto de 2020
O DOM DE FÁTIMA
sexta-feira, 5 de junho de 2020
TRINDADE: DEUS É COMUNHÃO, VÍNCULO, ABRAÇO
https://www.snpcultura.org/Trindade_Deus_e_comunhao_vinculo_abraco.html
sábado, 28 de março de 2020
À ESPERA DA MAMÃ
quinta-feira, 12 de março de 2020
DA TUA ARIDEZ, FAREI BROTAR FONTES
ÉTICA EM TEMPO DE COVID 19
terça-feira, 3 de março de 2020
AGENDA PARA UM DIA DE QUARESMA
Meditação a partir dos textos da liturgia.
Esquecer-me de mim. Procurar a vontade de Deus.
Dar mais tempo, ao pequeno-almoço, àqueles que vivem comigo.
Trabalhar em silêncio.
Ser mais paciente. Acolher de bom grado os casos e as situações imprevistas.
Não alimentar os tais pensamentos.
Concluir o trabalho e enviar.
Convidar o A. para o almoço de quinta.
Fazer a visita adiada, com tempo.
Ser causa de alegria para os outros. Dizer mais vezes obrigado.
Rezar pelos que estão em dificuldades.
Não esquecer de ligar à S. e à família.
Não ser portador de más notícias. Não reagir às ofensas. Não regatear a atenção alheia. Não guardar rancor. Não ceder à tentação da ganância e da competição que apenas exclui.
Aceitar as contrariedades. Suportar ser desprezado.
Reduzir o tempo nas redes sociais.
Não alimentar certas conversas. Abster-me de palavras e reações agressivas.
Ser próximo de quem precisa. Estar disponível para…
Perdoar e perdoar-me.
Rever os textos da liturgia. Participar na celebração eucarística como o momento mais extraordinário do dia.
Apenas sopa, se possível, ao jantar.
Retomar o hábito da vigília noturna com exame de consciência e oração de Completas.
Dar graças a Deus.
https://www.snpcultura.org/agenda_para_um_dia_de_quaresma.html
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020
A «LOUCURA DIVINA» DE SANTA JACINTA MARTO
PARA VOLTAR A LER: "Morreste-me"...
Estranhamente, a luz ténue da esperança cristã apresenta duas facetas paradoxais, em relação à morte. Por um lado, surge como salvação da morte e, nesse sentido, como condenação da morte, enquanto o que de pior pode acontecer aos humanos – e que é experimentado, sobretudo, na morte do outro que amamos; por outro lado, o caminho da esperança cristã só é possível através da morte, isto é, depois de dita a penúltima palavra sobre nós, pois é essa palavra que coloca um ponto final na nossa vida terrena e, desse modo, torna essa vida completa – mesmo que, na nossa perspetiva, pareça estar sempre incompleta. Ou seja, cada um de nós só será ele mesmo, sem mais possibilidade de alterar a sua identidade, quando morrer, por mais breve que seja o seu tempo de vida. Assim, a morte é inevitável, não apenas de facto – todos sabemos que morreremos – mas, em certo sentido, de direito – somos seres biologicamente finitos e, para o «encerramento» do nosso processo de construção da identidade pessoal, temos que morrer.
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