INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 1 de setembro de 2018

DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELO CUIDADO DA CRIAÇÃO

"A água nos convida a refletir sobre as nossas origens. A maior parte do corpo é composta de água; e muitas civilizações, na história, surgiram nas proximidades de grandes cursos de água que marcaram sua identidade. É sugestiva a imagem utilizada no início do Génesis, em que se diz que nas origens o espírito do Criador «pairava sobre as águas» (1,2).

Pensando em seu papel fundamental na criação e no desenvolvimento humano, sinto a necessidade de dar graças a Deus pela «irmã água», simples e útil sem nada de parecido para a vida no planeta. Precisamente por esse motivo, cuidar de fontes e bacias hídricas é um imperativo urgente. Hoje, mais do que nunca, é necessário um olhar que  ultrapasse o imediato (cf. Carta Enc. Laudato si’, 36), além de «critério utilitarista de eficiência e produtividade para lucro individual» (ibid., 159). Precisa-se urgentemente de projetos conjuntos e de ações concretas, tendo em conta que é inaceitável qualquer privatização do bem natural da água que seja contrária ao direito humano de poder ter acesso a ela.

Para nós cristãos, a água é um elemento essencial de purificação e de vida. O pensamento vai imediatamente para o Batismo, sacramento do nosso renascimento. A água santificada pelo Espírito é a matéria pela qual Deus nos vivificou e nos renovou; é a fonte abençoada de uma vida que não morre mais. O Batismo representa também, para os cristãos de diferentes confissões, o ponto de partida real e indispensável para viver uma fraternidade cada vez mais autêntica no caminho da plena unidade. Jesus, durante a sua missão, prometeu uma água capaz de saciar para sempre a sede do homem (cf. Jo 4,14), e profetizou: «Se alguém tem sede, venha a mim e beba» (Jo 7,37). Ir a Jesus, beber d’Ele significa encontrá-Lo pessoalmente como Senhor, haurindo da sua Palavra o sentido da vida. Que possam ressoar em nós com força as palavras que Ele pronunciou na cruz: «Tenho sede» (Jo 19, 28). O Senhor continua a pedir para ser saciado na sua sede, pois tem sede de amor. Ele nos pede para dar-Lhe de beber nos muitos sedentos de hoje, para então nos dizer: «Eu estava com sede e me destes de beber» (Mt 25,35). Dar de beber, na aldeia global, não envolve apenas gestos pessoais de caridade, mas escolhas concretas e compromisso constante de garantir a todos o bem primário da água."

http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/messages/pont-messages/2018/documents/papa-francesco_20180901_messaggio-giornata-cura-creato.html

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE PAPA FRANCISCO PARA A CELEBRAÇÃO DO DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELO CUIDADO DA CRIAÇÃO

1 DE SETEMBRO DE 2018
Caros irmãos e irmãs!

Neste Dia de Oração desejo, em primeiro lugar, agradecer ao Senhor pelo dom da casa comum e por todos os homens de boa vontade que estão comprometidos em protegê-la. Agradeço também pelos numerosos projetos que visam promover o estudo e a proteção dos ecossistemas, pelos esforços destinados a desenvolver uma agricultura mais sustentável e uma alimentação mais responsável, pelas diversas iniciativas educacionais, espirituais e litúrgicas que envolvem muitos cristãos em todo o mundo no cuidado da criação.

Devemos reconhecê-lo: não soubemos proteger a criação com responsabilidade. A situação ambiental, quer a nível global, quer em muitos lugares específicos, não pode ser considerada satisfatória. Com razão, surgiu a necessidade de uma relação renovada e saudável entre a humanidade e a criação, a convicção de que apenas uma visão do homem autêntica e integral nos permitirá cuidar melhor do nosso planeta para o benefício das gerações presentes e futuras, pois «não há ecologia sem uma adequada antropologia» (Carta Enc. Laudato si’, 118).

Neste Dia Mundial de Oração pelo cuidado da criação, que a Igreja Católica há alguns anos celebra em união com os irmãos e irmãs ortodoxos, e com o apoio de outras Igrejas e Comunidades cristãs, gostaria de chamar a atenção para a questão da água, elemento tão simples e precioso, cujo acesso infelizmente é difícil para muitos, se não impossível. No entanto, «o acesso à água potável e segura é um direito humano essencial, fundamental e universal, porque determina a sobrevivência das pessoas e, portanto, é condição para o exercício dos outros direitos humanos. Este mundo tem uma grave dívida social para com os pobres que não têm acesso à água potável, porque isto é negar-lhes o direito à vida radicado na sua dignidade inalienável» (ibid., 30).

PÔR O CORAÇÃO NO PREGO

(...)
5. Proclamado diante de todos o novo princípio ético fundamental (o que se passa no coração é a chave da ética), Jesus separa-se da multidão e entra em casa, novo espaço relacional, e aí e desse modo, explica aos seus discípulos o princípio sapiencial, o mashal, proposto à escuta e compreensão de todos. Note-se, todavia, que são os discípulos que pedem explicações em casa (Marcos 7,17). Só eles estão com Jesus «em casa», e pretendem, não tirar-se de razões, atropelar-se com palavras, mas compreender melhor o dizer sapiencial (mashal) de Jesus à multidão. E Jesus adverte-os, como quem espera deles e de nós uma melhor compreensão. Mas explica, apontando outra vez o dedo ao coração: «Não compreendeis que tudo o que, de fora, entra no homem, não o pode tornar impuro, porque não entra no seu coração, mas no ventre, e vai para a fossa? E dizia: o que sai do homem, isso sim, torna o homem impuro. Na verdade, é de dentro do coração dos homens que saem as más intenções, imoralidades, roubos, homicídios, adultérios, cobiças, malvadez, fraudes, luxúria, mau-olhado, calúnia, soberba, insensatez. Todas estas coisas más vêm de dentro, e tornam o homem impuro» (Marcos 7,18-23). Notável elenco de vícios. E como nos dá Jesus uma extraordinária e incisiva explicação, pondo completamente a nu a nossa vida antiga, e ensinando-nos novíssimas maneiras de viver.

6. Vê-se bem que não basta lavar por fora. O essencial não é o «envelope» no bolso, à entrada da porta, por cima ou por baixo da mesa. Não basta, portanto, a «lavagem das mãos», a netilat yadayim, como forma exterior de traduzir a pureza interior, do coração. Na verdade, é sempre necessário manter puro o coração, e nada de exterior pode iludir ou camuflar esta ação fundamental.

D. António Couto

DOMINGO XXII DO TEMPO COMUM - Ano B

SALMO RESPONSORIALSalmo 14 (15), 2-3a.3cd-4ab.5 (R. 1a) 
Refrão: Ensinai-nos, Senhor: quem habitará em vossa casa?

O que vive sem mancha e pratica a justiça 
e diz a verdade que tem no seu coração 
e guarda a sua língua da calúnia.

O que não faz mal ao seu próximo, 
nem ultraja o seu semelhante; 
o que tem por desprezível o ímpio, 
mas estima os que temem o Senhor.

O que não falta ao juramento, 
mesmo em seu prejuízo, 
e não empresta dinheiro com usura, 
nem aceita presentes para condenar o inocente. 
Quem assim proceder jamais será abalado.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

ENCONTRO MUNDIAL DAS FAMÍLIAS (WMOF Ireland 2018)

  Festival das Famílias em Dublin... 
com a presença do Papa. 
Que privilégio pertencer a estas cerca de 
80 mil pessoas presentes.
Pe. Zé Manel
 
 

FALAR ÀS CRIANÇAS

«A palavra sábia é aquela que, quando contada a uma criança, é entendida sem necessidade de explicações.»
(...) 
É por isso que as palavras a elas destinadas devem ter não só uma substância, mas também uma sabedoria expositiva: se se conseguir entretecer estes dois talentos, então acontecerá que também os adultos permanecerão envolvidos.

É isto que recorda o grande escritor espanhol Miguel de Unamuno (1864-1936) na frase que proponho hoje. A arte de comunicar é um pouco inata e um pouco (na verdade, muito) aprendida, e por isso tem de ser adquirida.

A improvisação – pelo menos em assuntos sérios – é sempre perigosa e, infelizmente, não é raro comprová-lo também nas homilias dominicais.

Os pais, se querem oferecer aos seus filhos um verdadeiro ensinamento, não devem contentar-se com as costumeiras boas palavras ou com a repreensão instintiva: as crianças são as primeiras a dar-se conta, deixando passar essas palavras como água sobre pedra.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

PAPA FRANCISCO NA IRLANDA

“O mundo diz-nos para sermos fortes e independentes, preocupando-nos pouco com aqueles que estão sozinhos ou tristes, rejeitados ou doentes, que ainda não nasceram ou estão moribundos. O nosso mundo precisa duma revolução de amor! Que esta revolução comece por vós e pelas vossas famílias!”

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

É NOSSA OFERTA: RECEBEI, SENHOR

É nossa oferta: recebei, Senhor!
É nossa oferta: recebei, Senhor!

 Recebei, Pai santo,  
Esta hóstia imaculada.
O nosso pão e nosso vinho 
 Para o corpo e sangue de Jesus.

O nosso trabalho e as nossas lutas, 
A nossa fadiga e o nosso repouso.
A nossa riqueza e a nossa pobreza
A nossa virtude e a nossa miséria.

A nossa saúde e a nossa doença
A nossa vida e a nossa morte.
Tudo o que somos e temos.
 Para aumento do vosso reino.