sábado, 14 de março de 2026
sexta-feira, 13 de março de 2026
EUCARISTIA COM A CATEQUESE - 14 DE MARÇO
Convidamos toda a catequese e comunidade paroquial para a nossa Eucaristia com a catequese, que será dinamizada pelo 2.º ano:
DOMINGO IV DA QUARESMA
Capela de São Martinho
14 de Março, 16:00
terça-feira, 10 de março de 2026
DOMINGO IM MISSÃO
Água Viva para saciar toda a sede foi o que Jesus ofereceu a uma mulher da Samaria e continua a oferecer hoje, a todos nós, essa Água Viva. Catequese bonita proposta pela IAM e que ainda pode ser feita.
segunda-feira, 9 de março de 2026
DOMINGO III DA QUARESMA
SALMO RESPONSORIAL Salmo 94 (95), 1-2.6-7.8-9 (R. cf. 8)
Refrão: Hoje se escutardes a voz do Senhor,
não fecheis os vossos corações.
Vinde, exultemos de alegria no Senhor,
aclamemos a Deus, nosso salvador.
Vamos à sua presença e dêmos graças,
ao som de cânticos aclamemos o Senhor.
Vinde, prostremo-nos em terra,
adoremos o Senhor que nos criou.
Pois Ele é o nosso Deus
e nós o seu povo, as ovelhas do seu rebanho.
Quem dera ouvísseis hoje a sua voz:
«Não endureçais os vossos corações,
como em Meriba, como no dia de Massa no deserto,
onde vossos pais Me tentaram e provocaram,
apesar de terem visto as minhas obras.
CAMINHADA DA QUARESMA À PÁSCOA
III Domingo da Quaresma A
ABERTURA DO GOSTO, DO PALADAR
Evangelho: Jo 4,5-42 – O encontro de Jesus com a Samaritana
Na vida, procuramos frequentemente a satisfação da comida para saciar a nossa fome. No entanto, o alimento físico não é bem aquilo que realmente procuramos. A mulher junto ao poço descobriu isso. A nossa alma pode ficar vazia, e o verdadeiro alimento é a presença de Cristo, que preenche esse vazio e satisfaz o nosso desejo de provar algo melhor. Jesus revela que a sede mais profunda do ser humano só pode ser saciada pela água viva, que Ele oferece. Dentro do deserto que eu sou, Deus acorda uma fonte de água viva e desafia-me a buscar o infinito sabor. “A sede de Jesus não se materializa na água, porque não é de água a Sua sede. É uma sede maior. É a sede de tocar as nossas sedes, de contratar com os nossos desertos, com nossas feridas. Mas o que é feito do nosso desejo, da nossa sede, da nossa fome, da nossa capacidade de saborear Deus? Deus saboreia-se, Deus é sabor (cf. Sl 27,4). O sabor não é uma coisa que possuímos exteriormente; é uma coisa em que nos tornamos” (Cardeal José Tolentino Mendonça).
1. Abre-te o teu paladar: saboreia!
O sentido a ativar e abrir esta semana é o do gosto ou paladar. Aqui o paladar simboliza a experiência saboreada, oposta à pressa e à superficialidade. Nesta semana, podíamos desenvolver o sentido do gosto ou paladar, a partir do Evangelho, onde a água e o pão, a sede e a fome, a bebida e o alimento («os discípulos foram comprar pão»; «Mestre, come»; «eu tenho outro alimento») são focados de maneira explícita na 1.ª leitura e no Evangelho. O paladar simboliza o desejo e a intimidade. É preciso aprender a saborear e não apenas a sentir. “Não é o muito saber que sacia e satisfaz a alma, nas sim sentir e saborear internamente todas as coisas” (Santo Inácio de Loyola).
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