INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 16 de março de 2019

DOMINGO II DA QUARESMA - Ano C

SALMO RESPONSORIAL Salmo 26 (27), 1.7-8.9abc.13-14 (R. 1a) 
Refrão: O Senhor é a minha luz e a minha salvação. 

O Senhor é minha luz e salvação: 
a quem hei-de temer? 
O Senhor é protector da minha vida: 
de quem hei-de ter medo? 

Ouvi, Senhor, a voz da minha súplica, 
tende compaixão de mim e atendei-me. 
Diz-me o coração: «Procurai a sua face». 
A vossa face, Senhor, eu procuro. 

Não escondais de mim o vosso rosto, 
nem afasteis com ira o vosso servo. 
Não me rejeiteis nem me abandoneis, 
meu Deus e meu Salvador. 

Espero vir a contemplar a bondade do Senhor 
na terra dos vivos. 
Confia no Senhor, sê forte. 
Tem coragem e confia no Senhor. 

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

O CAFÉ DA MANHÃ

O Grupo de Jovens de Vilar do Paraíso - Périplo da Fé já se encontra o Centro Paroquial é espera de que deseje tomar um café bem quentinho acompanhado de um docinho.
Passe por lá e ajude os jovens a concretizar o sonho de peregrinarem até Taizé, no próximo Verão. 
💗

TERTÚLIA DOS CATEQUISTAS

Acontece mais um encontro este sábado, 16 de Março, às 16h00, no Centro Paroquial.
Continuamos com a Exortação Apostólica do Papa Francisco "Alegrai-vos e Exultai".
Porque vale a pena participar, escutar e reflectir com alegria, ESTÁS CONVIDADO(A)! 
😃

sexta-feira, 15 de março de 2019

RETIRO COM 7º E 8 º ANO DE CATEQUESE

No sábado, 9 de Março, com a preciosa colaboração dos pais, os adolescentes do 7º e 8º ano de catequese, viveram o seu retiro quaresmal nos Missionários Combonianos, na Maia, onde foram acolhidos pelo Pe. Ricardo Gomes, e também pela Andreia e Mónica.
Como não podia deixar de ser, começamos o retiro na capela em oração, canto, leitura bíblica das Bem-aventuranças, finalizando com a seguinte oração de agradecimento. "Graças, Senhor, pelo dom da vida. Amo-Te de todo o coração e ofereço-Te todos os momentos deste dia. Faz que sejam segundo o teu amor. Livra-me de todo o mal, e que eu possa levar a paz e a esperança a todos os meus irmãos." 
Já na sala onde iriam decorrer parte dos trabalhos deste dia, o Pe. Ricardo e a Andreia explicaram a dinâmica da manhã, que seria baseada no Sermão da Montanha, o texto bíblico lido na oração feita na capela, ou seja: as Bem-aventuranças.
Divididos os jovens por grupos, cada um teria que ler e reler de novo o texto e interpretar as Bem-aventuranças à sua maneira. Porque o dia estava lindo e propício a reflectir sobre o tema no exterior - apenas um grupo ficou numa sala - os restantes partiram em revoada e procuraram o melhor recanto que a natureza lhes oferecia. Inspirados por este ambiente tão campestre, ainda que no meio da cidade, trocaram ideias e acertaram pormenores, para que o seu trabalho fosse o melhor, pois no final do dia haveria um prémio!
Conforme o trabalho terminava, para espairecer e usufruir de tão bom espaço, os jovens iam passeando pela quinta, conversando, descobrindo outros recantos, jogando futebol, matraquilhos...
Já na sala, deu-se início à apresentação dos trabalhos, e foi muito interessante constatar que cada grupo fez uma interpretação rica e diferente do texto das Bem-aventuranças. Assim, o primeiro grupo encenou um debate, o segundo uma manifestação - marcha pela felicidade -  o terceiro escreveu um poema e o quarto uma oração. Cada um com o seu valor, mas pela inovação o destaque foi para o debate, ficando em segundo a manifestação.  
E eis que o tempo voa e chegou a hora de almoçar! Agradecer o pão de cada de dia, assim bem visível na sala de jantar, e que não deixa que ninguém fique indiferente para a necessária oração. Mesa cheia e onde não faltaram os "miminhos" das mães e de uma catequista, com quatro deliciosos bolos para a sobremesa. 
Após o almoço momento lúdico de descontracção e divertimento, com jogos dinamizados pela Andreia e Mónica, que fizeram com que todos participassem e, mais tarde, na avaliação do dia pedissem mais momentos destes para um próximo retiro!
De volta à sala para tomar conhecimento do trabalho da tarde, constataram que era bem agradável voltar ao exterior para a "caça ao tesouro", com o tema as Obras de Misericórdia, que estariam espalhadas pela quinta e sinalizadas com "smiles" As regras definidas foram: cada grupo teria que estar com todos os seus elementos sempre juntos, trabalharem juntos e sem ajuda das catequistas.
Pode dizer-se que foi um bom exercício físico mas também mental, e perfeito para relembrar a importância que devem ter na nossa vida, e nesta caminhada quaresmal, as Obras de Misericórdia.
Cada grupo sinalizou o seu trabalho que foi depois entregue para avaliação final. Todos voltaram então ao cenáculo de oração para momentos de silêncio, reflexão, oração, encontro pessoal com Deus no Sacramento da Reconciliação. Tempo para limar arestas, abrir o coração e sentir que o amor e perdão de Deus são infinitos se cada um o desejar. No final do Sacramento da Reconciliação terminamos com oração e bênção pelo Pe. Ricardo.
A finalizar foi dado a conhecer o vencedor dos trabalhos: o grupo dois, com uma ligeira vantagem relativamente ao grupo um, e cujos elementos receberam uma pequeno saco mochila do JIM, http://missaojovem.jim.pt/ com várias lembranças dentro. No entanto ninguém foi esquecido e todos foram presenteados com a revista Audácia, uma pulseira do JIM e também um livro sobre o Ano Missionário para as catequistas.
Foi assim que partimos à descoberta de novos caminhos que nesta Quaresma nos ajudassem a orar, reflectir e partilhar, para melhor nos preparamos para o grande dia da Ressurreição do Senhor. O objectivo foi cumprido!
Na despedida e olhando para o painel pintado na parede, não deixamos de pensar como seria bom se um alguns jovens que hoje aqui estiveram aceitassem o desafio: “Vem e Segue-me"!
O nosso agradecimento aos Missionários Combonianos na pessoa do Pe. Ricardo Gomes, da Andreia e da Mónica, por mais uma vez nos terem acolhido de forma tão afectuosa e simpática.
Também um grande bem-haja aos pais que nos ajudaram no transporte e às mães pelo "mimo" dos bolos. Que o Senhor a todos recompense.

QUARESMA-TE e NÃO TE ENTRISTEÇAS

"Este não é um tempo de austeridade ou de tristeza, nem um período para alimentar a culpa, mas um momento para cantar a alegria do perdão. A Quaresma são 40 dias para nos prepararmos para redescobrir pequenas primaveras nas nossas vidas."
Irmão Roger

quinta-feira, 14 de março de 2019

QUARESMA-TE e CAMINHA

Caminha, povo de Deus, caminha, povo de Deus. 
O Senhor é teu caminho, o pastor que te conduz. 
Caminha, povo de Deus, que Deus será a tua luz.

Ergue os olhos ao céu e contempla, suspenso, Jesus. 
Vida gerada da morte, novos homens, nova luz. 
Cristo salvou os homens pela morte e ressurreição. 
Do seu sangue derramado nasce a nova criação.

Cristo carrega na cruz o pecado e a maldição. 
Morrendo Ele por amor, traz ao mundo a redenção. 
Dá-nos a paz e o amor, a alegria do seu perdão. 
A tudo dá nova vida; nasce a nova criação.

Céus e terra proclamam que a vitória nos vem da cruz. 
Nela mostrou seu amor e a todos salvou Jesus. 
Povo escolhido de Deus, vive e canta a redenção. 
Cristo por nós dá a vida; nasce a nova criação.

C. Gabarain

quarta-feira, 13 de março de 2019

REZEMOS PELO PAPA FRANCISCO

"Celebramos seis anos de pontificado do Papa Francisco. Toda a Rede Mundial de Oração te saúda e dá graças ao Pai pelo dom da tua vida, pelo teu serviço, a tua alegria e a tua simplicidade. Unimo-nos a ti em oração pelos desafios da humanidade e da missão da Igreja. Que Maria, nossa Mãe, te cubra com o seu manto e o Senhor te abençoe sempre. Parabéns, Papa Francisco!"

terça-feira, 12 de março de 2019

FRANCISCO, MÉDICO DO MUNDO

Há seis anos, Jorge Mario Bergoglio chegou à varanda e disse: «Irmãos e irmãs, boa noite!», e a seguir nada ficou como antes. A normalidade tinha tocado a terra e, sobretudo, tinha tocado os corações e desatou-os. Desde logo as pessoas perceberam que um outro modo, mais humano, de viver, inclusive de viver o poder, era possível.

Sem os dois verbos já mencionados, tocar e desatar, é difícil compreender este pontificado. Há ainda outro verbo que pode servir: cuidar. Cuidar não só como curar, mas antes de mais como assumir para si o cuidar.

Releiamos aquelas primeiras palavras, são palavras gentis de saudação, dirigidas a todos e a cada um, não «queridos irmãos», mas irmãos e irmãs, todos e cada um, com o cuidado de distinguir e sublinhar a diferença sexual. Francisco e a sua atenção ao mundo e ao modo das mulheres, um modo extremamente cristão porque «a Igreja é mãe», como reafirmou numa breve intervenção não programada durante a cimeira sobre os abusos sexuais, por ele desejada e organizada no fim de fevereiro deste 2019, já tão rico de acontecimentos extraordinários (pense-se no encontro em Abu Dhabi com o imã Al Tayeb).

Seis anos repletos de grandes acontecimentos, grandiosos [em Portugal está presente a peregrinação a Fátima, em maio de 2017, por ocasião dos 100 anos das aparições], mas é nas pequenas coisas que, muitas vezes de maneira oculta, resplandece a grandeza, como disse Francisco, ao voltar precisamente de Abu Dhabi: não há histórias pequenas, histórias privadas de dignidade e beleza, porque cada dia é decisivo.

Concentremo-nos naquele momento do dia 13 de março de 2013, quando o novo papa, simplesmente, saudou. O gesto mais pequeno, quotidiano e modesto, que, no entanto, revela profundidade abissal. Saudar quer dizer precisamente mostrar cuidado, atenção e amor pelo outro. Literalmente quer dizer desejar a salvação («salve!»), e, portanto, recordar a prioridade da vida, e desejar ao outro a coisa mais importante, demonstrando a alegria do encontro, a felicidade por o outro existir, o desejo de deixar o outro viver, deixá-lo ir sem o querer possuir. Tudo isto em cada simples expressão de saudação. Estamos aqui, nesta terra, irmãos e irmãs, e precisamos de salvação, e é precisamente este o mistério central do catolicismo, o facto de Deus Pai se ter incarnado «por nós homens, e pela nossa salvação».

Infelizmente, já há muito se perdeu o significado da palavra, e a antiga “salus”, de “salvação” deslizou para a mera “saúde”. A religião de hoje é a vida saudável, da salvação já não se sente necessidade. A isso fez o papa, implicitamente, um rápido aceno na intensa homilia de Quarta-feira de Cinzas: «Cada um de nós pode perguntar-se: no caminho da vida, procuro a rota? Ou contento-me em viver dia a dia, pensando só em estar bem, em resolver alguns problemas e em divertir-me um pouco? Qual é a rota? Talvez a procura da saúde, que muitos dizem hoje que vem antes de tudo, mas que mais cedo ou mais tarde passará? Talvez os bens e o bem-estar? Mas não estamos no mundo para isso».

A saúde «está primeiro», diz-se mecanicamente, e em vez disso o papa veio tirar os “mecanismos”, veio desatar laços, na maior parte dos casos mentais e ideológicos, que nos impedem de caminhar com mais naturalidade e até de cabeça erguida, como homens.

Veio dizer qual é verdadeiramente a “primeira coisa” (que para os cristãos é uma Pessoa). E assim, tocando-nos, desatando-nos e cuidando de nós, está a reabilitar-nos para o andamento normal do caminhar humano. Um grande exercício de reabilitação foram estes seis anos de Francisco, com todo o esforço e as resistências próprias de todo o caminho de reabilitação. Quantas vezes, durante as catequeses do papa, como se fosse um exercício, nos fez repetir uma frase, um gesto, todos juntos, de maneira a fixar na nossa mente e na prática aquele “método” pacientemente oferecido por ele e pela sua sabedoria, proposto a todos por ele, ancião mas vigoroso “fisioterapeuta”?

Alem dos três verbos, há um adjetivo que marca o sentido deste pontificado: urgente. Francisco não se detém, corre continuamente para a mesa de cabeceira de um mundo gravemente doente

Se se olha para o papa, pode entrever-se o modelo de um médico, de alguém que assume o cuidado das almas e dos corpos das ovelhas que lhe foram confiadas, misturando-se com elas até ficar com o seu cheiro.

Francisco parte e anda por todo o mundo armado apenas com aquela malinha que leva consigo, e parece precisamente um médico que vai a tua casa, ao teu encontro, para te dar o cuidado de que precisas. E não é um médico qualquer, nem um médico especialista numa só área da medicina, não. Francisco é um médico de família. Ele vai ao teu encontro e sabe curar-te porque te conhece, conhece a tua história, viu-te nascer e conhece a rede de relações que fizeram de ti aqui que és, porque é um homem de Igreja, essa Igreja que segundo a expressão do seu amado Montini [papa Paulo VI] é «perita em humanidade». E tu abres-te a ele, porque é o “teu” médico, o teu médico de família, é alguém de casa. Confias nele, ele sabe onde ver, que parte do corpo tocar para perceber em poucos minutos qual é o mal que te aflige, e dar o conselho curativo, sugerindo-te o antídoto, porque não se trata de um médico “mercenário”, mas de um corajoso, consciencioso, capaz de prescrever curas amargas e muito exigentes, se forem adequadas (e quantos protestos contra este médico bom!).

Alem dos três verbos, há um adjetivo que marca o sentido deste pontificado: urgente. Francisco não se detém, corre continuamente para a mesa de cabeceira de um mundo gravemente doente. E não tem preferência pelos diferentes doentes, sabe que todo o mundo está em sofrimento, e que ele é a cabeça da Igreja, este grande hospital de campanha que não pode permitir-se dias de férias. A cura tem de ser pronta, rápida, tem de intervir antes que a situação piore. O seu procedimento é agora conhecido: mal chega, sente o pulso do doente. Se a doença atacou o coração, ele aperta o pulso, aparentemente tão distante, mas é assim que se faz para controlar a circulação, e portanto o coração: não se vai ao centro, mas à periferia. Explicou-nos assim que a periferia é o centro, que é dali que é preciso partir. Depois das análises, vem o diagnóstico: esclerosamento, as vias de circulação estão entupidas, é uma doença maligna, o Maligno, que tem de ser combatido e debelado. E após o diagnóstico, a cura.

Neste cenário dramático, urge a oração e, sobretudo, um medicamento invencível: a misericórdia. É a palavra que estes seis anos de pontificado nos legam, uma palavra grande, incandescente, que ainda temos de aprender a manejar, mas que sob o cuidado de Francisco, médico do mundo, podemos assimilar e, sobretudo, restituir para uma circulação mais sã, natural, humana.

segunda-feira, 11 de março de 2019

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O LIII DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

(2 DE JUNHO DE 2019)
«“Somos membros uns dos outros” (Ef 4, 25):
das comunidades de redes sociais à comunidade humana»

(...)
Hoje, o ambiente dos mass-media é tão invasivo que já não se consegue separar do círculo da vida quotidiana. A rede é um recurso do nosso tempo: uma fonte de conhecimentos e relações outrora impensáveis. Mas numerosos especialistas, a propósito das profundas transformações impressas pela tecnologia às lógicas da produção, circulação e fruição dos conteúdos, destacam também os riscos que ameaçam a busca e a partilha duma informação autêntica à escala global. Se é verdade que a internet constitui uma possibilidade extraordinária de acesso ao saber, verdade é também que se revelou como um dos locais mais expostos à desinformação e à distorção consciente e pilotada dos factos e relações interpessoais, a ponto de muitas vezes cair no descrédito.

É necessário reconhecer que se, por um lado, as redes sociais servem para nos conectarmos melhor, fazendo-nos encontrar e ajudar uns aos outros, por outro, prestam-se também a um uso manipulador dos dados pessoais, visando obter vantagens no plano político ou económico, sem o devido respeito pela pessoa e seus direitos. As estatísticas relativas aos mais jovens revelam que um em cada quatro adolescentes está envolvido em episódios de cyberbullying.[1]
(...)
A imagem do corpo e dos membros recorda-nos que o uso da social web é complementar do encontro em carne e osso, vivido através do corpo, do coração, dos olhos, da contemplação, da respiração do outro. Se a rede for usada como prolongamento ou expetação de tal encontro, então não se atraiçoa a si mesma e permanece um recurso para a comunhão. Se uma família utiliza a rede para estar mais conectada, para depois se encontrar à mesa e olhar-se olhos nos olhos, então é um recurso. Se uma comunidade eclesial coordena a sua atividade através da rede, para depois celebrar juntos a Eucaristia, então é um recurso. Se a rede é uma oportunidade para me aproximar de casos e experiências de bondade ou de sofrimento distantes fisicamente de mim, para rezar juntos e, juntos, buscar o bem na descoberta daquilo que nos une, então é um recurso.

domingo, 10 de março de 2019

COMEMORAÇÃO DE ANIVERSÁRIO NATALÍCIO E BODAS DE OURO

Rev. Pe. Manuel Jerónimo Nunes 
Neste dia, toda a comunidade rezou pelo dom da vida do Pe. Jerónimo, e desejou-lhe as maiores felicidades.
 
 
 
Ao aniversário natalício do Pe. Jerónimo juntou-se ainda a continuação da comemoração das suas Bodas de Ouro Sacerdotais, e foi tempo de almoço de confraternização, alegria e festa, no Seminário da Boa Nova, em Valadares, com a presença da família da Boa Nova e de muitos paroquianos de Vilar do Paraíso.
 
 
 
 
 
 
 
 
Como lembrança destas duas efemérides foi oferecido ao Pe. Jerónimo um computador pessoal.
 
 
 
 
Todos conhecemos o sorriso fácil do Pe. Jerónimo, mas neste dia o seu semblante irradiava ainda mais felicidade. 

 
 
 
Reiteramos ao Pe. Jerónimo os votos de felicidades, e uma vida longa com todas as bênçãos de Deus.
  
 
 
A todos os que contribuíram para a lembrança, organizaram e participaram nesta confraternização o nosso muito obrigado.