INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 26 de outubro de 2024

ESTA MADRUGADA MUDA A HORA

Este domingo, último do mês de outubro, pelas 2h00 da madrugada, os relógios atrasam-se uma hora, marcando o fim da hora de verão e entrando na hora de inverno.
Não se esqueça de fazer essa mudança no seu relógio embora cada vez menos isso seja necessário visto que a tecnologia de que hoje dispomos atualiza a hora.
De qualquer forma esteja atento, descanse mais uma hora, não falte aos seus compromisso e tenha um santo domingo.

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

 

quinta-feira, 24 de outubro de 2024

EUCARISTIA COM A CATEQUESE

As crianças e jovens da catequese voltaram ao encontro com Jesus na Eucaristia, e foram comunidade reunida à volta da Mesa da Palavra e do Pão.
O Pe. Carlos lembrou o outubro missionário, o Dia Mundial das Missões, a importância de ser missionário e de todo o trabalho feito no mundo por eles, mas também incentivou cada um a ser missionário aqui fazendo o que Jesus fazia e sendo portador da sua Boa Nova a quantos ainda o não conhecem.
Foi lembrando que ontem mais de Um Milhão de Crianças em todo o mundo rezaram o terço pela PAZ, e a Paróquia de Vilar do Paraíso, com a IAM, uniu-se a essa oração na Capela de São Caetano.
Como não foi possível a muitos participarem, antes da bênção final da Eucaristia rezou-se uma dezena do terço pela PAZ e pediu-se que cada um em sua casa rezasse as restantes dezenas completando o terço com esta intenção.
Para ninguém se esquecer do pedido, os adolescentes do 7 ano de catequese que organizaram e dinamizaram esta Eucaristia, ofereceram a cada um uma pequena pedra com a palavra PAZ escrita.

DEVOÇÃO AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

CARTA ENCÍCLICA
DILEXIT NOS
DO SANTO PADRE
FRANCISCO
SOBRE O AMOR HUMANO E DIVINO
DO CORAÇÃO DE JESUS

1. «Amou-nos», diz São Paulo referindo-se a Cristo (Rm 8, 37), para nos ajudar a descobrir que nada «será capaz de separar-nos» desse amor (Rm 8, 39). Paulo afirmava-o com firme certeza, porque o próprio Cristo tinha garantido aos seus discípulos: «Eu vos amei» (Jo 15, 9.12). Disse também: «Chamei-vos amigos» (Jo 15, 15). O seu coração aberto precede-nos e espera-nos incondicionalmente, sem exigir qualquer pré-requisito para nos amar e oferecer a sua amizade: Ele amou-nos primeiro (cf. 1 Jo 4, 10). Graças a Jesus, «conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele» (1 Jo 4, 16).

CAPÍTULO I
A IMPORTÂNCIA DO CORAÇÃO

2. Para exprimir o amor de Jesus Cristo, recorre-se frequentemente ao símbolo do coração. Há quem se interrogue se isto atualmente tenha um significado válido. Porém, é necessário recuperar a importância do coração quando nos assalta a tentação da superficialidade, de viver apressadamente sem saber bem para quê, de nos tornarmos consumistas insaciáveis e escravos na engrenagem de um mercado que não se interessa pelo sentido da nossa existência [1].
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Regressar ao coração

9. Neste mundo líquido, é necessário voltar a falar do coração; indicar onde cada pessoa, de qualquer classe e condição, faz a própria síntese; onde os seres concretos encontram a fonte e a raiz de todas as suas outras potências, convicções, paixões e escolhas. Movemo-nos, porém, em sociedades de consumidores em série, preocupados só com o agora e dominados pelos ritmos e ruídos da tecnologia, sem muita paciência para os processos que a interioridade exige. Na sociedade atual, o ser humano «corre o perigo de se desorientar do centro de si mesmo» [6]. «O homem contemporâneo encontra-se com frequência transtornado, dividido, quase privado de um princípio interior que crie unidade e harmonia no seu ser e no seu agir. Modelos de comportamento infelizmente bastante difundidos, exaltam a sua dimensão racional-tecnológica ou, ao contrário, a instintiva» [7]. Falta o coração.
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CAPÍTULO II
GESTOS E PALAVRAS DE AMOR

32. O Coração de Cristo, que simboliza o centro pessoal de onde brota o seu amor por nós, é o núcleo vivo do primeiro anúncio. Ali se encontra a origem da nossa fé, a fonte que mantém vivas as convicções cristãs.
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CAPÍTULO III
ESTE É O CORAÇÃO QUE TANTO AMOU

48. A devoção ao Coração de Cristo não é o culto a um órgão separado da Pessoa de Jesus. O que contemplamos e adoramos é a Jesus Cristo por inteiro, o Filho de Deus feito homem, representado numa imagem sua em que se destaca o seu coração. Neste caso, o coração de carne é entendido como imagem ou sinal privilegiado do centro mais íntimo do Filho incarnado e do seu amor ao mesmo tempo divino e humano, porque, mais do que qualquer outro membro do seu corpo, é «o índice natural ou o símbolo da sua imensa caridade» [28].
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CAPÍTULO IV
AMOR QUE DÁ DE BEBER

92. Voltemos à Sagrada Escritura, aos textos inspirados que são o lugar principal onde encontramos a Revelação. Nelas e na Tradição viva da Igreja está contido o que o próprio Senhor nos quis dizer para toda a história. A partir da leitura de textos do Antigo e do Novo Testamento, recolheremos alguns dos efeitos da Palavra no longo caminho espiritual do Povo de Deus.
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CAPÍTULO V
AMOR POR AMOR

164. Nas experiências espirituais de Santa Margarida Maria encontramos, junto da declaração ardente do amor de Jesus Cristo, uma ressonância interior que nos chama a dar a vida. Sabermo-nos amados e colocar toda a nossa confiança nesse amor não significa anular as nossas capacidades de doação, não implica renunciar ao desejo irrefreável de dar alguma resposta a partir das nossas pequenas e limitadas capacidades.
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CONCLUSÃO

217. O que está expresso neste documento permite-nos descobrir que o que está escrito nas encíclicas sociais Laudato si’ e Fratelli tutti não é alheio ao nosso encontro com o amor de Jesus Cristo, pois bebendo desse amor tornamo-nos capazes de tecer laços fraternos, de reconhecer a dignidade de cada ser humano e de cuidar juntos da nossa casa comum.

quarta-feira, 23 de outubro de 2024