sábado, 18 de dezembro de 2021
DOMINGO IV DO ADVENTO - Ano C
SALMO RESPONSORIAL Salmo 79 (80), 2ac.3b.15-16.18-19 (R.4)
Refrão: Senhor nosso Deus, fazei-nos voltar,
mostrai-nos o vosso rosto e seremos salvos.
Pastor de Israel, escutai,
Vós estais sobre os Querubins, aparecei.
Despertai o vosso poder
e vinde em nosso auxílio.
Deus dos Exércitos, vinde de novo,
olhai dos céus e vede, visitai esta vinha;
protegei a cepa que a vossa mão direita plantou,
o rebento que fortalecestes para Vós.
Estendei a mão sobre o homem que escolhestes,
sobre o filho do homem que para Vós criastes.
Nunca mais nos apartaremos de Vós,
fazei-nos viver e invocaremos o vosso nome.
Refrão: Senhor nosso Deus, fazei-nos voltar,
mostrai-nos o vosso rosto e seremos salvos.
Pastor de Israel, escutai,
Vós estais sobre os Querubins, aparecei.
Despertai o vosso poder
e vinde em nosso auxílio.
Deus dos Exércitos, vinde de novo,
olhai dos céus e vede, visitai esta vinha;
protegei a cepa que a vossa mão direita plantou,
o rebento que fortalecestes para Vós.
Estendei a mão sobre o homem que escolhestes,
sobre o filho do homem que para Vós criastes.
Nunca mais nos apartaremos de Vós,
fazei-nos viver e invocaremos o vosso nome.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2021
quinta-feira, 16 de dezembro de 2021
E NÓS QUE HAVEMOS DE FAZER?
cheiinhos do vento do Espírito,
que derruba as folhas secas das árvores,
e nos faz ver
que somos todos como a erva,
e a nossa glória não é mais do que a flor da erva.
Mas seca a erva e murcha a flor,
e nós passamos.
Sim, estamos de passagem.
Mas sentimos no rosto,
ou talvez no coração,
a tua aragem mansa,
que nos enche de paz e confiança.
O Advento é uma escola de esperança
e de oração,
de coragem e de alento.
O Advento é uma viagem
até ao nascimento
do menino de Belém,
lá, e dentro de nós também.
D. António Couto
terça-feira, 14 de dezembro de 2021
III DOMINGO DO ADEVENTO (Ano C)
Sf 3,14-18a
Sl: Is 12,2-16
Fl 4,4-7
Lc 3,10-18
EVANGELHO: ANÚNCIO DA ALEGRIA!...
Neste terceiro domingo do Advento somos convidados a redescobrir a alegria da fé, a alegria de quem faz a experiência de que Deus está presente, de que Ele habita este mundo em que vivemos. É desta alegria que as leituras que antecedem o Evangelho estão cheias, ganhando um sabor particular em Paulo, ao apelar-nos, na segunda leitura, a que esta alegria se transforme em testemunho da bondade de Deus para com todos. Este ponto particular é algo que o Evangelho de hoje sublinha na perfeição: a nossa alegria com a presença de Deus no meio de nós implica ação, implica uma mudança de vida.
A multidão de pessoas que acorriam a João Batista no deserto, conscientes da necessária mudança de vida que vem com fé no Deus-connosco, apresenta-lhe a questão que também nós, tantas vezes, nos colocamos e colocamos a Deus: “reconhecendo a bondade de Deus, reconhecendo que Deus está comigo e com os meus irmãos, alegrando-me com isso, de que forma devo viver?” – João Batista é claro na sua resposta: apela a que a multidão partilhe os seus bens com quem nada tem, incentiva os cobradores de impostos a não enriquecerem à custa dos outros e , aos soldados, pede-lhes que não abusem do seu poder. Essencialmente, João Batista diz-lhe que pautem as suas obras pela justiça e pela solidariedade, sendo generoso e honestos no seu serviço aos outros.
Num convite à alegria, tão pertinente hoje como então, podemos atentar nas palavras que brotam da boca de João Batista e escorrem da pena de Paulo, e examinar os nossos dias e as nossas acções. Então, desde a experiência da vida vivida, podemos traçar um plano de santidade, perguntando-nos: “na partilha daquilo que tenho, na forma como sirvo, em casa e no trabalho, de que forma sou testemunha de um Deus que é bom, que se faz presente e que está connosco?”
Pe. Carlos Correia
domingo, 12 de dezembro de 2021
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