Agradecemos a partilha da Folha Dominical para que possa chegar a todos
sábado, 18 de abril de 2020
DOMINGO II DA PÁSCOA ou da Divina Misericórdia
SALMO RESPONSORIAL Salmo 117 (118), 2-4.13-15.22-24 (R. 1)
Refrão: Aclamai o Senhor, porque Ele é bom;
o seu amor é para sempre.
Diga a casa de Israel:
é eterna a sua misericórdia.
Diga a casa de Aarão:
é eterna a sua misericórdia.
Digam os que temem o Senhor:
é eterna a sua misericórdia.
Empurraram-me para cair,
mas o Senhor me amparou.
O Senhor é a minha fortaleza e a minha glória,
foi Ele o meu Salvador.
Gritos de júbilo e de vitória nas tendas dos justos:
a mão do Senhor fez prodígios.
A pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se pedra angular.
Tudo isto veio do Senhor:
é admirável aos nossos olhos.
Este é o dia que o Senhor fez:
exultemos e cantemos de alegria.
sexta-feira, 17 de abril de 2020
CATEQUESE EM CASA
«Catequese em Nossa Casa» ganha nova versão e estende-se até ao mês de junho
Seis dias por semana, de segunda a sábado, os mais novos vão poder ver e participar no «Catequese em Nossa Casa» no canal Educris no Youtube sempre às 18h30.
A iniciativa conjunta do Secretariado Nacional da Educação Cristã (SNEC), Sector da Catequese de Lisboa (SCL) e Agência Ecclesia, vai levar aos mais novos, do 1º ao 6º catecismo, encontros de catequese, com cerca de 20 minutos, correspondentes ao 3º Bloco de cada um dos catecismos da infância.
“Na segunda feira teremos o 1º catecismo, na terça-feira é a vez do 2º catecismo e assim sucessivamente até sábado”, explica ao EDUCRIS Fernando Moita, Diretor do SNEC.
As catequeses “são dirigidas às crianças que as poderão acompanhar juntamente com a família” e, de preferência, tendo consigo o catecismo”, sustenta o responsável.
Para o padre Tiago Neto, diretor do SCL, e um dos paceiros desta iniciativa, o «Catequese em Nossa Casa», agora em versão online, vem em contraponto “com o que habitualmente costumamos pensar acerca da catequese”.
“Normalmente olhamos para a catequese como uma estrutura antiga e pesada. A verdade é que este tempo tem revelado uma grande dinâmica a nível paroquial, diocesano e nacional, e esta é mais uma proposta para ajudar”, revela.
Para o diretor do SCL é fundamental “não encher as pessoas com propostas extras” pois “a catequese já tem um programa e um plano formativo” e interessa “desenvolver e proporcionar”.
Fernando Moita afirma que “esta nova proposta não substitui o que está a ser realizado pelas paróquias e dioceses, através do trabalho valioso dos catequistas”, mas quer ser “complemento e chegar aos que estão mais isolados ou desanimados”.
Cada sessão de catequese será preparada e apresentada por um catequista com dinâmicas próprias de cada catecismo.
“Podemos esperar novidades e interatividade entre a sessão de catequese e as crianças que nos acompanharem”, revela o padre Tiago Neto.
Pode seguir esta iniciativa com a hastag #catequesemnossacasa
Conheça, nas redes sociais, mais iniciativas da Catequese em Portugal neste tempo de pandemia com a hastag #catequesenãopára e com atualização diária em www.educris.com
SEXTA-FEIRA DA OITAVA DA PÁSCOA
EVANGELHO Jo 21, 1-14
«Jesus aproximou-Se, tomou o pão e deu-lho, fazendo o mesmo com o peixe»
(...)
ORAÇÃO
Senhor, hoje quero rezar-te inspirando-me nas palavras do teu servo Paulo VI: livra-me de cair numa espécie de nominalismo cristão, quando me perguntam quem és Tu e quem és para mim. Que jamais tente iludir a lógica dramática do realismo cristão. Se acredito que fora de Ti não há solução para as questões essenciais da existência, se são verdadeiras e actuais as palavras de Pedro, «cheio de Espírito Santo» (Act 4, 11s.), então sinto-me abalado e mesmo perturbado. O teu nome já não é um simples apelativo insinuado na linguagem convencional da nossa vida, mas tua presença, a tua estatura de majestade infinita, que ergue diante de mim. Tu és o alfa e o ómega, o princípio e o fim de todas as coisas, o centro cósmico que obriga a reconsiderar a dimensão da nossa filosofia, da nossa concepção do mundo, da nossa história pessoal. Diante de Ti, sentimo-nos esmagados, como os apóstolos no Monte da Transfiguração. A tua humildade de Deus feito homem confunde-me tanto quanto a tua grandeza que, todavia, não só torna possível o diálogo Contigo, mas o oferece e impõe. Ámen.
quinta-feira, 16 de abril de 2020
PARABÉNS AO PAPA BENTO XVI
Que completou hoje 93 anos!
Foi um aniversário sem visitas e sem a pequena festa que é habitual ser feita, mas com uma oração que o Papa emérito fez pelos doentes da COVID-19.
Todas as bênçãos de Deus para Bento XVI
Imagem: Internet
PROPOSTA DE CATEQUESE da PAULUS EDITORA
Bonitas sugestões em livros disponibilizados pela Paulus Editora, ainda antes da Páscoa, para trabalhar na catequese em casa.
Quem não teve conhecimento está ainda em tempo de poder usar estes recursos que encontra em
MENSAGEM URBI ET ORBI DO PAPA FRANCISCO - PÁSCOA 2020
Queridos irmãos e irmãs, feliz Páscoa!
Hoje ecoa em todo o mundo o anúncio da Igreja: «Jesus Cristo ressuscitou»; «ressuscitou verdadeiramente»!
Como uma nova chama, se acendeu esta Boa Nova na noite: a noite dum mundo já a braços com desafios epocais e agora oprimido pela pandemia, que coloca a dura prova a nossa grande família humana. Nesta noite, ressoou a voz da Igreja: «Cristo, minha esperança, ressuscitou!» (Sequência da Páscoa).
É um «contágio» diferente, que se transmite de coração a coração, porque todo o coração humano aguarda esta Boa Nova. É o contágio da esperança: «Cristo, minha esperança, ressuscitou!» Não se trata duma fórmula mágica, que faça desvanecerem-se os problemas. Não! A ressurreição de Cristo não é isso. Mas é a vitória do amor sobre a raiz do mal, uma vitória que não «salta» por cima do sofrimento e da morte, mas atravessa-os abrindo uma estrada no abismo, transformando o mal em bem: marca exclusiva do poder de Deus.
O Ressuscitado é o Crucificado; e não outra pessoa. Indeléveis no seu corpo glorioso, traz as chagas: feridas que se tornaram frestas de esperança. Para Ele, voltamos o nosso olhar para que sare as feridas da humanidade atribulada.
Hoje penso sobretudo em quantos foram atingidos diretamente pelo coronavírus: os doentes, os que morreram e os familiares que choram a partida dos seus queridos e por vezes sem conseguir sequer dizer-lhes o último adeus.
O Senhor da vida acolha junto de Si no seu Reino os falecidos e dê conforto e esperança a quem ainda está na prova, especialmente aos idosos e às pessoas sem ninguém. Não deixe faltar a sua consolação e os auxílios necessários a quem se encontra em condições de particular vulnerabilidade, como aqueles que trabalham nas casas de cura ou vivem nos quartéis e nas prisões.
Para muitos, é uma Páscoa de solidão, vivida entre lutos e tantos incómodos que a pandemia está a causar, desde os sofrimentos físicos até aos problemas económicos.
Esta epidemia não nos privou apenas dos afetos, mas também da possibilidade de recorrer pessoalmente à consolação que brota dos Sacramentos, especialmente da Eucaristia e da Reconciliação. Em muitos países, não foi possível aceder a eles, mas o Senhor não nos deixou sozinhos! Permanecendo unidos na oração, temos a certeza de que Ele colocou sobre nós a sua mão (cf. Sal 139/138, 5), repetindo a cada um com veemência: Não tenhas medo! «Ressuscitei e estou contigo para sempre» (cf. Missal Romano).
Jesus, nossa Páscoa, dê força e esperança aos médicos e enfermeiros, que por todo o lado oferecem um testemunho de solicitude e amor ao próximo até ao extremo das forças e, por vezes, até ao sacrifício da própria saúde. Para eles, bem como para quantos trabalham assiduamente para garantir os serviços essenciais necessários à convivência civil, para as forças da ordem e os militares que em muitos países contribuíram para aliviar as dificuldades e tribulações da população, vai a nossa saudação afetuosa juntamente com a nossa gratidão.
Nestas semanas, alterou-se improvisamente a vida de milhões de pessoas. Para muitos, ficar em casa foi uma ocasião para refletir, parar os ritmos frenéticos da vida, permanecer com os próprios familiares e desfrutar da sua companhia. Mas, para muitos outros, é também um momento de preocupação pelo futuro que se apresenta incerto, pelo emprego que se corre o risco de perder e pelas outras consequências que acarreta a atual crise. Encorajo todas as pessoas que detêm responsabilidades políticas a trabalhar ativamente em prol do bem comum dos cidadãos, fornecendo os meios e instrumentos necessários para permitir a todos que levem uma vida digna e favorecer – logo que as circunstâncias o permitam – a retoma das atividades diárias habituais.
Este não é tempo para a indiferença, porque o mundo inteiro está a sofrer e deve sentir-se unido ao enfrentar a pandemia. Jesus ressuscitado dê esperança a todos os pobres, a quantos vivem nas periferias, aos refugiados e aos sem abrigo. Não sejam deixados sozinhos estes irmãos e irmãs mais frágeis, que povoam as cidades e as periferias de todas as partes do mundo. Não lhes deixemos faltar os bens de primeira necessidade, mais difíceis de encontrar agora que muitas atividades estão encerradas, bem como os medicamentos e sobretudo a possibilidade duma assistência sanitária adequada. Em consideração das presentes circunstâncias, sejam abrandadas também as sanções internacionais que impedem os países visados de proporcionar apoio adequado aos seus cidadãos e seja permitido a todos os Estados acudir às maiores necessidades do momento atual, reduzindo – se não mesmo perdoando – a dívida que pesa sobre os orçamentos dos mais pobres.
Este não é tempo para egoísmos, pois o desafio que enfrentamos nos une a todos e não faz distinção de pessoas. Dentre as muitas áreas do mundo afetadas pelo coronavírus, penso de modo especial na Europa. Depois da II Guerra Mundial, este Continente pôde ressurgir graças a um espírito concreto de solidariedade, que lhe permitiu superar as rivalidades do passado. É muito urgente, sobretudo nas circunstâncias presentes, que tais rivalidades não retomem vigor; antes, pelo contrário, todos se reconheçam como parte duma única família e se apoiem mutuamente. Hoje, à sua frente, a União Europeia tem um desafio epocal, de que dependerá não apenas o futuro dela, mas também o do mundo inteiro. Não se perca esta ocasião para dar nova prova de solidariedade, inclusive recorrendo a soluções inovadoras. Como alternativa, resta apenas o egoísmo dos interesses particulares e a tentação dum regresso ao passado, com o risco de colocar a dura prova a convivência pacífica e o progresso das próximas gerações.
Este não é tempo para divisões. Cristo, nossa paz, ilumine a quantos têm responsabilidades nos conflitos, para que tenham a coragem de aderir ao apelo a um cessar-fogo global e imediato em todos os cantos do mundo. Este não é tempo para continuar a fabricar e comercializar armas, gastando somas enormes que deveriam ser usadas para cuidar das pessoas e salvar vidas. Ao contrário, seja o tempo em que finalmente se ponha termo à longa guerra que ensanguentou a amada Síria, ao conflito no Iémen e às tensões no Iraque, bem como no Líbano. Seja este o tempo em que retomem o diálogo israelitas e palestinenses para encontrar uma solução estável e duradoura que permita a ambos os povos viverem em paz. Cessem os sofrimentos da população que vive nas regiões orientais da Ucrânia. Ponha-se termo aos ataques terroristas perpetrados contra tantas pessoas inocentes em vários países da África.
Este não é tempo para o esquecimento. A crise que estamos a enfrentar não nos faça esquecer muitas outras emergências que acarretam sofrimentos a tantas pessoas. Que o Senhor da vida Se mostre próximo das populações da Ásia e da África que estão a atravessar graves crises humanitárias, como na Região de Cabo Delgado, no norte de Moçambique. Acalente o coração das inúmeras pessoas refugiadas e deslocadas por causa de guerras, seca e carestia. Proteja os inúmeros migrantes e refugiados, muitos deles crianças, que vivem em condições insuportáveis, especialmente na Líbia e na fronteira entre a Grécia e a Turquia. E não quero esquecer a ilha de Lesbos. Faça com que na Venezuela se chegue a soluções concretas e imediatas, destinadas a permitir a ajuda internacional à população que sofre por causa da grave conjuntura política, socioeconómica e sanitária.
Queridos irmãos e irmãs,
Verdadeiramente palavras como indiferença, egoísmo, divisão, esquecimento não são as que queremos ouvir neste tempo. Mais, queremos bani-las de todos os tempos! Aquelas parecem prevalecer quando em nós vencem o medo e a morte, isto é, quando não deixamos o Senhor Jesus vencer no nosso coração e na nossa vida. Ele, que já derrotou a morte abrindo-nos a senda da salvação eterna, dissipe as trevas da nossa pobre humanidade e introduza-nos no seu dia glorioso, que não conhece ocaso.
Com estas reflexões, gostaria de vos desejar a todos uma Páscoa feliz.
AVISO DA COMISSÃO DE FESTAS DE SÃO PEDRO
No seguimento do plano de contingência nacional para minimizar o impacto da epidemia de COVID-19 em Portugal, a Comissão de Festas de S. Pedro de Vilar do Paraíso informa que não estão reunidas condições para a realização da Festa em honra de S. Pedro, Padroeiro de Vilar do Paraíso.
Informamos, ainda, que suspendemos a venda do Bilhete de Pedro, mas manteremos a realização do sorteio, na data prevista, considerando todos os Bilhetes vendidos até 15.03.2020.
Aproveitamos para agradecer toda a colaboração que nos tem dado.
Acreditamos que vamos conseguir ultrapassar esta fase difícil.
Voltaremos com esperança na continuidade da vossa generosidade.
Bem hajam!
Fiquemos bem!
Vilar do Paraíso, abril de 2020
A Comissão
Vilar do Paraíso, abril de 2020
A Comissão
PROPOSTA DE CATEQUESE : "UM CAMINHO DE LUZ"
É uma sugestão do SDC da diocese de Leiria-Fátima para "este tempo pascal que estamos a viver” e em que continuamos em casa.
O desenho de 14 marcadores para recortar, pintar, pendurar em 14 portas de casa, é motivador para que as crianças conheçam os passos da ressurreição e façam um caminho de encontro com Jesus Ressuscitado.
Os materiais - onde já se incluem também propostas para o 2º e 3º Domingo da Páscoa - estão disponíveis em https://app.box.com/s/rfuq5mdjd20cexjj6eskjhobz6ifod40
quarta-feira, 15 de abril de 2020
PADRE E ENFERMEIRO
O nosso amigo Pe. João Pedro Bizarro, vai regressar ao terreno para ajudar na luta contra a Covid-19,
“Não podia ficar indiferente ao sofrimento”, refere o sacerdote, em declarações divulgadas pelo portal de notícias do Vaticano.
O prefeito do Seminário Maior do Porto vai trabalhar como enfermeiro no Hospital Militar da cidade e ser capelão no hospital de campanha organizado pela Câmara Municipal, no âmbito da sua colaboração com a Ordem de Malta.
“A missão de um capelão em tempo de pandemia é de extrema necessidade”, assinala.
Neste período de pandemia, o padre João Pedro Bizarro, de 46 anos, faz um intervalo na sua missão de formador dos seminaristas da diocese do Porto e vai exercer a sua vocação sacerdotal junto dos doentes.
QUARTA-FEIRA DA OITAVA DA PÁSCOA
EVANGELHO Lc 24, 13-35
«Reconheceram-n’O ao partir o pão»
(...)
Rezar a Palavra
Diante de ti, Senhor, ao escutar a tua voz e ao ver as tuas mãos partirem-se em alimento por toda a humanidade, o meu coração vibra de amor. E como diz a canção, quero repetir “Não posso e não quero viver sem teu amor. Não posso e não quero viver sem teu amor. Não posso e não quero viver sem teu amor. Se não é junto a ti, não posso e não quero viver”.
Compromisso
Quero comunicar a todos a alegria de estar contigo, Senhor.
segunda-feira, 13 de abril de 2020
“PROCISSÃO DA RESSURREIÇÃO“
Bênção com o Santíssimo Sacramento à Diocese do Porto e a Portugal, na Ponte D. Luís, feita pelo Bispo do Porto, D. Manuel Linda.
* que o Senhor Jesus ressuscitado, “Palavra criadora”, coloque no coração dos desanimados razões de esperança e de ânimo;
* que o Senhor Jesus ressuscitado, “Médico dos corpos e das almas”, traga saúde aos atingidos pelo Covid-19 e tranquilize as suas famílias;
* que o Senhor Jesus ressuscitado, que “passou fazendo o bem”, conceda muita força anímica aos trabalhadores da saúde e a quantos tratam dos outros, mormente as Direções e funcionários dos Lares de Terceira Idade, e os preserve de contágios;
* que o Senhor Jesus ressuscitado, “senhor e juiz da história”, nos dê a graça de, brevemente, podermos regressar à vida normal para edificarmos uma sociedade fraterna, pacífica, livre e próspera;
* que o Senhor Jesus ressuscitado, que “desceu à mansão dos mortos e, agora, está vivo e glorioso”, associe a si os irmãos que faleceram, especialmente as vítimas do Covid-19.
Texto e imagens: Diocese do Porto
Em https://www.facebook.com/Diocesedoporto/videos/651003222138669/ pode ver o vídeo que regista esse momento único e sentido da "Procissão da Ressurreição", sem música, sem palavras, apenas tristeza e silêncio cortado pelo som dos sinos e do vento que sopra, como que a querer levar bem longe o anúncio da Ressurreição e até ao céu as preces rezadas no interior do coração.ANÚNCIO DA RESSURREIÇÃO
Não devemos ter medo de ser cristãos e de viver como cristãos!
Devemos ter essa coragem de ir e anunciar Cristo Ressuscitado, pois Ele é a nossa paz, Ele fez a paz, com o Seu amor, com o Seu perdão, com o Seu sangue, com a Sua misericórdia.
Papa Francisco
domingo, 12 de abril de 2020
D. TOLENTINO MENDONÇA ESCREVE AOS JOVENS
O cardeal português D. José Tolentino Mendonça, bibliotecário da Santa Sé, enviou hoje uma mensagem aos jovens portugueses, convidando-os a superar as dificuldades provocadas pela atual pandemia de Covid-19.
“Por favor, queridos jovens, não deixem o vosso coração prisioneiro do confinamento. Esta não é uma hora para tornar o coração pequenino, mas para fazê-lo crescer. Este não é o momento para desistir de sonhar, mas é sim uma estação para os grandes sonhos”.
(...)
Há todas aquelas razões que se atropelam logo no nosso espírito: a pandemia, a quarentena, os vários confinamentos, a vida suspensa, as horas passadas no zoom, as igrejas fechadas, as celebrações por streaming, a solidão, a dor e a morte. Mas para um cristão não pode ser só isso”, indica o cardeal e poeta.
(...)
“Sabemos como, neste curto espaço de tempo, as condições do mundo se alteraram por causa da pandemia, mas os cristãos não desarmam, e muito menos os cristãos jovens”.
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