INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 17 de março de 2018

DOMINGO V DA QUARESMA -Ano B

SALMO RESPONSORIAL Salmo 50 (51), 3-4.12-13.14-15 (R. 12a) 
Refrão: Dai-me, Senhor, um coração puro.

Compadecei-Vos de mim, ó Deus, 
pela vossa bondade, 
pela vossa grande misericórdia, 
apagai os meus pecados. 
Lavai-me de toda a iniquidade 
e purificai-me de todas as faltas.

Criai em mim, ó Deus, um coração puro 
e fazei nascer dentro de mim um espírito firme. 
Não queirais repelir-me da vossa presença 
e não retireis de mim o vosso espírito de santidade.

Dai-me de novo a alegria da vossa salvação 
e sustentai-me com espírito generoso. 
Ensinarei aos pecadores os vossos caminhos 
e os transviados hão-de voltar para Vós.

FOLHA DOMINICAL - informações e reflexões muito importantes para toda a comunidade

Destaque desta semana: SACRAMENTO DA RECONCILIAÇÃO

PÁSCOA DOCE COM OS ESCUTEIROS

Caros amigos do 321, 
o Clã já está a aceitar encomendas de pães de ló 
para adoçar a Páscoa de todos! 
Forte canhota!

sexta-feira, 16 de março de 2018

ROGAI, cadeia de oração pelas vocações

Jesus, Filho de Deus,
em quem habita toda a plenitude da divindade,
Vós chamais todos os baptizados a "fazerem-se ao largo",
percorrendo o caminho da santidade.
Despertai no coração dos jovens
o desejo de serem no mundo de hoje
testemunhas da força do Vosso amor.
Enchei-os do Vosso Espírito de fortaleza e de prudência
para que sejam capazes descobrir
a verdade plena sobre si
e sobre a sua própria vocação.

Ó nosso Salvador,
enviado pelo Pai
para nos revelar o seu amor misericordioso,
concedei à vossa Igreja
o dom de jovens prontos a fazerem-se ao largo
para serem entre os irmãos uma manifestação
da Vossa presença salvífica e renovadora.

Virgem Santa, Mãe do Redentor,
guia segura no caminho para Deus e para o próximo,
Vós que guardastes as suas palavras no íntimo do coração,
protegei com a Vossa intercessão materna
as famílias e as comunidades eclesiais,
para que estas saibam ajudar os adolescentes e os jovens
a responder com generosidade ao chamamento do Senhor.
Ámen.

S. João Paulo II

SAUDAÇÃO A D. MANUEL RODRIGUES LINDA


Com data de 15 de março, o Santo Padre nomeou Bispo do Porto Sua Ex.cia Rev. ma o Senhor D. Manuel Silva Rodrigues Linda, até agora Bispo do Ordinariato Castrense.

Recebemo-lo como um dom de Deus chegado até nós pela mão do zelo apostólico de Sua Santidade, a quem significamos a nossa gratidão.

O Senhor Dom Manuel Linda não é estranho a esta Diocese. Foi aqui que terminou o seu curso teológico, no Seminário Maior de Nossa Senhora da Conceição. Saudamos o seu “regresso”

A Diocese saúda Sua Ex.cia Rev. ma e significa a sua alegria e a sua esperança, e faz votos por fecundo e frutuoso Episcopado.

Todos quantos integram esta porção do Povo de Deus afirmam a sua disposição em colaborar, com lealdade e filial obediência, com o Bispo agora chegado.

Teremos presente na nossa oração o Senhor Dom Manuel e solicitamos para a sua ação pastoral a bênção materna de Nossa Senhora da Assunção.

A data da entrada solene, na Catedral do Porto, será comunicada a seu tempo.

+D. António Taipa

+D. Pio Alves

+D. António Augusto Azevedo

http://www.diocese-porto.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=3590:saudacao-a-d-manuel-rodrigues-linda&catid=76:noticias

quinta-feira, 15 de março de 2018

VIDA(S) DEPOIS DE MORTES

Na passada quarta-feira, 14 de Março, encerrou-se o Ciclo de Catequeses Quaresmais, em 4 sessões apresentadas pelo Dr. Jorge Vilaça.
Depois de um dia de temporal a noite deu algumas tréguas, permitindo assim a todos os que desejaram estarem presentes no centro paroquial, para escutarem a última parte do tema: “Vida(s) depois de Mortes - Liturgia exequial cristã".
Mais uma excelente noite de formação em que muito mais se queria escutar, mas o tempo pareceu correr depressa demais e não o permitiu. 
No entanto, estamos em crer, que estas catequeses chamaram a atenção para uma realidade de que há muito se vem falando, e é fundamental que os conhecimentos agora adquiridos sejam postos ao serviço da comunidade.
Como dizia o Pe. Jerónimo no início desta última catequese: “O trabalho de casa que fica depois de ouvir os temas é pensar como podemos dar continuidade a tudo isto… É preciso reflectir em conjunto com a Pastoral da Família e da Saúde que quiseram aprender mais sobre esta temática, mas é importante incluir outras pessoas e pensar em ter um grupo em cada Capela e na Igreja, porque cada uma delas tem funerais, doentes, traumatizados, gente que sofre e precisa de uma palavra de esperança…”
Podemos então dizer que a Pastoral da Esperança deve nascer da interpelação que estas catequeses colocaram no coração de cada um, unir esforços e dar início a uma nova missão, que nos é proposta pelas palavras do Dr. Jorge Vilaça: “ Depois de tudo o que nos foi dado aprender o mais importante agora é que todos estejamos cientes de que existe um campo todo ele por fazer e não podemos ficar parados… e não é preciso pensar em coisas grandiosas mas começar com coisas pequeninas… porque a missão hoje já não se faz em grandes grupos, mas “do coração ao coração”.
 
Agradecimentos ao Pe. Jorge Vilaça, a quem desejamos as maiores felicidades na continuação da sua missão.

40 DIAS COM O PAPA FRANCISCO

Da Primeira Carta de S. João:
Não amemos com palavras nem com a boca, mas com obras e com verdade. Por isto conheceremos que somos da verdade e, na sua presença, sentir-se-á tranquilo o nosso coração, mesmo quando o coração nos acuse; pois Deus é maior do que o nosso coração (3, 18-20).
Oração 

Senhor, Deus do silêncio, 
ensina-me que somente palavras são muito pouco, 
e que é preciso agir 
de acordo com a fé que dá sentido à minha vida. 
Derrama sobre mim o perdão das minhas culpas 
e concede a paz ao meu coração, 
a paz que queres que irradie à minha volta, 
sinal de confiança em Ti.
Ámen.

D. MANUEL LINDA apresenta-se com mensagem para «os mais débeis» e por uma Igreja simples

O novo bispo do Porto, D. Manuel Linda, dirigiu hoje a sua primeira mensagem à diocese, saudando todos, na sociedade e nas comunidades católicas, em particular os mais desfavorecidos.

“Permitam-me um destaque especial para os mais débeis: os pobres, desempregados, doentes, idosos, detidos e quantos perderam os horizontes da esperança”, refere, no texto enviado à Agência ECCLESIA.

A mensagem é endereçada aos que vivem ou são originários da área da Diocese do Porto, “na consciência da fé, no desânimo da indiferença, na adesão a outras crenças ou até na oposição ao fenómeno religioso”, e “aspiram à felicidade pessoal e coletiva”.

D. Manuel Linda manifesta a intenção de trabalhar à imagem do Papa Francisco, que o nomeou hoje como sucessor de D. António Francisco dos Santos, falecido no último dia 11 de setembro, aos 69 anos de idade, vítima de um problema cardíaco.

O novo bispo do Porto quer ser “um «missionário da misericórdia», um pastor com «o cheiro das ovelhas», um pai dos Padres, um irmão dos mais pobres e um fomentador do espírito ecuménico e de diálogo”.

“Procurarei reconduzir a Igreja a uma tal simplicidade evangélica que a constitua referencial ético para o mundo atual”, aponta.

O responsável saúda os que estão empenhados no mundo do trabalho e suas organizações, os sectores da cultura e do desporto, os organismos voltados para a saúde e para a assistência social, “autênticos pilares da liberdade e da felicidade possíveis”.

“Cumprimento as famílias, sem qualquer dúvida, a célula básica da sociedade e, consequentemente, também da nossa Igreja”, acrescenta.

D. Manuel Linda fala da “feliz surpresa” de ser nomeado bispo do Porto e agradece ao Papa esta “prova de confiança”, confessando a sua “emoção” por um regresso que acontece quase quatro décadas depois da formação no Seminário Maior desta cidade.

O prelado elogia o trabalho de evangelização e na promoção humana desta Diocese, com cumprimentos diretos aos leigos, religiosos e religiosas, bem como aos “caríssimos padres, alguns já tão cansados, que aguentam o peso do trabalho e a desconfiança de uma sociedade em continua mutação”.

“Que a Mãe de Jesus e Mãe da Igreja vele por nós e pelo meu novo ministério, para que sejamos, agora e sempre, uma Igreja aberta, franca, acolhedora, missionária, orante, solidária”, deseja.

O Papa Francisco nomeou hoje D. Manuel Linda, de 61 anos, como novo bispo do Porto, anunciou a Nunciatura Apostólica (embaixada da Santa Sé), em comunicado enviado à Agência ECCLESIA.

O prelado era até agora responsável pelo Ordinariato Castrense, as comunidades católicas das Forças Armadas e de Segurança.

D. António Bessa Taipa, bispo auxiliar desde 1999, assumiu desde o falecimento do anterior bispo do Porto, as funções de administrador diocesano.

A Diocese do Porto tem ainda com bispos auxiliares D. Pio Alves de Sousa e D. António Augusto Azevedo.

OC

D. MANUEL LINDA É O NOVO BISPO DO PORTO

Mensagem à Diocese do Porto
Aos que, na consciência da fé, no desânimo da indiferença, na adesão a outras crenças ou até na oposição ao fenómeno religioso aspiram à felicidade pessoal e colectiva, edificam a sociedade humana na paz e na verdade e vivem ou são originários da área da Diocese do Porto


1. Ao longo da vida, tenho sido presenteado com surpresas tão agradáveis que nem sequer ousava esperar. Muitos chamarão a isso coincidência ou acaso. Eu, porém, acredito que é o Espírito de Deus quem conduz a história, não obstante a liberdade pessoal e até as resistências colocadas à graça. A minha nomeação para ir pastorear a Diocese do Porto, agora tornada pública, insere-se nestas felizes surpresas com que Deus tem urdido as teias da minha existência.

2. Ao Santo Padre, o Papa Francisco, agradeço esta prova de confiança. E renovo, solenemente, uma total fidelidade efectiva e afectiva. Igual agradecimento vai para o senhor Núncio Apostólico e para quantos apostaram no meu nome: como disse por alturas da minha ordenação episcopal, tentarei não defraudar a confiança.

3. Não é sem emoção que regresso ao Porto passadas quase quatro décadas depois da minha formação no seu Seminário Maior. Daqui surgi para a vida sacerdotal, aqui exerci o sacerdócio colaborando na formação de novos padres, aqui volto como mais um de entre os muitíssimos que apostam tudo na evangelização e na promoção humana desta Diocese que sempre se distinguiu pela cultura dos seus membros, zelo missionário, santidade operante e sadia presença na sociedade. Tudo isto na fidelidade ao sopro do Espírito que nos manda edificar «um novo céu e uma nova terra», de acordo com os sinais dos tempos.

4. É, pois, com uma imensa alegria e não menor admiração que saúdo quantos a constituem. Permitam-me um destaque especial para os mais débeis: os pobres, desempregados, doentes, idosos, detidos e quantos perderam os horizontes da esperança. Cumprimento as famílias, sem qualquer dúvida, a célula básica da sociedade e, consequentemente, também da nossa Igreja. Apetecia-me parafrasear o Papa São João XXIII e dizer com a mesma bonomia: dai um beijo aos vossos filhos e dizei-lhes que é o novo bispo quem lho manda. Felicito quantos constituem a necessária teia social da comunidade viva: o mundo do trabalho e suas organizações, os sectores da cultura e do desporto, os organismos voltados para a saúde e para a assistência social, autênticos pilares da liberdade e da felicidade possíveis. Uma palavra de admiração aos dirigentes da comunidade: sei bem do vosso valor e zelo nos diversos âmbitos, seja nas autarquias e no ensino, seja na segurança ou na administração.

5. A Igreja de Deus que está no Porto é fidelíssima naquele dinamismo apostólico e missionário que deve caracterizar o homem e a mulher de fé. Agradeço a todos os que empenham muitas das suas energias ao serviço do Evangelho: os fiéis leigos que dão corpo aos organismos paroquiais e diocesanos e fermentam o mundo com o humanismo cristão; as religiosas e os religiosos que nos oferecem o exemplo do seguimento radical de Jesus; os Diáconos que testemunham a caridade como primeira característica do Reino de Deus; os Seminários que nos asseguram a esperança; os caríssimos Padres, alguns já tão cansados, que aguentam o peso do trabalho e  a desconfiança de uma sociedade em continua mutação; o Cabido, instância de saber e de dinamismo sacerdotal; o Vigário Geral e membros das estruturas de participação, garantia da co-responsabilidade; o Reverendíssimo Administrador Diocesano, D. António Taipa e os Senhores Bispos Auxiliares, D. Pio Alves e D. António Augusto, os quais, no seu conjunto, constituem o verdadeiro centro nevrálgico da intensa vida diocesana. Continuaremos com este dinamismo. Deixai-me inserir nessa vinha do Senhor como assalariado acabado de contratar.

6. Trabalharei no Porto como tenho feito até aqui: «com Pedro e sob Pedro». Mas também «à maneira de Pedro». Isto é, pretendo ser um «missionário da misericórdia», um pastor com «o cheiro das ovelhas», um pai dos Padres, um irmão dos mais pobres e um fomentador do espírito ecuménico e de diálogo. Procurarei reconduzir a Igreja a uma tal simplicidade evangélica que a constitua referencial ético para o mundo actual.

7. Ainda que numa visão global e apressada, no último século, chama a atenção uma forte semelhança entre o enorme timbre de grandeza dos Pastores da Diocese do Porto e os da Igreja universal. Numa e noutra, há mártires, profetas e santos. No caso desta nossa Diocese, legaram-nos um tal património histórico-moral que constitui uma referência incontornável para a Igreja e para a sociedade portuguesas. Tendo presente, apenas, aqueles que conheci pessoalmente, não deixarei de me inspirar na determinação granítica de D. António, no zelo pastoral de D. Júlio, na arguta perspicácia de D. Armindo, na lucidez intelectual de D. Manuel e na afectividade pura e contagiante de D. António Francisco.

8. Sei bem que o meu antecessor directo marcou a história da Diocese com a sua proximidade e candura. Por isso, foi chorado como um pai. Também o foi por mim. Não ignoro que não é fácil substitui-lo. Mas todos nós, agentes de pastoral, tomaremos em boa conta o seu grande legado: a certeza de que a única chave que abre o coração humano é a ternura e a simpatia.

9. Se o Porto é a "cidade do trabalho", não é menos a "cidade da Virgem". Da "Terra de Santa Maria" até à Senhora da Vandoma, a invocação pode ser distinta, mas a devoção e a confiança são as mesmas. Então, que a Mãe de Jesus e Mãe da Igreja vele por nós e pelo meu novo ministério, para que sejamos, agora e sempre, uma Igreja aberta, franca, acolhedora, missionária, orante, solidária, encarnada no mundo. Se "daqui houve nome Portugal" como nos garante Eugénio de Andrade, também floresça uma Igreja conduzida pelo Espírito, sensível aos sinais dos tempos e sempre "reformanda", como pede o Papa Francisco e exigem os nossos contemporâneos.

10. A nossa ilustre diocesana, Sophia de Mello Breyner, deixou-nos uns versos que interpelam: “A presença dos céus não é a Tua,/ embora o vento venha não sei donde./ Os oceanos não dizem que os criaste,/ nem deixas o Teu rasto nos caminhos./ Só o olhar daqueles que escolheste/ nos dá o Teu sinal entre os fantasmas”. Somos nós esses escolhidos para captarmos e retransmitirmos o «sinal» de Deus. Vamos faze-lo de tal maneira que se evitem todos os ruídos perturbadores e, dessa forma, se afugentem os fantasmas dos medos e os pavores da solidão, tão típicos da sociedade actual?

A todos abraço. Sobre todos invoco a bênção divina.

+ Manuel Linda

http://www.diocese-porto.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=3592:mensagem-a-diocese-do-porto&catid=76:noticias

quarta-feira, 14 de março de 2018

4ª CATEQUESE QUARESMAL

Hoje, às 21h30, no centro paroquial.
CONVITE a toda a COMUNIDADE.

REZAR COM O PAPA - Quarta-feira da Semana IV da Quaresma

Da Carta de S. Paulo aos Filipenses: 
Em tudo, pela oração e pela prece, apresentai os vossos pedidos a Deus em ação de graças. Então, a paz de Deus, que ultrapassa toda a inteligência, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus (4, 6-7).
Oração: 

Jesus,
que me ensinaste o Pai-Nosso
e que passavas horas a rezar ao Pai:
neste tempo da Quaresma,
escuto o teu convite a dar mais tempo à oração.
Ela me fará viver mais intensamente
a consciência da tua presença
no meu quotidiano,
e fortalecerá a minha fé
que me impulsionará a praticar
múltiplos atos concretos de caridade cristã.
Ajuda-me, converte-me, Senhor!

terça-feira, 13 de março de 2018

4ª E ÚLTIMA CATEQUESE QUARESMAL


Quarta-feira, 14 de Março, às 21h30, no centro paroquial, vamos contar novamente com o Pe. Jorge Vilaça para terminar este ciclo de catequeses sobre "Vida(s) depois de mortes", com "Liturgia exequial cristã". Mais uma noite para escutar, aprender e naturalmente pôr em prática.
O tema, tão vasto e importante para todos daria ainda para muito mais sessões, mas por agora teremos de ficar aqui.
Por isso, se não pôde estar presente nas sessões anteriores não deixe passar esta ocasião de formação e enriquecimento pessoal e espiritual.
Acredite que vai valer a pena!

5 ANOS COM O PAPA FRANCISCO - o papa 'que desceu do trono'


"Francisco trouxe para a Igreja uma visão revigorante, interessante e atraente. Enquanto outros papas se concentraram na aplicação de regras ou normas doutrinárias, ele tenta atrair as pessoas para a mensagem primordial: uma Igreja que espalha a boa-nova de Jesus por meio do encontro, do diálogo e do testemunho", analisa o vaticanista Joshua J. McElwee, autor de livros sobre o atual papa. "Muitos católicos têm achado essa visão convidativa."

"Francisco não veio repetir fórmulas e enrijecer respostas obsoletas e caducas. Francisco veio propor algo novo, como pastor da esperança e da alegria, especialmente aos jovens, aos migrantes e às famílias."

REZAR COM O PAPA

Oração: 
Deus da Aliança,
nunca me faltas com o teu amor.
Carregado das minhas falhas e infidelidades,
venho, uma vez mais, reconciliar-me contigo.
Vem em auxílio da minha fraqueza
e ajuda-me a corresponder ao teu amor indefetível,
com o arrependimento e a boa vontade
para retribuir amor com amor e gratidão.
Ámen.

TERÇA-FEIRA DA SEMANA IV DO TEMPO DA QUARESMA

«Em toda a parte aonde chegar esta torrente, todo o ser vivo que nela se move terá novo alento e o peixe será muito abundante.» 
Ez 47, 1-9.12 
Rezar a Palavra

Conduz-me, Senhor, pela mão  
e mergulha-me uma e outra vez 
nesse mistério da vida nova que é o batismo, 
fonte inesgotável do teu amor que me lava 
e prepara para a mesa da eucaristia. 
Mergulha-me nas águas desse mistério 
que é a tua morte e ressurreição 
e faz-me renascer cada dia mais filho. 
Leva-me pela mão, 
cura-me com as folhas da tua misericórdia 
e alimenta-me com os frutos da salvação.

segunda-feira, 12 de março de 2018

3ª CATEQUESE QUARESMAL

VIDA(S) DEPOIS DE MORTES
Lutos, Ritualidades, Espiritualidade e Religião
Mais uma excelente noite de formação que aconteceu no passado dia 7, no centro paroquial, com o Pe. Jorge Vilaça, e novamente com sala cheia!
Estamos em crer que todos os que nesta noite estiveram presentes deram o seu tempo por bem empregue, por tudo quanto lhes foi dado escutar e aprender.
Ainda que muito houvesse a dizer, preferimos deixar como nota principal o desafio lançado logo no início pelo Pe. Jerónimo, ao dizer que “não basta ouvir, é preciso agir e por em prática”! Pois é urgente que a comunidade e os grupos se organizem para que se possa dar respostas de ajuda e acompanhamento no luto, a quem precisa.
É sem dúvida um grande desafio mas que cada um de nós deve ter em conta!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

24 HORAS PARA O SENHOR

Nas 24h para o Senhor, o 9.º ano de catequese rezou o Terço - Mistérios Gozosos, com a Assembleia reunida na Capela, àquela hora, convite feito também aos pais e educadores dos adolescentes.

Rezando ao Senhor, através de Maria, pedindo a ajuda de Deus para a Paz no mundo.

Rezemos para que estejamos sempre alerta para escutar os sinais de Deus na nossa vida. Para, como Maria, respondermos “sim!” com alegria e humildade.

Ó Senhora minha, ó minha Mãe, eu me ofereço toda a Vós, e, em prova da minha devoção para convosco, Vos consagro neste dia, os meus olhos, os meus ouvidos, a minha boca, o meu coração e inteiramente todo o meu ser. E porque assim sou vosso(a), ó incomparável Mãe, guardai-me e defendei-me como coisa e propriedade vossa. Lembrai-vos que Vos pertenço, terna Mãe, Senhora nossa! Guardai-me e defendei-me como coisa própria vossa.

A LUZ VEIO AO MUNDO

Irei, Senhor,
Em procissão de amor,
Beijar a tua Cruz.

E quando eu olhar para ti,
Para o teu rosto ferido e desfigurado,
Para as tuas muitas chagas a sangrar,
Dá-me a graça de aí ver bem o meu pecado.

E quando Tu, Senhor, olhares para mim,
Com esse meigo olhar de serena compaixão,
Dá-me a graça de aí ver o teu perdão nunca poupado,
E de sair com o coração transfigurado.

D. António Couto