sábado, 3 de abril de 2021
CELEBRAÇÃO DA VIGÍLIA PASCAL
ORAÇÃO COMUNITÁRIA
"NINGUÉM TE AMA COMO EU"
NOITE E DIA DE PÁSCOA: O DIA DA RESSURREIÇÃO
A Páscoa, na manhã do primeiro dia da semana (o domingo), inaugura o tempo novo, o tempo e a Páscoa da nova Aliança. No contexto da pandemia, importa ainda mais valorizar o Dia do Senhor e o senhor dos dias, como um dia irrenunciável, porque é o dia da Ressurreição e do dom do Espírito Santo, o dia da nossa Páscoa semanal, o dia da Igreja reunida, que tem na assembleia eucarística a sua alma. É, pois, dia propício a descobrir as várias dimensões do Dia do Senhor, não só como dia da nova Criação, mas também como dia do Homem e da família, dia da alegria, dia do repouso e dia da solidariedade (cf. São João Paulo II, Dies Domini, 31.5.1998).
Em tempos de pandemia, em que a participação presencial dos fiéis nas celebrações comunitárias pode estar impedida ou desaconselhada, por razões de saúde, é oportuno fazer compreender que “a impossibilidade de cumprir o preceito dominical não dispensa ninguém de cumprir o mandamento divino de santificar o dia do Senhor. Isso pode fazer-se de múltiplas formas, vivendo na alegria espiritual o dia da ressurreição do Senhor Jesus: participar na Eucaristia no sábado ou noutro dia da semana; realizar com amor os serviços da convivência familiar, sem descurar o conveniente repouso do corpo e do espírito; dedicar um tempo razoável à oração pessoal e, se possível, em família, com a leitura da Sagrada Escritura e outros exercícios de piedade; unir-se espiritualmente, se possível, a alguma celebração eucarística transmitida pela rádio, televisão ou internet; estabelecer contacto, pelos meios disponíveis, com familiares, amigos e conhecidos, privilegiando os que mais sofrem a doença ou a solidão; estar solidariamente atentos às necessidades e alegrias dos vizinhos” (Conferência Episcopal Portuguesa, Celebrar e viver a fé em tempo de pandemia, 13.11.2020, n.º 2).
Seria oportuno vincar esta ideia: se soubermos guardar o domingo, o domingo guardar-nos-á e guardará a nossa família (cf. Papa Francisco, Audiência, 12.08.2015).
Neste dia, em família, podemos:
• Realizar a Liturgia Familiar proposta e/ou adaptada.
• Colocar no cantinho da oração, junto da arca, o pão e o vinho e outros sinais de Páscoa: amêndoas, ovos...
• Valorizar a bênção da mesa.
• Colocar uma fita branca na Cruz.
• Recordar a data do Batismo, nossa primeira Páscoa, e rezar pelos recém-batizados da paróquia.
• Anunciar a Páscoa usando os meios digitais.
MENSAGEM PASCAL - 2021

Precisamos entender que a Páscoa – mistério da morte e da ressurreição – deve acontecer, primeiramente, dentro de cada um de nós. Ela significa a passagem da morte para a vida, da dor para o alivio, da tristeza para a alegria. É tempo de olhar para o nosso coração, valorizar o que temos e fortalecer a nossa fé e a nossa esperança em que dias melhores estão para vir.
Celebremos a Páscoa da ressurreição de Cristo na certeza de que Ele transforme profundamente a nossa vida e a vida das nossas famílias pelo poder com que venceu o pecado, o medo e a morte.Uma Santa e Feliz Páscoa!
Pe. Carlos Correia
Pároco
CELEBRAÇÕES PASCAIS

sexta-feira, 2 de abril de 2021
SÁBADO SANTO
Oração de Laudes às 10h, Capela de S. Martinho
Deus eterno e omnipotente: ao celebrarmos o mistério redentor de vosso Filho Unigénito, que depois de ter descido à morada dos mortos saiu vitoriosamente do sepulcro, concedei aos vossos fiéis que, sepultados com Cristo no Baptismo, também com Cristo ressuscitem para a vida eterna. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO DO SENHOR

quinta-feira, 1 de abril de 2021
QUINTA-FEIRA SANTA
QUINTA-FEIRA SANTA: A EUCARISTIA
quarta-feira, 31 de março de 2021
CELEBRAÇÕES TRÍDUO PASCAL 2021
SEMANA SANTA
terça-feira, 30 de março de 2021
DESAFIO QUARESMAL DO GRUPO DE JOVENS
TERÇA-FEIRA DA SEMANA SANTA
segunda-feira, 29 de março de 2021
CATEQUESE EM COMUNHÃO E ORAÇÃO
UM REI NOVO NOS NOSSOS CAMINHOS
D. António Couto
https://mesadepalavras.wordpress.com/2021/03/27/um-rei-novo-nos-nossos-caminhos/
domingo, 28 de março de 2021
DOMINGO DE RAMOS NA PAIXÃO DO SENHOR - Ano B

Is 50,4-7
Sl 21(22)
Fl 2,6-11
Mc 14,1-15,47 (forma longa)
Mc 15, 1-39 (forma breve)
Domingo da Paixão
O relato da paixão e morte de Jesus tem em todos os Evangelhos um lugar de destaque. Sendo todos convergentes, Marcos tem o seu modo próprio de apresentar o máximo testemunho de amor que é dar a vida pelos seus amigos, que somos todos nós.
O silêncio de Jesus é sublinhado algumas vezes pelo segundo evangelista. Por vezes, só o silêncio pode exprimir o que desejamos. O quadro da realidade é tão rico que sobra a legenda das palavras. Marcos põe em especial evidência a solidão de Jesus: não aparece ninguém a defendê-lo ou a acompanhá-lo. Só depois de morrer, é posta a seguinte nota: “Estavam também ali umas mulheres a observar de longe”.
Em toda a narração da paixão e morte de Jesus não podemos ficar de fora, como espectadores, a ver como que cenas de um filme que não faz parte da nossa vida. Tudo o que Jesus vive e sofre tem uma dedicatória de salvação que me diz respeito. É por teu amor, caríssimo irmão ou irmã do século XXI, que estou a ser traído por Judas, a ser julgado injustamente, a ser flagelado e coroado de espinhos, a levar a cruz até ao Calvário e aí a ser crucificado e a dar a vida. Por ti.
Pe. Carlos Correia






