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quinta-feira, 9 de abril de 2026

QUINTA-FEIRA SANTA - LAVA PÉS

Vós sereis meus amigos,
se fizerdes o que vos mando, vós sereis meus amigos.


Se alguém me ama guardará a minha palavra,
meu Pai amá-lo-á, viremos a ele e faremos nele a nossa morada.

terça-feira, 22 de abril de 2025

TRÍDUO PASCAL

Os dias que antecedem a Páscoa são de tal forma intensos que não é possível dar conta mais atempadamente das celebrações que acontecem nestes dias. Deixamos apenas duas imagens da Quinta-feira Santa na esperança de que em breve possa haver mais 
Continuação de Santas Festas Pascais.

quinta-feira, 17 de abril de 2025

QUINTA-FEIRA SANTA

Quinta-Feira Santa. Missa da Ceia do Senhor, 
21h30 Igreja Paroquial
🙏
Ex 12,1-8.11-14; Sl 116; 1 Cor 11,23-26; Jo 13,1-15
 
1. Com esta celebração da Ceia do Senhor, em Quinta-Feira Santa, a Igreja Una e Santa reacende a memória da instituição da Eucaristia, do Sacerdócio e da Caridade, e dá início ao Tríduo Pascal da Paixão e Ressurreição do seu Senhor (o Tríduo Pascal prolonga-se até às Vésperas II do Domingo da Ressurreição), que constitui o ponto mais alto do Ano Litúrgico, de onde tudo parte e aonde tudo chega, coração que bate de amor em cada passo dado, em cada gesto esboçado, em cada casa visitada, em cada mesa posta, em cada pedacinho de pão sonhado e partilhado. É assim que Deus nos dá a graça de caminhar durante todo o Ano Litúrgico, dia após dia, Domingo após Domingo, sempre partindo da Páscoa do Senhor, sempre chegando à Páscoa do Senhor.

2. Neste Dia Santíssimo, é-nos dada a graça de poder escutar um dos mais antigos e intensos relatos da Ceia do Senhor: «O Senhor Jesus, na noite em que ia ser entregue (paredídeto), recebeu (élaben) o pão (árton), e dando graças (eucharistêsas), partiu-o (éklasen) e disse: “Isto é o meu corpo, que é para vós; isto fazei para memória de mim”. Do mesmo modo fez com o cálice, depois da ceia, dizendo: “Este cálice é a nova Aliança no meu sangue; isto fazei, sempre que o beberdes, para memória de mim”. Portanto, sempre que comerdes este pão e beberdes este cálice, estais a anunciar (kataggéllete) a morte do Senhor até que Ele venha (áchris hoû élthê)» (1 Coríntios 11,23-26).

3. Atravessado o relato, deparamo-nos com uma sequência verbal riquíssima, que mostra bem como a vivência da Eucaristia transforma a nossa vida desde dentro, desde o coração, sístole e diástole, ao mesmo tempo sangue e amor a circular nas nossas veias! Vida nova que vem de Deus, como quando o Espírito impele Sansão, os profetas, Paulo ou Jesus. O verbo hebraico para dizer este impulso do Espírito é paՙam. Sim, o Espírito impele-nos e empurra-nos pela estrada fora, mas esta sua ação forte e suave faz-se também sentir por dentro e desde dentro, movendo o coração e as suas avenidas, pois a família etimológica que de paՙam se desprende também serve para dizer o bater do coração e a pulsação (poՙam), e estende-se ainda ao soar do sino ou da campainha (paՙamon), cujo som festivo ouvimos há pouco, e se calou, para voltar a soar na noite da Vigília Pascal. Portanto, o Espírito de Deus que invocamos sobre este pão e sobre este vinho, impele-nos, empurra-nos, impulsiona-nos desde fora, mas move também a nossa vida desde dentro, dando-nos um coração novo, capaz de conjugar em cada dia os verbos fundamentais da Eucaristia: RECEBER, BENDIZER e AGRADECER,/ PARTILHAR e DAR,/ COMEMORAR, ANUNCIAR e ESPERAR.

D. António Couto 

quinta-feira, 6 de abril de 2023

MISSA DA CEIA DA CEIA DO SENHOR

Quinta-feira Santa, 6 de abril, 21h30, Igreja Paroquial
Adoração ao Santíssimo até às 24h00.
(Levar  envelope com o Contributo Penitencial)

QUINTA-FEIRA DA SEMANA SANTA

EVANGELHO Jo 13, 1-15
«Amou-os até ao fim»

Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo para o Pai, Ele, que amara os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim. No decorrer da ceia, tendo já o Demónio metido no coração de Judas Iscariotes, filho de Simão, a ideia de O entregar, Jesus, sabendo que o Pai Lhe tinha dado toda a autoridade, sabendo que saíra de Deus e para Deus voltava, levantou-Se da mesa, tirou o manto e tomou uma toalha, que pôs à cintura. Depois, deitou água numa bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxugá-los com a toalha que pusera à cintura. Quando chegou a Simão Pedro, este disse-Lhe: «Senhor, Tu vais lavar-me os pés?». Jesus respondeu: «O que estou a fazer, não o podes entender agora, mas compreendê-lo-ás mais tarde». Pedro insistiu: «Nunca consentirei que me laves os pés». Jesus respondeu-lhe: «Se não tos lavar, não terás parte comigo». Simão Pedro replicou: «Senhor, então não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça». Jesus respondeu-lhe: «Aquele que já tomou banho está limpo e não precisa de lavar senão os pés. Vós estais limpos, mas não todos». Jesus bem sabia quem O havia de entregar. Foi por isso que acrescentou: «Nem todos estais limpos». Depois de lhes lavar os pés, Jesus tomou o manto e pôs-Se de novo à mesa. Então disse-lhes: «Compreendeis o que vos fiz? Vós chamais-Me Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque o sou. Se Eu, que sou Mestre e Senhor, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo, para que, assim como Eu fiz, vós façais também». Compreender a Palavra

Rezar a palavra

Quero ter parte contigo, Senhor. Quero participar de ti, da tua vida, da tua entrega, da tua humilhação, da tua morte. Que eu seja capaz de dobrar o meu coração até ao nível dos pés dos meus irmãos para poder atingir a tua estatura e participar do teu amor.

Compromisso
Inclino-me de corpo e alma diante de Jesus presente nos irmãos crucificados pela vida.

QUINTA-FEIRA DA CEIA DO SENHOR

21h30, Igreja Paroquial
🙏
SALMO RESPONSORIAL
Salmo 115 (116), 12-13.15-16bc.17-18 (R. cf. 1 Cor 10, 16)
Refrão: O cálice de bênção é comunhão do Sangue de Cristo.

Como agradecerei ao Senhor
tudo quanto Ele me deu?
Elevarei o cálice da salvação,
invocando o nome do Senhor.

É preciosa aos olhos do Senhor
a morte dos seus fiéis.
Senhor, sou vosso servo, filho da vossa serva:
quebrastes as minhas cadeias.

Oferecer-Vos-ei um sacrifício de louvor,
invocando, Senhor, o vosso nome.
Cumprirei as minhas promessas ao Senhor,
na presença de todo o povo.

QUINTA-FEIRA DA CEIA DO SENHOR - LAVA-PÉS

21h30, Igreja Paroquial
🙏
ANTÍFONA DE ENTRADA cf. Gl 6, 14
Toda a nossa glória está na cruz
de Nosso Senhor Jesus Cristo.
N’Ele está a nossa salvação, vida e ressurreição.
Por Ele fomos salvos e livres.

segunda-feira, 18 de abril de 2022

VENEREMOS ADOREMOS

Veneremos Adoremos
a presença do Senhor,
Nossa luz e pão da vida; 
Cante a alma o seu louvor.
Adoremos no sacrário 
Deus oculto por amor.

Dêmos glória ao Pai do Céu, 
infinita majestade;
glória ao Filho e ao Santo Espírito,
 em espírito e verdade.
Veneremos, adoremos 
a Santíssima Trindade. 

ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

Alma de Cristo, santificai-me.
Corpo de Cristo, salvai-me.
Sangue de Cristo, inebriai-me.
Água do lado de Cristo, lavai-me
Paixão de Cristo, confortai-me.
Ó bom Jesus, ouvi-me.
Dentro das Vossas chagas, 
escondei-me.
Não permitais 
que eu me separe de Vós.
Do inimigo maligno 
defendei-me.
Na hora da minha morte, 
chamai-me.
Mandai-me ir para Vós,
Para que Vos louve com os Vossos Santos
Pelos séculos dos séculos.
Ámen.

QUINTA-FEIRA SANTA : “Fazei isto em memória de mim”

"O Tríduo Pascal é memorial de um drama de amor que nos dá a certeza de que não seremos nunca abandonados nas provações da vida.
Na Quinta-feira Santa, Jesus institui a Eucaristia, antecipando no banquete pascal o seu sacrifício no Gólgota. Para fazer os discípulos compreenderem o amor que o anima, lava seus pés, oferecendo ainda uma vez mais o exemplo em primeira pessoa de como eles mesmos deveriam agir.
A Eucaristia é o amor que se faz serviço. É a presença sublime de Cristo que deseja alimentar cada homem, sobretudo os mais frágeis, para torná-los capazes de um caminho de testemunho entre as dificuldades do mundo.
Não somente. Em dar-se a nós como alimento, Jesus atesta que devemos aprender a dividir com os outros este alimento para que se torne uma verdadeira comunhão de vida com quantos estão em necessidade. Ele se doa a nós e nos pede para permanecermos Nele para fazermos o mesmo.
A Quinta-feira santa é o momento culminante do amor. A morte de Jesus, que na cruz se abandona ao Pai para oferecer a salvação ao mundo inteiro, exprime o amor dado até o fim, sem fim.
Um amor que pretende abraçar todos, ninguém excluído. Um amor que se estende a todo tempo e a todo lugar: uma fonte inesgotável de salvação a que cada um de nós, pecadores, podemos chegar.
Se Deus nos demonstrou o seu amor supremo na morte de Jesus, então também nós, regenerados pelo Espírito Santo, podemos e devemos nos amar uns aos outros.
É tudo um grande mistério de amor e de misericórdia. As nossas palavras são pobres e insuficientes para exprimi-lo em plenitude.  (Papa Francisco)
O sacerdócio ministerial é garantido no que se refere à validade das suas ações sacramentais, porque a Eucaristia é celebrada pelo sacerdote validamente ordenado. Não só, mas sobretudo porque esta validade consiste no agir de Deus que se serve do ministro humano.
Contudo, a plenitude de significado e de eficácia da celebração passa também pela plena e generosa colaboração humana, seja da comunidade celebrante, seja do presbítero que a preside.
Portanto, o objetivo, a realidade última do Sacramento consiste na caridade, no colocar-se a serviço dos irmãos para construir a unidade fraterna de toda a humanidade."
Imagens: Celebração da Ceia do Senhor, Igreja Paroquial 14 de Abril de 2022
Texto:  Papa Francisco e Frei Alfredo Francisco de Souza, SIA

RECORDANDO QUINTA-FEIRA SANTA: LAVA-PÉS

Como é tradição celebrou-se na  Igreja Paroquial, em Quinta-feira Santa a cerimónia do lava-pés, repetindo o gesto que Jesus fez aos apóstolos. "Para nos dar exemplo, o Senhor levantou-Se da mesa e começou a lavar os pés aos seus discípulos. Jo 13, 4.5.15
Este ano foram escolhidos  os Jovens Crismandos: Leonor, Ismael, Rúben e Gonçalo. Jovens crismados em 2021: Mara, Alexandre e Gonçalo. Catequistas de diferentes gerações e com várias missões na paróquia: Daniela, Beatriz, Otília, Virgínia Oliveira e Virgínia Santos.