terça-feira, 21 de novembro de 2017

EUCARISTIA COM A CATEQUESE

 
No sábado passado a Eucaristia com Catequese foi presidida pelo Rev. Pe. José Guedes, e teve a particularidade de as crianças do 1º ano serem acolhidas e acarinhadas pelos jovens do 10º ano, dando assim um belo testemunho de fé.
E, foi por isso em espírito de festa, que Coro o Anima deu o tom, e com muita alegria todos cantaram e bateram palmas no acolhimento aos mais pequenos, enquanto estes eram levados para os seus lugares.
Escutamos depois a Palavra e a homilia do Pe. Guedes, que muito bem falou e explicou às crianças a Parábola dos Talentos.
No Ofertório, as crianças e jovens levaram ao altar um livro: " Teia dos Amigos de Jesus", Catecismos do 1º e 10º ano de catequese, uma Pomba e, o mais importante, o Vinho e o Pão, que completaram o simbolismo. 
Sempre com o Coro a animar a celebração foi tempo de saborear o Pão: 
"Eu sou o pão da vida./ Eu sou a ressurreição. /Tomai e comei este é o meu corpo: Pão de vida e unidade. Permanecei em mim: Eu a videira vós os ramos. /Tomai e bebei este o meu sangue / Para a vossa salvação."
Momento especial antes do final da celebração, em que os jovens do 10º ano ofereceram aos amiguinhos que acolheram uma Cruz, pois:  "A cruz é a lembrança de quanto amor o Pai tem por nós e do amor maior de Cristo, que deu a vida por seus amigos (Jo 15, 13).

OS TALENTOS...

O que fazes com os teus?

Esta semana, em que a Liturgia da Palavra nos apresenta a parábola dos talentos, (Mt 25, 14-30) é um bom motivo para reflectirmos sobre a nossa vida e o que estamos a fazer com ela. 
Deus a todos capacitou com os mais variados talentos e cada um de nós deve fazê-los render em benefício da humanidade.
Enterrar o talento não é seguramente um caminho... 
Na nossa casa, no nosso trabalho e na nossa igreja, estaremos mesmo a fazer render todos os talentos com que Deus nos bafejou?

OBRA «PORTUGAL CATÓLICO» QUER AJUDAR A «REPENSAR A IGREJA NO PRÓXIMO SÉCULO»


O livro ‘Portugal Católico. A beleza na diversidade’, que reúne 204 textos sobre a realidade eclesial no país, vai ser lançado esta terça-feira com a presença do presidente da República Portuguesa e o cardeal-patriarca, pelas 18h00, na Aula Magna da Universidade de Lisboa.

“É muito mais uma obra virada para o futuro porque nos compromete, porque nos faz repensar, tudo o que fomos capazes de fazer até agora e porque não fomos capazes de fazer melhor”, disse Eugénia Magalhães, da equipa coordenadora da publicação, em declarações à Agência ECCLESIA.

A entrevistada destaca que os católicos são pessoas “inconformadas”, à procura de respostas, e nesse sentido a nova publicação “reflete muito” sobre o que está por fazer.

“A preocupação foi olhar para a realidade do catolicismo no nosso país e apresentamos um conjunto diversificado de textos que pudesse dar esse retrato real, contemporâneo desta mesma realidade”, desenvolveu.

Eugénia Magalhães afirma que a obra quer “ajuda a repensar a Igreja no próximo século”, considerando que o livro é “crucial” para quem quer “olhar para dentro e fora da Igreja”.

PEREGRINAÇÃO: um regresso a Deus

A metáfora da peregrinação

Antropólogos, sociólogos e estudiosos das religiões concordam ao encararem a peregrinação como um dos fenómenos mais antigos e espalhados da história humana. 
(...)
Assim, «toda a vida cristã é como uma grande peregrinação para a casa do Pai, de quem se descobre todos os dias o amor incondicional por cada criatura humana e, em particular, pelo “filho perdido”» (João Paulo II, Tertio millennio adveniente, 49).

Se a peregrinação, com efeito, é metáfora de toda a existência humana, então torna-se também o “lugar” em que o cristão é chamado à santidade, o percurso que tem como meta visível um “lugar santo”, e como objetivo a santificação do peregrino, «filho perdido» que encontra a própria santidade no caminho para a santidade do Pai que o aguarda. 

domingo, 19 de novembro de 2017

RESPONSÁVEIS PELO NOSSO FUTURO


A parábola dos talentos, lida no trigésimo terceiro domingo do tempo comum (ano A), acentua dois aspetos importantíssimos da nossa vida aqui na terra:
a diferença e a diversidade. Há uma grande diversidade no mundo em que vivemos, e essa diversidade facilita a entre-ajuda, a complementaridade, a partilha e a comunhão. Sem a diversidade, tudo se tornaria extremamente fastidioso e seria impossível distinguir o que nos rodeia ou dar-nos conta da beleza que está à nossa volta. Não é preciso muito para nos darmos conte de como somos diferentes: homens e mulheres, jovens e velhos, altos e baixos, gordos e magros. Somos diferentes naquilo que cada um é capaz de fazer e na maneira como o faz. Por isso, a parábola acentua o facto de que cada um dos servos recebeu talentos diferentes, “a cada qual conforme a sua capacidade” (Mt 25:15).

sábado, 18 de novembro de 2017

SENHOR, TRAZEI-NOS A PAZ

Senhor, trazei-nos a paz! 
Guardai-nos em vosso amor!

A quantos Lhe são fiéis / O Senhor fala de paz;
Ao seu povo, aos seus amigos / A felicidade traz!

Do cativeiro nos salva, / Senhor, a vossa bondade;
Da vossa misericórdia / Nasce a nossa liberdade!

A palavra do Senhor / É para nós um abrigo;
Sua casa é fortaleza / Contra qualquer inimigo.

Habitam no vosso templo / Fidelidade e amor;
Paz e justiça se encontram / Em vossa casa, Senhor!

FOLHA DOMINICAL - informações e reflexões importantes para toda a comunidade

DOMINGO XXXIII DO TEMPO COMUM - Ano A

SALMO RESPONSORIAL Salmo 127, 1-2.3.4-5 (R. cf. 1a) 
Refrão: Ditosos os que temem Senhor, 
ditosos os que seguem os seus caminhos!

Feliz de ti que temes o Senhor 
e andas nos seus caminhos. 
Comerás do trabalho das tuas mãos, 
serás feliz e tudo te correrá bem.

Tua esposa será como videira fecunda, 
no íntimo do teu lar; 
teus filhos serão como ramos de oliveira, 
ao redor da tua mesa.

Assim será abençoado o homem que teme o Senhor. 
De Sião te abençoe o Senhor: 
vejas a prosperidade de Jerusalém 
todos os dias da tua vida.

EUCARISTIA COM A CATEQUESE

Sábado, 18 de Novembro, 
16h00, Capela de S. Martinho
Toda a catequese é convidada a participar nesta festa da Palavra e do Pão, e com muita alegria fazer comunhão de amor e perdão. E que o talento de cada um seja assim fortalecido, para que possa "render" em benefício de todos os irmãos. 

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

PAPA FRANCISCO: A OPÇÃO PELOS POBRES

A instituição do Dia Mundial dos Pobres foi uma expressão do Ano Santo da Misericórdia. A poucos dias desse acontecimento a VP recorda algumas afirmações do pontificado de Francisco que revelam a sua opção preferencial pelos pobres. O padre José Maria Pacheco Gonçalves que foi jornalista da Rádio Vaticano reflete aqui sobre este tema

Uma Igreja pobre para os pobres

O Papa Francisco demorou pouco dias, no início do seu pontificado, para lançar um seu profundo desejo para a vida da Igreja. Foi no dia 16 de março, em plena Sala Paulo VI, falando para os profissionais dos media, que tinham acompanhado o Conclave, que Francisco recordou o comentário do Cardeal brasileiro Cláudio Hummes pedindo-lhe que não se esquecesse dos pobres.

Gerando o imediato aplauso dos jornalistas e técnicos dos meios de comunicação social de todo o mundo, que estavam naquela audiência, o Santo Padre proferiu um a fortíssima afirmação: “Ah, como eu gostaria de uma Igreja pobre e para os pobres” – declarou.

Desde março de 2013, foram muitas as outras ocasiões nas quais o Papa Francisco referiu nos seus pronunciamentos, catequeses, homilias e entrevistas, a sua opção preferencial pelos pobres. Decisão reveladora desta atitude foi a instituição do Dia Mundial dos Pobres com a Carta Apostólica “Misericordia et Misera” no final do Ano Santo da Misericórdia. Recordamos aqui três momentos concretos da afirmação da opção pelos pobres assumida pelo Papa Francisco.

GRUPO DRAMÁTICO DE VILAR DO PARAÍSO

Celebração dos seus 96 anos, 
oração pelos falecidos e romagem ao cemitério.

Agradecimentos 
ao Grupo Dramático de Vilar do Paraíso pela partilha

SEMANA DOS SEMINÁRIOS

ORAÇÃO UNIVERSAL
Irmãs e irmãos:
Nas Bodas de Caná, a Mãe de Jesus surge como figura mediadora e promotora da realização da vontade do seu Filho Jesus. Elevemos as nossas súplicas ao Pai dizendo:
Interceda por nós a Virgem cheia de Graça

1. Pelos ministros ordenados, religiosos e consagrados, para que encontrem no «Sim» da Mãe de Jesus o perfeito testemunho de seguimento discipular, oremos por intercessão de Maria:

2. Pela Igreja peregrina neste mundo, para que a exemplo de Nossa Senhora esteja disponível para se colocar ao serviço dos mais necessitados, oremos por intercessão de Maria:

3. Pelos nossos Seminários, seus formadores e alunos, para que a exemplo do Mestre, se deixem orientar pelo apelo da sua Mãe – “Fazei o que Ele vos disser” -, oremos por intercessão de Maria:

4. Pelos jovens da nossa Diocese, para que se deixem atrair pelo exemplo da Jovem de Nazaré e se disponham a fazer tudo o que Jesus quiser, oremos por intercessão de Maria:

5. Pelas comunidades cristãs para que sejam verdadeiras escolas de escuta e obediência à Palavra de Deus, oremos por intercessão de Maria:

Senhor nosso Deus, fazei que escutando a Mãe do Vosso Filho, sejamos capazes de aceitar tudo quanto Ele nos pede. Por Cristo, nosso Senhor

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

Na Semana dos Seminários, dia 17, sexta-feira,
às 21h30 na Capela de S. Martinho.
Nesta Semana de Oração pelos Seminários, somos convidados a entrar na intimidade com o Senhor, em ordem à missão. Ao rezarmos pelos nossos seminários e pelos seus alunos e formadores, recordemos que o sacerdote cumpre o mandato do serviço. Acolhamos a Palavra do Senhor e permaneçamos com Ele em silêncio. Entreguemos-lhe todas as ações pastorais que serão levadas a cabo nestes dias em todas as nossas paróquias e dioceses. Escutemos o que nos diz ao coração e levemos connosco este Olhar, testemunhando-o com as nossas vidas. Deste momento surgirá em nós o apelo da Mãe de Jesus: “Fazei o que Ele vos disser”.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

COMPRE UM ESTRELA E ILUMINE O SEU NATAL!


A Cáritas Portuguesa, em parceria com todas as Cáritas Diocesanas de Portugal Continental, Madeira e Açores, organiza anualmente a Operação “10 Milhões de Estrelas – Um Gesto pela Paz", propondo à sociedade uma vivência cristã da celebração do Natal.
(...)
"Deus não desistiu de amar o mundo e conta connosco. Quando damos com amor sincero superamo-nos, dando lugar no coração a outras pessoas mais necessitadas. E assim, num Gesto pela Paz com a Cáritas Portuguesa, estamos a colaborar para a beleza do mundo. A generosidade gera felicidade!” 

 D. José Traquina, Bispo Auxiliar de Lisboa

SILÊNCIO... PEDE O PAPA

O Papa Francisco voltou hoje a criticar comportamentos que fazem da Missa um “espetáculo” e, depois de há uma semana ter pedido o fim dos telemóveis na celebração, apelou esta manhã ao silêncio na assembleia.

“Quando vamos à Missa, às vezes chegamos cinco minutos mais cedo e começamos a bisbilhotar com quem está ao nosso lado. Mas não é o momento de bisbilhotar, é o momento do silêncio para preparar-se para o diálogo, é o momento de recolher-se no coração para preparar o encontro com Jesus”, apelou, na segunda catequese do novo ciclo de reflexões semanais sobre a Eucaristia.
Perante milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, o Papa sublinhou que o silêncio é “muito importante nas celebrações litúrgicas”.

“Lembrem-se daquilo que vos disse na semana passada: não vamos para um espetáculo, vamos para o encontro com o Senhor e o silêncio prepara-nos e acompanha-nos. Permanecer em silêncio junto de Jesus”, recomendou.

Francisco falou da Missa como “a oração por excelência, a mais elevada”, um “momento privilegiado para estar com Jesus, e por meio dele, com Deus e com os irmãos”.

"Jesus ensina os seus discípulos a rezar a oração do Pai Nosso e, com ela, introdu-los no diálogo sincero e simples com Deus, animando-os a criar neles uma consciência filial, sabendo dizer ‘Pai’", assinalou.

No final da audiência geral, o Papa dirigiu uma saudação a todos os peregrinos de língua portuguesa, vindos de Portugal e do Brasil.

“Queridos amigos, sois chamados a ser testemunhas da alegria no mundo, transfigurados pela graça misericordiosa que Jesus nos dá na Santa Missa. Desça sobre vós e sobre vossas famílias a bênção de Deus”, concluiu.

SEJAMOS SOLIDÁRIOS


É tempo de ser solidário, com a campanha de angariação de alimentos do Centro Social S. Pedro de Vilar do Paraíso. 
É já no próximo fim-de-semana, anotem o local e todos estamos convidados a contribuir.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

TERÇA-FEIRA DA SEMANA XXXII DO TEMPO COMUM

Rezar a Palavra

Concede-me, Senhor, o sentido da igualdade, o reconhecimento da minha condição de servo, a minha inutilidade porque só faço a minha obrigação. Abre os meus olhos para que me veja na minha condição de discípulo que segue os passos do Senhor para o servir com total dedicação. Faz-me compreender a fragilidade dos irmãos para que sejamos todos uma verdadeira comunidade de discípulos que descobrem alegria em servir o seu Senhor.

NA SEMANA DOS SEMINÁRIOS - REZAMOS

Deus, nosso Pai,
que pela Vossa Palavra
tudo criastes e tudo sustentais,
nós Vos damos graças 
pelo dom do Vosso Filho, Jesus,
Palavra viva e reconciliadora.
N’Ele manifestais o esplendor da Vossa glória,
para que, acreditando n’Ele,
vivamos segundo a Palavra
que nos cria de novo.
Nós Vos bendizemos
pelo dom do ministério sacerdotal,
pelo qual associais aos primeiros discípulos,
que acreditaram em Jesus, outros companheiros
que continuam a servir à humanidade
o alimento da Palavra,
o banquete da Eucaristia
e a via da Reconciliação.
Nós Vos pedimos pelos seminaristas
e seus educadores,
para que abram os corações à Palavra
e a vivam com desassombro,
dando testemunho da Vossa alegria no mundo.
Maria, mãe de Jesus e nossa mãe,
vós que conheceis as necessidades humanas
e ensinais a viver como diz o vosso Filho,
abri novos corações para a disponibilidade
de viver ao serviço da alegria.
Maria, repeti hoje aos nossos corações:
“Fazei o que Ele vos disser”.
Amen.

NESTE NATAL, ofereça um presente que ajuda a construir o futuro! 💓


Um presente solidário é um fio de amor que une mãos e corações, muitas mãos e muitos corações, num imenso novelo de alegria.
Um presente solidário não nos faz sentir apenas amigos, mas faz-nos nascer como irmãos. Quando o presente é solidário, um dá e todos dão, um recebe e todos recebem. 

D. António Couto 

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

PELOS PRADOS E CAMPINAS

Pelos prados e campinas verdejantes eu vou
É o Senhor que me leva a descansar
Junto às fontes de águas puras repousantes eu vou
Minhas forças o Senhor vai animar

Tu és, Senhor, o meu pastor
Por isso nada em minha vida faltará
Tu és, Senhor, o meu pastor
Por isso nada em minha vida faltará (nada faltará)

Nos caminhos mais seguros junto d'Ele eu vou
E pra sempre o Seu nome eu honrarei
Se eu encontro mil abismos nos caminhos eu vou
Segurança sempre tenho em suas mãos

Ao banquete em sua casa muito alegre eu vou
Um lugar em Sua mesa me preparou
Ele unge minha fronte e me faz ser feliz
E transborda a minha taça em Seu amor

Bem a frente do inimigo,confiante eu vou
Tenho sempre o Senhor junto de mim
Seu cajado me proteje,e eu jamais temerei
Sempre junto do Senhor eu estarei!

Com alegria e esperança caminhando eu vou
Minha vida está sempre em suas mãos
E na casa do Senhor eu irei habitar
E este canto para sempre irei cantar

Música: Frei Fabreti
Letra: baseada no salmo 22

PAPA FRANCISCO: telemóveis fora da Eucaristia!

O Papa Francisco iniciou hoje um novo ciclo de reflexões no Vaticano, dedicado à Eucaristia, prometendo responder a “perguntas importantes” sobre este sacramento, que apresentou como “coração” da Igreja.
(...)
A intervenção evocou o “grande número de cristãos” que ao longo de dois mil anos deram a sua vida para “defender a Eucaristia” e os que, ainda hoje, arriscam a vida para participar na Missa dominical.

Um dos casos apresentados foi o de um grupo de cristãos do norte de África, em 304, presos durante as perseguições de Diocleciano, tendo respondido ao procurador romano: “Sem o domingo não podemos viver”.

“Estes cristãos do norte de África foram mortos. Deixaram o testemunho de que se pode renunciar à vida terrena por causa da Eucaristia, porque ela nos dá a vida eterna, tornando-nos participantes da vitória de Cristo sobre a morte”, assinalou o Papa.

Francisco questionou os presentes sobre a sua participação na Missa, lamentando que nas celebrações da Praça de São Pedro seja possível ver telemóveis levantados, “não só de fiéis, mas de alguns padres e também bispos”.

“A Missa não é um espetáculo: é ir ao encontro da Paixão e da Ressurreição do Senhor. Por este motivo é que o sacerdote diz «corações ao alto». O que é que isso quer dizer? Lembrem-se: nada de telemóveis”, advertiu.
(...)
"Já viram como as crianças fazem o sinal da cruz? Não sabemos o que estão a fazer, se é o sinal da cruz ou um desenho. Precisamos de ensiná-las a benzer-se bem. Assim começa a Missa, assim começa a vida, assim começa o dia", exemplificou.
(...)
“Que este Sacramento possa continuar a plasmar as vossas comunidades na caridade e na comunhão, segundo o coração do Pai. De bom grado vos abençoo a vós e aos vossos entes queridos!”.

AJUDAR QUEM AJUDA! 😐


domingo, 12 de novembro de 2017

PARÓQUIAS MAIS "AMIGAS" DAS FAMÍLIAS

O presidente da Comissão Episcopal do Laicado e Família (CELF) defendeu hoje em Fátima a criação de novo modelo de paróquia, “amiga das famílias”, que seja capaz de ser “família para os que não têm família”.

D. Joaquim Mendes falava na abertura da 29ª edição da Jornada Nacional da Pastoral da Família, que decorre até domingo, na qual apelou ainda à criação de uma “rede de famílias” capaz de assumir a tarefa de “acompanhar outras famílias”.

O bispo auxiliar de Lisboa disse ser necessário que cada paróquia tenha um “grupo de pastoral familiar”.

“Não basta um anúncio genérico e incluir a família na programação pastoral diocesana e paroquial. É necessário um esforço evangelizador e catequético dirigido à família, para que se possa tornar sujeito de evangelização, sujeito ativo da pastoral familiar”, assinalou.
(...)
D. Joaquim Mendes convidou os participantes a trabalhar para “reavivar a aliança entre a família e a Igreja, entre a família e a comunidade cristã”.

A Igreja, acrescenta, deve agir pela “ promoção de uma cultura familiar, a partilha de boas práticas e a criação de espaços de comunicação que permitam sustentar o desejo de família e do amor verdadeiro que vive no coração de cada pessoa”.

A SABEDORIA É DOM QUE SE RECEBE

No livro da Sabedoria, é-nos dito que a Sabedoria vai ao encontro de todos os que a procuram. A sabedoria é que dá sentido às nossas vidas e é ela que nos leva a estabelecer laços de amizade e de solidariedade com os outros na comunidade. Em Bemba, há vários provérbios que nos falam da sabedoria e de como estamos dependentes dos outros para a poder encontrar.

Quem pensa que tudo sabe, sabe muito pouco, e, principalmente não sabe como deve saber, porque, aprisionado no seu orgulho, se afasta das fontes da sabedoria, permanecendo fechado na escuridão da ignorância. É como diz o provérbio Amano uli weka, tayashingauka ikoshi – “A sabedoria, se estás sozinho, não te dá a volta ao pescoço”. De coração fechado, de ouvidos surdos e de olhos cegos, recusando-se a ver e a ouvir, ele afasta-se dos outros e a sua auto-suficiência não é mais do que total insuficiência, porque sozinhos, fechados em nós mesmos, nunca a sabedoria nos envolverá totalmente (ela nunca dará a volta ao pescoço). Se queremos crescer e avançar para a frente é essencial reconhecer as nossas fraquezas e as nossas limitações, ou seja, é preciso aceitar ser pobre.

O pobre é aquele que sabe precisar dos outros para viver, e que humilde, confiada e alegremente se dirige a eles para receber aquilo de que precisa. O pobre reconhece a verdade do provérbio: Umunwe umo tausala nda – “Um dedo não esmaga um piolho”. Sozinho nada pode; e nunca se libertará dessa mordedela constante e atormentadora que o faz sofrer, enchendo-o de angústia e de desespero. Mas, se reconhecendo a sua pobreza, ele estender os braços da súplica ao Deus da vida e da misericórdia, então dele é o Reino dos Céus (Mt 5:2).

Falando de si mesmo, Jesus disse: “Eu não vim por mim mesmo” (Jo 7:28) e “quem fala com a sua própria autoridade procura a própria glória” (Jo 7:18), mas “a minha doutrina não é minha, mas d’Aquele que me enviou” (Jo 7:16). E aos fariseus disse: “Se fosseis cegos, não teríeis culpa, mas uma vez que dizeis: Nós vemos, a vossa culpa permanece” (Jo 9:41).

Sem dúvida que os provérbios da sabedoria bemba não são frases do Evangelho, nem palavras de Jesus Cristo. E é bom estar atento, porque, misturando tudo, pode perder-se a novidade do Evangelho. Por outro lado, eles obrigam-nos a reconhecer que, em todos os tempos e lugares, Deus nunca abandonou o seu povo, mas sempre o iluminou com a luz do Seu Espírito, para o guiar e o salvar.

Amano uli weka, tayashingauka ikoshi – lembra-nos que precisamos dos outros para conhecer a sabedoria e encontrar os caminhos da vida. Mas, por outro lado, a sabedoria não é só um dom que se recebe; ela é também um bem que se procura. Amano, mambûlwa! – “A sabedoria é aquilo que se apanha” (ou seja que se aprende dos outros), porque nos falta e ninguém é seu dono exclusivo.

P. José Guedes

sábado, 11 de novembro de 2017

SEMANA DOS SEMINÁRIOS

O exemplo de Maria mostra que o fundamental é estar com Jesus, caminhar com Ele, sabendo estar no meio do mundo com atenção às circunstâncias em que se pode revelar a novidade de Deus. Como em Caná, tantas situações de carência, dor ou fracasso podem ser ocasião de manifestação da misericórdia divina. Para isso é necessário escutar o que o Senhor diz e acolher a sua palavra no coração. Uma escuta que exige a atenção e o discernimento capazes de interpretar a vontade do Senhor, distinta dos apelos do mundo ou do eco das ambições e motivações individuais. Ele chama alguns à vocação sacerdotal que tem na sua origem «um dom da graça divina que se concretiza na ordenação sacramental. Esse dom exprime-se no tempo pela mediação da igreja que chama e envia em nome de Deus» (Ratio fundamentalis institutionis sacerdotalis, 34).

FOLHA DOMINICAL - informações e reflexões importantes para toda a comunidade

DOMINGO XXXII DO TEMPO COMUM - Ano A

SALMO RESPONSORIAL Salmo 62 (63), 2.3-4.5-6.7-8 (R. 2b) 
Refrão: A minha alma tem sede de Vós, meu Deus.

Senhor, sois o meu Deus: 
desde a aurora Vos procuro. 
A minha alma tem sede de Vós. 
Por Vós suspiro, 
como terra árida, sequiosa, sem água.

Quero contemplar-Vos no santuário, 
para ver o vosso poder e a vossa glória. 
A vossa graça vale mais que a vida; 
por isso, os meus lábios 
hão-de cantar-Vos louvores.

Assim Vos bendirei toda a minha vida 
e em vosso louvor levantarei as mãos. 
Serei saciado com saborosos manjares 
e com vozes de júbilo Vos louvarei.

Quando no leito Vos recordo, 
passo a noite a pensar em Vós. 
Porque Vos tornastes o meu refúgio, 
exulto à sombra das vossas asas.

DIA DE S. MARTINHO

 
Neste dia dedicado a S. Martinho
recordamos que na nossa paróquia temos
uma Capela que lhe é dedicada.
Onde será celebrada Missa Solene,
hoje, à 19h00.
E pedimos:
S. Martinho. Rogai por nós.