sexta-feira, 14 de abril de 2023
QUEM MATOU JESUS?
quinta-feira, 13 de abril de 2023
segunda-feira, 10 de abril de 2023
DOMINGO DE PÁSCOA - SANTA MISSA
Hoje a Igreja repete, canta, clama: «Jesus ressuscitou!». Mas como? Pedro, João, as mulheres foram ao Sepulcro e viram-no vazio, Ele já não estava lá. Voltaram com o coração apertado pela tristeza, a tristeza de uma derrota: o Mestre, o seu Mestre, que amavam muito tinha sido executado, morreu. E da morte não se volta. Esta é a derrota, este é o caminho da derrota, a via para o sepulcro. Mas o Anjo disse-lhes: «Não está aqui, ressuscitou».
Foi o primeiro anúncio: «Ressuscitou». E depois a confusão, o coração apertado, as aparições. Mas os discípulos permanecem fechados o dia inteiro no Cenáculo, porque tinham medo que acontecesse a eles o mesmo que aconteceu a Jesus. E a Igreja não cessa de dizer às nossas derrotas, aos nossos corações fechados e temerosos: «Parem, o Senhor ressuscitou». Mas se o Senhor ressuscitou, como existem essas situações? Tantas desgraças, doenças, tráfico de pessoas, guerras, destruições, mutilações, vinganças, ódio? Mas onde está o Senhor?
Ontem telefonei a um jovem que sofre de uma doença grave, um rapaz culto, engenheiro, e falando, para dar um sinal de fé, disse-lhe: «Não há explicações para o que te acontece. Olha para Jesus na Cruz, Deus fez isto com o seu Filho, e não há outra explicação». E ele respondeu-me: «Sim, mas Ele perguntou ao Filho, o qual disse sim. A mim não perguntou se eu queria». Isto comove-nos, não pergunta a nenhum de nós: «Mas estás contente com o que acontece no mundo? Estás disposto a carregar esta cruz?». E a cruz vai em frente, e a fé em Jesus diminui. Hoje a Igreja continua a dizer: «Para, Jesus ressuscitou». Isto não é imaginação, a Ressurreição de Cristo não é uma festa com muitas flores. É bonito, mas não é só isto, é mais: é o mistério da pedra descartada que acaba por ser o fundamento da nossa existência. Cristo ressuscitou, eis o que significa.
Nesta cultura do descartável na qual o que não serve é usado e deitado fora, o que não serve é descartado, aquela pedra — Jesus — foi descartada e é fonte de vida. E também nós, pedrinhas pelo chão, nesta terra de dor, de tragédias, com a fé no Cristo Ressuscitado ganhamos um sentido no meio de tanta calamidade. O sentido de olhar para além, o sentido de dizer: «Olha não há muros mas horizontes, há vida, alegria, a cruz com esta ambivalência. Olha para a frente, não te feches. Tu pedrinha, tens um sentido na vida porque és uma pedrinha junto daquela pedra, a pedra que a malvadez do pecado descartou». Que nos diz a Igreja hoje diante de tantas tragédias? Isto, simplesmente. A pedra descartada não resulta deveras descartada. As pedrinhas que acreditam e se apegam àquela pedra não são descartadas, ganham um sentido e com este sentimento a Igreja repete do fundo do coração: «Cristo ressuscitou».
Pensemos um pouco, cada um pense, nos problemas diários, nas doenças que vivemos ou que um dos nossos parentes sofre; pensemos nas guerras, nas tragédias humanas e, simplesmente, com voz humilde, sem flores, sozinhos, diante de Deus, diante de nós, digamos: «Não sei como vai isto, mas estou certo de que Cristo ressuscitou e aposto nisto». Irmãos e irmãs, era o que desejava dizer-vos. Voltai para casa hoje, repetindo no coração: «Cristo ressuscitou».
domingo, 17 de abril de 2022
DOMINGO DE PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR
sábado, 3 de abril de 2021
CELEBRAÇÕES PASCAIS

domingo, 21 de abril de 2019
DOMINGO DE PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR
domingo, 1 de abril de 2018
CRISTO RESSUSCITOU! Aleluia! Aleluia!
ALELUIA! ALELUIA! JESUS RESSUSCITOU!
sábado, 22 de abril de 2017
DOMINGO DE PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR
para no final da Eucaristia levarem,
de casa em casa, o anúncio da ressurreição.
dos participantes no Compasso.
nesta manhã radiosa da Páscoa!










