INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

DOMINGO II DA QUARESMA - Ano C


SALMO RESPONSORIAL Salmo 26 (27), 1.7-8.9abc.13-14 (R. 1a)
Refrão: O Senhor é a minha luz
e a minha salvação. 

O Senhor é minha luz e salvação:
a quem hei-de temer?
O Senhor é protector da minha vida:
de quem hei-de ter medo? 

Ouvi, Senhor, a voz da minha súplica,
tende compaixão de mim e atendei-me.
Diz-me o coração: «Procurai a sua face».
A vossa face, Senhor, eu procuro. 

Não escondais de mim o vosso rosto,
nem afasteis com ira o vosso servo.
Não me rejeiteis nem me abandoneis,
meu Deus e meu Salvador. 

Espero vir a contemplar a bondade do Senhor
na terra dos vivos.
Confia no Senhor, sê forte.
Tem coragem e confia no Senhor.

EUCARISTIA COM A CATEQUESE


Iniciou-se na quarta-feira de cinzas a quaresma: um tempo de preparação para a Páscoa.  
E, na Eucaristia com catequese do passado sábado, fomos convidados a percorrer este caminho de conversão e de mudança como verdadeiros discípulos de Jesus…
Tal como aconteceu a Jesus, somos tentados a seguir caminhos mais fáceis que se afastam da sua palavra e da sua mensagem de amor… No entanto, para percorrer este caminho renunciaremos:
Ao EGOÍSMO de pensarmos só em nós próprios e nos nossos interesses, no que nos agrada.
À PREGUIÇA de estudar e de ajudar os outros
À VIOLÊNCIA nas palavras e gestos para com colegas, professores e familiares.
À VAIDADE de usar roupas caras ou telemóveis novos.
À GULA e ao consumo exagerado de doces e guloseimas.
AO PRECONCEITO no olhar e no comportamento que temos para com os que são diferentes de nós.
E à MENTIRA que usamos, por palavras ou gestos, para desculpar atitudes.

Durante este tempo quaresmal somos convidados a seguir a sua Palavra e a anunciá-Lo mesmo perante as dificuldades e as tentações do dia-a-dia…
 
E assim nos comprometemos a percorrer este caminho com amor e oração.
 
No final da Eucaristia e tal como tinha sido prometido, foram anunciados os vencedores do Concurso de Presépios.
O segundo lugar coube a um Presépio feito dentro de uma cabaça, mas por não estar identificado não foi possível saber a quem pertencia. Ficará na posse do Rev. Padre Zé Manel, até que o dono se revele.
 O 7º ano da Ilha, com a catequista Esmeraldinha, foi o grande vencedor. Parabéns!


QUARESMA: Tempo para Aprender a Orar


Viver a vida unidos a Jesus converte a nossa vida num presente para os outros:
"O fruto do silêncio é a oração,
o fruto da oração é a fé,
o fruto da fé é o amor,
o fruto do amor é o serviço,
o fruto do serviço é a paz."

Madre Teresa de Calcutá
(In Quaresma Tempo de Oração - Rosário Gil /Pedro Tomás Navajas - Edições Salesianas)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

QUARESMA - Quinta-feira da semana I


Há cada vez mais pessoas que não estão satisfeitas com o mundo em que vivemos. Raras são, porém, aquelas que fazem alguma coisa para o transformar. Destas, umas procuram torná-lo melhor por meio do seu esforço, individual ou coletivo; outras acham que os defeitos do mundo não estão no próprio mundo, mas no olhar de quem nele vive; por isso procuram transformar-se a si próprias e mudar o olhar com que o veem. As primeiras são partidárias da ação; as segundas confiam nos efeitos da contemplação. A minha tese, se assim lhe posso chamar, é que não basta a ação; é preciso também a contemplação. Talvez mais ainda: sem ela de nada vale a ação. Creio que a História da Humanidade mostra isso mesmo. Não a História factológica, superficial, externa, mas a História da realização das potencialidades do género humano. Ou a História da Humanidade em busca da sua plenitude.

http://www.snpcultura.org/quaresma_2013.html

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

QUARESMA


Do sermão 206 de Santo Agostinho:
«Voltou o tempo aniversário da Quaresma, no qual tenho a obrigação de vos dirigir uma exortação, porque tendes o dever de oferecer a Deus obras que estejam de acordo com estes dias do calendário. Tais obras, porém, não são úteis para o Senhor, mas para vós. Também nas outras épocas do ano o cristão se deve entregar com ardor à oração, ao jejum e à esmola; mas esta solenidade deve estimular inclusive aqueles que habitualmente são preguiçosos; e aqueles que já se entregam com esmero a tais ocupações devem realizá-las ainda com maior intensidade... A repetição anual da solenidade equivale a uma repetição do que Cristo Senhor sofreu por nós na sua única morte. O que teve lugar uma só vez na história para a renovação da nossa vida, celebra-se todos os anos para perpetuar a sua memória... Depois dos dias do nosso abatimento, chegará o tempo da nossa exaltação, não ainda no repouso da visão, mas na satisfação de o contemplar nas celebrações que o simbolizam...» (Antologia Litúrgica, 3774)

Secretariado Nacional da Liturgia

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

À PROCURA DA PALAVRA

DOMINGO I DA QUARESMA Ano C
“Tendo terminado toda a espécie de tentação, retirou-se da presença de Jesus, até certo tempo.” Lc 4, 13

A verdade do “não”

O Papa trocou-me as voltas. Estava eu, de armas e bagagens, dedos sobre o teclado, à porta do deserto para reflectir convosco o episódio das tentações de Jesus, quando a notícia correu como fogo em seara seca: “O Papa vai abandonar a liderança da igreja dia 28”! E todas as boas intenções de reflexão passaram para segundo plano perante o espanto de tal notícia. Chovem e vão continuar a chover inúmeros comentários, a propósito e a despropósito, e tinha prometido a mim mesmo não engrossar tal enxurrada mas não resisti à tentação.

Primeiro alegrou-me a capacidade de Bento XVI nos surpreender (e surpreender o mundo) ao mostrar que a Igreja é mais do que ele, e que Deus nos confia missões mas ninguém O substitui. A inteligência e liberdade desta decisão são um verdadeiro sopro de vitalidade para um serviço que não pode viver acorrentado a nenhum poder despótico, e ajude a reflectir corajosamente a autoridade e a corresponsabilidade na vida eclesial. É preciso evitar cair na tentação de entrar em comparações com a vida de João Paulo II. Quando o amor à verdade e a consciência de limites pessoais se exprimem numa real fragilidade, não tocamos também aí a grandeza do amor de Deus?   


http://www.ecclesia.pt/cgi-bin/comentario.pl?id=659

domingo, 17 de fevereiro de 2013