sábado, 18 de julho de 2020
DOMINGO XVI DO TEMPO COMUM- Ano A
SALMO RESPONSORIAL Salmo 85 (86), 5-6.9-10.15-16a (R. 5a)
Refrão: Senhor, sois um Deus clemente.
Sois um Deus clemente e compassivo.
Vós, Senhor, sois bom e indulgente,
cheio de misericórdia para com todos
os que Vos invocam.
Ouvi, Senhor, a minha oração,
atendei a voz da minha súplica.
Todos os povos que criastes
virão adorar-Vos, Senhor,
e glorificar o vosso nome,
porque Vós sois grande e operais maravilhas,
Vós sois o único Deus.
Senhor, sois um Deus bondoso e compassivo,
paciente e cheio de misericórdia e fidelidade.
Voltai para mim os vossos olhos
e tende piedade de mim.
sexta-feira, 17 de julho de 2020
CONVITE A SER CATEQUISTA
Tu podes!
Vem caminhar connosco ao encontro de Deus e ajudando outros a caminhar também ao seu encontro.
Aceita esta missão de ser catequista na nossa paróquia e contacta o telm: 916 993 942, e diz que SIM a JESUS!
quinta-feira, 16 de julho de 2020
LIVRO SOBRE O MONTE DA VIRGEM
A CONFRARIA DO MONTE DA VIRGEM IMACULADA, mandou imprimir uma nova edição do livro: “O MONTE DA VIRGEM (As minhas recordações)” em que o Pe. Luís descreve na primeira pessoa os primeiros e decisivos passos que, com ele, alguns homens encetaram para dar corpo àquele que haveria de ser uns dos santuários marianos da diocese do Porto dedicado a Maria Imaculada.
Esta iniciativa, embora modestamente, pretende ter presente a figura do Venerável D. António Barroso, bispo do Porto de 1899 a 1918, cujo centenário da morte ocorrerá em 31 de agosto, e que foi um grande incentivador do Monte da Virgem.
DECRETO EPISCOPAL: SANTUÁRIO DIOCESANO DO MONTE DA VIRGEM IMACULADA
FAÇO SABER QUE:
- O Santuário do Monte da Virgem Imaculada, situado na paróquia de Oliveira do Douro, concelho de Vila Nova de Gaia, desta Diocese do Porto, nascido da devoção e do impulso do Rev.mo Senhor Pe. Luís Gomes da Rocha e de muitos outros fiéis, a partir de 8 de dezembro de 1904, constitui um local de devoção e peregrinação de toda a zona envolvente, bem como da cidade e da Diocese do Porto, consagradas à proteção da Virgem Maria, Senhora da Vandoma e Senhora da Assunção;
- Este Santuário surgiu do apoio e patrocínio dos Bispos do Porto. Entre outros, são de assinalar os seguintes momentos: a primeira peregrinação, a 25 de junho de 1905, presidida pelo Venerável Senhor D. António Barroso; a bênção da igreja, consagrada à Imaculada Conceição, a 17 de junho de 1906; a inauguração do Monumento à Imaculada Conceição, pelo Senhor D. António Augusto de Castro Meireles, a 22 de agosto de 1937. Além disso, inúmeras peregrinações diocesanas foram presididas pelos Prelados desta Diocese.
- Tendo a vontade de, na linha dos meus predecessores, valorizar este Santuário, de modo que seja cada vez mais um lugar de peregrinação e de irradiação da devoção mariana nesta Diocese do Porto;
HEI POR BEM:
- Confirmar o Santuário do Monte da Virgem Imaculada e todo o espaço envolvente como Santuário Diocesano do Monte da Virgem Imaculada, de acordo com os cânones 1230 e 1232, confiado à responsabilidade de um Reitor (cfr. cânones 556-563), o qual representa o Bispo do Porto, a quem compete a sua alta direção, a teor do cân. 315;
- Determinar que o Reitor do Santuário exerce as funções de Capelão da Confraria do Monte da Virgem Imaculada, a teor do cân. 317 § 1 e do cân. 570;
- Conceder ao Reitor do Santuário a faculdade de administrar o sacramento do Batismo (cân. 530 1º) e a faculdade geral de assistir à celebração do Matrimónio (cân. 530 4º; cân. 1111);
- Determinar que os assentos prescritos e relativos aos sacramentos do Batismo (cânones 875-878) e do Matrimónio (cân. 1121) celebrados no Santuário sejam lavrados em livros de registo próprios, a guardar em arquivo do Santuário;
- Determinar que se proceda, sob orientação do Reitor, à atualização dos Estatutos da Confraria do Monte da Virgem Imaculada, sujeita à aprovação do Bispo do Porto (cân. 314), de modo a enquadrar esta realidade jurídico-pastoral, a teor do cân. 1232 § 2;
- Comunique-se o presente decreto à Confraria do Monte da Virgem Imaculada e ao Pároco de Oliveira do Douro e publique-se no Boletim Oficial da Diocese do Porto «Igreja Portucalense».
Porto e Paço Episcopal, 7 de julho de 2020.
CAPELA DO MONTE DA VIRGEM ELEVADA A SANTUÁRIO DIOCESANO
Porto, 15 jul 2020 (Ecclesia) – O bispo do Porto publicou hoje o decreto de elevação da Capela do Monte da Virgem (Gaia) e espaços anexos a Santuário Diocesano.
O documento destaca “a vontade de valorizar este Santuário, de modo que seja cada vez mais um lugar de peregrinação e de irradiação da devoção mariana nesta Diocese do Porto”.
Nesse sentido, D. Manuel Linda vem “confirmar o Santuário do Monte da Virgem Imaculada e todo o espaço envolvente como Santuário Diocesano do Monte da Virgem Imaculada”.
O decreto apresenta o Santuário situado na paróquia de Oliveira do Douro, concelho de Vila Nova de Gaia, Diocese do Porto, “nascido da devoção e do impulso do Rev.mo Senhor Pe. Luís Gomes da Rocha e de muitos outros fiéis, a partir de 8 de dezembro de 1904”, como “um local de devoção e peregrinação de toda a zona envolvente, bem como da cidade e da Diocese do Porto, consagradas à proteção da Virgem Maria, Senhora da Vandoma e Senhora da Assunção”.
“Este Santuário surgiu do apoio e patrocínio dos Bispos do Porto. Entre outros, são de assinalar os seguintes momentos: a primeira peregrinação, a 25 de junho de 1905, presidida pelo Venerável Senhor D. António Barroso; a bênção da igreja, consagrada à Imaculada Conceição, a 17 de junho de 1906; a inauguração do Monumento à Imaculada Conceição, pelo Senhor D. António Augusto de Castro Meireles, a 22 de agosto de 1937. Além disso, inúmeras peregrinações diocesanas foram presididas pelos Prelados desta Diocese”, acrescenta D. Manuel Linda.
O decreto publicado hoje faz referência ao padre Luís Rocha (1872-1957), figura ligada a Oliveira do Douro, a quem se deve o topónimo Monte da Virgem, que veio a substituir o de ‘Monte Grande’ ou ‘Monte Maior’, bem como a fundação de um espaço de culto mariano.
A confraria local, tutelada pela Diocese do Porto, é a entidade proprietária do espaço, localizado na margem esquerda do rio Douro.
“Eu, D. António José de Sousa Barroso, Bispo do Porto, coloquei esta pedra do monumento e santuário da Bem-aventurada e Imaculada Virgem Maria, erigida neste Monte Grande, hoje chamado Monte da Virgem, que vão ser edificados com esmolas dos fiéis, em memória da definição dogmática”, refere o documento que assinala o lançamento da primeira pedra.
AMIGOS QUE ENCONTRAMOS
E soube bem encontrar o amigo Valter Silva, ao abrir o Boletim Salesiano de Julho/Agosto.
A mensagem que escreveu sobre "Relação e Encontro", é para todos e por isso partilhamos.💗
Quem não conhece o BS pode ver e ler no seguinte endereço
terça-feira, 14 de julho de 2020
ENCERRAMENTO DA CATEQUESE - Nota Final
Dia 13 de março de 2020: uma nota histórica da Conferência Episopal Portuguesa gelou-nos o coração. A catequese presencial foi suspensa por causa de uma doença que mudou toda a nossa vida. As salas do Centro Paroquial forraram-se daquele silêncio sinónimo de ausência de vida; o Centro Paroquial fechou; em nós cessou a música que poderíamos ter no coração.
Apenas ficou no Centro Paroquial o presépio que habitualmente é guardado, mas que este ano decidimos manter exposto. A última reunião presencial do secretariado, em fevereiro, foi, literalmente, uma festa. A última reunião geral de catequistas, no dia 6 de março, terminou com uma dinâmica de fortalecimento de laços. Nem imaginávamos o quanto precisaríamos destes laços.
Nos dias seguintes ficaram apenas interrogações: e agora? Acabou? Como reinventar um processo de catequese necessariamente presencial? Como viver a Quaresma assim? E a Páscoa? Como substituir a conversa semanal, olhos nos olhos, com os catequizandos? Não há caminhada dos catequistas, nem reuniões? Não há celebrações comunitárias?
Após as dúvidas (mesmo com elas), ficou a certeza natural da fé: temos de continuar. Os catequistas continuaram a partilhar fé e esperança através do Grupo no Whatsapp e das plataformas digitais. Recebemos sempre, e agradecemos, as mensagens de fé e de esperança do Secretariado Diocesano de Educação Cristã do Porto e os vídeos do SNEC.
Em unidade com a Igreja, o secretariado paroquial de catequese, no dia 16 de março, incentivou os coordenadores dos anos a encontrarem novas formas de relação nestes tempos difíceis. E começamos a tentar levar Deus aos catequizandos e às famílias a partir das nossas casas, mesmo sabendo que não chegamos a todos e que um abraço virtual nunca será aquele abraço do Pai ao filho pródigo que um dia decidiu regressar a casa.
Da infância à adolescência, o trabalho foi visível e está disponível na página da paróquia. Esta forma de trabalho manter-se-á até nova (e muito desejada) nota da Conferência Episcopal Portuguesa que autorize a retoma da catequese presencial. Afinal, a paróquia é apenas uma célula de um corpo maior, a Igreja, ao qual está ligada. Em setembro, como sempre fazemos, todos os catequizandos avançarão no seu caminho de iniciação cristã. O lema do ano pastoral 2020/2021 proposto pela diocese do Porto é belíssimo: “Como os ramos na videira: todos família, todos irmãos”.
Um obrigado sincero aos catequistas, aos heróis dos 6 aos 17 anos, aos pais, aos grupos pastorais com os quais trabalhamos, ao Sr. Padre. À comunidade agradecemos e pedimos a vossa oração. Das poucas certezas que temos como humanos, ficou uma confirmada este ano: com Deus somos inabaláveis. Deve ser por isso que o sol que se põe num tempo e lugar não é o fim de nada; é sempre o sol que nasce num outro tempo e lugar.
ENCERRAMENTO DA CATEQUESE - 04 de julho de 2020
Depois da avaliação, os catequistas participaram na Eucaristia das 19h00, no encerramento simbólico do ano catequético 2019/2020, cujo lema foi “Como os ramos na videira: todos filhos de Deus”.
No coração, agradeçamos juntos o trabalho feito pelos nossos catequistas, os catequizandos que são uma graça de Deus sem o saberem e as famílias que decidem oferecer aos seus filhos o melhor dos dons, o único que permite enfrentar as durezas da vida e que a formação académica não pode oferecer: a fé. Com fé, essa semente de mostarda que se crescer fica uma árvore frondosa onde os pássaros fazem a sua morada (os pássaros somos nós e as árvores também=como cristãos somos morada uns dos outros), agradeçamos o ano a Jesus Cristo, a fonte do Amor Maior.
CATEQUESE DA NOSSA PARÓQUIA EM TEMPO DE AVALIAÇÃO
No passado dia 4 de julho, os catequistas da nossa paróquia, saudosos uns dos outros, reuniram-se na capela de São Martinho, para avaliação e encerramento do ano de catequese, marcado pela pandemia da Covid 19, que obrigou a partir de março a dinâmicas completamente diferentes do que estava pensado e programado.
A todos foi pedido um esforço extra para levar o ano catequético por diante, que apesar de todas as dificuldades, revelou criatividade e empenho em trabalhos que apresentamos nas nossas plataformas digitais.
Foi uma experiência única, extremamente desafiante para manter os encontros semanais de catequese em novas tecnologias, mas só assim foi possível estar à "volta da mesa" para falar de Deus e com Deus, escutar a sua Palavra, medita-la e reza-la, alimentando a fé, pois esta não sobrevive sem a oração, o encontro e a comunidade.
Precisamos uns dos outros para, nas mais diversas formas, procurar manter acesa a chama da fé, do amor a Deus e ao próximo, porque é para esse fim que a catequese existe.
Agradecemos aos catequistas, catequizandos e pais a disponibilidade e ajuda que nos deram para levar por diante esta tarefa, e que Deus a todos cubra das suas bênçãos.
Para todos, na companhia de Jesus e de Nossa Senhora, BOAS FÉRIAS!
segunda-feira, 13 de julho de 2020
A MISSÃO DE UM CAPELÃO
O comovente testemunho do Rev. Padre Paulo Teixeira, Capelão no Hospital de São João, para ver em
TEMPO DE LOUVAR A DEUS
E agradecer neste dia, 13 de Julho, o Dom do Sacerdócio, recordando D. António Augusto Azevedo, bispo de Vilar Real, na celebração do seu trigésimo quarto aniversário de Ordenação Sacerdotal.
O padre, Paulo Teixeira, na celebração do vigésimo terceiro aniversário da sua Ordenação.
O padre Zé Manel, na celebração do seu trigésimo quarto aniversário de Ordenação Sacerdotal.
O padre João Pedro Serra Bizarro que celebrou no passado dia 6 de Julho, 17 anos de Ordenação, sendo a sua primeira missa celebrada em São Caetano, a 13 de Julho.
Parabéns a todos, e que Deus os encha de bênçãos para que a missão escolhida seja vivida em caminhos de muita fé, caridade e esperança, e dê frutos em abundância.
FÁTIMA: «PRECISAMOS UNS DOS OUTROS»
Fátima, 13 jul 2020 (Ecclesia) – D. Vitorino Soares, bispo auxiliar do Porto, disse hoje em Fátima que a pandemia recordou à humanidade que todos precisam dos outros, sublinhando a mensagem de “triunfo” do Bem deixada na Cova da Iria, em 1917.
“Ainda debaixo da nuvem da pandemia, que nos escondeu e nos trouxe incerteza e preocupação, e ainda continua a esconder, a mensagem de Fátima recorda-nos o desafio que a história e a humanidade tanto esquecem: precisamos uns dos outros. Precisamos uns dos outros”, referiu o presidente da peregrinação internacional aniversária do 13 de julho.
Na homilia da Missa a que presidiu no altar do Recinto de Oração, D. Vitorino Soares destacou os pedidos de Nossa Senhora de Fátima na terceira aparição, em julho de 1917.
“Queremos sacrificar-nos uns pelos outros? Queremos ser oferenda e oferta, uns pelos outros? Não se trata de sacrifícios de vítimas, ou bodes expiatórios, mas irmãos que por amor se oferecem uns aos outros, nos gestos pequenos do dia a dia”, explicou.
O bispo auxiliar falou da promessa deixada em Fátima da vitória definitiva do “coração da Paz, do Bem, da Bondade”.
Hoje também o quereis dizer a cada um de nós: ‘O meu Imaculado Coração triunfará, o meu Imaculado Coração triunfará!’. No meio desta pandemia, no meio das nossas incertezas; no meio dos nossos sofrimentos; no meio das nossas dificuldades laborais e económicas; no meio das nossas inseguranças e medos. Tu, Senhora de Fátima, continuas a dizer-nos: ‘O meu Imaculado Coração triunfará’”.
O presidente da celebração recordou todos os que acompanharam a celebração à distância, desde as suas casas e também fora do país.
“Maria queremos que nos encandeies a todos, para que nos nossos corações medrosos, inseguros, tristes, continuemos a ver Deus em cada um de nós e nos outros”, rezou.
A celebração das aparições do 13 de julho de 1917 tem por base a narrativa contada por Lúcia, recorda o Santuário de Fátima, que elenca quatro elementos principais: “O pedido de Nossa Senhora de voltarem, no dia 13 seguinte; a insistência na oração do terço, para o abrandamento da guerra; os pedidos da Lúcia para a cura de algumas pessoas próximas; e a promessa de Nossa Senhora de fazer um milagre, em outubro, para que todos acreditassem”.
Esta é segunda peregrinação do ano a ser celebrada com o recinto aberto à participação da assembleia, depois do período de confinamento imposto pela pandemia, seguindo um formato mais breve.
Durante a celebração, os participantes rezaram “pelas pessoas dependentes de cuidados e pelos seus cuidadores”, e também por todos os que “sofrem, no corpo ou no espírito, as consequências dramáticas da pandemia”, para que o Senhor “os conforte, anime e inunde de paz”.
domingo, 12 de julho de 2020
ANIVERSÁRIO DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL
Neste dia, 12 de Julho, a comunidade louva e agradece a Deus, pelo Dom do Sacerdócio do Rev. Pe. Carlos Correia, pároco de Vilar do Paraíso e de Valadares, que festeja 22 anos da sua Ordenação Sacerdotal.
Parabéns ao Rev. Pe. Carlos, e que seja agraciado com todas as bênçãos de Nosso Senhor Jesus Cristo, a fim de que por muitos anos semeie a Sua Palavra junto de todos os que a querem escutar e dela precisam.
Rezamos também a Nossa Senhora para que sempre o acompanhe, ampare e guie no cumprimento da missão que abraçou.
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