INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

DOMINGO XVIII DO TEMPO COMUM - Ano B

SALMO RESPONSORIAL Salmo 77 (78), 3.4bc.23-24.25.54 (R. 24b ) 
Refrão: O Senhor deu-lhes o pão do céu. 

Nós ouvimos e aprendemos, 
os nossos pais nos contaram 
os louvores do Senhor e o seu poder 
e as maravilhas que Ele realizou. 

Deu suas ordens às nuvens do alto 
e abriu as portas do céu; 
para alimento fez chover o maná, 
deu-lhes o pão do céu. 

O homem comeu o pão dos fortes! 
Mandou-lhes comida com abundância 
e introduziu-os na sua terra santa, 
na montanha que a sua direita conquistou. 

PRIMEIRA SEXTA-FEIRA: ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

Capela de S. Martinho, 18h00
Deixa que o amor de Deus te toque 
Com seu Espírito de luz 
E a tua alma gritará de alegria! 
Deixa que Ele te sacie 
E Seu espírito de amor 
Descerá em teu coração 
E dar-te-á paz! 

Jesus, ó Jesus, enche-nos de Ti. 
Jesus, ó Jesus, enche-nos de Ti. 

Ó, vem cantar com alegria 
Que Deus encheu teu coração 
E tuas mãos se elevam para O bendizer. 
Entrega-lhe as tuas dores 
E as tuas preocupações 
E Ele virá e tomará 
Conta de ti.

terça-feira, 31 de julho de 2018

ORAÇÃO A SÃO CAETANO

Ó gloriosíssimo São Caetano que, com razão, 
sois chamado o santo da Divina Providência, 
que obtivestes méritos especiais de Jesus, 
que sob a aparência de Menino recebestes nos braços, 
humildemente vos peço que me inspireis 
uma constante aversão aos prazeres mundanos 
e um grande amor às coisas celestes. 
Ó glorioso São Caetano, 
fazei que a divina Providência não me abandone, 
protegei-me dos perigos da alma e do corpo, 
socorrei-me nas necessidades,
reavivai o meu zelo pela Glória de Deus 
e fazei que eu possa imitar as eminentes virtudes 
que vos fizeram digno da felicidade eterna.

Assim seja.

Glória ao Pai.

LITURGIA: Acólitos portugueses com participação recorde em peregrinação internacional a Roma

O Serviço Nacional de Acólitos (SNA) vai participar com 325 portugueses, uma delegação recorde, na peregrinação internacional que decorre em Roma, de 30 de julho a 3 de agosto.

“Para nós é uma alegria ver este aumento da participação, quer dizer que é uma aposta ganha”, disse à Agência ECCLESIA o padre Luís Leal, diretor do SNA.

O responsável sublinha a importância de promover o encontro com o Papa e com outros acólitos, da Europa e do resto do mundo.

“Servir o altar não é algo de individual, implica também um grupo”, precisa.

O sacerdote assinala que os acólitos não se devem limitar à “parte ritual”, mas devem perceber a “dimensão espiritual” que cada gesto litúrgico tem.

“Os acólitos não são empregados de mesa, são aqueles que acompanham, aqueles que servem o altar da Eucaristia, o que tem uma dimensão espiritual, mais do que funcional”.

A organização espera mais de 60 mil participantes na peregrinação internacional de 2018, que tem como lema ‘Procura a paz e segue os Seus Passos’.

Para o padre Luís Leal, este é “um grande encontro de festa, antes de mais”.

A cada participante é pedido um “pequeno gesto de agradecimento” a quem os acolhe, em Roma.

O presidente da Comissão Episcopal de Liturgia e Espiritualidade, D. José Cordeiro (bispo de Bragança-Miranda), vai acompanhar os acólitos.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

RECOLHA DE BENS ALIMENTARES

Aconteceu este fim-de-semana com as Vicentinas e o Grupo de Jovens, sempre activo e atento a colaborar, e a quem agradecemos a prestimosa ajuda.
Obrigada também a quantos encheram os saquinhos com os mais variados alimentos, e que vão fazer a diferença em muitas famílias.
Assim se põe em pratica o Evangelho: "que nos ensina a abrir as mãos, para partir, repartir o pão". 💗

domingo, 29 de julho de 2018

ONDE COMPRAREMOS PÃO?

(...)
18. S. Paulo lembra-nos, na lição da sua Carta aos Efésios 4,1-6, que a fome não é só de pão. É também de paz e de unidade. A matar esta fome que nos vai matando, lá está, reafirma Paulo, um só Senhor, um único Espírito, um só Deus e Pai de todos. Não há dúvida: uma comunidade unida e reunida sabe partilhar com alegria. E é assim que se resolvem todas as fomes, também a de pão.

19. Fica bem hoje cantar com alegria renovada o grande hino alfabético que é o Salmo 145, até que vibrem as cordas do nosso coração. E enquanto saboreamos as imensas riquezas que nos vêm de Deus: a sua graça, misericórdia, amor e bondade (Salmo 145,8-9), usando, para o efeito, toda a gama de sabores e todas as letras do alfabeto, continuemos a cantar: «Abris, Senhor, a vossa mão, e saciais a nossa fome!» (Salmo 145,16).

D. António Couto

IGREJA/SOCIEDADE:«Para mim não há diferença entre uma biblioteca e um jardim» – D. José Tolentino Mendonça

O bibliotecário e arquivista da Santa Sé, D. José Tolentino Mendonça, disse hoje após a sua ordenação episcopal no Mosteiro dos Jerónimos, que assume estas funções com o desejo de transmitir a beleza aos outros.

“Para mim não há diferença entre uma biblioteca e um jardim”, referiu, no final da celebração, já após ter percorrido a igreja sob os aplausos da assembleia.

O novo arcebispo português agradeceu a “confiança” do Papa Francisco, assumindo como missão “a sede de olhar e ajudar os seus semelhantes a olhar os lírios do campo”.

“Olhai os lírios do campo” foi o lema episcopal escolhido, evocando os poetas-monges que durante séculos foram a “alma do mundo do Oriente”, que procuravam deixar uma frase capaz de resumir todo o ensinamento recebido.

“Os farrapos de mendigos que interiormente nos vestem têm a beleza dos lírios: é essa a lição”.

As insígnias episcopais foram desenhadas por artistas como o escultor Manuel Rosa ou artesãs da Serra do Marão, responsáveis pelo tecido da casula.

“Recebi sempre muito mais do que aquilo que dei”, confessou D. José Tolentino Mendonça.

O responsável apresentou-se a todos como uma “obra dos outros”.

“A minha vida não é minha, é uma vida dada, oferecida, sinto que sou obra dos outros e para os outros”, precisou.

O bibliotecário e arquivista da Santa Sé disse ter contado com a ajuda e oração de todos, elogiando a “espantosa plasticidade da vida”, antes de deixar um convite a admirar o “milagre da vida”, num “êxtase”.

“Jesus é o terapeuta do nosso olhar, o reconstrutor do nosso modo de ver”, observou.

http://www.agencia.ecclesia.pt/portal/igreja-sociedade-para-mim-nao-ha-diferenca-entre-uma-biblioteca-e-um-jardim-d-jose-tolentino-mendonca/