REZEMOS PARA QUE VISITA PASTORAL A VILAR DO PARAÍSO, DE 27 DE OUTUBRO A O1 DE NOVEMBRO, FORTALECA A NOSSA FÉ E NOS TRAGA CAMINHOS DE RENOVAÇÃO CRISTÃ PROPOSTA PELO SÍNODO DIOCESANO: "FORMAR-REFORMAR-TRANSFORMAR" E UNA EM ORAÇÃO DE ESPERANÇA E ALEGRIA A NOSSA COMUNIDADE PARA QUE DÊ FRUTO EM ABUNDÂNCIA
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

PADRE PAULO TEIXEIRA

O capelão do São João, no Porto, encontra a maior parte do seu trabalho ao circular pelo hospital visivelmente identificado como sacerdote católico, considerando que esta é uma paróquia “sui generis e enormíssima”.

“No Hospital de São João nunca entrei, saí ou permaneci sem o meu cabeção e ele arranja-me 90% do trabalho”.

O sacerdote realça que “não há ninguém que fique indiferente àquele ‘pedacinho de plástico’, que não serve para nada, mas que é sinal de alguma coisa, de uma realidade maior”.

Numa entrevista a respeito do Dia Mundial do Doente (11 de fevereiro), este ano subordinado ao tema ‘«Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso» (Lc 6, 36). Estar ao lado de quem sofre num caminho de amor’, o padre Paulo Teixeira sublinha que a mensagem do Papa Francisco aponta ao Jubileu da Misericórdia (2015/2016), apresentando um “coração que se debruça sobre a miséria do outro”.

O sacerdote considera que a Pastoral da Saúde deu “muitos passos nos últimos 30 anos”, mas o Papa Francisco alerta, “e muito bem”, que “falta fazer ainda muito mais”.

Para o padre Paulo Teixeira, o Hospital de São João, situado na cidade do Porto, “é uma paróquia sui generis e enormíssima”, com 1200 camas de internamento de adultos e mais 100 de pediatria, camas das urgências, 8 mil funcionários, 16 quilómetros de corredores e 3500 consultas externas diárias.

A assistência espiritual e religiosa na instituição tem “um volume de trabalho intenso” e “uma procura muito grande, tanto dos doentes e famílias mas também dos profissionais”, acrescentou.

Nesta paróquia “diferente”, o conceito de fragilidade está “bem visível”, mas nas outras paróquias a “fragilidade também existe, apesar de menos vista porque os párocos não têm tempo”, disse o capelão.

O padre Paulo Teixeira destacou que, no espaço hospitalar, o humanismo deve reinar, admitindo que, com a situação pandémica, o lado afetivo ficou mais distante.

“No Hospital de São João, houve sempre essa sensibilidade para permitir que as famílias se aproximassem dos seus doentes”, realçou.

O capelão, que procura “ler os olhos das pessoas”, recorda os  profissionais de saúde que viu “de rastos, mas que trabalhavam todos os dias”, no período “mais crítico” da pandemia.

LFS/OC

https://agencia.ecclesia.pt/portal/porto-capelao-do-sao-joao-encontra-90-do-trabalho-por-conta-do-cabecao/

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

DIA MUNDIAL DO DOENTE

 A Igreja Católica celebra hoje o 29.º Dia Mundial do Doente, recordando as vítimas da pandemia e denunciando as “insuficiências dos sistemas de saúde”, perante o desafio da Covid-19.

“Penso de modo particular nas pessoas que sofrem em todo o mundo os efeitos da pandemia do coronavírus. A todos, especialmente aos mais pobres e marginalizados, expresso a minha proximidade espiritual, assegurando a solicitude e o afeto da Igreja”, escreve Francisco, na sua mensagem para esta jornada anual.

O texto destaca que cada doente tem “um rosto”, evocando as pessoas que “se sentem ignoradas, excluídas, vítimas de injustiças sociais que lhes negam direitos essenciais”.

“A atual pandemia pôs em evidência muitas insuficiências dos sistemas de saúde e carências na assistência às pessoas doentes”, adverte.

O Papa lamenta que “nem sempre seja garantido o acesso aos cuidados médicos” aos idosos, aos mais frágeis e vulneráveis.
(...)
Uma sociedade é tanto mais humana quanto melhor souber cuidar dos seus membros frágeis e atribulados e o fizer com uma eficiência animada por amor fraterno. Tendamos para esta meta, procurando que ninguém fique sozinho, nem se sinta excluído e abandonado”.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

TESTEMUNHO DE UM AMIGO, PE. RUI FERREIRA

Ser missionário faz parte do ADN do ser cristão. Uma missão que se assume diariamente e que pode levar ao desenvolvimento de projetos pelo bem-estar do outro em opções que se podem estender ao longo da vida.
O percurso do padre Rui Ferreira, nosso convidado esta manhã, levou-o a ser psicólogo em busca da compreensão do ser humano e da necessidade de ajudar o próximo. O sacerdócio não se colocava ainda quando em 2008 não pode participar numa peregrinação a pé a Fátima, por limite de inscrições. Esse foi o ano em que decorreu, em Portugal, o congresso Missionário, uma atividade que congregou em Fátima muitos testemunhos, atividades e formas de ser missão.O então jovem Rui Ferreira também lá esteve e deixou-se entusiasmar por uma Igreja missionária, dinâmica, jovem, despojada. Foi ainda nesse ano que participou num curso de Missiologia, ali conheceu os Missionários da Boa Nova e se sentiu em casa.

terça-feira, 26 de março de 2019

CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE COM MOÇAMBIQUE

A Diocese do Porto quer recolher 100 mil euros de ajuda à população de Moçambique atingida pelo ciclone Idai, a acrescentar aos 60 mil já disponibilizados, e lançou um apelo à solidariedade de todos dos cristãos.

“O sonho é chegarmos aos 100 mil. Precisamos do contributo dos nossos cristãos, individualmente ou por intermédio das suas paróquias e organismos”, escreveu D. Manuel Linda, bispo diocesano, numa mensagem enviada hoje à Agência ECCLESIA.

O bispo do Porto informa que a conta para a  recolha de donativos é a do Fundo Social Diocesano com o número PT50 0018 2194 01559041020 17, e a indicação “Moçambique”.

Neste contexto, lembra o “velho princípio da moral” que diz que para “o pobre se desenvolver, os ricos têm de se envolver” e, neste caso, para os pobres refazerem a sua vida, “é indispensável” que comprometimento.

D. Manuel Linda assinala que a sociedade portuguesa e internacional está “a responder razoavelmente às urgências” que a situação impõe e realça que a Diocese do Porto também já participou com os contributos da Irmandade dos Clérigos e do Fundo Diocesano que totaliza 60 mil euros para as dioceses moçambicanas “mais atingidas” pelo ciclone: Beira, Chimoio, Gurué, Quelimane e Tete.

A reflexão conta com uma pergunta: “Fomos nós quem contribuiu para o ciclone Idai e, consequentemente, para o rasto de morte e destruição que deixou no centro de Moçambique?”

“É óbvio que ninguém quer acarretar com as culpas. É óbvio que nenhum de nós se foi confessar, acusando-se de estar implicado no sumo mal das perdas de vidas e bens de primeira necessidade. É óbvio que nem sequer pensamos nisso e tomamos a culpa à natureza”, desenvolveu.

Neste contexto, o bispo do Porto assinala que é altura de todos se comprometerem com “a indigência dos necessitados”, tanto mais, porque o “estilo de vida «desarruma» põe em perigo a casa comum de toda a humanidade”.

A passagem do Ciclone Idai por África afetou pelo menos 2,8 milhões de pessoas, contabilizam as organizações internacionais, em três países – Zimbabwe, Malawi – e Moçambique onde o número de pessoas atingidas pela catástrofe natural subiu para 531.000, o número de mortos para 446.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

ABUSOS SEXUAIS

Vaticano agradece pela «coragem» das vítimas 
e o trabalho dos jornalistas 
O porta-voz do Vaticano agradeceu hoje, em conferência de imprensa, a “coragem” das vítimas de abusos sexuais, cometidos por membros do clero ou em instituições religiosas, e o trabalho dos jornalistas que contaram as suas histórias.

“É preciso o compromisso de todos para olhar este monstro nos olhos, se o queremos derrotar”, disse Alessandro Gisotti, diretor interino da sala de imprensa da Santa Sé, na apresentação da inédita cimeira que o Papa convocou e 21 a 24 de fevereiro, sobre a proteção de menores na Igreja Católica, reunindo presidentes das conferências episcopais de todo o mundo.

O responsável destacou o papel dos media, “neste caminho doloroso”, e “coragem” das vítimas, que souberam “quebrar o silêncio”.

“O seu sofrimento exige, por nós, pelos meus filhos, pelos vossos filhos, que façamos todos os possíveis, cada um no seu próprio papel, pequeno ou grande, na Igreja, para que esta seja cada vez mais uma casa segura” para as crianças e os mais frágeis, acrescentou.
(...)
O arcebispo maltês também agradeceu o papel da imprensa, pela sua investigação, “trazendo à luz do dia as histórias de tantas vítimas”.

"O silêncio não é uma opção”.

Para o arcebispo escolhido pelo Papa para liderar várias investigações, existe a necessidade de “quebrar qualquer código de silêncio”, de “negação” ou de “encobrimento”, porque “não há lugar no sacerdócio e na vida consagrada” para quem abusa de menores.

Já o padre Hans Zollner, presidente do Centro para a Proteção de Menores da Universidade Pontifícia Gregoriana, indicado como “referente” desta comissão, pelo Papa, apresentou o questionário prévio enviada às conferências episcopais, com 89% de respostas.

Aos bispos de todo o mundo foi pedido uma descrição da situação atual nas suas Igrejas, a identificação de “fatores de riscos” e de “fatores culturais para a falta de uma resposta adequada da Igreja”, bem com das “medidas de prevenção mais eficazes já adotadas”.
(...)

“Convido a rezar por este encontro, que quis convocar como ato de forte responsabilidade pastoral, diante de um desafio urgente do nosso tempo”, disse, desde a janela do apartamento pontifício.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

IGREJA CATÓLICA ASSINALA HOJE O DIA MUNDIAL DO DOENTE

A Igreja Católica assinala hoje o XXVII Dia Mundial do Doente indicando a “gratuidade” e o “profissionalismo e ternura” como atitudes na prestação dos cuidados de saúde.

“A dimensão da gratuidade deveria animar sobretudo as estruturas de saúde católicas, porque é a lógica evangélica que qualifica a sua ação, quer nas zonas mais desenvolvidas quer nas mais carentes do mundo”, escreve o Papa na mensagem para o Dia Mundial do Doente.

Para Francisco, as “estruturas católicas são chamadas a expressar o sentido do dom, da gratuidade e da solidariedade, como resposta à lógica do lucro a todo o custo, do dar para receber, da exploração que não respeita as pessoas”.

“As instituições de saúde católicas não deveriam cair no estilo empresarial, mas salvaguardar mais o cuidado da pessoa que o lucro”, sublinha o Papa.

Francisco recorda que “a saúde é relacional”, afirma o valor da “interação com os outros” e da “confiança, amizade e solidariedade” e diz que o “cuidado dos doentes precisa de profissionalismo e ternura, de gestos gratuitos, imediatos e simples”.

O Papa disse também que todas as pessoas precisam de cuidados de saúde e que ninguém consegue “ver-se livre da necessidade e da ajuda alheia”, convidando todos a “permanecer humildes e a praticar com coragem a solidariedade, como virtude indispensável à existência”.

Francisco referiu que o XXVII Dia Mundial do Doente será celebrado de modo solene em Calcutá, na Índia, no dia 11 de fevereiro, e lembrou “com alegria e admiração” Santa Madre Teresa de Calcutá, “um modelo de caridade que tornou visível o amor de Deus pelos pobres e os doentes”.

A frase do Evangelho de São Mateus “Recebestes de graça, dai de graça” é o tema para a Mensagem do Papa para o Dia Mundial do Doente, onde Francisco valoriza o papel dos voluntários nos diferentes ambientes dos cuidados de saúde.

Na mensagem do Secretariado Nacional da Pastoral da Saúde, assinada pelo bispo e Viseu, afirma-se que os doentes “têm o direito a ser tratados com as melhores práticas em saúde”, na sua mensagem para o Dia Mundial do Doente 2019, que a Igreja Católica assinala a 11 de fevereiro.

“A prestação dos cuidados de saúde aos doentes deve procurar sempre o maior bem, mesmo perante as conquistas alcançadas pelos avanços da medicina e das biotecnologias, pois estas devem ser colocadas ao serviço da pessoa humana e da sua dignidade e nunca favorecendo a sua manipulação”, escreveu D. António Luciano..

O bispo de Viseu salienta que “é responsabilidade e missão” de cada profissional “proporcionar os melhores serviços e oferecer as melhores práticas em saúde”.

“Aqui desempenham um serviço importante os administradores, os gestores, os médicos, os enfermeiros, os técnicos e operacionais de saúde, os capelães e os assistentes espirituais, os voluntários, as famílias e toda a comunidade”, observa o responsável, que já foi enfermeiro.

O Dia Mundial do Doente foi instituído pelo Papa São João Paulo II a 11 de fevereiro de 1992, na memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes (França).

Na mensagem da Comissão Nacional da Pastoral da Saúde, D. António Luciano pede aos cristãos para celebrarem o Dia do Doente como “uma oportunidade de oração, de reflexão e estudo” sobre a dignidade e o valor da vida humana, “a dimensão existencial da dor e o sentido cristão do sofrimento”.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

"Começa hoje a contagem decrescente para a realização em Portugal do maior evento juvenil da Igreja Católica, a Jornada Mundial da Juventude. O anúncio era esperado, a notícia corria por vários corredores, mas a certeza e sobretudo a responsabilidade de preparar o acolhimento a milhares (milhões) de jovens foi comunicada este domingo: é em Lisboa. E aconteceu com as expectativas de igual forma em alta, bem expressas nos rostos dos portugueses que participam ou ajudam a organizar uma JMJ.
Foi um privilégio estar no Panamá não apenas neste momento da JMJ, mas em toda a semana, bem preenchida por diferentes atividades para os jovens de todo o mundo. A sensação de estar em órbitra ainda permanece, ao redor de um programa muito intenso, vivido por milhares de participantes. Interessa, agora, rever o que aconteceu, ver as imagens, recordar as mensagens marcantes dos encontros com o Papa Francisco. Fica o convite para o fazer passando pelo portal da http://www.agencia.ecclesia.pt/portal/igreja-portugal-lisboa-vai-acolher-jornada-mundial-da-juventude-em-2022/?fbclid=IwAR1FUOxMwxtsN7s0l2VuoFzCc5grAaLdjYih5KhwCMAzmFsea66-h7opohc
Regressado a terra, pode considerar-se a relevância da escolha do lugar, tanto da JMJ de 2019 como da de 2022, os gritos dos pobres que também aconteceram nestas jornadas e a comunicação da Igreja com os jovens, nomeadamente no ambiente litúrgico, com sinais contraditórios, nestes dias. Um exercício a concretizar por diferentes vozes, sobretudo a daqueles que passam por essa experiência, numa real peregrinação, ao longo de uma semana.

E essa é a proposta para os próximos dias, tanto pelas notícias que publicaremos, como pelas vozes que passam pelos programas Ecclesia de televisão, na RTP2, como de rádio, na Antena 1.

De resto, votos de boa viagem de regresso a todos os jovens que deixam o Panamá rumo às suas terras!

Votos de uma ótima semana!"

Paulo Rocha
Jornalista da Agência Ecclesia 

domingo, 29 de julho de 2018

IGREJA/SOCIEDADE:«Para mim não há diferença entre uma biblioteca e um jardim» – D. José Tolentino Mendonça

O bibliotecário e arquivista da Santa Sé, D. José Tolentino Mendonça, disse hoje após a sua ordenação episcopal no Mosteiro dos Jerónimos, que assume estas funções com o desejo de transmitir a beleza aos outros.

“Para mim não há diferença entre uma biblioteca e um jardim”, referiu, no final da celebração, já após ter percorrido a igreja sob os aplausos da assembleia.

O novo arcebispo português agradeceu a “confiança” do Papa Francisco, assumindo como missão “a sede de olhar e ajudar os seus semelhantes a olhar os lírios do campo”.

“Olhai os lírios do campo” foi o lema episcopal escolhido, evocando os poetas-monges que durante séculos foram a “alma do mundo do Oriente”, que procuravam deixar uma frase capaz de resumir todo o ensinamento recebido.

“Os farrapos de mendigos que interiormente nos vestem têm a beleza dos lírios: é essa a lição”.

As insígnias episcopais foram desenhadas por artistas como o escultor Manuel Rosa ou artesãs da Serra do Marão, responsáveis pelo tecido da casula.

“Recebi sempre muito mais do que aquilo que dei”, confessou D. José Tolentino Mendonça.

O responsável apresentou-se a todos como uma “obra dos outros”.

“A minha vida não é minha, é uma vida dada, oferecida, sinto que sou obra dos outros e para os outros”, precisou.

O bibliotecário e arquivista da Santa Sé disse ter contado com a ajuda e oração de todos, elogiando a “espantosa plasticidade da vida”, antes de deixar um convite a admirar o “milagre da vida”, num “êxtase”.

“Jesus é o terapeuta do nosso olhar, o reconstrutor do nosso modo de ver”, observou.

http://www.agencia.ecclesia.pt/portal/igreja-sociedade-para-mim-nao-ha-diferenca-entre-uma-biblioteca-e-um-jardim-d-jose-tolentino-mendonca/

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

DIA DA MÃE DEVERIA VOLTAR A SER ASSINALADO NO DIA 8 DE DEZEMBRO

O bispo auxiliar de Braga D. Francisco Senra Coelho considera que “faria sentido” que o dia da mãe voltasse a ser assinalado a 8 de dezembro, feriado que celebra a Imaculada Conceição e a sua ligação à História de Portugal.

“O dia da mãe fez do dia 8 de dezembro um feriado assumido pelas famílias, com uma popularidade enorme e uma dimensão profunda na rede social portuguesa e no viver quotidiano da cidadania”, disse D. Francisco Senra Coelho à Agência ECCLESIA.

O bispo auxiliar de Braga lembra a “dimensão social” do feriado de 8 de dezembro e a relevância de Nossa Senhora como “modelo para todas as mães”.

“Numa sociedade muito paternal como a portuguesa, a mãe exerceu sempre o recando da ternura. E Nossa Senhora apareceu associada à figura da mãe, como Mãe de Cristo e modelo para todas as mães”, sublinhou.

D. Francisco Senra Coelho lembrou ainda que o mês de dezembro “é marcado pela dimensão da família, da maternidade”, com destaque para o que o Natal significa nessa dimensão como “festa da família que se junta”.

“E também e dimensão da generosidade que marca o mês de dezembro, em que toda a gente sente um apelo à partilha, à fraternidade, à dimensão da paz universal. E tudo isto cabe no regaço e no colo da Mãe, que é Nossa Senhora, e que são todas as mães!

“Começar o mês de Natal com o dia da mãe seria muito oportuno”, disse D. Francisco Senra Coelho em entrevista à Agência ECCLESIA publicada na edição do Semanário Ecclesia, a propósito da publicação do livro “Nossa Senhora e a História de Portugal”, apresentado esta sexta-feira, em Braga, na Cripta da Basílica do Sameiro, às 17h30.

http://www.agencia.ecclesia.pt/noticias/nacional/portugal-dia-da-mae-deveria-voltar-a-ser-assinalado-no-dia-8-de-dezembro/

terça-feira, 21 de novembro de 2017

OBRA «PORTUGAL CATÓLICO» QUER AJUDAR A «REPENSAR A IGREJA NO PRÓXIMO SÉCULO»


O livro ‘Portugal Católico. A beleza na diversidade’, que reúne 204 textos sobre a realidade eclesial no país, vai ser lançado esta terça-feira com a presença do presidente da República Portuguesa e o cardeal-patriarca, pelas 18h00, na Aula Magna da Universidade de Lisboa.

“É muito mais uma obra virada para o futuro porque nos compromete, porque nos faz repensar, tudo o que fomos capazes de fazer até agora e porque não fomos capazes de fazer melhor”, disse Eugénia Magalhães, da equipa coordenadora da publicação, em declarações à Agência ECCLESIA.

A entrevistada destaca que os católicos são pessoas “inconformadas”, à procura de respostas, e nesse sentido a nova publicação “reflete muito” sobre o que está por fazer.

“A preocupação foi olhar para a realidade do catolicismo no nosso país e apresentamos um conjunto diversificado de textos que pudesse dar esse retrato real, contemporâneo desta mesma realidade”, desenvolveu.

Eugénia Magalhães afirma que a obra quer “ajuda a repensar a Igreja no próximo século”, considerando que o livro é “crucial” para quem quer “olhar para dentro e fora da Igreja”.

terça-feira, 27 de junho de 2017

NEGRO... Cor de Esperança

A tragédia que aconteceu no concelho de Pedrógão Grande convocou todos os portugueses para ajudar no recomeço de muitas vidas, de aldeias inteiras... No coração de cada pessoa e por montes e vales, o negro é cor de esperança. Paradoxalmente! É esse o "gancho" para uma grande reportagem do Henrique Matos e do Tiago Azevedo Mendes emitida no programa 70x7 deste domingo, que vale muito a pena rever!

Paulo Rocha

segunda-feira, 3 de abril de 2017

O MEU PAPA

A revista ‘O Meu Papa’, apresentada como o “primeiro semanário do mundo” sobre Francisco, com mensagens e fotos do seu dia-a-dia, foi lançada em Portugal.

“O principal objetivo editorial é tornar mais fácil aos portugueses o acesso direto às mensagens e aos gestos do Papa Francisco. Queremos tornar o seu olhar sobre o mundo ainda mais próximo, mais conhecido de todas as pessoas”, afirma a diretora da publicação num comunicado enviado à Agência ECCLESIA.