sábado, 7 de março de 2020
REVISTA "A MENSAGEM" NA NET
Após ter chegado, a sua casa, ao longo de 63 anos, em suporte papel. Hoje, “A MENSAGEM” regressa através dum ecrã, num TEMPO que É OUTRO para OUTROS OLHARES.
Este “ciclo digital”, permite-lhe projetar-se em lugares não andados e tornar-se mais próxima e mais acessível. Embora nova, mantêm-se fiel à “missão” de informar, formar, enriquecer e renovar a prática catequética, na comunhão eclesial.
DOMINGO II DA QUARESMA- Ano A
SALMO RESPONSORIAL Salmo 32 (33), 4-5.18-19.20.22 (R. 22)
Refrão: Dai-nos a vossa misericórdia,
de Vós a esperamos Senhor.
A palavra do Senhor é recta,
da fidelidade nascem as suas obras.
Ele ama a justiça e a rectidão:
a terra está cheia da bondade do Senhor.
Os olhos do Senhor estão voltados
para os que O temem,
para os que esperam na sua bondade,
para libertar da morte as suas almas
e os alimentar no tempo da fome.
A nossa alma espera o Senhor:
Ele é o nosso amparo e protector.
Venha sobre nós a vossa bondade,
porque em Vós esperamos, Senhor.
sexta-feira, 6 de março de 2020
CATEQUESES QUARESMAIS 2020
1.ª– 4.03 – Centro Paroquial de Valadares
Nesta quaresma as duas Paróquias vizinhas, de Vilar do Paraíso e Valadares, por força da circunstância de serem conduzidas pelo mesmo pastor, podem usufruir das catequeses quaresmais que, na paróquia de Vilar do Paraíso já fazem, há algum tempo, parte da agenda da vida da Paróquia no período quaresmal. É uma oportunidade local de formação e reflexão que podemos e devemos aproveitar. Acrescendo, ainda, o facto de permitir compartilhar recursos e alargar a convivência e melhor conhecimento intercomunitário.
A primeira aconteceu no p.p dia 5 e teve lugar no Centro Paroquial de Valadares (a 2.ª acontecerá no Centro paroquial de Vilar do Paraíso e a 3.ª será no Seminário da Boa Nova).
O tema foi a morte e o morrer, cultura e sociedade, pastoralmente. É um tema que, a priori, não seria apelativo para ir ouvir na noite de um dia que se tinha apresentado chuvoso, frio e de neblina.
Mas, pelo emolduramento humano da sala, naquela noite, cremos que o orador não terá ficado dececionado com a audiência.
O Pe José Nuno, nesta matéria tão difícil de abordar tem já créditos firmados e audiência assegurada. É um estudioso do tema e tem uma vasta e intensa experiência de observar bem de perto a fase do fim da vida de muitos e a envolvência, ou falta dela, familiar. Pois foi capelão do Hospital de S. João durante largo período, estando atualmente ligado à Pastoral da Fragilidade, no Santuário de Fátima e sendo assessor diocesano para a Pastoral da Saúde. Também a morte foi o tema da sua tese de doutoramento e, ainda, ministra a disciplina de Antropologia Médica na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, entre outras funções por si desempenhadas relacionadas com este seu profundo conhecimento.
E naquela noite falou-nos e pôs em evidência aquilo que não tínhamos ainda dado conta com tal crueza e clareza, porque é tema que gostamos de manter à distância.
Então dizia-nos que, atualmente, estamos a assistir e a viver a primeira era pós-mortal da História.
Isto é, na evolução do homem, que levou milénios, sempre a morte foi integrada na vida, através de variados modos como se relacionou com a morte e o morrer. Sempre houve lugar para morrer e o lugar para morrer sempre foi nas mãos dos seus, na casa onde nasceram e onde viveram.
Dizem os mapas das estatísticas que em 1970 mais de 60/% morriam em casa. E a partir de 2010 mais de 60/% morrem nos hospitais. No espaço de uma geração perdeu-se a integração do luto na vida.
Os hospitais tornaram-se lugares de morrer, mas não têm lugar para morrer.
Porém, a morte é a questão mais determinante da vida. É a forma como eu vejo a morte que dá sentido à minha vida.
A morte não é um acidente biológico, é antes o complemento da vida. A morte é o chegar ao fim de si mesmo. Nós fomos expropriados da nossa morte.
E nós, cristãos, estamos a falhar a História, porque não estamos a ver este fenómeno de inversão das práticas da morte na sociedade. O facto de termos transferido a morte das mãos das famílias para as instituições manifesta uma grande incapacidade de olhar para a morte e de estar com os mortos. Houve transferência do local da morte e simultaneamente a negação do lugar de morrer.
Esta transferência deu-se também porque com a criação do SNS muito mais pessoas passaram a ter acesso a cuidados de saúde no final das suas vidas, mas não tivemos ainda a capacidade para descobrir uma nova sabedoria para integrar e humanizar a morte.
Hoje há filhos que acham que acompanhar um familiar na morte é trabalho para os profissionais da instituição, e reivindicam tal como um direito, adveniente do pagamento de impostos ao Estado. E quando um filho não consegue perceber que o acompanhamento na morte dos pais é diferente do acompanhamento dos profissionais da saúde está consumada a perversão da morte e do morrer.
Esta é a sociedade pós mortal. Saíram da nossa relação as pessoas que morrem. A morte está apagada da sociedade e o principal fator de desumanização da pessoa é a negação da morte.
Apagámos a sabedoria do acompanhamento dos que morrem. Estamos sem palavras, sem rituais. Estamos de costas para a morte. Mas para dar sentido à minha morte tenho que pensar nela. Tenho que lhe dar sentido. Ou consideramos a morte no horizonte da vida ou nos iludimos sobre a vida.
Se a morte está longe de mim, afastada da minha consciência, eu não me sinto mortal. Só na medida em que me sinto mortal Cristo me interessa. Cristo é único, porque com a Sua morte abriu um Caminho para a Ressurreição.
CR
CONVITE A TODOS OS CATEQUISTAS
ENCONTRO, hoje, às 21h30, no Centro Paroquial
É tempo de Quaresma, e, como tal, caminhemos juntos em oração, partilha e confraternização. Não faltem!
Pois: "Jesus chama os discípulos à fonte da oração e da escuta da Palavra, para um banho de luz, que os ajude a ver, para lá do caminho da Cruz, a meta da ressurreição. Sempre que vimos à fonte do nosso encontro com Cristo, saímos transformados e fortalecidos com a luz e força de Deus, para ir em frente, como Abraão."
VÍDEO DO PAPA - Os Católicos na China
Hoje em dia na China a Igreja olha para frente com esperança.
A Igreja quer que os cristãos chineses sejam cristãos de verdade e que sejam bons cidadãos.
Eles devem promover o Evangelho, mas sem fazer proselitismo, e alcançar a unidade da comunidade católica que está dividida.
Rezemos juntos para que a Igreja na China persevere na fidelidade ao Evangelho e cresça na unidade.
Obrigado.
quinta-feira, 5 de março de 2020
FÁTIMA: JORNADAS INTERDISCIPLINARES
Assinalando o centenário da morte de São Francisco e de Santa Jacinta Marto (2019 e 2020), o Santuário de Fátima promove as Jornadas interdisciplinares As crianças, a morte e o luto. Este processo quer reunir os agentes de educação, de cuidados de saúde e pastorais para, com o contributo das diversas ciências e em perspetiva aberta, conhecer as dificuldades e os desafios suscitados pela experiência da morte e do luto das crianças e pelas crianças em cada um destes âmbitos, aprofundar a consciência dos seus significados e consequências, procurar linhas de intervenção culturalmente e socialmente transformadora e propor subsídios concretos para a integração e o acompanhamento das pessoas, das famílias e das instituições que vivem esta experiência com sofrimento.
1ª CATEQUESE QUARESMAL
Um ENCONTRO, como lhe chamou o Pe. José Nuno, aconteceu ontem à noite na Paróquia de Valadares, e o Salão Paroquial encheu-se para o ouvir falar da morte, das mudanças ocorridas na sociedade sobre a forma como se encara e a urgência de a humanizar: "porque a morte é, neste momento, uma realidade desumana."
Bem-haja ao Pe. José Nuno pela partilha que aqui nos trouxe, bem como a todos os que intervieram nesta conversa, e sobre a qual muito mais havia a dizer.
quarta-feira, 4 de março de 2020
CATEQUESES QUARESMAIS
É hoje o primeiro encontro na Paróquia de Valadares, às 21h30, mas o CONVITE é também para a nossa comunidade e todos os que desejem escutar o Pe. José Nuno, num tema que a todos interpela.
Se puder participe, e desde já obrigada por partilhar a informação.
terça-feira, 3 de março de 2020
TERÇA-FEIRA da semana I do Tempo da Quaresma
EVANGELHO Mt 6, 7-15
(...)
«Orai assim:
‘Pai nosso, que estais nos Céus,
santificado seja o vosso nome;
venha a nós o vosso reino;
seja feita a vossa vontade
assim na terra como no Céu.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje;
perdoai-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido;
e não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do mal’.
Porque se perdoardes aos homens as suas faltas, também o vosso Pai celeste vos perdoará. Mas se não perdoardes aos homens, também o vosso Pai não vos perdoará as vossas faltas».
http://www.liturgia.pt/liturgiadiaria/dia.php?data=2020-3-3
NOITE DA FRANCESINHA
É já esta semana, mais precisamente no sábado, 7 de Março, pelas 20h00, no Centro Paroquial, que vai decorrer na Paróquia mais uma NOITE DA FRANCESINHA.
Se lhe for possível agradecemos a partilha da informação e faça a sua INSCRIÇÃO sem demora.
AGENDA PARA UM DIA DE QUARESMA
Ao acordar, recitar a oração de S. Francisco, «Senhor fazei de mim um instrumento…».
Meditação a partir dos textos da liturgia.
Esquecer-me de mim. Procurar a vontade de Deus.
Dar mais tempo, ao pequeno-almoço, àqueles que vivem comigo.
Trabalhar em silêncio.
Ser mais paciente. Acolher de bom grado os casos e as situações imprevistas.
Não alimentar os tais pensamentos.
Concluir o trabalho e enviar.
Convidar o A. para o almoço de quinta.
Fazer a visita adiada, com tempo.
Ser causa de alegria para os outros. Dizer mais vezes obrigado.
Rezar pelos que estão em dificuldades.
Não esquecer de ligar à S. e à família.
Não ser portador de más notícias. Não reagir às ofensas. Não regatear a atenção alheia. Não guardar rancor. Não ceder à tentação da ganância e da competição que apenas exclui.
Aceitar as contrariedades. Suportar ser desprezado.
Reduzir o tempo nas redes sociais.
Não alimentar certas conversas. Abster-me de palavras e reações agressivas.
Ser próximo de quem precisa. Estar disponível para…
Perdoar e perdoar-me.
Rever os textos da liturgia. Participar na celebração eucarística como o momento mais extraordinário do dia.
Apenas sopa, se possível, ao jantar.
Retomar o hábito da vigília noturna com exame de consciência e oração de Completas.
Dar graças a Deus.
https://www.snpcultura.org/agenda_para_um_dia_de_quaresma.html
Meditação a partir dos textos da liturgia.
Esquecer-me de mim. Procurar a vontade de Deus.
Dar mais tempo, ao pequeno-almoço, àqueles que vivem comigo.
Trabalhar em silêncio.
Ser mais paciente. Acolher de bom grado os casos e as situações imprevistas.
Não alimentar os tais pensamentos.
Concluir o trabalho e enviar.
Convidar o A. para o almoço de quinta.
Fazer a visita adiada, com tempo.
Ser causa de alegria para os outros. Dizer mais vezes obrigado.
Rezar pelos que estão em dificuldades.
Não esquecer de ligar à S. e à família.
Não ser portador de más notícias. Não reagir às ofensas. Não regatear a atenção alheia. Não guardar rancor. Não ceder à tentação da ganância e da competição que apenas exclui.
Aceitar as contrariedades. Suportar ser desprezado.
Reduzir o tempo nas redes sociais.
Não alimentar certas conversas. Abster-me de palavras e reações agressivas.
Ser próximo de quem precisa. Estar disponível para…
Perdoar e perdoar-me.
Rever os textos da liturgia. Participar na celebração eucarística como o momento mais extraordinário do dia.
Apenas sopa, se possível, ao jantar.
Retomar o hábito da vigília noturna com exame de consciência e oração de Completas.
Dar graças a Deus.
https://www.snpcultura.org/agenda_para_um_dia_de_quaresma.html
segunda-feira, 2 de março de 2020
CORONAVÍRUS: Conferência Episcopal divulga nota com indicações para prevenir contágios
O Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) divulgou hoje uma nota com medidas de “prudência” para prevenir contágios com o novo coronavírus.
“Como em situações semelhantes e em sintonia com outras conferências episcopais e dioceses, e para evitar situações de risco, recomendamos algumas medidas de prudência nas celebrações e espaços litúrgicos, como, por exemplo, a Comunhão na mão, a Comunhão por intinção dos sacerdotes concelebrantes, a omissão do gesto da paz e o não uso da água nas pias de água benta”, refere o documento, enviado à Agência ECCLESIA.
Após a reunião desta tarde, que decorreu em Fátima, o organismo dos bispos católicos destacou o impacto da epidemia do Covid-19 em todo o mundo, apelando “à serenidade e ao incremento da prevenção nos cuidados de higiene”.
“Nesse sentido, convidamos a seguir estritamente as indicações e normas da Direção Geral de Saúde”, acrescenta a nota.
A DGS confirmou hoje os dois primeiros casos de infeção em Portugal, um homem de 66 anos e outro de 33, internados em hospitais do Porto.
O surto de Covid-19, detetado em dezembro, na China, e que pode causar infeções respiratórias como pneumonia, provocou mais de 3000 mortos e infetou quase 90 mil pessoas em 67 países.
A PALAVRA DE DEUS
Palavra sempre actual, própria para cada tempo e lugar, que as crianças do 4º catecismo estão agora a aprofundar através da Bíblia que lhes foi entregue na Eucaristia das 11h00, a 12 de Janeiro.
Três crianças não puderam estar nessa celebração, mas receberam este Tesouro na Eucaristia com a Catequese, no dia 15 de Fevereiro, momento de que hoje fazemos partilha.
Que a Palavra de Deus seja bênção e Luz no caminho de cada um, e no futuro possam ser no mundo testemunhas dessa Palavra.
I SEMANA DA QUARESMA
RENUNCIAR é o convite que nos é feito nesta 1ª semana da Quaresma.
Sejamos capazes de renunciar a tudo o que não nos dignifica e meditemos nas palavras de Santo Inácio de Antioquia.
“Fugi dos maus rebentos que produzem frutos venenosos: se alguém os prova, morre fatalmente. Esses rebentos não são da plantação do Pai. Se o fossem apareceriam como ramos da cruz e o seu fruto seria incorruptível. Por esta Cruz, Cristo vos convida, como a seus membros que sois, a tomar parte na sua Paixão. Com efeito, a Cabeça não pode existir separada dos membros” (Santo Inácio de Antioquia, Carta aos Tralianos, n.º 11).
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