INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 2 de março de 2019

INFÂNCIA MISSIONÁRIA

Amanhã, domingo, 3 de Março,
às 10h30, em S. Caetano, 
o nosso encontro com todas as crianças
que desejem ser discípulos de Jesus.

Um coração, uma missão!

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

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Nota:  o retiro do 7º e 8º ano de catequese foi alterado para o dia 9 de março, nos Combonianos-Maia. 

TEMPO DE AGRADECER

O Dom da Vida e do Ministério Presbiteral 
do Rev. Pe. Jerónimo Nunes.
Comunidade reunida e em festa.
Uma graças de Deus! 
Um grande obrigado a todos 
os que organizaram e participaram.
Em breve serão colocadas 
mais algumas imagens.

sexta-feira, 1 de março de 2019

50 ANOS DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL

Celebramos com o P. Manuel Jerónimo Nunes, Pároco de Vilar do Paraíso, os seus 50 anos de serviço à Igreja. 
Natural de Santana de Azinha, concelho da Guarda, foi no Seminário da Diocese da Guarda que ele ouviu o chamamento para ser anunciador da boa notícia da salvação que é oferecida a todos. Entrou para a Sociedade Missionária e completou os seus estudos teológicos no Seminário de Cucujães. Em 1970, foi enviado para o Brasil, onde se dedicou de maneira especial à Pastoral da Terra, tendo sido Secretário da Comissão Nacional da Pastoral da Terra e também à Pastoral dos Índios.
Voltou para Portugal, tendo sido Superior Geral por dois mandatos. Depois trabalhou na dinamização missionária, prestando especial atenção aos missionários leigos. Voltou à missão, indo para Malema em Moçambique. Escolhido para membro da Direção Geral, ficou em Portugal, sendo o Reitor de Valadares e assumindo a Paróquia de Vilar do Paraíso. 
Damos graças ao Senhor pelo seu dinamismo, pela sua alegria e pela sua entrega total, procurando estar atento aos mais pobres e frágeis. 
E pedimos a Deus que continue a abençoá-lo e a torná-lo para todos nós uma fonte de bênçãos.

FD 1125

BODAS DE OURO - Pe. Manuel Jerónimo Nunes

 A OBRA DE DEUS 

A obra de Deus consiste em acreditar 
em acreditar n'Aquele que Ele enviou, 
n'Aquele que Ele enviou.
Eu creio Senhor, eu creio Senhor, 
mas aumenta, mas aumenta a minha fé.

Senhor Jesus, Tu és o Bom Pastor : Tu és Cristo
Senhor Jesus, Tu és o Caminho, a Verdade e a Vida: Tu és Cristo
Senhor Jesus, Tu és a Luz do mundo: Tu és Cristo
Senhor Jesus, Tu és a água que sacia a nossa sede: Tu és Cristo
Senhor Jesus, Tu és a Ressurreição e a Vida:  Tu és Cristo

50 ANOS AO SERVIÇO DO EVANGELHO

Parabéns, Pe. Manuel Jerónimo Nunes

A comunidade da Paróquia de S. Pedro de Vilar do Paraíso deseja-lhe as maiores felicidades e agradece a Deus pelo dom da vida e ministério presbiteral em Eucaristia Solene, hoje às 21h30, na Capela de São Martinho, seguida de Porto de Honra no Centro Paroquial.

O CONVITE é para todos.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

CONVITE AOS JOVENS


LUZ TERNA E SUAVE

Que importa se é tão longe, para mim, 
A praia onde tenho de chegar,
Se sobre mim levar, constantemente, 
Poisada a clara luz do teu olhar?

Luz terna, suave, no meio da noite, 
leva-me mais longe…
Não tenho aqui morada permanente: 
Leva-me mais longe…

Nem sempre Te pedi como hoje peço 
Para seres a luz que me ilumina;
Mas sei que ao fim terei abrigo e acesso 
Na plenitude da tua luz divina.

Esquece os meus passos mal andados, 
Meu desamor perdoa e meu pecado.
Eu sei que vai raiar a madrugada 
E não me deixarás abandonado.

Se Tu me dás a mão, não terei medo, 
Meus passos serão firmes no andar.
Luz terna, suave, leva-me mais longe: 
Basta-me um passo para a Ti chegar.

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Muito obrigado ao coro da 8h, e alguns elementos de outros coros, a D. António Augusto e ao Pe. Zé Manel pela presença e homenagem à D. Margarida.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

FALECEU: D. Maria Margarida Tavares Ferreira

A D. Margarida esteve ao serviço da paróquia durante muitos anos, nomeadamente na Casa Paroquial e Centro e Paroquial, onde nos recebia sempre com um sorriso, amizade e simpatia.

O seu funeral realiza-se amanhã, às 11h00, na Capela de S. Caetano.

A nossa singela homenagem e oração pelo seu eterno descanso, e sentidas condolências a toda a sua família.

ENSAIO DE COROS

28 de Fevereiro, 21h30, 
Capela de S. Martinho

CONVITE 
à presença dos elementos de todos os COROS da paróquia 
e de quem saiba e deseje cantar, 
na Eucaristia Solene das Bodas de Ouro do Pe. Jerónimo, 
no dia 1 de Março, às 21h30.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2019 - «A criação encontra-se em expetativa ansiosa, aguardando a revelação dos filhos de Deus» (Rm 8, 19)

 
Queridos irmãos e irmãs!

Todos os anos, por meio da Mãe Igreja, Deus «concede aos seus fiéis a graça de se prepararem, na alegria do coração purificado, para celebrar as festas pascais, a fim de que (…), participando nos mistérios da renovação cristã, alcancem a plenitude da filiação divina» (Prefácio I da Quaresma). Assim, de Páscoa em Páscoa, podemos caminhar para a realização da salvação que já recebemos, graças ao mistério pascal de Cristo: «De facto, foi na esperança que fomos salvos» (Rm 8, 24). Este mistério de salvação, já operante em nós durante a vida terrena, é um processo dinâmico que abrange também a história e toda a criação. São Paulo chega a dizer: «Até a criação se encontra em expetativa ansiosa, aguardando a revelação dos filhos de Deus» (Rm 8, 19). Nesta perspetiva, gostaria de oferecer algumas propostas de reflexão, que acompanhem o nosso caminho de conversão na próxima Quaresma.

1. A redenção da criação

A celebração do Tríduo Pascal da paixão, morte e ressurreição de Cristo, ponto culminante do Ano Litúrgico, sempre nos chama a viver um itinerário de preparação, cientes de que tornar-nos semelhantes a Cristo (cf. Rm 8, 29) é um dom inestimável da misericórdia de Deus.

Se o homem vive como filho de Deus, se vive como pessoa redimida, que se deixa guiar pelo Espírito Santo (cf. Rm 8, 14), e sabe reconhecer e praticar a lei de Deus, a começar pela lei gravada no seu coração e na natureza, beneficia também a criação, cooperando para a sua redenção. Por isso, a criação – diz São Paulo – deseja de modo intensíssimo que se manifestem os filhos de Deus, isto é, que a vida daqueles que gozam da graça do mistério pascal de Jesus se cubra plenamente dos seus frutos, destinados a alcançar o seu completo amadurecimento na redenção do próprio corpo humano. Quando a caridade de Cristo transfigura a vida dos santos – espírito, alma e corpo –, estes rendem louvor a Deus e, com a oração, a contemplação e a arte, envolvem nisto também as criaturas, como demonstra admiravelmente o «Cântico do irmão sol», de São Francisco de Assis (cf. Encíclica Laudato si’, 87). Neste mundo, porém, a harmonia gerada pela redenção continua ainda – e sempre estará – ameaçada pela força negativa do pecado e da morte.

2. A força destruidora do pecado

Com efeito, quando não vivemos como filhos de Deus, muitas vezes adotamos comportamentos destruidores do próximo e das outras criaturas – mas também de nós próprios –, considerando, de forma mais ou menos consciente, que podemos usá-los como bem nos apraz. Então sobrepõe-se a intemperança, levando a um estilo de vida que viola os limites que a nossa condição humana e a natureza nos pedem para respeitar, seguindo aqueles desejos incontrolados que, no livro da Sabedoria, se atribuem aos ímpios, ou seja, a quantos não têm Deus como ponto de referência das suas ações, nem uma esperança para o futuro (cf. 2, 1-11). Se não estivermos voltados continuamente para a Páscoa, para o horizonte da Ressurreição, é claro que acaba por se impor a lógica do tudo e imediatamente, do possuir cada vez mais.

Como sabemos, a causa de todo o mal é o pecado, que, desde a sua aparição no meio dos homens, interrompeu a comunhão com Deus, com os outros e com a criação, à qual nos encontramos ligados antes de mais nada através do nosso corpo. Rompendo-se a comunhão com Deus, acabou por falir também a relação harmoniosa dos seres humanos com o meio ambiente, onde estão chamados a viver, a ponto de o jardim se transformar num deserto (cf. Gn 3, 17-18). Trata-se daquele pecado que leva o homem a considerar-se como deus da criação, a sentir-se o seu senhor absoluto e a usá-la, não para o fim querido pelo Criador, mas para interesse próprio em detrimento das criaturas e dos outros.

Quando se abandona a lei de Deus, a lei do amor, acaba por se afirmar a lei do mais forte sobre o mais fraco. O pecado – que habita no coração do homem (cf. Mc 7, 20-23), manifestando-se como avidez, ambição desmedida de bem-estar, desinteresse pelo bem dos outros e muitas vezes também do próprio – leva à exploração da criação (pessoas e meio ambiente), movidos por aquela ganância insaciável que considera todo o desejo um direito e que, mais cedo ou mais tarde, acabará por destruir inclusive quem está dominado por ela.

3. A força sanadora do arrependimento e do perdão

Por isso, a criação tem impelente necessidade que se revelem os filhos de Deus, aqueles que se tornaram «nova criação»: «Se alguém está em Cristo, é uma nova criação. O que era antigo passou; eis que surgiram coisas novas» (2 Cor 5, 17). Com efeito, com a sua manifestação, a própria criação pode também «fazer páscoa»: abrir-se para o novo céu e a nova terra (cf. Ap 21, 1). E o caminho rumo à Páscoa chama-nos precisamente a restaurar a nossa fisionomia e o nosso coração de cristãos, através do arrependimento, a conversão e o perdão, para podermos viver toda a riqueza da graça do mistério pascal.

Esta «impaciência», esta expetativa da criação ver-se-á satisfeita quando se manifestarem os filhos de Deus, isto é, quando os cristãos e todos os homens entrarem decididamente neste «parto» que é a conversão. Juntamente connosco, toda a criação é chamada a sair «da escravidão da corrupção, para alcançar a liberdade na glória dos filhos de Deus» (Rm 8, 21). A Quaresma é sinal sacramental desta conversão. Ela chama os cristãos a encarnarem, de forma mais intensa e concreta, o mistério pascal na sua vida pessoal, familiar e social, particularmente através do jejum, da oração e da esmola.

Jejuar, isto é, aprender a modificar a nossa atitude para com os outros e as criaturas: passar da tentação de «devorar» tudo para satisfazer a nossa voracidade, à capacidade de sofrer por amor, que pode preencher o vazio do nosso coração. Orar, para saber renunciar à idolatria e à autossuficiência do nosso eu, e nos declararmos necessitados do Senhor e da sua misericórdia. Dar esmola, para sair da insensatez de viver e acumular tudo para nós mesmos, com a ilusão de assegurarmos um futuro que não nos pertence. E, assim, reencontrar a alegria do projeto que Deus colocou na criação e no nosso coração: o projeto de amá-Lo a Ele, aos nossos irmãos e ao mundo inteiro, encontrando neste amor a verdadeira felicidade.

Queridos irmãos e irmãs, a «quaresma» do Filho de Deus consistiu em entrar no deserto da criação para fazê-la voltar a ser aquele jardim da comunhão com Deus que era antes do pecado das origens (cf. Mc 1,12-13; Is 51,3). Que a nossa Quaresma seja percorrer o mesmo caminho, para levar a esperança de Cristo também à criação, que «será libertada da escravidão da corrupção, para alcançar a liberdade na glória dos filhos de Deus» (Rm 8, 21). Não deixemos que passe em vão este tempo favorável! Peçamos a Deus que nos ajude a realizar um caminho de verdadeira conversão. Abandonemos o egoísmo, o olhar fixo em nós mesmos, e voltemo-nos para a Páscoa de Jesus; façamo-nos próximo dos irmãos e irmãs em dificuldade, partilhando com eles os nossos bens espirituais e materiais. Assim, acolhendo na nossa vida concreta a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, atrairemos também sobre a criação a sua força transformadora.

Vaticano, Festa de São Francisco de Assis, 4 de outubro de 2018.

Franciscus

TERTÚLIA DOS CATEQUISTAS

CONVITE a TODOS os CATEQUISTAS
Hoje, 26 de Fevereiro, 21h30, no Centro Paroquial.

O texto para reflexão é o primeiro capítulo da exortação apostólica do Papa Francisco "Alegrai-vos e exultai" que pode ser consultado em

ENTREVISTA AO PE. JERÓNIMO


É de 2015, Ano da Vida Consagrada, o Pe. Jerónimo, está no Seminário da Boa Nova em Valadares,  e, para além das funções que ali exerce, é também Pároco de Vilar do Paraíso.
Por isso, esta entrevista permite-nos conhecer melhor o percurso de vida do nosso Pároco, nesta altura em que com alegria comemoramos os 50 anos da sua vida dedicada à missão de evangelizar.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

50 ANOS AO SERVIÇO DA IGREJA

Esta semana toda a comunidade reza e agradece a Deus o Dom da Vida Consagrada do Rev. Pe. Jerónimo, nos 50 anos da ORDENAÇÃO PRESBITERAL.
ORAÇÃO

Ó Jesus, Pontífice Eterno, Divino Sacrificador, Vós que, no Vosso incomparável amor, deixastes sair do Vosso Sagrado Coração o sacerdócio cristão, dignai-Vos derramar, nos Vossos sacerdotes, as ondas vivificantes do Amor infinito.

Vivei neles, transformai-os em Vós, tornai-os, pela Vossa graça, instrumentos de Vossas Misericórdias.

Atuai neles e por eles, e fazei que, revestidos inteiramente de Vós pela fiel imitação de Vossas adoráveis virtudes, operem, em Vosso nome e pela força de Vosso espírito, as obras que Vós mesmo realizastes para a salvação do mundo.

Divino Redentor das almas, vede como é grande a multidão dos que dormem ainda nas trevas do erro; contai o número dessas ovelhas infiéis que ladeiam os precipícios; considerai a multidão dos pobres, dos famintos, dos ignorantes e dos fracos que gemem ao abandono.

Voltai para nós por intermédio dos Vossos sacerdotes. Revivei neles; atuai por eles, e passai de novo através do mundo, ensinando, perdoando, consolando, sacrificando, e reatando os laços sagrados do amor entre o Coração de Deus e o coração humano.

Amém.

DOMINGO VII DO TEMPO COMUM - Capela de S. Martinho

Eis a manhã clara e luminosa de domingo, em que o grupo de adolescentes do 7º ano de catequese, com familiares e catequistas participou na Eucaristia, entrando neste Lugar de Encontro para estar com Jesus Cristo Nosso Senhor.
Assim reunidos na Casa do Pai, para celebrar o VII Domingo do Tempo Comum, cuja liturgia nos conduzia à reflexão sobre a misericórdia de Deus e o seu grande amor por nós, e em que Jesus nos desafia a amar os outros como Deus os ama, mesmo os nossos inimigos. 
"Dou-vos um mandamento novo, diz o Senhor: amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei." Jo 13, 34 
 "...) Se amais aqueles que vos amam, que agradecimento mereceis? Também os pecadores amam aqueles que os amam. Se fazeis bem aos que vos fazem bem, que agradecimento mereceis? Também os pecadores fazem o mesmo. E se emprestais àqueles de quem esperais receber, que agradecimento mereceis? Também os pecadores emprestam aos pecadores, a fim de receberem outro tanto. Vós, porém, amai os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem nada esperar em troca. Então será grande a vossa recompensa e sereis filhos do Altíssimo, que é bom até para os ingratos e os maus." Lc 6, 27-38 
"Pela vossa misericórdia, ouvi-nos, Senhor. 
Pelos jovens do mundo inteiro, para que encontrem em Cristo o caminho, a verdade e a vida, e sejam acompanhados, com amor e perseverança, pelos seus familiares e formadores, oremos." 
Esta Eucaristia foi organizada com tarefas partilhas por pais e filhos, dando a uns e a outros maior responsabilidade e empenho na participação. E foi muito bonito ver as famílias aqui reunidas nesta grande Ação de Graças!
"Teu amor por nós, Jesus, é eterno. Demonstraste o amor misericordioso do Pai a todos povos e o seu perdão incondicional. Na cruz, mostraste-nos que o amor está disposto ao sacrifício e entrega total ao outro. Obrigada, Senhor, pelo Mandamento do Amor."
"Entregamos-te, ó Pai, estas flores, símbolo de pureza, vida e amor, numa atitude de gratidão pelas nossas famílias. Primeiro, foram os nossos filhos que te agradeceram por nós. Hoje, somos nós que te agradecemos pelas maravilhas que operas, a cada dia, nos nossos filhos e por eles nos incentivarem a sermos melhores pais e melhores pessoas à luz da Tua Palavra. "
Ilumina, Senhor, os nossos pensamentos, sempre que precisarmos de ajuda para compreendermos as nossas emoções e desejos e nos momentos em que estivermos perdidos nas nossas escolhas entre o bem e o mal.
"Senhor, entregamos-te o cálice e a patena, símbolo do memorial da Eucaristia, onde nos ensinaste a importância de amar o próximo como a nós mesmos e a Deus sobre todas as coisas, para sermos verdadeiramente felizes."
"Obrigada, Jesus, pelo singelo contributo da nossa comunidade, símbolo de partilha e generosidade. Que estas ofertas possam reverter para apoiar a tua Igreja no auxílio aos mais necessitados."
"Meu Senhor e meu Deus, eu vos adoro Cálice consagrado onde está o verdadeiro Sangue, Corpo, Alma, Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, vivo e realmente como está no Céu."
Os adolescentes do 7º ano têm vindo a fazer uma caminhada no sentido de aprender a conhecer-se, a descobrir-se, a viver uma vida com valores, indo à “fonte cristalina” e “bebendo” da Palavra. Neste dia, em ação de graças, cada um deles colocou na Cruz uma palavra ou frase das leituras escutadas que mais lhes tocaram o coração, enquanto o cântico : “Jesus, enche-nos de ti!” a todos ia envolvendo no abraço e na ternura de Deus.
E, como no final disse o Pe. Jerónimo: "que este Projecto + que é catecismo do 7º ano, continue a levar a todos à descoberta de Jesus, aos seus valores indo também de encontro à mensagem do cartaz  que está na Capela, "OUSAR IR MAIS LONGE..."
Agradecimentos ao Coro, e também aos pais pela colaboração no arranjo das flores e na participação nos vários momentos da Eucaristia. 

domingo, 24 de fevereiro de 2019

AMAI OS VOSSOS INIMIGOS

Ousar pôr o coração à escuta do Evangelho
É deixar-se atravessar por uma avalanche de graça
Que nos arrastará até ao coração de Deus,
E nos obrigará a mudar quase tudo
Na nossa vida e na nossa agenda,
Na nossa cómoda maneira
De nos sentarmos à lareira
Simplesmente a ver passar os dias
E a deitar contas à vida e à carteira.

Amar os inimigos
Não é coisa que eu pudesse sequer imaginar,
Quanto mais fazer ou praticar.

Oferecer a outra face a quem me bate,
Dar, dar tudo, dar o manto e a túnica,
Deixar-se roubar e não reclamar,
Amar os maus, os maldizentes, os delinquentes,
O repugnantes, os incompetentes,
Amar, enfim, até ao absurdo,
Eis o que Jesus me vem dizer que Deus faz,
Que Deus faz por mim,
E que é por isso que eu também devo fazer assim,
Deixando o Evangelho ganhar corpo em mim.

D. António Couto