
A proposta mais ousada que nos é feita esta semana! Amar os inimigos... Seremos capazes?
Secretariado Nacional da Liturgia
D. Pio Alves, de 65 anos, foi hoje nomeado bispo auxiliar da diocese do Porto por Bento XVI, decisão que acolhe com surpresa e perplexidade por implicar “recomeçar em várias frentes”.
Na saudação que escreveu por ocasião da nomeação, tornada pública ao meio-dia em Roma (11 horas em Lisboa), D. Pio Alves esclarece que respondeu positivamente a uma nomeação inesperada, que marca uma “nova etapa” na sua vida.
“Surpreendeu-me descansado, por que não corri para ela; livre, porque pude dizer que não; perplexo, porque, necessariamente, implica recomeçar em várias frentes”, afirma o sacerdote de Braga agora nomeado bispo.
Nesta mensagem, Pio Gonçalo Alves de Sousa saúda a diocese do Porto e agradece a amizade e a colaboração recebida em Braga, diocese na qual trabalhou e onde será ordenado bispo no dia 10 de Abril, no Santuário do Sameiro.
«Para que os fiéis concebam no seu espírito um afecto profundo e vivo relativamente à Sagrada Escritura pelo facto de escutar as leituras divinas, é necessário que os leitores que exercem este ministério tenham realmente aptidões para a leitura e estejam bem preparados. Esta preparação tem que ser antes de mais espiritual, mas também é necessária a preparação técnica.»
Ordenamento das leituras da Missa, nº 55

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A Eucaristia de domingo, 13 de Fevereiro, às 11h00, na Capela de S. Martinho, marcou o início deste encontro, já tão importante para os idosos e doentes da nossa paróquia. É um dia de muito trabalho, pois requer uma cuidada organização a todos os níveis. O trabalho de proximidade que os Ministros da Comunhão e os visitadores fazem com tanta generosidade, dedicação e amor é tão meritório, que merece ser enaltecido e reconhecido por toda a comunidade. Num tempo em que a solidão se está a tornar norma e não excepção, é urgente que continuemos a apostar nesta proximidade com os irmãos da nossa comunidade, dando-lhes amparo e carinho, mas também cuidando de pequenas ou grandes coisas que podem fazer a diferença. É também fundamental sensibilizar os jovens para esta realidade e fazê-los participantes activos nesta solidariedade para que não passem, em caso algum, ao lado do sofrimento.