INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 8 de janeiro de 2011

BAPTISMO DE JESUS
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Abriram-se os céus e ouviu-se a voz do Pai:
«Este é o meu Filho muito amado: escutai-O».

EVANGELHO Mt 3, 13-17

«Depois de ter sido baptizado,
Jesus viu o Espírito de Deus descer sobre Si»
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Confundindo-se com os pecadores do Seu tempo, Jesus submete-se ao baptismo de penitência de João, num gesto de humildade, que enche de admiração o Precursor. O Pai, porém, glorifica o Seu Servo, proclamando que ele é o Seu Filho. A Boa Notícia da salvação, começa pois, com este anúncio solene: Jesus Cristo, é, verdadeiramente, o Filho de Deus.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

INSTITUIÇÃO DE ACÓLITO DO JOSÉ ANGÉLICO
9 de Janeiro, 16h00, Sé do Porto
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No próximo dia 9 de Janeiro, pelas 16h00, na Sé do Porto, o sr. Angélico será instituído no Ministério de Acólito. Este é mais passo muito bonito e significativo na caminhada para Diácono Permanente, deste membro da nossa comunidade que acompanhamos e por quem rezamos. Quem puder e desejar está convidado a participar na celebração.





http://www.box.net/shared/avhruath9x/1/50277890/583901860#/shared/avhruath9x/1/50277890/583901860/1


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

P A L A V R A
(Mt 2, 1-12)
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«Então Herodes mandou chamar secretamente os Magos e pediu-lhes informações precisas sobre o tempo em que lhes tinha aparecido a estrela. Depois enviou-os a Belém e disse-lhes: «Ide informar-vos cuidadosamente acerca do Menino; e, quando O encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-l’O».
Herodes procura “informações precisas” que sejam capazes de identificar o espaço e o lugar de hospedaria do seu “concorrente”. Quer também ele ir adorá-Lo… ironia das ironias: a sua adoração significa perseguição e desejo de morte. De fim. A negação deste nascimento por parte das autoridades políticas e religiosas do povo judeu contrasta com o gozo infinito dos Magos vindos de longe. Os seus, de facto, não o reconheceram…


MEDITAÇÃO
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A celebração da Epifania mostra ao mundo a grandeza e a vinculação de Deus a todos e a cada um de nós. Se os seus não O reconheceram, nós podemos descobri-Lo em tantas e tantas situações de luz e luz nova que a sua presença nos faz desvelar. Vindos do Oriente os Magos anunciam a profundidade da sua fé que os faz partir de longe para chegar perto do Menino Deus. Que estás disposto/a a dar de ti para que este Menino Deus te seja tão próximo que nada nem ninguém d’Ele te fará afastar?


ORAÇÃO
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Deus Pai e Senhor, nós vos louvamos, adoramos bendizemos, damos glória ao vosso nome, e agradecemos os vossos dons! Senhor Jesus, ilumina o nosso caminhar para ti e torna-nos cada vez mais próximos de ti e de todos os que necessitam o teu testemunho, a tua alegria, a tua felicidade. Deus Pai e Senhor, nós vos louvamos, adoramos bendizemos, hoje e sempre.


ACÇÃO
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Adorar significa discernir a presença de Deus. Ele está presente na sua Palavra. Ele está presente nos acontecimentos humildes da nossa vida. Descubramos hoje como Deus está presente em nós.




Pe. Tarcízio Morais, sdb


Lectio Divina:


http://www.box.net/shared/77d2202gc9#/shared/77d2202gc9/1/56875924/583723970/1

JÁ CHEGARAM A BELÉM

Ainda que já tenhamos celebrado liturgicamente o dia de Reis, de acordo com o calendário tradicional, a data ocorre hoje, pelo que, para encerrar com chave de ouro, parece-me interessante falar da dinâmica principal da catequese, que decorreu em tempo de Advento e Natal - construção de presépios - e tornada extensiva a toda a comunidade. Os presépios, muito bonitos, feitos dos mais diversos materiais e formas, foram chegando em grande número, e colocados no presépio da Capela de S. Martinho, como se de uma exposição se tratasse. Para além de ser uma forma original de decoração que resultou muito bem, ficou a certeza de que o presépio continua a ser o nosso símbolo mais querido. Ficam as imagens de alguns desses presépios, no dia em que os Magos se ajoelharam perante o Messias.
Bem a propósito para estas imagens, não posso deixar de fazer referência ao bonito texto que vem na da Folha Dominical, nº 753, porque é uma excelente catequese.

 
«Os magos prostraram-se diante de Jesus porque o reconheciam como Messias. Identificaram o enviado de Deus num bebé pobre, nascido de uma família humilde em ambiente quase desumano. Reconheceram Deus onde ninguém suspeitava que estivesse. Depois de lavar os pés aos discípulos, gesto que Jesus realizou de joelhos, Jesus recomendou-lhes: “Dei-vos o exemplo para que, assim como Eu fiz, vós façais também.” Ou seja, cada vez que ajudamos alguém é como se nos ajoelhássemos diante do próprio Jesus para o adorar.»

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

QUE FAZEMOS NÓS DO TEMPO?



Que uma conversa destas exige lentidão, previne-o o passo célebre das "Confissões" de Santo Agostinho: «Que é, pois, o tempo? Se ninguém me pergunta, eu o sei; se desejo explicar a quem o pergunta, não o sei». Sabemos que somos feitos de tempo, de idades, de cronometrias visíveis e invisíveis, de estações… Sabemos que o tempo é a argila da vida. Do incomensurável oceano ao sucinto regato, da minúscula pedra ao elevado rochedo, da planta solitária ao vastíssimo bosque, tudo tem no tempo uma chave indispensável. Também nós somos modelados e lavrados, instante a instante, pelos instrumentos do tempo. Por vezes de um modo tão delicado que nem sentimos como ele, irreversível, desliza dentro e fora de nós. Por vezes, atormentando-nos claramente a sua voracidade, sentindo-nos perdidos na sua obsidiante vertigem. Que é, pois, o tempo?



Nós dizemos, repetindo um provérbio que os latinos já usavam, que o tempo voa (tempus fugit). De facto, tudo o que é humano é feito de tempo, mas a experiência que mais vezes nos ocorre é a de não termos tempo. «Foi o tempo que perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante para ti», explicou a raposa ao Principezinho. Há uma qualidade de relação que só se obtém no tempo partilhado. Por alguma razão, esse raro Mestre de humanidade chamado Jesus, disse: «Se alguém te pede para o acompanhares durante uma milha, anda com ele duas». Só com tempo descobrimos tanto o sentido e a relevância da nossa marcha ao lado dos outros, como o da nossa própria caminhada interior. Sem tempo tornamo-nos desconhecidos. Sem tempo falamos, mas não escutamos. Repetimos, mas não inventamos. Consumimos, mas não saboreamos. É verdade que mesmo num rápido relance se pode alcançar muita coisa, mas normalmente escapa-nos o detalhe. E Deus habita o detalhe. Gosto muito do «Poema do Tempo» que vem no livro bíblico do Eclesiastes, pois nos expõe à consciência de que o tempo é uma arte que realmente possuímos e que somos chamados a desenvolver com sabedoria. Não é verdade que não temos tempo. A nossa vida está cheia de tempos. Precisamos identificá-los e tratar deles, como quem cuida de um tesouro. Não é a quantidade de tempo o mais determinante. Importante é perguntar-se o que fazemos do tempo e investir aí a matéria dos nossos sonhos.









«Para tudo há um momento e um tempo para cada coisa que se deseja debaixo do céu:

tempo para nascer e tempo para morrer, tempo para plantar e tempo para arrancar o que se plantou, tempo para matar e tempo para curar, tempo para destruir e tempo para edificar, tempo para chorar e tempo para rir,
tempo para se lamentar e tempo para dançar, tempo para atirar pedras e tempo para as ajuntar, tempo para abraçar e tempo para afastar o abraço, tempo para procurar e tempo para perder, tempo para guardar e tempo para atirar fora, tempo para rasgar e tempo para coser,
tempo para calar e tempo para falar, tempo para amar e tempo para recusar, tempo para guerra e tempo para paz.»




Bom ano de 2011.









José Tolentino Mendonça



In Diário de Notícias da Madeira

02.01.11

























segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

ANÚNCIO SOLENE DE DIA DE PÁSCOA: EM DOMINGO DA EPIFANIA

Irmãos caríssimos, a glória do Senhor manifestou-se, e sempre há de manifestar-se no meio de nós até a sua vinda no fim dos tempos. Nos ritmos e nas vicissitudes do tempo recordamos e vivemos os mistérios da salvação.

O centro de todo o ano litúrgico é o Tríduo do Senhor crucificado, sepultado e ressuscitado, que culminará no Domingo de Páscoa, este ano a 24 de abril.

Em cada Domingo, Páscoa semanal, a Santa Igreja torna presente este grande acontecimento, no qual Jesus Cristo venceu o pecado e a morte. Da celebração da Páscoa do Senhor derivam todas as celebrações do Ano Litúrgico:

as Cinzas, início da Quaresma, a 9 de Março; a Ascensão do Senhor, a 5 de Junho; Pentecostes, a 12 de junho; o primeiro Domingo do Advento, a 27 de Novembro.

Também nas festas da Santa Mãe de Deus, dos Apóstolos, dos Santos e na Comemoração dos Fiéis Defuntos, a Igreja peregrina sobre a terra proclama a Páscoa do Senhor. A Cristo, que era, que é e que há-de vir, Senhor do tempo e da história, louvor e glória pelos séculos dos séculos. Ámen.