INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

ORAÇÃO AO BOM PASTOR

Senhor, Tu és o bom Pastor. 
Eu sou a Tua ovelha. 
Em alguns dias, estou sujo; 
Em outros, estou doente; 
Em alguns dias, me escondo; 
Em outros, me revelo. 
Sou uma ovelha ora mansa, ora agitada. 
Sou uma ovelha ora perdida, ora reconhecida. 
Eu sou Tua ovelha, Senhor. 
Eu conheço a Tua voz. 
É que às vezes a surdez toma conta de mim. 
Eu sou Tua ovelha, Senhor. 
Não permita que eu me perca, 
que eu me desvie do Teu rebanho. 
Mas se eu me perder, eu Te peço, Senhor, 
Vem me encontrar. 
Ámen.

DOMINGO DO BOM PASTOR

O 4º Domingo da Páscoa é considerado o “Domingo do Bom Pastor”, pois todos os anos a liturgia propõe, neste domingo, um trecho do capítulo 10 do Evangelho segundo João, no qual Jesus é apresentado como “Bom Pastor”. É, portanto, este o tema central que a Palavra de Deus põe, hoje, à nossa reflexão.
O Evangelho apresenta Cristo como “o Pastor modelo”, que ama de forma gratuita e desinteressada as suas ovelhas, até ser capaz de dar a vida por elas. As ovelhas sabem que podem confiar n’Ele de forma incondicional, pois Ele não busca o próprio bem, mas o bem do seu rebanho. O que é decisivo para pertencer ao rebanho de Jesus é a disponibilidade para “escutar” as propostas que Ele faz e segui-l’O no caminho do amor e da entrega.
A primeira leitura afirma que Jesus é o único Salvador, já que “não existe debaixo do céu outro nome, dado aos homens, pelo qual possamos ser salvos” (neste “Domingo do Bom Pastor” dizer que Jesus é o “único salvador” equivale a dizer que Ele é o único pastor que nos conduz em direcção à vida verdadeira). Lucas avisa-nos para não nos deixarmos iludir por outras figuras, por outros caminhos, por outras sugestões que nos apresentam propostas falsas de salvação.
Na segunda leitura, o autor da primeira Carta de João convida-nos a contemplar o amor de Deus pelo homem. É porque nos ama com um “amor admirável” que Deus está apostado em levar-nos a superar a nossa condição de debilidade e de fragilidade. O objectivo de Deus é integrar-nos na sua família e tornar-nos “semelhantes” a Ele.

http://www.dehonianos.org/portal/liturgia_dominical_ver.asp?liturgiaid=357

DOMINGO IV DA PÁSCOA - Ano B


SALMO RESPONSORIAL Salmo 117 (118),1 e 8-9.21-23.26.28cd.29 (R. 22)
Refrão: A pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se pedra angular.

Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom,
porque é eterna a sua misericórdia.
Mais vale refugiar-se no Senhor,
do que fiar-se nos homens.
Mais vale refugiar-se no Senhor,
do que fiar-se nos poderosos.

Eu Vos darei graças porque me ouvistes
e fostes o meu Salvador.
A pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se pedra angular.
Tudo isto veio do Senhor:
é admirável aos nossos olhos.

Bendito o que vem em nome do Senhor,
da casa do Senhor nós vos bendizemos.
Vós sois o meu Deus: eu vos darei graças.
Vós sois o meu Deus: eu Vos exaltarei.
Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom,
porque é eterna a sua misericórdia.

PASTORAL DA SAÚDE - Encontro de Formação, 28 de Abril


52ª SEMANA DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES - de 19 a 26 de Abril 2015

Caminho de Beleza - SEGUIR JESUS - vocação e santidade
Deus Pai,
fonte de toda a santidade,
envia novas vocações à Tua Igreja,
Servidores generosos
da humanidade ferida,
Evangelizadores entusiasmados e corajosos,
Pastores santos, que santifiquem o Teu povo
com a palavra e os sacramentos da Tua Graça.
Consagrados que mostrem a santidade
do Teu Reino, Famílias tocadas pela Tua beleza,
para que, pelo Teu Espírito Santo,
comuniquem a salvação de Cristo
a todas as pessoas da Terra.
Amén

terça-feira, 21 de abril de 2015

BODAS DE OURO DO GRUPO CORAL DE S. CAETANO

Domingo, 19 de Abril, o Grupo Coral de S. Caetano, comemorou o seu 50º aniversário, que ocorreu no passado dia 4 de Abril. 
De manhã foi celebrada a Eucaristia Solene presidida pelo Rev. Pe. José M Costa Lima, que para além das Bodas de Ouro do Grupo Coral, teve também as Bodas de Ouro do Sr. João Baptistas e D. Cândida. O Sr. João é também elemento do Grupo Coral há muitos anos.
Na Eucaristia muito participada, estiveram familiares e amigos do Grupo Coral, que quiseram estar em comunhão neste dia tão especial, e também por elementos que passaram ao longo dos anos pelo Coro.
 
O abraço do Rev. Padre Zé Manel, ao Sr. Albino Nicolau, fundador do Coro e Maestro até Abril do ano passado, quando passou o testemunho para a jovem Tânia Leitão.
A nova Maestrina, que é também organista, sobre quem recai toda a responsabilidade de ensaiar e dirigir o Coro. E, podemos dizer, que tem feito um excelente trabalho!
Na parte da tarde, a partir das 15h30, na Capela de S. Caetano, foi dada continuidade à comemoração com cânticos próprios para a ocasião, a que se juntaram as vozes de familiares, amigos e antigos elementos do coro como a da D. Quininha, que durante muitos anos esteve no Coro.
Presentes também, o Sr. Diácono José Angélico e esposa, o Sr. Diácono Celestino Gomes, e alguns amigos do Coro das 8h00, que tiveram a gentileza de oferecer ao Coro um lindíssimo ramo de flores. 
Foi depois apresentado um pequeno vídeo com imagens antigas e outras de tempos mais recentes, que fazem parte da história destes 50º anos de vida.
Seguiu-se um lanche partilhado, em que a D. Quininha já não pode participar, com muita pena de todos os presentes, que dela se despediram com muito carinho e amizade.
Partilha fraterna que se iniciou com uma oração, e onde não faltou uma mesa cheia de coisas boas, onde brilhava um bolo de aniversário muito bem decorado.
Mais tarde veio juntar-se a este convívio o Rev. Pe. Zé Manel, ficando assim a festa completa.
Foi tempo de desfiar recordações que provocaram emoções e algumas lágrimas. Mas tudo isso faz parte de um caminho de 50 anos.
O Sr. Albino e a Tânia, juntos apagam as velas do bolo e, mais uma vez, foi assim reforçada a passagem de testemunho. 
Selada com este abraço fraterno e as bonitas palavras da Tânia - "Longe estaria eu de saber que viria, um dia, a dar continuidade à Missão daquele sábio senhor que me trazia da escola todas as tardes... Longe estaria eu de saber que viria a tomar como uma parte da minha, a Missão daquele senhor que me ajudou a viver mais a minha Fé através do serviço à comunidade..."
Como muito bem disse o Rev. Pe. Zé Manel, agora é preciso caminhar para mais 50!
Então, rezemos, para que jovens vozes se juntem ao Grupo Coral dando continuidade a este sonho, de louvar a Deus em cada domingo na Eucaristia.
Agradecimentos: à Margarida, ao Fábio, Ricardo, Pedro e João Santos. 

segunda-feira, 20 de abril de 2015

LEVAI


“Há uma forma de pregação que nos compete a todos como tarefa diária: é cada um levar o Evangelho às pessoas com quem se encontra, tanto aos mais íntimos como aos desconhecidos. Ser discípulo significa ter a disposição permanente de levar aos outros o amor de Jesus; e isto acontece espontaneamente em qualquer lugar: na rua, na praça, no trabalho, num caminho.”

Papa Francisco, Exort.Evangelii Gaudium, (2013),nº127

domingo, 19 de abril de 2015

52ª SEMANA DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES - de 19 a 26 de Abril


Fundamentalmente, desde a chamada de Abraão até à de Moisés, desde o caminho de Israel peregrino no deserto até à conversão pregada pelos profetas, até à viagem missionária de Jesus que culmina na sua morte e ressurreição, a vocação é sempre aquela acção de Deus que nos faz sair da nossa situação inicial, nos liberta de todas as formas de escravidão, nos arranca da rotina e da indiferença e nos projecta para a alegria da comunhão com Deus e com os irmãos. Por isso, responder à chamada de Deus é deixar que Ele nos faça sair da nossa falsa estabilidade para nos pormos a caminho rumo a Jesus Cristo, meta primeira e última da nossa vida e da nossa felicidade.

Mensagem do Papa Francisco para a semana de oração pelas vocações

FOLHA DOMINICAL - informações e reflexões importantes para toda a comunidade



A NECESSIDADE DA MISSÃO


É-nos dada hoje, Domingo III da Páscoa, a graça de escutar a página sublime do Evangelho de Lucas 24,35-48, em que Jesus Ressuscitado se faz ver aos seus discípulos reunidos, que são «os Onze e os outros com eles» (Lucas 24,33), dissipa as suas dúvidas e os seus medos, e lhes indica o sentido da Escritura, ao mesmo tempo que abre diante dos seus olhos o sentido obrigatório da missão. Podem assaltar-nos questões como estas: a) o que terá acontecido àqueles discípulos depois da morte de Jesus?; b) como chegaram ao ponto de afirmar a sua ressurreição?; c) terão sido vítimas de alguma desmedida ilusão?; d) auto-convenceram-se de que a obra de Jesus não podia terminar com aquela morte?; e) é a partir de si mesmos que chegam à fé na ressurreição, e que começam a anunciar convictamente que Jesus está vivo? A página do Evangelho de hoje ajuda-nos a compreender melhor os acontecimentos.