INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 19 de novembro de 2016

SÓ O MODO DO AMOR É SOBERANO

7. Aí está a página divina deste Último Domingo do Ano Litúrgico, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo: Lucas 23,35-43. Texto espantoso. É preciso vir um pouco atrás buscar o fio de sentido deste imenso texto. Diz, na verdade, Lucas 23,32 que «Eram conduzidos também com Ele outros dois malfeitores para serem executados». Sim, o texto diz, com espantosa precisão teológica, «outros dois malfeitores». Ao dizer «outros dois malfeitores», o texto está a dizer que Jesus, o Justo, é também um malfeitor! Aí está o Livro a abrir-se perante os nossos olhos atónitos! O quarto Canto do Servo do Senhor já dizia que o Servo Justo «Foi contado entre os malfeitores» (Isaías 53,12). Sim, Ele é um de nós! Não passa ao nosso lado ou por cima de nós, mas desce ao nosso chão, abraça-nos e absorve os nossos males.

12. Vem, Senhor Jesus! Ilumina com a tua Luz nova as trevas, as pregas e as pedras da calçada do nosso coração empedernido. Reina sobre nós, Salva-nos, Justifica-nos, Perdoa-nos, Recria-nos. Faz-nos outra vez à tua Imagem. Dissolve a besta brava que há em nós e que, à imagem de Caim, não fala, mas trucida e come o outro (Génesis 4,8). Bem visto por Judas na sua pequena Carta, infelizmente pouco lida e meditada: «Aqueles que seguem o caminho de Caim são como animais sem palavra» (Judas 10-11).

13. «Jesus, lembra-te de mim quando vieres com o teu Reino».

NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO


SALMO RESPONSORIALSalmo 121 (122), 1-2.4-5 (R. cf. 1) 
Refrão: Iremos com alegria para a casa do Senhor.

Alegrei-me quando me disseram: 
«Vamos para a casa do Senhor». 
Detiveram-se os nossos passos 
às tuas portas, Jerusalém.

Jerusalém, cidade bem edificada, 
que forma tão belo conjunto! 
Para lá sobem as tribos, 
as tribos do Senhor.

Para celebrar o nome do Senhor, 
segundo o costume de Israel; 
ali estão os tribunais da justiça, 
os tribunais da casa de David.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

BISPO CONVIDA A DIOCESE À CELEBRAÇÃO DO ENCERRAMENTO DO JUBILEU

O bispo do Porto convidou a diocese a celebrar a conclusão do Jubileu este domingo na Missa das 16h00, na Sé da cidade, e sublinha o “apelo a vidas transformadas pela misericórdia de Deus” no Ano Santo extraordinário.

“Percebemos bem como a Igreja precisava desta lufada de nova missão que irrompe da misericórdia divina, acolhida e traduzida na vida de todos os dias. E não nos surpreende a alma aberta do mundo que acolheu esta iniciativa do Papa Francisco com alargada aprovação e atento interesse”, assinala D. António Francisco dos Santos.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

LECTIO DIVINA - Evangelho: Lc 19, 41-44


Meditar a Palavra

Reconhecer. A palavra de hoje é esta, “conhecer”, “reconhecer” aquele que pode trazer paz à minha vida. Jesus é aquele que pode transformar tudo em mim. Ele pode alterar todas as coisas da minha vida. A derrocada pode ser evitada se eu abrir as portas a Jesus. Posso evitar ser invadido, posso impedir que me assaltem os inimigos, se deixar entrar Jesus a fazer parte da minha vida. Jesus chora diante de mim, ao ver que tenho tudo para ser feliz, para experimentar a paz, para viver uma vida nova, e que não sei usar todos os meus dons nesse sentido porque não o reconheço. Não quero ficar indiferente diante das lágrimas de Jesus.

Rezar a Palavra

Eu quero reconhecer que só tu me podes dar a paz, Senhor. Eu quero ser lugar onde tu entras e não deixas entrar os inimigos. Eu quero ser muralha forte, baluarte seguro pela tua presença em mim. Concede-me a graça de ser salvo pelas tuas lágrimas.

http://aliturgia.com/quinta-feira-da-semana-xxxiii-do-tempo-comum-2/

Quinta-feira da Semana XXXIII do Tempo Comum


Evangelho: Lc 19, 41-44

Naquele tempo, quando Jesus Se aproximou de Jerusalém, ao ver a cidade, chorou sobre ela e disse: «Se ao menos hoje conhecesses o que te pode dar a paz! Mas não. Está escondido a teus olhos. Dias virão para ti, em que os teus inimigos te rodearão de trincheiras e te apertarão de todos os lados. Esmagar-te-ão a ti e aos teus filhos e não deixarão em ti pedra sobre pedra, por não teres reconhecido o tempo em que foste visitada».

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

"OS TEMPOS DO CORAÇÃO"


É fácil ser religioso; difícil é ser espiritual. A vida religiosa requer que nós sejamos apenas para o outro; a vida espiritual requer que sejamos compassivos para com o outro.

Para sermos profundamente espirituais e completamente compassivos, devemos recordar que a pessoa necessitada é apenas outra versão de nós próprios, com a qual talvez ainda tenhamos de travar conhecimento na vida, mas que um dia se revelará.

O mundo não se cura a si próprio. Só um coração compassivo o pode fazer.

VOLUNTARIADO - Banco Alimentar Contra a Fome

Os Bancos Alimentares Contra a Fome voltam a apelar à generosidade do público em mais uma campanha de recolha de alimentos no fim-de-semana de 3 e 4 de Dezembro de 2016, em superfícies comerciais e na Internet.
COLABORA!

http://www.porto.bancoalimentar.pt/

CATEQUESE - REUNIÃO COM PAIS


Convidam-se os pais das crianças  do 3ºano de catequese e adolescentes, que se preparam para receber o Sacramento do Batismo, para uma reunião muito importante, sábado, 19 de novembro, 17h00, no centro paroquial.

EUCARISTIA COM A CATEQUESE


SOLENIDADE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO
Sábado, 19 de Novembro, 16h00, Capela de S. Martinho.
CONVITE à presença de todos os anos de catequese

Esta Eucaristia será dinamizada pelo 7º ano de catequese.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

"NAMASTÉ - A luz de Deus em mim saúda a luz de Deus em ti”

«Retratos que espelham a nobreza e a dignidade das pessoas que vivem em contextos de extrema miséria, mergulhadas numa realidade tão dura que as fez perder o distanciamento crítico e a capacidade de reconhecer a sua beleza.»

Este é o coração do livro "Namasté – A luz de Deus em mim saúda a luz de Deus em ti”, do padre e fotógrafo Paulo Teia, recentemente lançado pela editora Frente e Verso, em que o religioso da Companhia de Jesus narra a sua experiência de encontro com os mais marginalizados durante uma viagem de dois meses pela Índia.

"HÁ CRISTÃOS QUE NÃO PERCEBEM QUANDO O SENHOR BATE À PORTA" - Papa Francisco

O Papa alertou hoje na homilia para a tranquilidade “sem consistência” dos mornos, considerando que existem cristãos que “não percebem quando o Senhor bate à porta”.

“Eu sei distinguir no meu coração quando o Senhor me diz ‘acorda’? Quando me diz ‘abre’? E quando me diz ‘desce’? Que o Espírito Santo nos dê a graça de saber discernir estes chamados”, comentou Francisco, na homilia da Missa a que presidiu na Capela da Casa de Santa Marta.

O pontífice argentino deu como exemplo a passagem do Evangelho lida hoje nas igrejas de todo o mundo, que narra o episódio de Jesus com Zaqueu e da sua “curiosidade” que “foi semeada pelo Espírito Santo”.

“A iniciativa vem do Espírito em direção ao Senhor, levanta os olhos e diz: ‘Vem, convida-me para ir à tua casa’”, comentou, explicando que o “Senhor está sempre com amor para corrigir ou para convidar para jantar ou para ser convidado”.

PORTUGAL: PASTORAL COM SURDOS DESAFIA A IGREJA CATÓLICA

A coordenadora do Serviço Pastoral a Pessoas com Deficiência (SPPD) explicou hoje preocupações e desafios de “dar voz” ao que as pessoas com deficiência pedem à Igreja Católica, no contexto do Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa.

“Das grandes preocupações, como serviço da Conferência Episcopal Portuguesa, é a dificuldade que tem havido na Igreja de conseguir responder às necessidades das pessoas surdas porque quando se fala na Eucaristia, um sacramento para os cristãos mas não é o primeiro anúncio da fé”, assinala Maria Isabel Vale.

“Não conhecemos formação de catequistas em Língua Gestual. Temos muita dificuldade, naquilo que chega ao nosso conhecimento, das nossas comunidades abram a acolher famílias com crianças surdas”, desenvolve.

“As comunidades têm de ser na relação, no ouvir as pessoas, acolher e dar-lhes resposta. As comunidades cristãs são de relação com Jesus e as pessoas, é preciso conhecer a língua do irmão”, acrescenta a coordenadora do SPPD.

LECTIO DIVINA Terça-feira da Semana XXXIII do Tempo Comum

Evangelho: Lc 19, 1-10
Rezar a Palavra

Ensina-me Senhor, a atitude de Zaqueu. Faz-me correr pelas avenidas, ruas e travessas da minha vida à tua procura. Não me deixes ficar parado nos cantos, nos becos por onde ninguém passa. Não permitas que me acomode no canto do meu eu, mas faz-se sair a fim de que me encontres para o desafio de largar tudo o que me impede de te deixar instalar em mim.

domingo, 13 de novembro de 2016

COHEN TEÓLOGO

Leonard Cohen foi um grande teólogo deste tempo. Afirmá-lo não é a cedência fácil à comoção da sua partida. Reconhecê-lo é, antes, sublinhar um dos traços que fizeram dele, como bem anotava o seu epitáfio no Twitter, um "visionário" na música contemporânea. E não é um lapso que o considere precisamente teólogo. Porque a religiosidade da sua música vai muito para lá das referências bíblicas, espirituais e transconfessionais com que se tece a sua lírica. Porque o eco de Deus na sua obra afina-se com esse diálogo, mas nasce antes e vai mais longe. Nasce de uma inquietude perante a vida que não se sabe dizer sem Deus. E chega à hipótese de um divino ferido, amigo, portanto, do percurso acidentado de Cohen e também de todos os que têm de lutar para crer. Dir-se-ia que a gravidade do seu timbre foi feita para a gravidade do que ele canta. O casamento nele entre voz e palavra não poderia ter sido mais indissolúvel e fecundo.

Sabemos que, historicamente, as Igrejas, tal como os Estados, partidos e ideologias, tiveram dificuldades com os artistas, porque de vez em quando eles fazem e dizem coisas que não estavam no programa, e seguem por caminhos que talvez não fossem os mais ortodoxos, ou mais justos, segundo o entender de quem o diz.

Cantando e escrevendo, Cohen pensou, desabafou, rezou, amou. Sempre com aquele jeito cavalheiresco cultuado noutras eras. Porque assim era, um gentleman em palco e fora dele. Honrou assim o nome que celebrizou. Foi kohen, isto é, sacerdote, fazendo das letras e da música como que um santuário. Porque a forma mais recorrente de Deus na sua obra será mesmo a da invocação. E também assim se faz e fez teologia. Não apenas falando de Deus, mas falando a Deus. 

É O AMOR O QUE FICA DO QUE PASSA!

8. Trabalhai com diligência e amor. Semeai o vosso trigo, tratai-o com carinho, limpai-o da palha que o possa afogar, regai-o, colhei-o com alegria, moei-o, amassai a farinha com as vossas mãos limpas e carinhosas, acendei o forno com cuidado, cozei o vosso pão, parti-o e comei-o à vossa mesa, com uma vela acesa! Chamai o pobre, fazei-o entrar e sentar, alumiai-o e alimentai-o. Agasalhai-o. É a lição de São Paulo aos Tessalonicenses 3,7-12.

9. Sim, meus irmãos, o fio de ouro, a filigrana, que atravessa a história, é o amor. É o que fica do que passa. É, portanto, o amor que julga, isto é, que põe em crise, a nossa história e a nossa vida vã e banal. O fim do mundo é o amor que ama. O fim de um mundo. O fim do meu mundo egoísta, egocêntrico e egolátrico, assente apenas nos meus instintos e interesses. Quero dizer: aquilo que põe fim a este meu mundo vão e banal é o amor que ama, e, porque ama, é pessoal, é uma pessoa, é Deus que vem, amando, e me faz ver, amando-me, como eu tenho andado distraído e enganado, que nem tenho reparado no seu amor!

10. Cantai, pois, um cântico novo, que tenha a idade e a fidelidade do amor, ao Deus que vem para julgar amando, e renovar, sempre amando e acariciando, a terra do nosso coração. E Levantar-se-á então, desde o santuário do nosso emocionado coração, o hino coral e universal, que é o belo Salmo 98. Tudo e todos são chamados a formar uma bela orquestra, que nunca deixe de cantar os louvores de Deus. Desde o Templo (harpa, cítara, shôphar) até à inteira criação: mar e terra, rios (que são os braços e as mãos do mar, e, por isso, batem palmas), montes e colinas. Cantai, pois, um cântico novo, que tenha a idade e a fidelidade do amor, ao Deus que vem para julgar, amando, e renovar, sempre amando e acariciando, a terra, às vezes dura, do nosso coração.

D. António Couto
https://mesadepalavras.wordpress.com/2016/11/12/e-o-amor-o-que-fica-do-que-passa/

É O AMOR O QUE FICA DO QUE PASSA!

5. É esta Presença, esta Voz, que Hoje nos chama e diz que nos ama, que deve reclamar toda a nossa atenção, o nosso coração inteiro. Portanto, silêncio em nós. Pausa e bemol. Tempo novo de deixar falar o Espírito (Lucas 12,12) e Jesus (Lucas 21,15). Não há lugar para atitudes de autodefesa («não prepareis a vossa defesa»), mas para «o testemunho».

6. No Templo ardia o fogo perpétuo no altar do incenso, cuidado e renovado duas vezes ao dia, nove da manhã e três da tarde, pelo sacerdote de turno. Esse fogo era o sinal desta Presença amante e interpelante. Nas nossas Igrejas arde permanentemente aquela frágil lamparina, luzinha acesa junto do Sacrário, que assinala esta Presença, este Presente. Não nos deixemos distrair ou perturbar com o acidental. Velemos por esta Presença essencial, que vela por nós sempre. Afinal, é «Na tua Luz que veremos a Luz» (Salmo 36,10).

7. Esta Luz pequenina, vou deixá-la brilhar! Está acesa no mundo para alumiar e aquecer a nossa vida, purificar o nosso coração esclerosado, empedernido, atulhado de impurezas e asperezas, e sinalizar rumos novos, tenros, ternos, verdadeiros. Cuidado convosco! Não suceda que essa luzinha, essa chamazinha que arde mansamente, se transforme num fogo ardente, incontrolável, que queima a vossa palha (Malaquias 3,19). Diz-nos Malaquias, na lição de hoje (3,19-20), que o fogo tanto pode queimar como alumiar. O problema não está no fogo. Está na palha. Deixai-vos então alumiar, e limpai já o vosso coração de toda a tralha que possa fazer com que aquela luzinha, aquela chamazinha, em vez de alumir, se venha a transformar num fogo inextinguível. Bem nos exorta São Paulo: «Veja cada um como constrói: com ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno ou palha. A obra de cada um será posta em evidência. O Dia que há de vir torná-la-á conhecida, pois ele manifestar-se-á pelo fogo, e o fogo provará o que vale a obra de cada um» (cf. 1 Coríntios 3,10-13)...

D. António Couto

É O AMOR O QUE FICA DO QUE PASSA!

1. Eis-nos aqui, neste caminho e neste hoje. Passamos, vemos e somos vistos. Entramos no Templo ou na Igreja da nossa terra, cheia de belas pedras, painéis, lustres, imagens, talhas douradas, toalhas de linho, música e flores. Também de gente bem vestida e perfumada.

2. Cá fora, lá fora, as guerras continuam, como continuam as catástrofes, as crises, as riquezas, as pobrezas, os impérios, os imperadores e as tiranias, os turistas que tiram fotografias, filmam pedras que julgam interessantes, a canalha, os pardais, os pares de namorados, os velhinhos sentados na soleira da sua porta, os vendedores fanáticos de qualquer seita, que tão depressa vaticinam desastres, como fabricam e vendem mezinhas e remédios, sonhos e futuros fáceis, enlatados, prefabricados, à medida, prontos a vestir ou a viver, mas também continuam as falências, as insolvências, as dores, as doenças, as desavenças, os desentendimentos familiares.

3. Dentro do Templo, e não fora dele, à saída, como narram os Evangelhos de Mateus e Marcos, o Jesus de Lucas 21,5-19, que temos a graça de ouvir neste Domingo XXXIII do Tempo Comum, faz ver e compreender aos seus discípulos de ontem e de hoje como tudo é passageiro e efémero, «tão cedo passa tudo quanto passa»! Passam as belas pedras e as flores, os perfumes, os impérios, as palavras, as guerras, as tragédias!

4. Nós fazemos quase sempre perguntas superficiais e epidérmicas, sem sentido: «Quando, e como se poderá saber quando será será o fim destas coisas, deste mundo, deste tempo?!». É evidente que Jesus não nos responde directamente, mas adverte-nos: «Não vos deixeis enganar, nem perturbar!». E aproveita a embalagem para orientar o nosso olhar e o nosso coração para o essencial: o fim não deve desviar-nos e distrair-nos do Presente, da Presença, d’Aquele que não passa, e em Quem devemos sempre saber pôr o coração, biblicamente falando, pôr a a nossa atenção.

D. António Couto

DOMINGO XXXIII DO TEMPO COMUM

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas (Lc 21,5-19)

Naquele tempo, comentavam alguns que o templo estava ornado com belas pedras e piedosas ofertas. Jesus disse-lhes: «Dias virão em que, de tudo o que estais a ver, não ficará pedra sobre pedra: tudo será destruído». Eles perguntaram-Lhe: «Mestre, quando sucederá isto? Que sinal haverá de que está para acontecer?». Jesus respondeu: «Tende cuidado; não vos deixeis enganar, pois muitos virão em meu nome e dirão: ‘Sou eu’; e ainda: ‘O tempo está próximo’. Não os sigais. Quando ouvirdes falar de guerras e revoltas, não vos alarmeis: é preciso que estas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim». Disse-lhes ainda: «Há-de erguer-se povo contra povo e reino contra reino. Haverá grandes terramotos e, em diversos lugares, fomes e epidemias. Haverá fenómenos espantosos e grandes sinais no céu. Mas antes de tudo isto, deitar-vos-ão as mãos e hão-de perseguir-vos, entregando-vos às sinagogas e às prisões, conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome. Assim tereis ocasião de dar testemunho. Tende presente em vossos corações que não deveis preparar a vossa defesa. Eu vos darei língua e sabedoria a que nenhum dos vossos adversários poderá resistir ou contradizer. Sereis entregues até pelos vossos pais, irmãos, parentes e amigos. Causarão a morte a alguns de vós e todos vos odiarão por causa do meu nome; mas nenhum cabelo da vossa cabeça se perderá. Pela vossa perseverança salvareis as vossas almas».

FOLHA DOMINICAL - informações e reflexões importantes para toda a comunidade