INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 7 de abril de 2012

PELA CRUZ glória da RESSURREIÇÃO

Há 2000 anos que a comunidade cristã evoca o poder do anúncio da Páscoa da Ressurreição de Jesus: «Cristo, minha esperança, ressuscitou e precede-nos na Galileia.» (Cf Mc 16,7) Esse anúncio, antigo e sempre novo, é a esperança que anima os cristãos no meio das tribulações e desafios da vida. Jesus Cristo, Caminho de vida e de paz, deixou a cada cristão uma certeza: «No mundo tereis aflições, mas tende confiança! Eu venci o mundo.» (Jo, 16,33)


Pe. Agostinho França

SEXTA-FEIRA SANTA - Adoração da Cruz

"Pai, em vossas mãos 
entrego o meu espírito."
"Cristo obedeceu até à morte e morte de cruz. 
Por isso Deus O exaltou e Lhe deu um nome 
que está acima de todos os nomes."
Filip 2, 8-9
"Meu povo, que te fiz Eu? 
Em que te contristei? Responde-Me."
Ó Cruz fiel, árvore 
entre todas a mais nobre: 
Nenhum bosque tal produz 
em folhagem flor e frutos. 
Doce lenho, doces cravos, 
doce peso sustentais. 

VIA-SACRA

Neste tempo de Quaresma, nós queremos pedir perdão, Senhor, por todas as vezes em que abandonámos os irmãos à sua dor, por todas as vezes em que, na nossa solidão e angústia, não nos abrimos à vontade do Pai.
Senhor, perdoa todas as nossas pequenas e grandes traições. Todas as nossas hipocrisias, as palavras de falsa amizade e compaixão. Converte-nos à verdade e à transparência e ensina-nos a perdoar toda a traição como Tu fizeste.
Perdão, Senhor, por todas as nossas palavras e silêncios que deixam nos nossos irmãos as marcas da suspeita, por todos os nossos apressados julgamentos dos outros; por todos os testemunhos falsos com que manchamos a vida dos nossos irmãos.
Senhor, perdoa-nos a cobardia que nos faz esconder a tua face e o teu nome.
Perdoa as vezes em que, por medo ou por acanhamento, não termos a coragem de revelar a nossa identidade de crentes.  Ajuda-nos, Senhor, a olhar os nossos irmãos com um olhar de ternura e de amor e, como Pedro, a chorar de amor.
Perdão, Senhor, por todas as vezes em que não fomos coerentes com o que somos e pensamos e nos  deixámos arrastar pelas palavras e pelas normas do consumo.
Perdão por todas as vezes em que não participamos na vida colectiva com a responsabilidade dos valores que defendemos. Perdão, Senhor, por todas as vezes em que não afirmámos o nosso direito à discordância, quando valores fundamentais estavam a ser postos em causa.
Senhor, perdoa todas as nossas pequenas e grandes traições. Todas as nossas hipocrisias, todos os laços com que enredamos os nossos irmãos. Perdoa as nossas palavras de falsa amizade e compaixão, as nossas palavras de circunstâncias. Perdoa a ganância do nosso coração e converte-nos à verdade e à transparência, à amizade verdadeira e profunda com os outros...

QUINTA-FEIRA SANTA

Dou-vos um mandamento novo, diz o Senhor: 
Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei. 
Jo 13, 34



“Eu Vos amo, meu Deus,
e o meu único desejo é amar-Vos até o último suspiro da minha vida.
Eu Vos amo, Deus infinitamente amável,
e prefiro morrer amando-Vos a viver um só instante sem Vos amar.
Eu Vos amo, Senhor,
e a única graça que Vos peço é a de amar-Vos eternamente.
Eu Vos amo, meu Deus, e desejo o céu
para ter a felicidade de Vos amar perfeitamente.
Meu Deus, se a minha língua não Vos pode dizer a todo o momento que Vos
amo, quero que o meu coração Vo-lo repita cada vez que respiro.
Meu Deus, concedei-me a graça de sofrer amando-Vos
e de Vos amar sofrendo.
Eu Vos amo, meu divino Salvador, porque fostes crucificado por mim
e porque me tendes aqui em baixo crucificado por Vós.
Meu Deus, concedei-me a graça de morrer amando-Vos
e de saber que Vos amo.
Meu Deus, à medida que me aproximo do meu fim,
concedei-me a graça de aumentar e aperfeiçoar o meu amor.
Amém”.

(S. João Maria Vianney)

quinta-feira, 5 de abril de 2012

VIA-SACRA

Realiza-se amanhã, 6 de Abril - Sexta-Feira Santa -  a Via-Sacra, com organização do 8º ano e participação de toda a catequese.
Pelas 14h30, vamos encontrar-nos nos Ribeirais - Parque de S. Caetano, e daremos início à Via-Sacra pelas  15h00. Este ano com a proposta de "CAMINHO DA CRUZ. 16 OLHARES".
A Via-sacra foi das celebrações da espiritualidade cristã que mais se enraizou na vida dos cristãos, sobretudo no Tempo da Quaresma. Actualmente, porque reduzida praticamente ao campo devocional, perdeu em muitas comunidades o seu lugar e o sentido evangelizador. Sendo uma útil catequese cristológica, de tipo narrativo, este «caminho» é possibilita uma compreensão mais real da «forma amorosa» como Deus, em Jesus Cristo, assumiu a condição humana na sua integralidade. Ao mesmo tempo, esta celebração é também um desafio a perceber o itinerário que conduz à participação da verdadeira VIDA DO RESSUSCITADO.

Intitulada de «Caminho da Cruz. 16 olhares», a presente proposta quer ainda ajudar a entender como é actual e existencial este caminho de Cristo. Mais: quer mostrar que a «peregrinação» até ao Calvário é permanente e tem a ver com todos aqueles que, ao longo da história, se identificam com Jesus Cristo.

P. Rodolfo Leite

ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

ORAÇÃO

“Eu Vos amo, meu Deus,
e o meu único desejo é amar-Vos até o último suspiro da minha vida.
Eu Vos amo, Deus infinitamente amável,
e prefiro morrer amando-Vos a viver um só instante sem Vos amar.
Eu Vos amo, Senhor,
e a única graça que Vos peço é a de amar-Vos eternamente.
Eu Vos amo, meu Deus, e desejo o céu
para ter a felicidade de Vos amar perfeitamente.
Meu Deus, se a minha língua não Vos pode dizer a todo o momento que Vos
amo, quero que o meu coração Vo-lo repita cada vez que respiro.
Meu Deus, concedei-me a graça de sofrer amando-Vos
e de Vos amar sofrendo.
Eu Vos amo, meu divino Salvador, porque fostes crucificado por mim
e porque me tendes aqui em baixo crucificado por Vós.
Meu Deus, concedei-me a graça de morrer amando-Vos
e de saber que Vos amo.
Meu Deus, à medida que me aproximo do meu fim,
concedei-me a graça de aumentar e aperfeiçoar o meu amor.
Amém”.


(S. João Maria Vianney)

quarta-feira, 4 de abril de 2012

TRÍDUO PASCAL - Celebrações na Paróquia


QUINTA-FEIRA SANTA

Quinta-Feira Santa:
Dia de Alegria,
da Eucaristia.
de nova sintonia.
Em alta frequência,
alto amor, alta fidelidade, hi-fi.
Seja esta, Senhor,
a nova caligrafia da nossa Poesia.

Dá-nos, Senhor, um coração novo,
capaz de conjugar em cada dia
os verbos fundamentais da Eucaristia:
RECEBER,
BENDIZER e AGRADECER,
PARTILHAR e DAR,
COMEMORAR,
ANUNCIAR e ESPERAR.

Dá-nos, Senhor,
um coração sensível e fraterno,
capaz de escutar e de recomeçar.
Mantém-nos reunidos, Senhor,
à volta do Pão e da Palavra.

Ensina-nos, Senhor,
a saber colher o Teu amor
semeado e redentor.

Única fonte de sentido
que temos para oferecer
a este mundo
de que és o único Salvador.

Dom António Couto, Bispo de Lamego

Eucaristia com a Catequese

Celebração dos Ramos
 31.03.2012
Na alegria e entusiasmo de todos, sobretudo dos mais pequenos, com ramos de oliveira e de alecrim, a nossa catequese aclamou o Senhor cantando “Hossana, Filho de David”, lembrando a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém para a celebração da Páscoa.
Os 6.º e 11.º anos prepararam a Eucaristia com todo o empenho. O 6.º ano no exterior da capela concretizou um diálogo em palavras simples e adequadas à compreensão dos mais pequenos.
Em procissão, agitando os ramos, entraram na capela para aí dar lugar à celebração da Eucaristia com uma dimensão celebrativa diferente, própria deste tempo que precede a Páscoa.
Também as crianças leram muito bem o evangelho, na forma breve, que nos traz a belíssima e profunda Palavra centrada numa ondulação tensa entre a interrogação dramática em cada momento difícil das nossas vidas “Senhor, Senhor, porque me abandonaste?” e a esperança confiante no Autor da Vida “ Nas Tuas mãos entrego o meu espírito”.
O 11.º ano no final deu graças, traduzindo em indeléveis gestos dançantes essa esperança, esse abandono nos braços do Pai, essa ondulação da nossa vida entre o clamor perante o sofrimento e a entrega ao plano de Deus.
Assim se viveu e sentiu a Eucaristia.