INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

DIA MUNDIAL DO DOENTE


Ó Maria
 aurora do mundo novo, 
Mãe dos viventes,
confiamo-Vos a causa da vida: 
olhai, Mãe, para o número sem fim 
de crianças a quem é impedido nascer, 
de pobres para quem se torna difícil viver, 
de homens e mulheres 
vítimas de inumana violência, 
de idosos e doentes assassinados 
pela indiferença ou por uma falsa compaixão.
Fazei com que todos aqueles 
que crêem no vosso Filho 
saibam anunciar com desassombro o amor 
aos homens do nosso tempo 
o Evangelho da vida.
Alcançai-lhes a graça de o acolher 
como um dom sempre novo, 
a alegria de o celebrar com gratidão 
em toda a sua existência 
e a coragem para testemunhar com laboriosa tenacidade, 
para construírem, juntamente com todos os homens de boa vontade, 
a civilização da verdade e do amor, para louvor e glória 
de Deus Criador e amante da vida.

João Paulo II

DOMINGO VI DO TEMPO COMUM - Ano B

EVANGELHO Mc 1, 40-45
«A lepra deixou-o e ele ficou limpo»


Segundo a mentalidade da época de Jesus, o leproso era um pecador e um maldito! Tinha que viver isolado, apresentar-se andrajoso e avisar, aos gritos, o seu estado de impureza, a fim de que ninguém se aproximasse dele. Não tinha acesso ao Templo, nem sequer à cidade santa de Jerusalém, a fim de não conspurcar, com a sua impureza, o lugar sagrado. O leproso era o protótipo do marginalizado, do excluído, do segregado. Cabia aos sacerdotes diagnosticar a lepra e declarar impuro o doente, o qual deveria ser distanciado da comunidade e ficar fora dos povoados, até uma eventual e bem certificada cura. Por isso, distância com ele! E o leproso lá ficava, numa espécie de «sala de chuto», fora da vida, a vegetar até morrer!

Jesus não teme o contágio do leproso que se aproxima! Infringe o regulamento. Rompe o cordão sanitário e entra em «área desprotegida». Não há fronteiras que limitem o amor. Há uma compaixão que O move! Jesus pisa o risco e o leproso ganha coragem e salta fora da linha contínua. «Prostrou-se de joelhos diante de Jesus e suplicou-lhe: «Senhor, se quiseres, podes purificar-me». Para ele, mais importante do que ser curado, é ser olhado, acolhido, tocado, amado. Nesse sentido, a sua cura já tinha começado! E se havia dúvidas, a resposta de Jesus é clara: «Quero. Fica limpo». «A lepra deixou-o. E ele ficou purificado»!



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

DIA PAROQUIAL DO DOENTE

Domingo, 12 de Fevereiro, 
Eucaristia e Santa Unção, Capela de S. Martinho
A Equipa da Pastoral da Saúde e os MECs estão a preparar este dia de Encontro já tradicional na nossa Paróquia, com a Eucaristia e Unção dos doentes, seguindo-se o almoço e lanche  no Centro Paroquial. Podem e devem inscrever os nossos doentes, os mais idosos e os que se encontram sós.
O jovens também vão colaborar neste dia, ajudando no acolhimento e dinamizando a parte da tarde com a sua alegria e juventude.

«Levanta-te e vai, a tua fé te salvou!» (Lc 17, 19

"O encontro de Jesus com os dez leprosos, narrado no Evangelho de são Lucas (cf. Lc 17, 11-19), de maneira particular as palavras que o Senhor dirige a um deles: «Levanta-te e vai, a tua fé te salvou!» (v. 19), ajudam a tomar consciência acerca da importância da fé para aqueles que, angustiados pelo sofrimento e pela enfermidade, se aproximam do Senhor. No encontro com Ele, podem experimentar realmente que quantos acreditam nunca estão sozinhos! Com efeito, no seu Filho Deus não nos abandona às nossas angústias e sofrimentos, mas está próximo de nós, ajuda-nos a suportá-los e deseja curar profundamente o nosso coração (cf. Mc 2, 1-12).
Papa Bento XVI 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

CCA – CICLO DE CONVERSAS AMPLAS - Quinta e última Conferência

Sobre Comunicação e Família-desafios sempre novos
  
No último dia de janeiro, teve lugar a última conferência deste ciclo de conversas amplas. Foi um “serão” agradável a ver (pelo olhar de um jornalista) a televisão por “dentro”.
A iniciar, visualizou-se um pequeno filme em que a televisão, enquanto meio de comunicação poderoso, era o protagonista bom da fita.
Pura ilusão! Demonstraria logo a seguir o orador da noite, sabendo bem do que falava, num discurso espontâneo, fluente e coloquial.
As pessoas, em geral, não têm domínio sobre a televisão, meio de comunicação violento não só para quem vê, mas também para quem lá trabalha.
Normalmente, dos primeiros gestos que as pessoas têm, quando chegam a casa, é ligar a televisão, pois esta funciona como companhia (para muitos idosos é mesmo a única companhia e a sua janela para a rua e para o mundo).
E quem trabalha na televisão sabe disso, pelo que a primeira tarefa, quando chega de manhã ao trabalho, é ver as audiências do dia anterior. O papel que atualmente a televisão tem na sociedade é dar o que as pessoas querem ver.
Os grupos económicos que detêm os canais televisivos querem que a televisão seja rentável e para o ser tem que haver audiência. Por isso é necessário ir ao encontro do gosto de quem vê. Os critérios jornalísticos em televisão já, há muito, deixaram de ser paradigma.
A televisão debita para dentro da casa de cada um tudo sem qualquer filtro.
 É o domínio da televisão sobre as pessoas. Ela veio diluir a conversa na família. Mantem a todos entretidos, principalmente os mais novos (o que dá jeito!).
A imagem impõe-se a toda a família, comprovando que “uma imagem vale mais que mil palavras”.
Porém, a informação nos termos em que agora é dada pelos quatro canais irá desaparecer em breve.
 As novas tecnologias permitem às gerações mais novas escolher o que querem ver, escolher as notícias e todo o tipo de informação. Têm uma imensa panóplia de televisão por cabo.
Quem trabalha em televisão também é dominado por ela. Contrariamente ao que se passa noutros países, importa que o pivot de televisão tenha uma imagem jovem, fresca, bonita, independentemente da sua experiência profissional.
A crise pode ser uma oportunidade para olhar uns para os outros, que é o que não fazemos, e falar mais uns com os outros.
Para finalizar este ciclo de conferências esta é uma boa mensagem: OLHAR MAIS UNS PARA OS OUTROS; FALAR UNS COM OS OUTROS. Gostaria ainda de acrescentar: OUVIR UNS AOS OUTROS.
Conceição Rocha
31.01.2012 
 Grupo Dramático de Vilar do Paraíso

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Evangelho segundo S. Marcos 6,53-56.

«E quantos O tocavam ficavam curados»
Pois se, quando [Jesus] andava neste mundo, só o tocar as Suas vestes sarava os enfermos, como duvidar, se temos fé, de que faça milagres estando assim dentro de nós [na comunhão eucarística], e de que nos dará o que Lhe pedirmos estando Ele em nossa casa (Ap 3,20)? Não costuma Sua Majestade pagar mal a pousada quando Lhe dão boa hospedagem. E, irmãs, se vos dá pena o não O ver com os olhos do corpo, tal não nos convém. [...]

Porque àqueles a quem vê que hão-de tirar proveito da Sua presença, Ele Se descobre e, ainda que O não vejam com os olhos do corpo, tem muitas maneiras de Se mostrar à alma por grandes sentimentos interiores e por diversas vias. Ficai-vos com Ele de boa vontade e não percais tão boa ocasião de a Ele vos dirigirdes, como é a hora depois de ter comungado.


Comentário ao Evangelho do dia feito por
Santa Teresa de Ávila (1515-1582), carmelita e Doutora da Igreja
Caminho de Perfeição, cap. 34, 9-11