INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 12 de setembro de 2020

SANTUÁRIO DE FÁTIMA

Peregrinação Aniversária 12 e 13 de Setembro 

A comunidade surda participa hoje, pela primeira vez, numa Peregrinação Internacional Aniversária, integrando-se no programa oficial. O terceiro mistério do Rosário, às 21h30, será rezado em Língua Gestual Portuguesa e interpretado também em Língua Gestual Internacional.

Siga em directo em https://www.fatima.pt/pt/pages/transmissoes-online

DOMINGO XXIV DO TEMPO COMUM

SALMO RESPONSORIAL 
Salmo 102 (103), 1-2.3-4.9-10.11-12 (R. 8)
Refrão: O Senhor é clemente e compassivo,
cheio de misericórdia para com todos.

Bendiz, ó minha alma, o Senhor
e todo o meu ser bendiga o seu nome santo.
Bendiz, ó minha alma, o Senhor
e não esqueças nenhum dos seus benefícios. 

Ele perdoa todos os teus pecados
e cura as tuas enfermidades.
Salva da morte a tua vida
e coroa-te de graça e misericórdia. 

Não está sempre a repreender,
nem guarda ressentimento.
Não nos tratou segundo os nossos pecados,
nem nos castigou segundo as nossas culpas. 

SÁBADO DA SEMANA XXIII DO TEMPO COMUM

Leitura I 1Cor 10, 14-22

Irmãos: Evitai adorar os falsos deuses. Falo-vos como a pessoas sensatas: ajuizai por vós o que vou dizer. Não é o cálice de bênção que abençoamos a comunhão com o Sangue de Cristo? Não é o pão que partimos a comunhão com o Corpo de Cristo? Visto que há um só pão, nós, embora sejamos muitos, formamos um só corpo, porque participamos do único pão. Olhai para o povo de Israel: Não estão os que comem as vítimas em comunhão com o altar? Que quero dizer com isto? Que a carne imolada aos ídolos é alguma coisa? Ou que o ídolo é alguma coisa? Pelo contrário, afirmo que as vítimas que os gentios sacrificam são imoladas aos demónios e não a Deus. E eu não quero que entreis em comunhão com os demónios. Não podeis beber do cálice do Senhor e do cálice dos demónios, não podeis participar da mesa do Senhor e da mesa dos demónios. Ou queremos desafiar o Senhor? Seremos nós mais fortes do que Ele?
(...)

Rezar a Palavra 

Tu, Senhor, és a pedra que dá firmeza à minha vida e à minha fé. Sem ti as minhas reflexões são pensamentos vazios, as minhas orações palavreado barato, os meus sentimentos emoções passageiras e a minha fé uma teimosia. No mistério da Eucaristia está a forma e o conteúdo de toda a minha existência. Purifica o meu olhar para que veja o fundamental cristão no meio de tantas manifestações religiosas que o mundo oferece, para que não me sente à mesa dos pagãos, eu que participo no pão da vida.

https://aliturgia.com/sabado-da-semana-xxiii-do-tempo-comum/

SANTÍSSIMO NOME DE MARIA


Salvé, Ó Virgem Maria, Santa Mãe do Rei,
Que rege o céu e a terra, pelos séculos dos séculos,
Que rege o céu e a terra, pelos séculos dos séculos.

PROTEGER-SE E PROTEGER OS OUTROS

 É um dever de todos e porque estamos perante um acentuado crescimento de contágios da COVID-19.

Como cristãos, e porque desejamos a continuidade das celebrações, lembramos a importância do cumprimento das regras de uso de máscara, higienização das mãos e distanciamento em todas celebrações comunitárias, ensaios, ou reuniões de grupos.

É recomendável que, para além da higienização das mãos, cantores e leitores não retirem a máscara no momento que leem ou cantam, pela quantidade de gotículas e aerossóis expelidos para a atmosfera por alguém que esteja infetado sem o saber. E, olhando a que o mesmo micro – sem desinfeção - é usado por 4 ou 5 pessoas… o resultado pode não ser o melhor. 

O momento da comunhão continua a suscitar sérias apreensões pelo incumprimento das regras definidas e que no cartaz são bastante claras.

1 - Distanciamento (ter 2 pessoas à frente);

2 – Retirar a máscara - puxando-a ligeiramente para o queixo - e desinfetar as mãos; 

3 - Comungar; 

4 - Colocar de imediato a máscara e desinfetar as mãos.

Celebrantes, Diáconos e Ministros Extraordinários da Comunhão, após comungarem e colocarem a máscara, devem proceder à correta higienização das mãos e só depois darem a comunhão aos fiéis. 

As equipas que no momento da comunhão se posicionam para ajudar os fiéis, devem ter em atenção o distanciamento referido no cartaz, colocar o gel desinfectante nas mãos de quem vai comungar e chamar a atenção para a colocação da máscara após a comunhão e a desinfeção das mãos. 

Juntos, com amor e paciência, cuidados acrescidos e a boa compreensão será possível minimizar os riscos, enfrentar esta pandemia que mudou a nossa a vida pessoal, familiar e comunitária na celebração da fé.

Que Deus Nosso Senhor esteja com todos.

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

RECORDANDO D. ANTÓNIO FRANCISCO DOS SANTOS

“Onde nos plantamos é que temos de florir e frutificar”. 

Assim recordamos D. António Francisco dos Santos na sua participação no Ciclo de Conversas Amplas, em 2016.
Rezemos hoje em sua memória, se possível, aceitando o convite de D. Manuel Linda, ou participando numa Eucaristia que seja mais conveniente a cada um. 
Também podemos fazer como disse D. António, nesse dia 29 de Janeiro de 2016, no CCA, em que recordava a importância de rezar todos os dias, como ele fazia e a pequena oração da sua mãe a Nossa Senhora  “Mãe Tu tudo podes porque és mãe de Deus e tudo deves porque és minha mãe”. 

D. ANTÓNIO FRANCISCO DOS SANTOS


CONVITE de D. Manuel Linda  

De acordo com uma piedosa tradição, no dia do falecimento do último bispo, neste caso, no terceiro aniversário da morte de D. António Francisco, celebrarei, na Sé, hoje, às 19 horas, pelos meus antecessores, padres e diáconos desta Diocese. Convido todos a participarem.

SEXTA-FEIRA DA SEMANA XXIII DO TEMPO COMUM

Leitura I 1Cor 9, 16-19.22b-27

Irmãos: Anunciar o Evangelho não é para mim um título de glória, é uma obrigação que me foi imposta. Ai de mim se não anunciar o Evangelho! Se o fizesse por minha iniciativa, teria direito a recompensa. Mas, como não o faço por minha iniciativa, desempenho apenas um cargo que me está confiado. Em que consiste, então, a minha recompensa? Em anunciar gratuitamente o Evangelho, sem fazer valer os direitos que o Evangelho me confere. Livre como sou em relação a todos, de todos me fiz escravo, para ganhar o maior número possível. Fiz-me tudo para todos, a fim de ganhar alguns a todo o custo. E tudo faço por causa do Evangelho, para me tornar participante dos seus bens. Não sabeis que na corrida dos estádios correm todos, mas só um recebe o prémio? Correi de modo que o alcanceis. Todo o atleta impõe a si mesmo rigorosas privações, para obter uma coroa corruptível; nós, porém, para recebermos uma coroa incorruptível. Eu corro, não como quem corre às cegas; eu luto, não como quem açoita o ar; mas castigo o meu corpo e reduzo-o à escravidão, não aconteça que, tendo pregado aos outros, venha eu a ser eliminado.
(...)
rezar a palavra
A tua palavra Senhor seja a força dos meus passos na paixão de vos servir e a minha alegria se renove no anúncio do evangelho, apesar da pobreza com que se reveste a minha vida.

compromisso
Ai de mim se não anunciar o evangelho!

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

FALECEU: JOSÉ ANICETO PEREIRA DE CASTRO


"Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé."
II Timóteo, 4



NOTA DE PESAR

Sem palavras que possam expressar toda a tristeza e consternação que sentimos pela perda deste irmão, sempre tão activo na nossa comunidade, ficamos em oração e apresentamos sentimentos de profundo pesar a toda a sua família.

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

LECTIO DIVINA

Rezar a palavra
Quero ser bem-aventurado, Senhor. Este meu desejo não é estranho, pois todos os homens desejam a bem-aventurança. Assusta-me saber da possibilidade de trocar os critérios e os valores com que me oriento na vida e acabar por pensar que a bem-aventurança está onde tu vês a maldição. Mostra ao meu coração, Senhor, o verdadeiro sentido e valor das realidades do mundo e dos homens para não desejar perder-me nelas ao ponto de lhes entregar toda a minha vida.

EVANGELHO Lc 6, 20-26


Naquele tempo, Jesus, erguendo os olhos para os discípulos, disse: «Bem-aventurados vós, os pobres, porque é vosso o reino de Deus. Bem-aventurados vós, que agora tendes fome, porque sereis saciados. Bem-aventurados vós, que agora chorais, porque haveis de rir. Bem-aventurados sereis, quando os homens vos odiarem, quando vos rejeitarem e insultarem e proscreverem o vosso nome como infame, por causa do Filho do homem. Alegrai-vos e exultai nesse dia, porque é grande no Céu a vossa recompensa. Era assim que os seus antepassados tratavam os profetas. Mas ai de vós, os ricos, porque já recebestes a vossa consolação! Ai de vós, que agora estais saciados, porque haveis de ter fome! Ai de vós, que rides agora, porque haveis de entristecer-vos e chorar! Ai de vós, quando todos os homens vos elogiarem! Era assim que os seus antepassados tratavam os falsos profetas».

QUARTA-FEIRA da Semana XXIII do Tempo Comum

Que o meu coração não fique preso às coisas deste mundo, mas de todas as coisas tenha consciência que são dom maravilhoso do teu amor, Senhor. Que a beleza deste mundo e as riquezas com que o adornaste sejam para mim motivo de louvor ao vosso nome e caminho para desejar habitar junto de ti, autor de todas as coisas.

terça-feira, 8 de setembro de 2020

BOA NOITE, MARIA

Boa noite, boa noite Maria.
Boa noite minha mãe. 

O dia foi lindo p’ra mim, 
foi lindo p’ra ti.
Harmonia.

Vivemos na mesma cruz, 
juntos com Jesus,
na alegria.

As horas de contemplação
 foram oração
em festa.

Agora, ao fim deste dia,
rezo a teu Jesus,
Maria.

A bênção p’ra todos os meus, 
para os pecadores
que são teus.

A paz para os que sofrerem
para os que morrerem
sem Deus.

CATEQUESE EM CASA

Natividade de Nossa Senhora

Um bom dia para falar às crianças do Aniversário de Nascimento de Nossa Senhora, pois é como na vida de todos nós, um dia muito especial, e, com o tal, uma ocasião propícia para lhes falar da importância de Maria, estar hoje com ela de forma mais íntima, por exemplo rezando o terço, ou outras orações, lendo textos ou poemas a ela dedicados. Também podemos rezar uma oração feita só com palavras nossas, ou até fazer-lhe um poema!

No final da oração que idealizarmos podemos cantar os parabéns!

Proposta para todas as famílias, também como forma de preparar o tempo de catequese que se aproxima. 

NATIVIDADE DA VIRGEM SANTA MARIA


SALMO RESPONSORIAL Salmo 12 (13), 6ab.6cd (R. Is 61,10)

Refrão: Exulto de alegria no Senhor.
Eu confiei na vossa bondade,
o meu coração alegra-se com a vossa salvação.
E cantarei ao Senhor
pelo bem que me fez.

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

TEMPO DA CRIAÇÃO

O mundo é algo mais do que um problema a resolver; é um mistério gozoso que contemplamos na alegria e no louvor. 
Papa Francisco

INSCRIÇÕES NA CATEQUESE

Lembramos que continuam abertas as inscrições para o 1º ano de catequese, e podem ser feitas no Cartório Paroquial, ou através da página paroquial, 
no módulo “serviços online”.

A inscrição tem um valor de cinco euros e os documentos necessários são o assento de nascimento, um comprovativo de batismo (se não foi batizado na nossa paróquia) e uma fotografia atualizada.

N.B.:Caso efetuem a inscrição online, podem fazer o pagamento para o NIB da Paróquia 0018 0000 1016 3256 0017 5 (Fábrica da Igreja Vilar do Paraíso) e enviar o comprovativo da transferência e a digitalização dos documentos referidos para um dos dois endereços de correio eletrónico: josepclima@gmail.com ou paroquiavilardoparaiso@gmail.com.

A inscrição só será concluída/validada com a apresentação dos documentos necessários.
Se o vosso filho tem mais de seis anos e ainda não frequenta a catequese, ou se já frequentou, mas desistiu, podem (re)inscrevê-lo. 

Não é necessário inscrição para as crianças que estiveram na catequese no ano catequético 2019/2020, na nossa paróquia. 

Em caso de dúvida contactem-nos através dos seguintes números: 227110132 ou de 919956639.

domingo, 6 de setembro de 2020

XXIII Domingo do Tempo Comum

Ez 33,7-9
Sl 94(95)
Rm 13,8-10
Mt 18, 15-20

CORRIGIR O IRMÃO PARA SALVÁ-LO

Santo Agostinho afirmava que em questões de fé devemos insistir oportuna e importunamente. A corresponsabilidade de uns pelos outros na salvação de todos faz com que a procura do bem do próximo seja uma prioridade na nossa vida. É verdade que ninguém pode evangelizar sem estar evangelizado, porém a conversão do meu “próximo” é igualmente uma tarefa que cabe a cada cristão e pela qual Deus pedirá contas, como afirma o profeta Ezequiel. Neste Domingo, a liturgia da Palavra coloca-nos diante desta condição fundamental: “A caridade é o pleno cumprimento da lei”. Nesta caridade postulada por São Paulo inclui-se o esforço pela salvação do outro. Por isso, no Evangelho O Senhor faz a apologia daquilo que em âmbito eclesial se denomina “correcção fraterna”. Como o próprio nome indica, correção fraterna significa a tentativa de reverter uma situação de conflito, incompreensão ou ofensa, com o fim de se progredir na relação com os outros e na vida de fé. Jesus, no Evangelho de hoje, toma como exemplo uma circunstância em que alguém é ofendido. Humanamente, o lógico seria ficar à espera, e o lesado, mantendo distância face ao causador da dor, teria os motivos para acusar o “culpado” desta situação. A lógica de Jesus é diferente: se a caridade é o pleno cumprimento da lei, então é no amor que se deve buscar a normalidade.

Portanto, segundo o Evangelho, o lesado deve procurar repreender (ou corrigir fraternalmente) quem o magoou e desejar a reconciliação. Provavelmente não imediatamente a seguir ao momento da discórdia e do conflito, mas assim que for possível, com uma escolha adequada de palavras e um coração aberto e vazio de rancor, a reconciliação deve ser procurada. Digo aqui uma escolha adequada de palavras porque elas têm uma capacidade enorme, não só de curar, mas também de matar: as palavras dirigidas em âmbito de correção fraterna não devem ser nem de condenação nem de julgamento. Jesus propõe três possíveis fases neste processo de superação de um conflito: em primeiro lugar, o dialogo a sós; se este não for frutífero, Jesus propõe o recurso a mais duas ou três testemunhas; e por fim, já como solução final, o apelo à Igreja. O que nunca deve deixar de existir é o desejo sincero da reconciliação e da comunhão plena. E se em algum momento parece que as portas se fecharam há que ter consciência de que no futuro algumas janelas se poderão abrir e é preciso estar preparado para aproveitar esses momentos que Deus oferece para investir na reconquista do coração do “irmão”. Porque às vezes é uma questão de tempo e de paciência, condimentadas por uma oração confiante, fonte primária do amor aos inimigos. (Texto elaborado tendo por base a refleção da Liturgia Diária para a missa de cada dia)

Pe. Carlos Correia