INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 8 de setembro de 2018

DOMINGO XXIII DO TEMPO COMUM - Ano B

SALMO RESPONSORIAL Salmo 145 (146), 7.8-9a.9bc-10 (R. 1) 
Refrão: Ó minha alma, louva o Senhor. 

O Senhor faz justiça aos oprimidos, 
dá pão aos que têm fome 
e a liberdade aos cativos. 

O Senhor ilumina os olhos dos cegos, 
o Senhor levanta os abatidos, 
o Senhor ama os justos. Refrão 

O Senhor protege os peregrinos, 
ampara o órfão e a viúva 
e entrava o caminho aos pecadores. 

O Senhor reina eternamente; 
o teu Deus, ó Sião, 
é rei por todas as gerações. 

NATIVIDADE DA VIRGEM SANTA MARIA

Neste dia em que celebramos o 
nascimento de Nossa Senhora
Rezamos:
Louvada seja na terra 
A Virgem Santa Maria:
Quer nas horas de tristeza 
Quer nas horas de alegria;
Quer sobre as ondas do mar, 
Lá com a morte a porfia;
Quer nos escuros caminhos
Pelas noites de invernia;
Quer no lume da lareira. 
Quer no Sol quando alumia;
Quer no amor de toda a hora, 
Quer no pão de cada dia...
Louvada seja na terra 
A Virgem Santa Maria!

Liturgia das Horas

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

"TEMPO DA CRIAÇÃO "

De 1 de setembro a 4 de outubro, os cristãos em todo o mundo unem-se na ação e na oração pela criação. É o “Tempo da Criação”, celebrado em todas as partes do globo.
“Pergunta, pois, aos animais e eles te ensinarão; às aves do céu e elas te instruirão. Fala (aos répteis) da terra, e eles te responderão, e aos peixes do mar, e eles te darão lições. Entre todos esses seres quem não sabe que a mão de Deus fez tudo isso?” (Jó 12,7-9).
Um vez por ano, de 1 de setembro a 4 de outubro, os membros da família de Cristo reservam um tempo para aprofundar seu relacionamento com o Criador, com o próximo e toda a criação. Estamos a falar do Tempo da Criação, que teve início em 1989 com o primeiro reconhecimento do dia de oração pela criação por parte do Patriarcado Ecuménico de Constantinopla, mas que agora é celebrado por toda a família ecuménica.
Durante o Tempo da Criação, unimo-nos para celebrar a boa dádiva da criação e refletir sobre o cuidado que lhe dispensamos. Essa é uma oportunidade preciosa que temos para interromper as nossas rotinas diárias a fim de contemplar a teia de vida que nos une.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

"Todos Discípulos MISSIONÁRIOS"

O nosso mundo tem sede de Deus. E muita! Se até a «detestável» Nínive se abriu a Deus e à sua graça, muito mais o nosso tempo, caracterizado porum renascer religioso, muitas vezes «selvagem». Não podemos «fugir» desta obrigação, como Jonas: temos antes de proceder como Jesus junto ao poço de Jacob: esperar que a samaritana chegue e saciar-lhe a sede da “água viva”. Claro que este «esperar», hoje, não é passividade, mas enorme atividade. Nesta disposição é que começa a conversão missionária das estruturas da nossa Igreja. E até a sua santidade, a qual, como refere o Papa Francisco na sua mais recente Exortação Apostólica, a “Alegrai-vos e Exultai” (Gaudete et exultate), passa pela persistência, paciência, mansidão, alegria, sentido de humor, ousadia e ardor. Sempre em comunidade e em oração contante (n. 112-157). 

Nossa Senhora da Assunção, Padroeira da Diocese do Porto, nos ajude a sermos membros vivos da Igreja da qual ela é Mãe e modelo. Participemos do espírito destemido de D. António Barroso, de quem celebramos o centenário da sua morte. E identifiquemo-nos completamente com a missão, a exemplo do P. Américo, ordenado Presbítero há noventa anos.

Porto, junho de 2018
O vosso bispo e irmão,
+ Manuel Linda

http://www.diocese-porto.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=3733:plano-diocesano-de-pastoral-2018-2019&catid=76:noticias

«A POESIA É, AINDA HOJE, O MODO MENOS INDIGNO DE FALAR DE DEUS»:

«E se Deus regressasse à poesia e isso fosse não uma reação mas a novíssima revolução? O luxo da modernidade é, sem dúvida, poder ler os textos e a realidade sem Deus, mas a noite sem estrelas é menos bela, e Deus nunca abandonou a poesia, somente se revestiu de fragilidade e mais humanidade, vestiu-se de mendigo e preencheu os espaços em branco que separam uma palavra da outra, iluminando as palavras de um mistério ainda mais profundo. A poesia é, ainda hoje, o modo menos indigno de falar de Deus. É por isso que o grande teólogo Hans Urs Von Balthasar escreveu que a melhor teologia do século XX foi escrita por poetas.»

São de um poeta e padre português, e agora dos leitores, as palavras acima transcritas, extraídas de uma entrevista publicada esta terça-feira na página Ytali.

Nascido a 17 de abril de 1973 em Joane, Famalicão, Mário Rui de Oliveira, doutorado em Direito Canónico e em Jurisprudência pela Universidade Pontifícia Gregoriana, vive em Itália desde 2007, trabalhando ao serviço do Vaticano como ministro do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica, a mais alta instância judicial da Igreja.
(...)
Mário Rui de Oliveira define-se com a indefinição: «Sou ainda um mistério muito grande para mim próprio como poeta. Não sei sequer porque continuo a escrever e se aquilo que escrevo pode considerar-se poesia. Sou um homem simples que talvez tenha sido visitado pela poesia sem a ter negado. Mas a santidade é muito mais importante e deveria ser esta a maior ambição do poeta».

CATEQUESE EM PREPARAÇÃO

CONVITE

Aos pais ou encarregados de educação a inscrever até ao final de setembro, as crianças que completam 6 anos em 2018, para assim iniciarem este ano catequético a sua caminhada de fé.

A inscrição pode ser feita no Cartório Paroquial, de terça a sábado, entre as 15h e as 19h, ou através da nova página paroquial (www.paroquiavilardoparaiso.wordpress.com), no módulo “serviços online”. 

A inscrição tem um valor de 5 euros e os documentos necessários são uma cópia do boletim de nascimento ou cartão de cidadão, um comprovativo de batismo (se não foi batizada na paróquia), e uma fotografia atualizada. 

N.B.: Caso efetue a inscrição online, terá de a validar no Cartório Paroquial com o pagamento e a entrega dos documentos referidos.

“Quem a Deus tem, nada lhe falta.”
Juntos na missão de educar na fé,
O Secretariado da Catequese

terça-feira, 4 de setembro de 2018

OS JOVENS DA ÁFRICA – O Vídeo do Papa – Setembro 2018

O Papa Francisco quer que os jovens africanos tenham acesso a educação e trabalho de qualidade, sem necessidade de emigrar. Na edição de setembro de O Vídeo do Papa, realizada pela Rede Mundial de Oração do Papa, o Santo Padre assegura também que os jovens são a verdadeira riqueza deste continente.

“Rezemos para que os jovens do continente africano tenham acesso à educação e ao trabalho nos seus próprios países. Eles devem poder escolher entre deixar-se vencer pela dificuldade ou transformar a dificuldade numa oportunidade”, afirma Francisco. “Se um jovem não tem possibilidades de educação, que poderá fazer no futuro?”, pergunta o Papa.

SILÊNCIO E ORAÇÃO

O “silêncio” e a “oração” são a melhor resposta a quem procura divisões e “escândalo” na Igreja Católica.

“Que o Senhor nos dê a graça de discernir quando temos de falar e quando nos devemos calar”

“A verdade é mansa, a verdade é silenciosa, a verdade não faz barulho. Não é fácil, o que fez Jesus [silêncio], mas é a dignidade do cristão que está ancorada na força de Deus. Com as pessoas que não têm boa vontade, com as pessoas que procuram apenas o escândalo, que procuram apenas divisões, que só procuram a destruição, também nas famílias: silêncio. E oração”.

Papa Francisco
http://www.agencia.ecclesia.pt/portal/vaticano-papa-defende-silencio-e-oracao-como-resposta-a-quem-procura-divisoes-na-igreja/

Carta Bispos de Portugal ao Papa Francisco


“Os Bispos de Portugal reunidos em Fátima, no Simpósio Nacional do Clero, que tem como tema ‘O Padre, Ministro e Testemunha da alegria do Evangelho’, aproveitam esta ocasião para, antes de mais, agradecer a Sua Santidade a oportuna e corajosa Carta ao Povo de Deus, sobre o drama do abuso de menores por parte de membros responsáveis da Igreja”.  Octávio Carmo

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

MISSA: PROPOSTA PARA VIVER BEM EM FAMÍLIA

Com crianças de tenra idade, a celebração dominical por vezes dá para o torto. Eis algumas ideias que podem ser concretizadas antes, durante e após a missa.

1. Antes da missa, cuidar da preparação

Um encontro
A missa é um encontro que Cristo nos oferece por amor, e ao qual nós respondemos por amor. O estado de espírito com que os pais vão à celebração tem muita influência sobre os mais novos. «As crianças percebem se se vai por obrigação», afirma Laurence, mãe de três filhos e catequista. Por isso é importante reservar tempo para lhes dizer e voltar a dizer porque é que se vai à missa. Para recordar às crianças este encontro de amor, pode incluir-se uma ação de graças na oração familiar da véspera. Por exemplo: «Senhor, os nossos corações rejubilam por te reencontrar amanhã na missa».

Bons hábitos
Pode parecer antiquado, mas quando se vai a um encontro dá-se atenção ao vestuário. As crianças são muito sensíveis a este cuidado com a roupa, que as ajuda a tomar consciência do encontro dominical.

O bom horário
Desde que seja possível, e que a paróquia proponha diferentes horários, é aconselhável escolher uma hora adaptada à idade dos pequenos. «Uma criança portar-se-á provavelmente melhor na missa das 9h30, dado que o seu pequeno-almoço não está longe e acordou há pouco tempo, do que na das 11h00», estima Ingrid d’Ussel, fundadora dos Pequenos Ostensórios. Mas se se vai com um adolescente, é preferível ir ao fim da manhã do que às 8h00! Em todos os casos é importante ter o cuidado de chegar à hora, e, porque não, antes, para oferecer ajuda ou responder à necessidade de algum serviço ligado à celebração (leitura, ofertório…).

Gestos
O tempo da missa deve começar a partir do momento em que a criança entra na igreja. «É a partir desse momento que se deve adotar uma atitude de respeito», aconselha Laurence. Isso passa pelo sinal da cruz com a água benta, uma inclinação ou genuflexão diante do sacrário e, para aqueles que o desejem, um tempo de oração uma vez chegados ao lugar. Claro que tudo isto requer um tempo de aprendizagem e só é possível se os pais derem o exemplo. Todos os objetos que podem distrair a criança devem ser guardados antes de entrar na igreja.

2. Momentos-chave

Ofertório pesonalizado
O momento da recolha de dinheiro durante a apresentação de dons é muitas vezes sinónimo de relaxamento. Mas, ao contrário, pode também ser a ocasião de aprofundar o sentido do ofertório, propondo às crianças apresentar as suas próprias ofertas espirituais a Deus. «Os seus pequenos esforços da semana podem ser oferecidos na missa», assinala Ingrid d’Ussel. Uma ilustração que mostre os anjos a levar as ofertas dos fiéis pode ser um bom apoio para explicar a dimensão espiritual do momento. «Esta maneira de viver o ofertório muda a nossa preparação para a Eucaristia: Cristo oferece-se-nos e nós oferecemos-lhe as nossas oferendas pessoais.» Os pais podem ajudar os filhos a formular essas ofertas. Pode proceder-se da mesma maneira no Ato Penitencial, propondo às crianças que confiem a Jesus uma falta cometida durante a semana.

Consagração
Ajoelhar-se ou não? E depois, comunhão na mão ou na língua? Como se sabe, cada família faz como entende, e mesmo dentro dela nem sempre todos fazem da mesma maneira. Mas para que as crianças apreendam bem a importância desse momento, bem como o da comunhão, os pais devem ser capazes de explicar por que é que se realiza esse gesto. É conveniente, pelo menos, transmitir-lhes o respeito devido à Eucaristia, cume do encontro de amor com Cristo.

Suportes visuais
Não é segredo para ninguém: as crianças, muito visuais, precisam de apoios para apreender o mundo que as rodeia. O mesmo acontece para a missa. Se já sabem ler, podem ter um missal para seguir as fases da celebração; muitas editoras propõem obras adaptadas a essa finalidade, em função das idades. Para os mais pequenos é possível, se isso corresponder ao desejo dos pais, guiá-los graças a pequenos livros de imagens.

3. Partilha do Evangelho

Cada vez mais paróquias propõem, quando se proclamam e comentam as passagens bíblicas (Liturgia da Palavra), uma partilha do Evangelho destinada às crianças. Esse tempo, se for bem feito, pode ser benéfico. Além de lhes permitir uma pequena pausa fora dos bancos (quando é essa a escolha do pároco), oferece-lhes sobretudo uma leitura adaptada dos textos. Atenção, porém, para que esse momento não se reduza a colorir desenhos ou a uma espécie de jardim de infância. Os pais, primeiros responsáveis pela educação cristã dos seus filhos, não devem hesitar em se informar junto dos animadores ou do padre para saber como decorre essa partilha, e mesmo em investir pessoalmente nela. Se esse tempo não existe, os pais podem ler o Evangelho do dia antes da missa com os filhos mais velhos ou retomá-lo após a celebração para sublinhar os pontos fortes.

4. Em caso de turbulências

Desdramatizar
Não, os nossos filhos não estão sempre sossegados na missa. Sim, há outros que se portam melhor. Mas não nos é pedido que nos assemelhemos ao vizinho, por muito admirável que seja, mas corresponder ao que Deus espera de nós.

Parar ou continuar?
Desdramatizar não significa não fazer nada. Ao contrário. Na missa como em casa, uma criança turbulenta deve reencontrar a calma, sendo necessário a regra determinada pelos pais. Se os bebés e as crianças têm todo o lugar na celebração dominical, convém sair com eles no caso de barulhos excessivos, de modo a não perturbar demasiado os outros membros da comunidade, inclusive, naturalmente, o padre.

Soluções comunitárias
Algumas paróquias instituíram espaços para as crianças, geridas pelos pais em regime rotativo ou por paroquianos voluntários. Outras instalaram espaços vidrados que permitem aos pais seguir a missa e estarem atentos aos filhos. Estas soluções não existem em todo o lado, mas podem ser propostas pelos próprios pais em caso de necessidade e em acordo com o pároco. O acolhimento das crianças deve ser uma preocupação da comunidade e não ser deixada unicamente ao cuidado dos pais, que podem muito bem decidir não ir mais à igreja.

Aceitação
Alguns pais são por vezes tentados a deixar de participar na missa em família ou ficam frustrados por não a viverem como desejariam. «É preciso aceitá-lo e oferecê-lo: durante alguns anos, durante o tempo que as crianças crescem, a minha missa será como for, mas o Bom Deus também me espera aí, no meu dever de pai», preconiza Ingrid d’Ussel. Talvez seja para os pais uma oferenda a dar a Deus durante a apresentação de dons.

5. A missa prolonga-se toda a semana

Algumas ideias para prolongar a missa dominical até à seguinte: «Pode retomar-se ao longo da semana o salmo do domingo anterior, mudar alguma coisa no espaço da casa dedicado à oração (desenho, vela, flores…), pode afixar-se nesse espaço uma passagem da Palavra de Deus proclamada no domingo, escolher dominicalmente uma resolução que será avaliada todas as noites, etc.», diz Christine Ponsard. Os calendários litúrgicos ou os cadernos de missa podem ser uma boa ajuda.

Em vez de comprar livros de missa já feitos, é possível conceber o seu, personalizado. Além do rito da celebração, a criança poderá acrescentar algumas orações da sua escolha para a ajudar a viver não só a missa, como o tempo entre elas: pedidos de perdão, ofertas, ações de graças… Os elementos deste caderno podem variar semana após semana com fichas suplementares onde é possível encontrar as leituras dominicais ou passagens marcantes do Evangelho, a cor do tempo litúrgico, o seu significado, espaços para escrever orações… Também neste caso é preciso adaptar o caderno à idade da criança. Poderá ser um excelente meio para a criança preparar-se e apropriar-se da missa, bem como para a catequizar.