INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sexta-feira, 14 de abril de 2023

O RESSUSCITADO ENTRA EM NOSSA CASA

 "Novos percursos se abrem, e é aqui que se inicia o Evangelho do Domingo II da Páscoa (João 20,19-31), que o Papa S. João Paulo II, em 30 de Abril do ano 2000, consagrou como «Domingo da Divina Misericórdia». Os discípulos estão num lugar, com as portas fechadas, por medo dos judeus. O Ressuscitado, vida nova e modo novo de estar presente, que nada nem ninguém pode reter, vem e fica no MEIO deles, o lugar da Presidência e da Precedência, e saúda-os: «A paz convosco!»
(...)
A identidade do Senhor Ressuscitado está para além do rosto. Por isso, vê-lo, quando Ele por graça se faz ver, não implica necessariamente reconhecê-lo, como sucede em não poucas páginas dos Evangelhos. A identidade do Ressuscitado não é do domínio da fotografia. Não se capta deste lado, seja qual for a técnica aplicada. É-nos dado por graça reconhecê-lo. Reside na sua vida a nós dada por amor até ao fim, aponta para a Cruz, de onde jorra também a dádiva do Espírito (João 19,34; cf. 7,37-39; Atos 2,33)."
António Couto

QUEM MATOU JESUS?

Eis a pergunta que foi colocada na breve mas belíssima homília do Rev. Pe. Libério de Sousa Pereira, missionário da Boa Nova, em dia de Páscoa, na Capela de S. Caetano. E, com ela, deu à assembleia uma catequese sobre os 7 Pecados Capitais, hoje tão pouco falados, mas que foram e continuam a ser os causadores da morte de Jesus, no sofrimento infligido aos mais frágeis, às crianças e ás vítimas das hediondas guerras e violência que assolam o mundo inteiro. 
Que as palavras do Rev. Pe. Libério permaneçam no coração de quem as ouviu, levem a uma reflexão profunda, e delas se  faça mensagem neste tempo de ressurreição. 🙏

quinta-feira, 13 de abril de 2023

ABRAÇA O PRESENTE: É CRISTO VIVO!


FELIZ PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO
🙏
E que o Senhor recompense com todas as suas bênçãos quantos calcorrearam caminhos, subiram, desceram e muito se cansaram, mas ainda assim levaram com ALEGRIA a Boa Nova da Ressurreição a todos os que a quiseram receber.

Obrigada❤️! Aleluia! Aleluia!

ENVIO (Saída do Compasso)

Cristo Ressuscitou! Aleluia! Aleluia!
Nós Vos damos graças, Senhor porque nos iluminaste com a ressurreição do Vosso Filho.
Que o nosso encontro com o Ressuscitado nos transforem mulheres e homens novos e nos leve como as mulheres do Evangelho e os Apóstolos a proclamar por toda a parte que acreditamos no Senhor da Vida que vence a morte.
Abençoai-nos, Senhor, e fazei que sintamos sempre o Vosso Amor. A certeza da Vossa presença encha de alegria os nossos corações. e unidos, Vos sirvamos na fidelidade todos os dias da nossa vida. Ámen!
Ficai connosco, Senhor! Exultemos e cantemos de Alegria! Aleluia! Aleluia! Cristo Ressuscitou. Aleluia! Gritemos aos ventos a notícia.
Sejamos suas testemunhas vivendo esta vida nova que o Senhor nos conquistou.

quarta-feira, 12 de abril de 2023

DOMINGO DE PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR

ANTÍFONA DE 
ENTRADA Cf. Sl 138, 18.5-6
Ressuscitei e estou convosco para sempre; pusestes sobre mim a vossa mão: é admirável a vossa sabedoria.
Leitura I At 10, 34a, 37-43
«É d'Ele que todos os profetas dão o seguinte testemunho: quem acredita n’Ele recebe pelo seu nome a remissão dos pecados».
"Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, / porque é eterna a sua misericórdia. / Diga a casa de Israel: / é eterna a Sua misericórdia."
Leitura II Col. 3, 1-4
Quando Cristo, que é a vossa vida, Se manifestar,  então também vós vos haveis de manifestar com Ele na glória.
Evangelho Jo 20, 1-9
Na verdade, ainda não tinham entendido a Escritura,  segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos.
«Afeiçoai-vos às coisas do alto e não ás da terra Afeiçoai-vos às coisas do alto e não às da terra. Porque vós morrestes e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus» 
75. Antífona da comunhão cf. 1Cor 5, 7-8
Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado. Aleluia. Celebremos a festa com o pão ázimo da pureza a da verdade. Aleluia.

VIGÍLIA PASCALNA NOITE SANTA

Fontes do Senhor, 
bendizei o Senhor.
Louvai-O e exaltai-O 
para sempre.

terça-feira, 11 de abril de 2023

VIGÍLIA PASCAL 2023

Solene início da Vigília
Bênção do fogo e 
preparação do círio.
"A luz de Cristo.
Graças a Deus."
Precónio Pascal 
Liturgia da palavra
Irmãos caríssimos:
Depois de iniciarmos solenemente esta Vigília, ouçamos agora, de cora­ção tranquilo, a Palavra de Deus.
Meditemos como Deus outrora salvou o seu povo e como, na plenitude dos tempos, enviou Jesus Cristo, nosso Salvador. 
Oremos para que Deus realize esta obra pascal de salvação e seja consumada a redenção do mundo.
Liturgia batismal
LADAINHA DOS SANTOS
Bênção da água batismal
Liturgia eucarística
Sempre que comemos o pão 
e bebemos deste vinho
anunciamos ao mundo 
a ressurreição do Senhor.

segunda-feira, 10 de abril de 2023

MENSAGEM URBI ET ORBI DO PAPA FRANCISCO

PÁSCOA 2023

Domingo, 9 de abril de 2023

Queridos irmãos e irmãs, Cristo ressuscitou!

Hoje proclamamos que Ele, o Senhor da nossa vida, é «a ressurreição e a vida» (Jo 11, 25) do mundo. É Páscoa, que significa «passagem», porque, em Jesus, realizou-se a passagem decisiva da humanidade, ou seja, a passagem da morte à vida, do pecado à graça, do medo à confiança, da desolação à comunhão. N’Ele, Senhor do tempo e da história, quero, com o coração repleto de alegria, dizer a todos: feliz Páscoa!

Seja ela para cada um de vós, queridos irmãos e irmãs, em particular para os doentes e os pobres, os idosos e quantos atravessam momentos de provação e dificuldade, uma passagem da tribulação à consolação. Não estamos sozinhos: Jesus, o Vivente, está connosco para sempre. Alegrem-se a Igreja e o mundo, porque hoje as nossas esperanças já não se quebram contra o muro da morte, mas o Senhor abriu-nos uma ponte para a vida. Sim, irmãos e irmãs! Na Páscoa, mudaram as sortes do mundo, e hoje (dia que coincide com a data mais provável da ressurreição de Cristo) podemos alegrar-nos de celebrar, por pura graça, o dia mais importante e belo da história.

Cristo ressuscitou, ressuscitou verdadeiramente: como se proclama nas Igrejas do Oriente. O termo verdadeiramente diz-nos que a esperança não é uma ilusão; é verdade! E que, a partir da Páscoa, o caminho da humanidade assinalado pela esperança é percorrido com passo mais rápido. Assim no-lo mostram, com o seu exemplo, as primeiras testemunhas da Ressurreição. Os Evangelhos narram aquela pressa boa com que, no dia de Páscoa, «as mulheres correram a dar a notícia aos discípulos» (Mt 28, 8). E ainda que Maria de Magdala, «correndo, foi ter com Simão Pedro» (Jo 20, 2); e em seguida João e o próprio Pedro «corriam os dois juntos» (20, 4) para chegar ao lugar onde Jesus estivera sepultado. E ao entardecer daquele dia de Páscoa, depois de terem encontrado o Ressuscitado no caminho para Emaús, os dois discípulos «voltaram imediatamente para Jerusalém» (Lc 24, 33) percorrendo a toda a pressa vários quilómetros em subida e na escuridão da noite, movidos pela alegria irrefreável da Páscoa que inflamava os seus corações (cf. 24, 32). A mesma alegria pela qual Pedro, ao ver Jesus ressuscitado nas margens do lago da Galileia, não pôde demorar-se no barco com os outros, mas lançou-se logo à água nadando velozmente ao encontro d’Ele (cf. Jo 21, 7). Em suma, na Páscoa, acelera-se o passo na caminhada que se torna uma corrida, porque a humanidade vê a meta do seu percurso, o sentido do seu destino, Jesus Cristo, e é chamada a apressar-se ao encontro d’Ele, esperança do mundo.

DOMINGO DE PÁSCOA - SANTA MISSA

 HOMILIA DO PAPA FRANCISCO

Hoje a Igreja repete, canta, clama: «Jesus ressuscitou!». Mas como? Pedro, João, as mulheres foram ao Sepulcro e viram-no vazio, Ele já não estava lá. Voltaram com o coração apertado pela tristeza, a tristeza de uma derrota: o Mestre, o seu Mestre, que amavam muito tinha sido executado, morreu. E da morte não se volta. Esta é a derrota, este é o caminho da derrota, a via para o sepulcro. Mas o Anjo disse-lhes: «Não está aqui, ressuscitou».

Foi o primeiro anúncio: «Ressuscitou». E depois a confusão, o coração apertado, as aparições. Mas os discípulos permanecem fechados o dia inteiro no Cenáculo, porque tinham medo que acontecesse a eles o mesmo que aconteceu a Jesus. E a Igreja não cessa de dizer às nossas derrotas, aos nossos corações fechados e temerosos: «Parem, o Senhor ressuscitou». Mas se o Senhor ressuscitou, como existem essas situações? Tantas desgraças, doenças, tráfico de pessoas, guerras, destruições, mutilações, vinganças, ódio? Mas onde está o Senhor?

Ontem telefonei a um jovem que sofre de uma doença grave, um rapaz culto, engenheiro, e falando, para dar um sinal de fé, disse-lhe: «Não há explicações para o que te acontece. Olha para Jesus na Cruz, Deus fez isto com o seu Filho, e não há outra explicação». E ele respondeu-me: «Sim, mas Ele perguntou ao Filho, o qual disse sim. A mim não perguntou se eu queria». Isto comove-nos, não pergunta a nenhum de nós: «Mas estás contente com o que acontece no mundo? Estás disposto a carregar esta cruz?». E a cruz vai em frente, e a fé em Jesus diminui. Hoje a Igreja continua a dizer: «Para, Jesus ressuscitou». Isto não é imaginação, a Ressurreição de Cristo não é uma festa com muitas flores. É bonito, mas não é só isto, é mais: é o mistério da pedra descartada que acaba por ser o fundamento da nossa existência. Cristo ressuscitou, eis o que significa.

Nesta cultura do descartável na qual o que não serve é usado e deitado fora, o que não serve é descartado, aquela pedra — Jesus — foi descartada e é fonte de vida. E também nós, pedrinhas pelo chão, nesta terra de dor, de tragédias, com a fé no Cristo Ressuscitado ganhamos um sentido no meio de tanta calamidade. O sentido de olhar para além, o sentido de dizer: «Olha não há muros mas horizontes, há vida, alegria, a cruz com esta ambivalência. Olha para a frente, não te feches. Tu pedrinha, tens um sentido na vida porque és uma pedrinha junto daquela pedra, a pedra que a malvadez do pecado descartou». Que nos diz a Igreja hoje diante de tantas tragédias? Isto, simplesmente. A pedra descartada não resulta deveras descartada. As pedrinhas que acreditam e se apegam àquela pedra não são descartadas, ganham um sentido e com este sentimento a Igreja repete do fundo do coração: «Cristo ressuscitou».

Pensemos um pouco, cada um pense, nos problemas diários, nas doenças que vivemos ou que um dos nossos parentes sofre; pensemos nas guerras, nas tragédias humanas e, simplesmente, com voz humilde, sem flores, sozinhos, diante de Deus, diante de nós, digamos: «Não sei como vai isto, mas estou certo de que Cristo ressuscitou e aposto nisto». Irmãos e irmãs, era o que desejava dizer-vos. Voltai para casa hoje, repetindo no coração: «Cristo ressuscitou».

https://www.vatican.va/content/francesco/pt/homilies/2017/documents/papa-francesco_20170416_omelia-pasqua.html