INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 30 de janeiro de 2021

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

EUCARISTIA VESPERTINA DO DOMINGO IV DO TEMPO COMUM - Ano B

Hoje, 30 de janeiro, transmissão pelas 18h30, a partir da Capela de S. Martinho via  
Logo que possível colocaremos o vídeo no Youtube, para que quem não tem página no Facebook possa depois escutar. 

DIA MUNDIAL DOS DOENTES DE LEPRA

A APARF tem desenvolvido ao longo dos seus 34 anos um trabalho notável. No ano de 2020 apoiou 80 projectos, em 16 países (incluindo Portugal) no total de 536 mil euros.

A APARF não tem apoios estatais ou de mecenato. Faz o seu trabalho apenas com donativos individuais. As contas estão todas publicadas. Estão no site. Visitem-nos.

Neste ano de 2021 o peditório de rua será difícil para salvaguarda da saúde de todos, dos benfeitores e dos voluntários. No entanto, os pedidos de ajuda continuam a chegar.

Por favor divulguem esta campanha pelos vossos contactos que possam ser sensíveis à solidariedade e ao trabalho da APARF.

DOMINGO IV DO TEMPO COMUM - Ano B

SALMO RESPONSORIAL Salmo 94 (95), 1-2.6-7.8-9 (R. cf. 8)
Refrão: Hoje se escutardes a voz do Senhor, 
não fecheis os vossos corações. 

Vinde, exultemos de alegria no Senhor,
aclamemos a Deus, nosso Salvador.
Vamos à sua presença e dêmos graças,
ao som de cânticos aclamemos o Senhor. 

Vinde, prostremo-nos em terra,
adoremos o Senhor que nos criou;
pois Ele é o nosso Deus
e nós o seu povo, as ovelhas do seu rebanho. 

Quem dera ouvísseis hoje a sua voz:
«Não endureçais os vossos corações,
como em Meriba, como no dia de Massa no deserto,
onde vossos pais Me tentaram e provocaram,
apesar de terem visto as minhas obras».

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

SEMANA DO CONSAGRADO

Oração
 “Maria fiel e perseverante”

[Oração a rezar proposta no documento
 “O dom da fidelidade a alegria da perseverança” da CIVCSVA]

Maria, mulher fiel,
que escutaste com docilidade
o Espírito de verdade que procede do Pai,
por meio do teu Filho Jesus,
ensina-nos a conservar o dom da vocação
e a redescobrir, a cada dia, a vitalidade.
Olhamos para ti,
para contemplar a obra de Deus
que regenera a nossa capacidade de amar
e cura a nossa fidelidade ferida.
Olhamos para ti,
perseverantes no seguimento,
cústódia vigilante e amante da Palavra (cf. Lc 2,19;2,51b),
para admirar em ti a planitude da vida
de quem na fidelidade produz muito fruto.
Olhamos para ti,
perseverantes aos pés da Cruz (cf. Jo 19,25),
para estar ao lado das infinitas cruzes do mundo,
onde Cristo ainda é Crucificado
nos pobres e nos abandonados,
para lhes levar conforto e partilha.
Olhamos para ti,
perseverantes com os Apóstolos
na oração (cf. At 1,12-14),
para arder no amor que jamais se apaga,
caminhar na alegria
e afrontar os desafios e as desilusões, sem afãs.
Maria, Mulher fiel, ora por nós,
obtém-nos do teu Filho e nosso Redentor
uma fé viva e enamorada,
uma caridade humilde e operosa,
para vivermos o dom da fidelidade na perseverança,
selo humilde e alegre da esperança. 
Ámen


SEXTA-FEIRA DA SEMANA III DO TEMPO COMUM

Leitura I Heb 10, 32-39

Irmãos: Lembrai-vos dos primeiros dias, em que, depois de terdes sido iluminados, suportastes tão grandes e dolorosos combates, ora expostos publicamente aos insultos e tribulações, ora tornando-vos solidários com os que eram assim tratados. De facto, compartilhastes o sofrimento dos prisioneiros e aceitastes com alegria a espoliação dos vossos bens, sabendo que possuís riqueza melhor e duradoira. Não queirais, portanto, perder a vossa confiança, que terá uma grande recompensa. Vós tendes necessidade de perseverança, para cumprir a vontade de Deus e alcançar os bens prometidos. Porque «ainda um pouco e bem pouco tempo, e Aquele que há de vir não tardará». Ora «o meu justo viverá pela fé, mas se retroceder, não agradará à minha alma». Nós não somos daqueles que retrocedem para a sua perdição, mas daqueles que perseveram na fé para salvar a sua alma.
(...)
Rezar a palavra

Concede-me, Senhor, o dom da perseverança. Conhecendo pelo batismo a riqueza a que sou chamado, ilumina-me com a luz da fé para não sucumbir às perseguições daqueles que contra mim lançam a perseguição a fim de me desviar da salvação que vem de ti.

PANDEMIA PODE AJUDAR A REDESCOBRIR A FAMÍLIA COMO IGREJA DOMÉSTICA

(...) Na conferência «“Anuncia na tua família quanto o Senhor te fez” (Mc 5, 19) a palavra de Deus testemunhada e celebrada em família», integrada no 43º Encontro Diocesano de Pastoral Litúrgica que decorre online, o presidente da Associação Bíblica Portuguesa, e coordenador da Comissão da Tradução da Bíblia, sustentou que a pandemia pode ser uma oportunidade de se recuperar o sentido e a identidade do ser família “na igreja primitiva”, identificada não apenas pelos laços de sangue mas como “uma comunidade gerada pelo espírito a partir da vida nova de Cristo”.
(...)
Para o biblista “a fé não é um conjunto de ideias, senão era uma ideologia ou um conjunto de princípios éticos". A fé, "fruto do encontro com Jesus, cria no coração do que se sente salvo e amado um sentimento e uma atitude existencial de gratidão e louvor e o desejo que muitos outros possam fazer esta experiência”.

Num tempo de pandemia, em que a celebração comunitária da eucaristia presencial está, novamente, interrompida, o padre Mário Sousa considera que ser fundamental perceber que nas famílias, “mais do que educar na fé, há-de ser a fé, transmitida pelo testemunho, a educar, a configurar os valores e tudo aquilo do que a vida é tecida”.

“Não há melhor educação na fé do que esta. A liturgia familiar é espaço de memória do que o senhor fez, por todos, quer na própria vida pessoal e familiar. O testemunho dos pais que fazem memória orante conduz à ação de graças, ao louvor pela fidelidade e à confiança de quem sabe que o senhor não falha”, considerou.

Às famílias, recolhidas em casa em virtude da situação pandémica, o sacerdote da Diocese do Algarve, convidou a redescobrir “a oração familiar” como um “espaço de escuta”, onde o Senhor “vem e ilumina a vida da família e de cada um de nós”, através da “releitura da Palavra de Deus, na Lectio Divina, que se realiza à mesa de cada lar”.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

REUNIÃO DE CATEQUISTAS

Na plataforma Zoom, hoje, 28 de janeiro, às 21h30.

Todos os catequistas estão CONVIDADOS para este encontro de oração, fraternidade e partilha de como estamos a viver também em catequese este tempo de grande desafio para a evangelização.

O endereço zoom para entrar na reunião foi enviado através de e-mail a todos os catequistas.
Se alguém não recebeu por favor contacte o secretariado da catequese.

Não faltem! 💗

S. TOMÁS DE AQUINO, presbítero e doutor da Igreja

Liturgia das Horas
Dos Comentários de São Tomás de Aquino, presbítero

(Collatio 6 super Credo in Deum) (Sec. XIII)

A cruz, exemplo de todas as virtudes


Que necessidade havia para que o Filho de Deus sofresse por nós? Uma necessidade grande e, por assim dizer, dupla: para remédio contra o pecado e para exemplo do que devemos fazer.

Foi em primeiro lugar um remédio, porque na paixão de Cristo encontramos remédio contra todos os males em que incorremos por causa dos nossos pecados.

Mas não é menor a utilidade que tem como exemplo. Na verdade, a paixão de Cristo é suficiente para orientar toda a nossa vida. Quem quiser viver em perfeição, basta que despreze o que Cristo desprezou na cruz e deseje o que Ele desejou. Nenhum exemplo de virtude está ausente da cruz.

Se queres um exemplo de caridade: Não há maior prova de amor do que dar a vida pelos seus amigos. Assim fez Cristo na cruz. E se Ele deu a vida por nós, não devemos considerar penoso qualquer mal que tenhamos de sofrer por Ele.

Se procuras um exemplo de paciência, encontras na cruz o mais excelente. Reconhece-se uma grande paciência em duas circunstâncias: quando alguém suporta com serenidade grandes sofrimentos, ou quando pode evitar os sofrimentos e não os evita. Ora Cristo suportou na cruz grandes sofrimentos, e com grande serenidade, porque sofrendo não ameaçava; e como ovelha levada ao matadouro, não abriu a boca. É grande portanto a paciência de Cristo na cruz: corramos com paciência a prova que nos é proposta, pondo os olhos em Jesus, autor e consumador da fé, que em lugar da alegria que lhe era proposta suportou a cruz, desprezando-lhe a ignomínia.

Se queres um exemplo de humildade, olha para o crucifixo: Deus quis ser julgado sob Pôncio Pilatos e morrer.

Se procuras um exemplo de obediência, segue Aquele que Se fez obediente ao Pai até à morte: assim como pela desobediência de um só, isto é, Adão, muitos foram constituídos pecadores, assim também pela obediência de um só muitos serão justificados.

Se queres um exemplo de desprezo pelas honras da terra, segue Aquele que é Rei dos reis e Senhor dos senhores, no qual se encontram todos os tesouros de sabedoria e de ciência e que na cruz está despojado dos seus vestidos, escarnecido, cuspido, espancado, coroado de espinhos e dessedentado com fel e vinagre.

Não te preocupes com trajes e riquezas, porque repartiram entre si as minhas vestes; nem com as honras, porque troçaram de Mim e Me bateram; nem com as dignidades, porque teceram uma coroa de espinhos e puseram-Ma sobre a cabeça; nem com os prazeres, porque para a minha sede Me deram vinagre.

QUINTA-FEIRA DA SEMANA III DO TEMPO COMUM

 
Evangelho Mc 4, 21-25

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «Quem traz uma lâmpada para a pôr debaixo do alqueire ou debaixo da cama? Não se traz para ser posta no candelabro? Porque nada há escondido que não venha a descobrir-se, nem oculto que não apareça à luz do dia. Se alguém tem ouvidos para ouvir, oiça». Disse-lhes também: «Prestai atenção ao que ouvis: Com a medida com que medirdes vos será medido e ainda vos será acrescentado. Pois àquele que tem dar-se-lhe-á, mas àquele que não tem até o que tem lhe será tirado».
(...)
Rezar a Palavra
 
Venho, Senhor, à tua presença de mãos vazias. Sei que por mim nada posso esperar, mas se a tua luz brilha em mim, então, todos serão iluminados. Ensina-me a medida do amor para que possa medir no mesmo amor os meus irmãos, sabendo que a mesma medida será usada para mim.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

DIA DA MEMÓRIA

Nesta quarta-feira, 27 de janeiro, o mundo recorda as vítimas da Shoah, o genocídio cometido pelos nazistas contra os judeus e as demais vítimas dos campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial.

O Papa Francisco se juntou a este Dia Internacional de Comemoração do Holocausto, proclamado pela Assembleia Geral da ONU para comemorar a libertação em 1945 do Campo de Concentração de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, com uma mensagem pronunciada ao concluir a Audiência Geral no Vaticano.

“Hoje, aniversário da libertação do campo de extermínio de Auschwitz, celebramos o Dia da Memória. Comemoramos as vítimas do Holocausto e todas as pessoas perseguidas e deportadas pelo regime nazista. Recordar é expressão de humanidade. Recordar é sinal de civilização. Recordar é condição para um futuro melhor de paz e fraternidade”, foram as palavras do Pontífice.

http://www.acidigital.com/noticias/papa-recorda-vitimas-do-holocausto-e-avisa-estas-coisas-podem-voltar-a-acontecer-43514

"HÁ PRESSA NO AR"

O Hino da JMJ acaba de ser lançado e parte do tema escolhido pelo Papa para a JMJ Lisboa 2023 – ‘Maria levantou-se e partiu apressadamente’ (Lc1,39) -, desenvolvendo-se “em torno do ‘sim’ de Maria e da sua pressa para ir ao encontro da prima Isabel, como relata a passagem bíblica”.
(...)
O hino tem letra de João Paulo Vaz, sacerdote, e música de Pedro Ferreira, professor e músico, ambos da Diocese de Coimbra; os arranjos são do músico Carlos Garcia.

O tema foi gravado em português e numa versão internacional, com cinco idiomas (português, inglês, espanhol, francês e italiano).

“Ao cantar este hino, os jovens de todo o mundo são convidados a identificarem-se com Maria, dispondo-se ao serviço, à missão e à transformação do mundo. A letra evoca também a festa da JMJ e a alegria centrada na relação com Deus”, indica a organização da JMJ 2023.

O processo de produção em estúdio, realizado em 2020, envolveu jovens de todo o país, alguns dos quais participantes na competição que, apesar de não terem sido selecionados, integraram o coro da gravação final, acrescenta a nota.

A ALEGRE SUPERFICIALIDADE

 

Em duas encíclicas, o Papa Francisco afirma: “Vivemos já muito tempo na degradação moral, furtando-nos à ética, à bondade, à fé, à honestidade”. E faz notar o que todos sabemos: que essa alegre superficialidade de pouco nos serviu, pois a tentativa de empurrar a história com a barriga não se traduziu num aumento de felicidade coletiva ou individual.

A recusa da ética é subtil. Começa por uma preocupação exagerada de cada um por si próprio. A dado momento, torna-se exclusiva ou quase. Entra, então, o hedonismo, como grelha a partir da qual se analisam as relações com os outros: o que dá prazer importa; o que não dá, rejeita-se. E se o cão faz festas e a as outras pessoas não, dá-se-lhe mais valor do que aos semelhantes.

Em tal perspetiva, os outros não interessam: ignoram-se. Evidentemente, não só não se compromete com o bem deles como, se direta ou indiretamente beliscam o conforto, têm-se como opositores. Neste caso, os interesses próprios colocam-me positivamente contra os outros. Seja contra quem for e pelos motivos que forem. Aplica-se à letra o negro aforisma popular: “Não me importa que o meu pai morra. O que quero é que a vida corra”.

Quando, por essa Europa fora, se reivindica o direito à diversão, às discotecas abertas, às festas de todo o género, aos festivais e dance celebrations, e se nega a pandemia e desvaloriza a transmissão do vírus ou, com uma frieza que gera calafrios, se reivindica o direito a uma vida folgazã em detrimento da possível morte da «velharia que não anda cá a fazer nada», então é o completo individualismo, a insensibilidade social, o egoísmo puro e duro. O que tem bons padrinhos na sociedade, mesmo a nível político-partidário. A seguir, porém, virá o que sempre se lhe segue: a desagregação, a violência, a revolução e a guerra.

É possível mudar a situação? Sim. Com menos temas fraturantes e mais educação para os valores. Para os verdadeiros. É que a «lei dos graves» está em todo o lado. Também em nós. Por isso, ou fazemos esforço na elevação ou caímos ruidosamente. Até nos aquários, mesmo que pareçam dormir, os peixes estão sempre a movimentar as barbatanas. É que se o não fizerem acabam por se depositar no fundo. E isso não augura nada de bom a nível da sua saúde.

E a alegre superficialidade contemporânea –na prática, uma insensibilidade alienada e alienante- também não.

https://www.diocese-porto.pt/pt/documentos/outros-documentos/mensagens/mensagens/dados/106-a-alegre-superficialidade/?fbclid=IwAR1BsEdIvzkiqBa7uVBiPslOAeTFYPcJa56n4CG4pkTh7oN0Fsen6cuVHAM

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

A PALAVRA DE DEUS

A Palavra de Deus é o antídoto contra o medo de enfrentar a vida sozinho. Falando connosco, o Senhor lembra-nos que estamos no seu coração, somos preciosos a seus olhos, estamos guardados na palma das suas mãos.

Papa Francisco

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

CONVERSÃO DE S. PAULO, Apóstolo

Leitura I At 22, 3-16

Naqueles dias, Paulo disse ao povo: «Eu sou judeu e nasci em Tarso da Cilícia. Fui, porém, educado nesta cidade de Jerusalém e recebi na escola de Gamaliel uma formação estritamente fiel à Lei dos nossos pais. Era tão zeloso no serviço de Deus, como vós todos sois hoje. Persegui até à morte esta nova religião, algemando e metendo na prisão homens e mulheres, como podem testemunhar o Sumo Sacerdote e todo o Senado. Recebi até, da parte deles, cartas para os irmãos de Damasco e para lá me dirigi, com a missão de trazer algemados os que lá estivessem, a fim de serem castigados em Jerusalém. Sucedeu, porém, que, no caminho, ao aproximar-me de Damasco, por volta do meio-dia, de repente brilhou ao redor de mim uma intensa luz vinda do Céu. Caí por terra e ouvi uma voz que me dizia: ‘Saulo, Saulo, porque Me persegues?’. Eu perguntei: ‘Quem és Tu, Senhor?’. E Ele respondeu-me: ‘Eu sou Jesus Nazareno, a quem tu persegues’. Os meus companheiros viram a luz, mas não ouviram a voz que me falava. Então perguntei: ‘Que hei de fazer, Senhor?’. E o Senhor disse-me: ‘Levanta-te e vai a Damasco; lá te dirão tudo o que deves fazer’. Como eu deixei de ver, por causa do esplendor daquela luz, cheguei a Damasco guiado pelas mãos dos meus companheiros. Entretanto, veio procurar-me certo Ananias, homem piedoso segundo a Lei e de boa fama entre todos os judeus que ali viviam. Ele veio ao meu encontro e, ao chegar junto de mim, disse-me: ‘Saulo, meu irmão, recupera a vista’. E, no mesmo instante, pude vê-lo. Ele acrescentou: ‘O Deus dos nossos pais destinou-te para conheceres a sua vontade, para veres o Justo e ouvires a voz da sua boca. Tu serás sua testemunha diante de todos os homens, acerca do que viste e ouviste. Agora, porque esperas? Levanta-te, recebe o batismo e purifica-te dos teus pecados, invocando o seu nome’».
(...)

Rezar a PALAVRA 
Que queres que eu faça, Senhor? Estas palavras de Paulo na estrada de Damasco são as minhas palavras hoje, neste Damasco da minha vida. A euforia perante a minha razão, o delírio perante as minhas convicções, o êxtase diante das minhas verdades pode levar-me a matar tudo o que tem sinal contrário. Derruba-me deste orgulho que não me deixa ver que é a ti que persigo quando nos meus pensamentos, nas minhas ideias, na minha verdade não cabem todos os homens que tu amas com amor eterno.

ORAÇÃO: em nome de TODOS OS NOMES que DEUS conhece.

No silêncio e na oração,
Homenagem a todos os nomes
Que Deus conhece.
Vidas com rosto e coração
E nestes tempos de pandemia
Num qualquer hospital,
Na mais profunda solidão,
Partem sem um abraço,
Um afago, um beijo,
Ou o calor reconfortante
Do último aperto de mão.

Olhos cerrados.
Corpos amontoados;
Sem tempo de ser preparados,
Em negros sacos fechados.
Nas frias urnas depositados
Para enterros apressados,
Onde não cabem palavras
Nem o adeus reconhecido
A quem aos seus é tão querido.

E no acto derradeiro 
Em que o corpo desce à terra
Não pode haver compaixão
Nem obra de misericórdia 
De acompanhar o irmão.

Como pode a nossa vida
Seguir amanhã indiferente
A tanta lágrima e dor
Que se vive no presente?

Que Deus no seu amor
A todos acolha clemente
E reconforte nesta angústia
Os que perdem a sua gente.

MM 
Jan. 2021

DOMINGO DA PALAVRA DE DEUS

O Papa convidou os católicos a desligar a televisão e o telemóvel para abrir a Bíblia, numa homilia escrita para a celebração do ‘Domingo da Palavra’, que se assinala hoje nas comunidades de todo o mundo.
“Peçamos ao Senhor a força de desligar a televisão e abrir a Bíblia, de desligar o telemóvel e abrir o Evangelho. Neste Ano Litúrgico, estamos a ler o Evangelho de Marcos, o mais simples e curto. Por que não o fazer também em privado, meditando uma pequena passagem em cada dia?”, refere o texto, que foi lido no Vaticano pelo presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, D. Rino Fisichella.

O arcebispo italiano presidiu à Missa na Basílica de São Pedro, depois de o Papa ter alterado a sua agenda por causa de uma inflamação no nervo ciático, à imagem do que tinha acontecido no final de 2020, segundo informação da Santa Sé enviada aos jornalistas.

O ‘Domingo da Palavra’ foi  instituído a 30 de setembro de 2019 pelo Papa Francisco e fixado para o III domingo do Tempo Comum, como momento especialmente dedicado à “reflexão e divulgação da Palavra de Deus”, nas comunidades católicas.

Na sua homilia para esta celebração, o Papa pediu que a Bíblia tenha “um lugar digno” na casa de cada católico e esteja “sempre” com cada um, “no bolso, no telemóvel”.

“Não renunciamos à Palavra de Deus. É a carta de amor escrita para nós por Aquele que nos conhece como ninguém: lendo-a, voltamos a ouvir a sua voz, vislumbramos o seu rosto, recebemos o seu Espírito”

CATEQUESE EM CASA

DOMINGO DA PALAVRA DE DEUS

Não renunciamos à Palavra de Deus! É a carta de amor escrita para nós por Aquele que nos conhece como ninguém: lendo-a, voltamos a ouvir a sua voz, vislumbramos o seu rosto, recebemos o seu Espírito. 

Papa Francisco