INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 29 de agosto de 2020

DOMINGO XXII DO TEMPO COMUM - Ano A

SALMO RESPONSORIAL Salmo 62 (63), 2.3-4.5-6.8-9 (R. 2b)
Refrão: A minha alma tem sede de Vós, meu Deus.

Senhor, sois o meu Deus: desde a aurora Vos procuro.
A minha alma tem sede de Vós.
Por Vós suspiro,
como terra árida, sequiosa, sem água. 

Quero contemplar-Vos no santuário,
para ver o vosso poder e a vossa glória.
A vossa graça vale mais do que a vida;
por isso, os meus lábios hão-de cantar-Vos louvores.

Assim Vos bendirei toda a minha vida
e em vosso louvor levantarei as mãos.
Serei saciado com saborosos manjares,
e com vozes de júbilo Vos louvarei.

Porque Vos tornastes o meu refúgio,
exulto à sombra das vossas asas.
Unido a Vós estou, Senhor,
a vossa mão me serve de amparo.

MARTÍRIO DE SÃO JOÃO BATISTA (MEMÓRIA)

“Não sou digno nem de desatar as suas sandálias” (São João Batista). João Batista semeou o amor, a verdade, o bem. Nunca se engrandeceu de ser um profeta escolhido por Deus e por ter diversos seguidores. Num tempo em que vemos tantas pessoas com milhares de seguidores nas redes sociais, penso: a quem eles estão seguindo? O que estão propagando? E eu, a quem sigo verdadeiramente? Possa eu ter a postura de João nas minhas redes sociais, presenciais e virtuais, alguém que busca multiplicar os talentos concedidos por Deus ao serviço do bem, promovendo a paz, a concórdia, o amor e a solidariedade. 

PLANO PASTORAL DA DIOCESE - 2020-2021

Na revista A MENSAGEM – sugerem-se caminhos de operacionalização na catequese

Atendendo à situação de pandemia, foi decidido prolongar, em 2020/21, a mesma temática do Plano Pastoral de 2019/20, acentuando-se alguns aspetos particulares.
O objetivo geral apresentado, coloca vários desafios à catequese ao propor: «ampliar e aprofundar a graça batismal e a exigência da filiação divina e da fraternidade humana, a partir da família como Igreja doméstica, enquanto ventre materno da iniciação cristã e da sua gestação permanente».

Ao longo deste ano e dos próximos anos, toca-nos recriar caminhos em ordem a responder a este apelo da Diocese. Neste sentido, a revista A MENSAGEM procurará apresentar textos para a reflexão e formação dos agentes pastorais e propor alguns projetos e ferramentas a fim de participar no processo de renovação, da conversão missionária da catequese.
Plano Pastoral da Diocese do Porto

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

#SANTO DO DIA

Um dos mais importantes teólogos e filósofos dos primeiros séculos do Cristianismo, Agostinho foi bispo de Hipona, na Argélia, durante 34 anos. Nasceu em Tagaste, na Argélia, em 354. Converteu-se à fé cristã e foi batizado em Milão por Santo Ambrósio, em 387. É amplamente aceite como o mais importante dos Doutores da Igreja no Ocidente. Morreu em Hipona, em 430.

SEXTA-FEIRA DA SEMANA XXI DO TEMPO COMUM

Evangelho Mt 25, 1-13
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se a dez virgens, que, tomando as suas lâmpadas, foram ao encontro do esposo. Cinco eram insensatas e cinco eram prudentes. As insensatas, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo, enquanto as prudentes, com as lâmpadas, levaram azeite nas almotolias. Como o esposo se demorava, começaram todas a dormitar e adormeceram. No meio da noite ouviu-se um brado: ‘Aí vem o esposo; ide ao seu encontro’. Então, as virgens levantaram-se todas e começaram a preparar as lâmpadas. As insensatas disseram às prudentes: ‘Dai-nos do vosso azeite, que as nossas lâmpadas estão a apagar-se’. Mas as prudentes responderam: ‘Talvez não chegue para nós e para vós. Ide antes comprá-lo aos vendedores’. Mas, enquanto foram comprá-lo, chegou o esposo: as que estavam preparadas entraram com ele para o banquete nupcial; e a porta fechou-se. Mais tarde, chegaram também as outras virgens e disseram: ‘Senhor, senhor, abre-nos a porta’. Mas ele respondeu: ‘Em verdade vos digo: Não vos conheço’. Portanto, vigiai, porque não sabeis o dia nem a hora».
(...)
rezar a palavra
“Não te conheço”. São duras as tuas palavras, Senhor. Pelas minhas opções posso transformar-me em alguém tão desfigurado que nem tu me conheces. Ensina-me a cuidar da minha vida, para que possa restaurar em mim a imagem divina, à semelhança da qual fui criado e concede-me o dom da prudência para que não me perca pelos caminhos da insensatez que me impede de estar contigo para sempre.

compromisso
Quero deixar-me iluminar por Jesus para orientar os meus passos pelo caminho da eternidade.

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

QUINTA-FEIRA DA SEMANA XXI DO TEMPO COMUM

S. Mónica
Memória


Evangelho Mt 24, 42-51
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Vigiai, porque não sabeis em que dia virá o vosso Senhor. Compreendei isto: se o dono da casa soubesse a que horas da noite viria o ladrão, estaria vigilante e não deixaria arrombar a sua casa. Por isso, estai vós também preparados, porque na hora em que menos pensais, virá o Filho do homem. Quem é o servo fiel e prudente, que o senhor pôs à frente da sua casa, para lhe dar o alimento em tempo oportuno? Feliz aquele servo que o senhor, ao chegar, encontrar procedendo assim. Em verdade vos digo que lhe confiará a administração de todos os seus bens. Mas se o servo for mau e disser consigo: ‘O meu senhor demora-se’, e começar a espancar os companheiros e a comer e beber com os ébrios, quando o senhor daquele servo chegar, em dia que ele não espera e à hora que ele não pensa, expulsá-lo-á e lhe dará a sorte dos hipócritas. Aí haverá choro e ranger de dentes».
(...)
rezar a palavra
Senhor Jesus faz-me ouvir o teu grito de alerta, para que a minha vida não caia na hipocrisia nem me desleixe nos meus compromissos para contigo e para com os irmãos. Mostra-me o caminho da felicidade que brota da fidelidade à missão que me confiaste. Ensina-me a agir com verdade e justiça, para que todos recebam os dons que lhes ofereces através do meu trabalho.

compromisso
Quero viver do trabalho digno das minhas mãos e assistir os meus irmãos nas suas dificuldades.

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

SÃO BARTOLOMEU, Apóstolo

ORAÇÃO COLECTA
Senhor, fortalecei em nós a fé
pela qual o apóstolo São Bartolomeu
se consagrou de coração sincero a Cristo vosso Filho
e concedei, por sua intercessão, que a vossa Igreja
seja o sacramento de salvação para todos os povos.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

«Conversas aGOSTO»: A vocação e a «música muito simples, uma música franciscana» da Irmã Maria Amélia Costa

A irmã Maria Amélia Costa disse que a sua música “é muito simples, é uma música franciscana”, que só começou a compor na congregação religiosa, e dentro da temática destas ‘Conversas aGOSTO’ destaca ‘Junto à praia, junto ao mar’.

“A minha música é muito simples, é uma música franciscana; Eu cuido muito a mensagem vi na música um meio, um instrumento, um canal, para levar o Evangelho, para levar mensagem. A mensagem anda-me aqui dentro muito mais tempo do que propriamente a música”, explicou a Franciscana Hospitaleira da Imaculada Conceição.

A irmã Maria Amélia Costa com mais de 50 anos de vida religiosa e com um reportório musical extenso afirma que “é difícil escolher uma música” mas dentro do tema destas conversas na Agência ECCLESIA durante o mês de agosto, destacou ‘Junto à praia, junto ao mar’, onde ‘um dia Jesus passou’.

“O chamamento de Jesus tem muito a ver com o mar, com a viagem, a partida, as outras margens e nessa canção ‘Junto à praia, junto ao mar’ retrato o meu sim, a minha chamada, talvez o meu primeiro sim. Já nessa altura dizia: ‘Conheci a tempestade, conheci o mar revolto, mas também o mar calmo’”, desenvolve, observando que “já falava do mar como metáfora da vida” nas suas composições.

A religiosa das Franciscana Hospitaleira da Imaculada Conceição recorda que foi na congregação que sentiu que a música era uma forma imprescindível de se expressar, “num dia de retiro, com a comunidade” e começou a “compor umas coisas sem perceber o que era” e depois percebeu que era uma canção.

“Num momento forte de espiritualidade, retiros comunitários, dei por mim a compor e no Ano Mariano saiu o primeiro álbum mas antes já tinham saído duas ou três cassetezinhas caseiras e dei-me conta que isto vinha de algum sítio, vinha de cima”, acrescentou.

Nesta época, a irmã Maria Amélia Costa já estava no colégio de São José, em Vila Real, para onde foi aos 21 anos ministrar a disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica, a sete turmas.

“Eu senti que a música era importante, eu tocava piano, a partir do momento que comecei a dar aulas de Moral e comecei a ver que ia pelo caminho do ensino e da pastoral juvenil não podia levar o piano atrás de mim mas podia levar outro instrumento, então fiz quase uma escolha de aprender viola para conduzir a mensagem; Peguei na viola e comecei a ver que era simples de tocar e com uma antiga aluna, que também tocava muito bem, começou a desafiar-me”, desenvolveu.

A cantautora de música de inspiração cristã afirma que não faz “música de encomenda” mas, “acontece muitas vezes”, ficar a pensar se “uma frase bombástica do Papa” dava uma boa mensagem.

Segundo a Franciscana Hospitaleira da Imaculada Conceição, que só começou a compor música depois de ser religiosa, “quando era nova queria era cantar os autores da época”, como o Henrique de Carvalho e o Zeca Afonso, e lembra que começou a aprender piano mas a professora queria que olhasse para a pauta que a “enquadrava muito e não dava asas”.

A irmã Maria Amélia Costa, religiosa de 73 anos, está esta semana no programa de rádio da Ecclesia na Antena 1, pelas 22h45, e nas «Conversas aGOSTO», disponíveis online, de segunda a sexta-feira, a partir das 17h00.


domingo, 23 de agosto de 2020

DOMINGO XXI DO TEMPO COMUM - Ano A

SALMO RESPONSORIAL Salmo 137 (138), 1-2a.2bc-3.6. 8bc (R. 8bc)
Refrão: Pela vossa grande misericórdia,
não nos abandoneis, Senhor.

De todo o coração, Senhor, eu Vos dou graças
porque ouvistes as palavras da minha boca.
Na presença dos Anjos Vos hei-de cantar
e Vos adorarei, voltado para o vosso templo santo. 

Hei-de louvar o vosso nome
pela vossa bondade e fidelidade,
porque exaltastes acima de tudo o vosso nome
e a vossa promessa.
Quando Vos invoquei, me respondestes,
aumentastes a fortaleza da minha alma. 

O Senhor é excelso e olha para o humilde,
ao soberbo conhece-o de longe.
Senhor, a vossa bondade é eterna,
não abandoneis a obra das vossas mãos.