INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

DOMINGO I DA QUARESMA - Ano C

SALMO RESPONSORIAL Salmo 90 (91), 1-2.10-15 (R. cf. 15b) 
Refrão: Estai comigo, Senhor, no meio da adversidade. 
Estai comigo, Senhor.

Tu que habitas sob a protecção do Altíssimo 
e moras à sombra do Omnipotente, diz ao Senhor: 
«Sois o meu refúgio e a minha cidadela: 
meu Deus, em Vós confio».

Nenhum mal te acontecerá, 
nem a desgraça se aproximará da tua tenda, 
porque Ele mandará aos seus Anjos 
que te guardem em todos os teus caminhos.

Na palma das mãos te levarão, 
para que não tropeces em alguma pedra. 
Poderás andar sobre víboras e serpentes, 
calcar aos pés o leão e o dragão.

Porque em Mim confiou, hei-de salvá-lo; 
hei-de protegê-lo, pois conheceu o meu nome. 
Quando Me invocar, hei-de atendê-lo, 
estarei com ele na tribulação, 
hei-de libertá-lo e dar-lhe glória.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

O PAPA A CAMINHO DO MÉXICO - Ao sobrevoar Portugal enviou uma mensagem para todos nós.

Rezemos pelo sucesso de mais uma missão do Santo Padre.
O Papa Francisco enviou hoje um telegrama ao presidente da República Portuguesa, quando sobrevoava território nacional a caminho de Cuba e do México, desejando a todos os portugueses “paz e alegria”.
“Envio saudações cordiais a vossa excelência ao sobrevoar Portugal a caminho. Asseguro-lhe a si e ao povo da nação uma lembrança nas minhas orações e invoco sobre cada um de vós as bênçãos de Deus de paz e alegria”, lê-se na mensagem do Papa a Aníbal Cavaco Silva, divulgada pela Sala de Imprensa da Santa Sé.

QUARESMA: Regressar de todo o coração ao coração de Deus

"A Palavra de Deus, no início do caminho quaresmal, dirige à Igreja e a cada um de nós dois convites.
O primeiro é o de S. Paulo: «Deixai-vos reconciliar com Deus».
Há um segundo convite de Deus, que diz, por meio do profeta Joel: «Regressai a mim de todo o coração». Se é preciso regressar é porque nos afastámos. É o mistério do pecado: afastámo-nos de Deus, dos outros, de nós próprios.
O Evangelho que abre a Quaresma [Mateus 6, 1-6. 16-18] convida-nos a sermos seus protagonistas, abraçando três remédios, três tratamentos que curam o pecado.

Papa Francisco
http://www.snpcultura.org/quaresma_regressar_de_todo_o_coracao_ao_coracao_de_Deus.html

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

JUBILEU DA MISERICÓRDIA

"Neste Ano Jubilar, que a Igreja se faça eco da Palavra de Deus que ressoa, forte e convincente, como uma palavra e um gesto de perdão, apoio, ajuda, amor. Que ela nunca se canse de oferecer misericórdia e seja sempre paciente a confortar e perdoar. Que a Igreja se faça voz de cada homem e mulher e repita com confiança e sem cessar: « Lembra-te, Senhor, da tua misericórdia e do teu amor, pois eles existem desde sempre » ( Sl 25/24, 6)."

OBRAS DE MISERICÓRDIA

"A Igreja tem a missão de anunciar a misericórdia de Deus, coração pulsante do Evangelho, que por meio dela deve chegar ao coração e à mente de cada pessoa. A Esposa de Cristo assume o comportamento do Filho de Deus, que vai ao encontro de todos sem excluir ninguém. No nosso tempo, em que a Igreja está comprometida na nova evangelização, o tema da misericórdia exige ser reproposto com novo entusiasmo e uma acção pastoral renovada. É determinante para a Igreja e para a credibilidade do seu anúncio que viva e testemunhe, ela mesma, a misericórdia. A sua linguagem e os seus gestos, para penetrarem no coração das pessoas e desafiá-las a encontrar novamente a estrada para regressar ao Pai, devem irradiar misericórdia."


MENSAGEM DE SUA SANTIDADE FRANCISCO PARA A XXIV JORNADA MUNDIAL DO DOENTE (Terra Santa - Nazaré, 11 de Fevereiro de 2016)

Tema: «Confiar em Jesus misericordioso, como Maria: 
“Fazei o que Ele vos disser” (Jo 2, 5)»
"Na solicitude de Maria, reflecte-se a ternura de Deus. E a mesma ternura torna-se presente na vida de tantas pessoas que acompanham os doentes e sabem individuar as suas necessidades, mesmo as mais subtis, porque vêem com um olhar cheio de amor. Quantas vezes uma mãe à cabeceira do filho doente, ou um filho que cuida do seu progenitor idoso, ou um neto que acompanha o avô ou a avó, depõe a sua súplica nas mãos de Nossa Senhora! Para nossos familiares doentes, pedimos, em primeiro lugar, a saúde; o próprio Jesus manifestou a presença do Reino de Deus precisamente através das curas. «Ide contar a João o que vedes e ouvis: os cegos vêem e os coxos andam; os leprosos ficam limpos e os surdos ouvem, os mortos ressuscitam» (Mt 11, 4-5). Mas o amor, animado pela fé, leva-nos a pedir, para eles, algo maior do que a saúde física: pedimos uma paz, uma serenidade da vida que parte do coração e que é dom de Deus, fruto do Espírito Santo que o Pai nunca nega a quantos Lho pedem com confiança."

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2016

"A misericórdia de Deus transforma o coração do homem e faz-lhe experimentar um amor fiel, tornando-o assim, por sua vez, capaz de misericórdia. É um milagre sempre novo que a misericórdia divina possa irradiar-se na vida de cada um de nós, estimulando-nos ao amor do próximo e animando aquilo que a tradição da Igreja chama as obras de misericórdia corporal e espiritual. Estas recordam-nos que a nossa fé se traduz em actos concretos e quotidianos, destinados a ajudar o nosso próximo no corpo e no espírito e sobre os quais havemos de ser julgados: alimentá-lo, visitá-lo, confortá-lo, educá-lo. Por isso, expressei o desejo de que «o povo cristão reflicta, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual. Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina» (Ibid., 15). Realmente, no pobre, a carne de Cristo «torna-se de novo visível como corpo martirizado, chagado, flagelado, desnutrido, em fuga... a fim de ser reconhecido, tocado e assistido cuidadosamente por nós» (Ibid., 15). É o mistério inaudito e escandaloso do prolongamento na história do sofrimento do Cordeiro Inocente, sarça ardente de amor gratuito na presença da qual podemos apenas, como Moisés, tirar as sandálias (cf. Ex 3, 5); e mais ainda, quando o pobre é o irmão ou a irmã em Cristo que sofre por causa da sua fé."

"Não percamos este tempo de Quaresma favorável à conversão! Pedimo-lo pela intercessão materna da Virgem Maria, a primeira que, diante da grandeza da misericórdia divina que Lhe foi concedida gratuitamente, reconheceu a sua pequenez (cf. Lc 1, 48), confessando-Se a humilde serva do Senhor (cf. Lc 1, 38)."

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

QUARTA-FEIRA DE CINZAS INÍCIO DA QUARESMA

MISSA DAS CINZAS
16h00 e 21h30, Capela de S. Martinho 
NO ANO DA MISERICÓRDIA, 
vem acolher no teu coração, desde o início da QUARESMA, 
o perdão, a graça e a misericórdia de Deus... 
que depois distribuirás segundo a tua própria generosidade. - FD 985

5º Ciclo de CONVERSAS AMPLAS - OBRIGADO!

Ficam palavras de gratidão a todos os que tornaram possível mais um Ciclo de Conversas Amplas: À Junta de Freguesia de Vilar do Paraíso e Mafamude, à Câmara Municipal de Gaia e Auditório Municipal; aos nossas conferencistas; às coletividades que nos receberam: Parentes, Academia de Música, Dramático e Acrav; à Ir. Maria Amélia Costa e Rui Pinto, ao grupo de animação da Acrav; às empresas 2You do Pedro Nobre e Foto Martinho; à fl orista Otília Silva e ao nosso pintor Gauiense Júlio Costa; ainda, da paróquia, muito agradecemos ao Nuno Martins e Pedro Lima e aos casais da equipa da Pastoral da Família: Mónica/António, Carla/Helder, Luisa /Pimenta, Susana /Ricardo e Denize/Zé Manel. Que Deus a todos ajude! Vamos ao 6º CCA! 
 
 
 
 
 

DEIXANDO AS REDES E O PAI...

Deixando as redes e o pai, seguiram Jesus

Obras do Senhor, bendizei o Senhor,
Louvai-O e exaltai-O para sempre
Céus, bendizei o Senhor
Anjos do Senhor, bendizei o Senhor


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

5º CICLO DE CONVERSAS AMPLAS: último painel de convidados

5.ª Conversa com:
Filomena Bernardo;  João Armando Gonçalves; 
Ricardo Alves Ribeiro e  Faustino Vaz
Nesta última “Conversa”, em que o casal Denise e Zé, apresentou o painel de quatro pessoas, cada uma com a sua história, o seu percurso, a sua identidade…todas com um testemunho de vida vivida com intensidade e por inteiro, conferiu-lhe uma riqueza acrescida, pois qualquer um dos testemunhos daria, com certeza, uma conversa extensa.
Sendo o tema do Ciclo deste ano “identidade e realização pessoal”, não deixou de ser interessante ficar para a última sessão exatamente a tentativa da definição do que é, afinal, a identidade pessoal ou o que é que nos confere essa identidade.
Em filosofia – explicava-nos o professor Dr. Faustino Vaz – nos últimos três séculos tem-se vindo a discutir a nossa identidade pessoal. O que preserva a nossa identidade, de molde a que hoje seja e me identifique(m) como a pessoa que era.
E, para melhor compreendermos este pensamento do que é que nos faz sermos os mesmos hoje, o professor levou-nos a viajar na imaginação e pensar no barco de madeira do pescador que se vai deteriorando com o tempo, que o pescador vai conservando e substituindo as tábuas e um seu vizinho, também ele pescador, vai juntando essas tábuas velhas, consertando-as e com elas construindo um barco. Um dia, encontram-se no mar os dois pescadores, cada um com o seu barco, pergunta-se qual dos dois é o barco original?
A ciência explica que o nosso corpo, de cinco em cinco anos, se renova e os átomos de que as células são compostas são novos. Então, o que é que mantém a nossa identidade pessoal? A matéria do corpo parece não ser, então, essencial para essa identificação.
Há algumas teorias que vão ensaiando a explicação para essa identidade. São elas a teoria da alma, segundo a qual o que determina a nossa identidade pessoal, o ingrediente que nos dá a identidade ou que nos identifica é a alma, enquanto unidade indivisível. 
Outra teoria é a de que eu sou hoje a mesma pessoa que fui porque tenho continuidade corporal.
Outra teoria explica que a nossa identidade está na continuidade mental e há ainda uma outra que, baseada na evolução tecnológica que permite perceber melhor o funcionamento orgânico do nosso corpo, explica que não há uma continuidade que nos identifica. Somos, afinal, uma coleção de itens mentais organizados e nada mais, não havendo unidade por trás deles.
Independentemente da teoria que possa explicar o que confere a identidade pessoal, pensa-se que esta existe e se estivermos muito preocupados com essa identidade, então não fazemos grandes coisas, mas se, pelo contrário, não tivermos essa preocupação tornamo-nos mais benevolentes para com os outros e capazes de grandes causas. 
Após esta pequena “lição” de filosofia, dada pelo moderador do painel, os restantes intervenientes partilharam cada um a sua história de vida. 
 
 João Armando Gonçalves, presidente do comité mundial do escutismo começou por contar a história da Rita que, depois de uma entrevista de emprego, lhe ligou para dizer que fora capaz naquela entrevista de falar que tinha capacidade para liderar, para gerir projetos e para muitas outras coisas. E foi capaz porque o aprendeu no escutismo. 
Esse momento marcou-o porque o escutismo é um movimento de educação não formal, onde se aprende a ultrapassar obstáculos, a resolver problemas, a “dar a volta” quando alguma coisa corre mal, sempre num ambiente de aprendizagem onde se pode experimentar e errar. É como um campo de jogos, com algumas regras, onde se joga, se perde e se ganha sem medo de errar. E quando há experiências de impacto pessoal positivo, essas experiências deixam marcas para toda a vida. 
Na construção da identidade, o escutismo proporciona também experiências espirituais. Há um lastro que o escutismo consegue construir e em cima desse lastro continuará a “edificação”, porque somos seres em construção.
Filomena Bernardo, animadora social, partilhou connosco a sua história de vida com doença crónica. Vida que ela considera que, a partir do diagnóstico da sua doença, aos 33 anos, é que passou a ser vivida por inteiro. A sua história fez-nos sentir pequenos, pois o que poderíamos considerar a sua fragilidade era, afinal, a sua força, o móbil da sua entrega e da vivência com sentido. Como ela dizia, referindo-se a muitos doentes com doença crónica, como guerreiros, “Nós não somos doentes, doentes são muitos que por aí andam e que nunca foram ao médico”.
Desde o diagnóstico do cancro da mama, aos 33 anos, passando por um AVC, um aneurisma e outros problemas, tendo realizado já 17 intervenções cirúrgicas, fê-la questionar-se sobre o que tinha feito de bom até ali. Então, a partir dos 33 anos passou a fazer catequese, eventos de solidariedade e muitas outras coisas.
Acredita em primeiro lugar em Deus, depois em si e depois nos médicos.
A construção da identidade tem de ser feita em complemento com outro tipo de educação. A sua vida estava agora centrada em causas e não nos seus interesses.
O Ricardo Alves Ribeiro, que revelou uma grande coragem ao aceitar este convite, tendo em conta que grande parte das pessoas presentes o conhecia, mas mesmo assim quis partilhar a sua história de vida, marcada por um percurso de avanços e recuos. A partir do momento em que se questionou na sua identidade e assumiu que havia problemas a resolver, encontrou caminhos a percorrer que podem levar a outros lugares onde a realização pessoal pode acontecer. 
E são esses caminhos que ele percorre agora, com metas a atingir, a esperança a renascer para uma vida com realização pessoal, rumo à felicidade.
Se fosse necessário tecer uma pequeníssima urdidura com os fios daquelas experiências de vida, atrevíamo-nos a dizer:
1.  “Quem sou eu?” É uma questão crucial que todos se colocam; 
2.  A identidade constrói-se na educação;
3. A questão da identidade coloca-se com mais acuidade nas situações mais difíceis, de maior sofrimento;
4. Quando nos colocamos a questão da identidade, temos a iniciativa da ação;
5. A felicidade encontra-se nos momentos em que colocamos o acento tónico na benevolência com os outros e não nos nossos interesses;
6. A questão de Deus está sempre presente nos caminhos da felicidade.
 
Bem hajam pelos vossos testemunhos, pela vossa partilha de experiências, porque preenchem de esperança as nossas e ajudam a reduzir a dimensão dos “problemas” da vida de alguns de nós.
03.02.2016
Agradecimentos:
Equipa da Pastoral da Família
Grupo Dramático de Vilar do Paraíso
União de Freguesias de Mafamude e Vilar do Paraíso
Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia
FotoMartinhoValadares
Pedro Nobre  www.cca.2you.pt/