Sábado, 2 de dezembro, Capela de S. Martinho, das 08 às 19h00.
Todos os grupos devem tomar nota da hora que lhe é destinada e estarem presentes, em adoração e louvor ao Santíssimo Sacramento que, exposto, nunca pode estar sozinho.
Caminhando Jesus ao longo do mar da Galileia, viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André, que lançavam as redes ao mar, pois eram pescadores. Disse-lhes Jesus: «Vinde e segui-Me e farei de vós pescadores de homens». Eles deixaram logo as redes e seguiram-n’O. Um pouco mais adiante, viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João, que estavam no barco, na companhia de seu pai Zebedeu, a consertar as redes. Jesus chamou-os e eles, deixando o barco e o pai, seguiram-n’O.
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rezar a palavra
A tua palavra, Senhor, ecoa aos meus ouvidos como um desafio radical que mexe com todas as estruturas da minha vida. Nada fica como estava quando tu passas por mim. As redes, a barca, o pai, os irmãos, tudo se altera perante a tua voz desafiante, “Segue-me”. Quero seguir-te, Senhor, e tornar-me um pescador de homens para que todos experimentem a força do teu olhar.
compromisso
Vou olhar os meus irmãos, amigos e companheiros e estudar a melhor forma de lhes falar de Jesus, de modo que se entusiasmem a segui-lo.
No último Domingo do ano litúrgico, celebramos a Solenidade de Cristo Rei. As leituras, porém, não falam do triunfo de Cristo, mas da Sua bondade (comparada à de um bom pastor com as suas ovelhas – ver 1ª leitura) e da bondade que Ele espera que tenhamos para com os mais frágeis e vulneráveis: os que têm fome e sede, os imigrantes/peregrinos, os nus, os doentes e os presos. Jesus identifica-Se com eles. Por isso, quando ignoramos /negligenciamos quem sofre, ignoramos o próprio Jesus. Quando aliviamos a sua dor, estamos a amar a Deus. O que fazemos pelos oprimidos, pobres, débeis e desprotegidos tem um valor eterno e não é esquecido por Deus, que o levará em conta quando O encontrarmos no fim da vida.
As Obras de Misericórdia são muito importantes e devemos saber que se dividem em duas que são: Corporais e Espirituais. Esta semana podemos aprende-las todas e, em cada dia, praticar uma.
No passado mês de agosto, encontrei centenas de milhares de vossos coetâneos que, vindos de todo o mundo, se reuniram em Lisboa para a Jornada Mundial da Juventude. Nos dias da pandemia alimentámos, no meio de muitas incertezas, a esperança de que esta grande celebração do encontro com Cristo e com outros jovens se pudesse realizar. Esta esperança concretizou-se e, para mim e muitos de quantos lá estiveram presentes, superou todas as expetativas! Como foi lindo o nosso encontro em Lisboa! Uma verdadeira e real experiência de transfiguração, uma explosão de luz e alegria!
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«A pequena esperança avança no meio de suas duas irmãs grandes
E não se nota sequer. (…).
Ela, a pequenita, é que arrasta tudo.
Porque a Fé não vê senão o que é
E ela vê aquilo que será.
A Caridade não ama senão aquilo que é
E ela, sim ela, ama aquilo que será. (…).
É ela que faz caminhar as outras duas
Que puxa por elas.
E que nos faz caminhar a todos»
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«Cristo vive: é Ele a nossa esperança e a mais bela juventude deste mundo!» (Exort. ap. Christus vivit, 1). Assim vos escrevi, há quase cinco anos, depois do Sínodo dos Jovens. Convido-vos a todos, especialmente àqueles que estão envolvidos na pastoral juvenil, a voltarem a pegar no Documento Final de 2018 e na Exortação apostólica Christus vivit. Os tempos estão maduros para fazermos, juntos, o ponto da situação e trabalharmos com esperança para a plena implementação daquele Sínodo inesquecível.
Confiemos toda a nossa vida a Maria, Mãe da Esperança. Ela ensina-nos a trazer dentro de nós Jesus, nossa alegria e esperança, e a dá-Lo aos outros. Boa caminhada, queridos jovens! Abençoo-vos e acompanho-vos com a oração. E vós rezai também por mim!