INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 31 de outubro de 2020

FOLHA DOMINCIAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade

SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS

SALMO RESPONSORIAL Salmo 23 (24), 1-2.3-4ab.5-6 (R. cf. 6)
Refrão: Esta é a geração dos que procuram a vossa face Senhor.

Do Senhor é a terra e o que nela existe,
o mundo e quantos nele habitam.
Ele a fundou sobre os mares
e a consolidou sobre as águas.

Quem poderá subir à montanha do Senhor?
Quem habitará no seu santuário?
O que tem as mãos inocentes e o coração puro,
o que não invocou o seu nome em vão.

Este será abençoado pelo Senhor
e recompensado por Deus, seu Salvador.
Esta é a geração dos que O procuram,
que procuram a face de Deus.

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

FESTA DA EUCARISTIA

Sábado, 31 de outubro, o segundo grupo de crianças do 3º ano de catequese, na companhia dos pais e catequistas fará a sua Primeira Comunhão, pelas 16h00, na Capela de São Martinho.
Um dia de alegria em que Jesus vem ao coração de todos!

AVIVAR A CHAMA DA ESPERANÇA

Nota do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa

1. Aproxima-se a data da solenidade de Todos os Santos (1 de novembro) e da Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos (2 de novembro). São dias intensamente sentidos pela piedade dos fiéis católicos do nosso país, que neles fazem uma romagem de fé e esperança aos cemitérios onde repousam os restos mortais dos seus entes queridos, que consumaram o seu batismo participando até ao fim no mistério pascal, morrendo com Cristo para com Cristo ressuscitarem.

2. Porque o dia de Fiéis Defuntos é laboral, o nosso povo costuma aproveitar os dias anteriores, nomeadamente a solenidade de Todos os Santos – feriado nacional – para fazer memória dos que nos precederam, marcados com o sinal da fé, ornando os cemitérios com flores e acendendo luzes expressivas dos seus sufrágios e preces.

3. É certo que não depende da Igreja a gestão da grande maioria dos cemitérios nacionais. Confiamos, porém, que as autarquias e entidades que os tutelam saberão interpretar as exigências do bem comum encontrando um justo, mas difícil equilíbrio entre os imperativos de proteger a saúde pública e o respeito pelos direitos dos cidadãos. Porque não se adoece apenas de COVID-19. A impossibilidade de exprimir de forma sensível e concreta saudades e afetos também é causa de sofrimento e de doença, por vezes grave e até mortal.

4. Dado o estado atual da pandemia, é sensato que se imponham medidas suplementares de proteção, como a obrigatoriedade do uso de máscaras e o controlo do número de visitantes, em simultâneo, estabelecendo um limite máximo, conforme a dimensão dos espaços. Mas não seria apropriado o encerramento completo dos cemitérios. Tenha-se em conta que a emergência sanitária já dura desde março e que muitas famílias enlutadas neste período nem sequer puderam acompanhar adequadamente os seus entes queridos em exéquias muitas vezes celebradas, como diz o Papa Francisco, de um modo que fere a alma.

5. As celebrações terão lugar nas igrejas e noutros espaços utilizados para o efeito nestes tempos de emergência, cumprindo as regras já estabelecidas. Porventura, poderá aumentar-se a sua oferta, sobretudo no dia 2 de novembro, em horários que sejam mais convenientes à comunidade. Para diminuir ocasiões de maior aglomeração de pessoas, recomendamos aos párocos que considerem nestes dias, em coordenação com as autoridades locais, a possibilidade de celebrar a Eucaristia nos cemitérios. Quanto às romagens que é costume realizar nos cemitérios em sufrágio dos Fiéis Defuntos, sugerimos que se façam com acompanhamento mínimo, respeitando sempre as normas de segurança e de saúde.

6. Exortamos os fiéis das nossas comunidades, unidos aos seus pastores, para que transfigurem a saudade e o luto próprio destes dias com a luz pascal que Jesus Cristo Ressuscitado acendeu para sempre em nossos corações.

7. No dia 14 de novembro, às 11 horas na Basílica da Santíssima Trindade do Santuário de Fátima, a Conferência Episcopal celebrará uma Eucaristia de sufrágio pelas vítimas da pandemia em Portugal.

Fátima, 12 de outubro de 2020

EUCARISTIAS NO PRÓXIMO FIM DE SEMANA

SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS 
Domingo, 1 de Novembro 
08h00 e 11h00 em Capela de S. Martinho, 
09h30, Capela de São Caetano 
16h00, Igreja Paroquial 

COMEMORAÇÃO DOS FIÉIS DEFUNTOS
Segunda-feira, 2 de Novembro
09h30, Igreja Paroquial e às 
19h00, Capela de S. Martinho
Não há romagem ao cemitério

FIÉIS DEFUNTOS - CELEBRAÇÃO FAMILIAR

Tendo em conta a impossibilidade de muitas famílias se deslocarem até aos cemitérios, partilhamos uma celebração para a família, em casa, rezar de forma particular pelos familiares que já se encontram no abraço do Pai.

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

REUNIÃO DE CATEQUISTAS

Hoje, 29 de outubro, às 21h30, na Capela de São Martinho, com a oração do terço em comunidade (terço dinamizado pelo Apostolado da Oração).
Segue-se ENCONTRO no Centro Paroquial, essencialmente para uma conversa e partilha da vivência catequética deste ano pastoral.
Quem não puder estar deve enviar ao secretariado uma mensagem com a sua partilha porque é sempre muito importante para todos.
Ninguém caminha sozinho e a reunião tem esse propósito: cada catequista sentir que, de facto, não está sozinho na nobre missão de falar de Deus aos outros.

OUTUBRO EM ORAÇÃO

à luz do Evangelho de cada dia

DIA 29
«Devo seguir o meu caminho, porque não é possível que um profeta morra fora de Jerusalém.» (Lc 13, 33)

Senhor Jesus, caminhaste decidido para a cidade que apedreja os que lhe são enviados. À ingratidão, respondeste dando a vida por amor. Dá-nos a mesma coragem e entrega.

Guião Missionário

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

VIGÍLIA MISSIONÁRIA DIOCESANA

Foi no passado dia 26 e, na impossibilidade da Infância Missionária estar presente, estiveram em sua representação duas amigas muitos especiais, Carla Maria Cardoso Fernandes e Daniela Cardoso, a quem a IM agradece pela entrega e por se deixarem "pescar" ❤️
Todos, tudo e sempre em missão! Todos discípulos missionários, E todos pescadores de homens, como Jesus nos enviou!
A Vigília foi presidida pelo Bispo do Porto, D. Manuel linda e esteve também o Diácono da nossa Paróquia,  Sr. José Angélico. 
"Ide por todo o mundo, / Ide por todo o mundo. Levar a Boa Nova, Levar a Boa Nova, / Levar a Boa Nova: Jesus Cristo é o Senhor." (Guião Missionario)
Imagens do Secretariado Diocesano das Missões 

ORAÇÃO A NOSSA SENHORA

Cartaz para projetar e, com os mais pequenos rezar,
neste Mês Missionário e Mês do Rosário.

ORAÇÃO DO TERÇO NA CAPELA DE SÃO MARTINHO

GRUPO MISSIONÁRIO: 
Quarta-feira, 28 de outubro, às 21h30. 

GRUPO APOSTOLADO DE ORAÇÃO
Quinta-feira, 29 de outubro, às 21h30.

OUTUBRO EM ORAÇÃO

Dia 28
Jesus chamou os discípulos e escolheu doze, a quem deu o nome de apóstolos. (Lc 6, 13)

Senhor, faz que a exemplo dos Apóstolos tenhamos docilidade para Te escutar e seguir, disponibilidade para partir e servir, e coragem para permanecer firmes até ao fim.

Guião Missionário

terça-feira, 27 de outubro de 2020

SAUDADES DE UM ABRAÇO

 "Diz-se que o nosso corpo tem a forma de um abraço. Talvez por isso a tarefa de abraçar seja tão simples, mesmo quando temos de percorrer um longo caminho. O abraço tem uma incrível força expressiva. Comunica a disponibilidade de entrar em relação com os outros, superando o dualismo, fazendo cair armaduras e motivos, cedendo, nem que seja por instantes, na defesa do espaço individual. Há uma tipologia vastíssima de abraços, e cada uma delas ensina alguma coisa sobre aquilo que um abraço pode ser: acolhimento e despedida, congratulação e luto, reconciliação e embalo, afeto ou paixão. Os abraços são a arquitetura íntima da vida, o seu desenho invisível, mas absolutamente presente; são plenitude consentida ao desejo e memória que revitaliza. Todos nos reconhecemos aí: em abraços quotidianos e extraordinários, abraços dramáticos ou transparentes, abraços alagados de lágrimas ou em puro júbilo, abraços de próximos ou de distantes, abraços fraternos ou enamorados, abraços repetidos ou, porventura, naquele único e idealizado abraço que nunca chegou a acontecer mas a que voltamos interiormente vezes sem conta."

OUTUBRO EM ORAÇÃO

Dia 27
«O reino é semelhante ao grão de mostarda… Tornou-se árvore e as aves vieram abrigar-se nos seus ramos». (Lc 13, 18-19)

Senhor, oferecemos-te a nossa disponibilidade para que o teu Reino cresça, à semelhança de um grão de mostarda se torna árvore. Conta connosco. Podes enviar-nos.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

VIGÍLIA MISSIONÁRIA DIOCESANA

Hoje, às 21h30 

Celebração transmitida em direto pelo facebook do Santuário do Monte da Virgem e presidida por D. Manuel Linda, Bispo do Porto.

OUTUBRO EM ORAÇÃO

 

«Amarás o Senhor teu Deus… o teu próximo... Nestes dois mandamentos se resume toda a Lei». (Mt 22, 37-40)

Senhor, que o nosso amor a Deus não se reduza a uma piedade sem compromisso, mas se mostre no amor afetivo e efetivo ao próximo, como em tantas formas de missão solidária.

Guião Missionário

domingo, 25 de outubro de 2020

JORNADAS NACIONAIS DE CATEQUISTAS

Continuam esta tarde a partir das 15h00, via on-line.

Siga em:

PROGRAMA 

Dia 25, Dom –15.00 -17.00

“A memória na transmissão da Fé: o papel dos avós” 
- Helena Presas

“A nossa Família educa para a Fé” 
- Sónia Neves

XXX DOMINGO DO TEMPO COMUM

Ex 22,20-26
Sl 17(18)
1Ts 1,5c-10
Mt 22,34-40

AMOR: O MAIOR MANDAMENTO

A Sagrada Escritura e as leituras de hoje de modo particular advertem para o perigo latente de esquecer o mandamento de amar o próximo, independentemente da sua condição. É o amor a Deus e ao próximo que constituem o centro nevrálgico do Cristianismo, e é nesta complementaridade entre as dimensões vertical e horizontal da existência que se define a coerência do ser cristão: no amor a Deus e no amor de Deus pela Humanidade. Jesus acrescenta que a verticalidade da existência está em vista da aplicação horizontal da relação com o Senhor: sem o amor aos outros, o amor a Deus é vazio e hipócrita. Como dirá São João mais tarde numa das suas cartas, “quem diz que ama a Deus, que não vê, mas não ama o seu irmão, que vê, é mentiroso”. Uma religião desligada dos problemas da Humanidade é desencarnada e desvirtua a sua natureza, bem como uma caridade desprovida da sua dimensão religiosa pode tornar-se mera filantropia. O cerne do amor ao próximo está no facto de que cada “próximo” que Deus torna irmão é, em primeiro lugar, sua imagem e semelhança. Ou seja, Deus identifica-Se com cada ser humano, e é na Humanidade e nas suas chagas que também hoje podemos “cuidar” e amar o próprio Deus. O amor a Deus deve inspirar-nos a sentir, a pensar, a agir e a amar como Deus o fez em Jesus Cristo. Vivendo isto, teremos a possibilidade de, como Paulo afirma, nos tornarmos dignos de ser imitados, porque testemunhos eloquentes do amor a Deus e ao próximo. 

Portanto, que cada um se pergunte: Será que posso afirmar que amo a Deus e ao próximo como a mim mesmo? De que maneira eu sei amar-me? Será que o amor governa a minha vida e a minha atitude para com o próximo? A quem ainda não amei o suficiente? A quem não quero amar? “Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu entendimento”. Este é o maior e o primeiro mandamento. O segundo, porém, é semelhante a este: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Toda a lei e os profetas dependem destes dois mandamentos”. É a resposta de Jesus para cada um de nós. Por amor a cada um de nós Jesus aceitou ser crucificado e morto. Se quisermos saber o valor de cada um de nós diante de Deus, basta olhar para Jesus Crucificado. (Texto elaborado tendo por base a reflexão dominical da “Liturgia Diária para a missa de cada dia” da Paulus).

Pe. Carlos Correia
Imagem: Internet