🙏 “Rezemos para que os líderes políticos estejam ao serviço de seu povo, trabalhando pelo desenvolvimento humano integral. Trabalhando pelo bem comum, cuidando dos que perderam seu emprego e dando prioridade aos mais pobres.”
"Atualmente a política não tem boa fama: corrupção, escândalos, está distante do dia a dia das pessoas.
Mas, podemos avançar em direção à fraternidade universal sem uma boa política? Não.
Como disse Paulo VI, a política é uma das formas mais altas da caridade, porque busca o bem comum.
Falo da POLÍTICA com maiúsculas, não da politicagem. Falo da política que escuta a realidade, que está ao serviço dos pobres, não da que está escondida em grandes edifícios com longos corredores.
Falo da política que se preocupa com os desempregados e sabe muito bem como pode ser triste um domingo quando a segunda-feira é um dia a mais sem poder ir trabalhar.
Se a vemos assim, a política é muito mais nobre do que aparenta.
Agradeçamos aos muitos políticos que desempenham sua tarefa com vontade de servir, não de poder, todos seus esforços pelo bem comum.
Rezemos para que os líderes políticos estejam ao serviço de seu povo, trabalhando pelo desenvolvimento humano integral. Trabalhando pelo bem comum, cuidando dos que perderam seu emprego e dando prioridade aos mais pobres."
CONVIDAM-SE os catequistas, catequizandos, escuteiros e pais para participarem nas festas em Honra do Bom Jesus do Monte e São Caetano, nomeadamente nas procissões que se realizam no Domingo 4 de agosto, às 17h00 e segunda-feira, 5 de agosto, às 19h00.
Sabemos que é tempo de férias mas TODOS os que estiverem e puderem agradecemos participem. 💗
Naquele tempo, quando a multidão viu que nem Jesus nem os seus discípulos estavam à beira do lago, subiram todos para as barcas e foram para Cafarnaum, à procura de Jesus. Ao encontrá-l’O no outro lado do mar, disseram-Lhe: «Mestre, quando chegaste aqui?». Jesus respondeu-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: vós procurais-Me, não porque vistes milagres, mas porque comestes dos pães e ficastes saciados. Trabalhai, não tanto pela comida que se perde, mas pelo alimento que dura até à vida eterna e que o Filho do homem vos dará. A Ele é que o Pai, o próprio Deus, marcou com o seu selo». Disseram-Lhe então: «Que devemos nós fazer para praticar as obras de Deus?». Respondeu-lhes Jesus: «A obra de Deus consiste em acreditar n’Aquele que Ele enviou». Disseram-Lhe eles: «Que milagres fazes Tu, para que nós vejamos e acreditemos em Ti? Que obra realizas? No deserto os nossos pais comeram o maná, conforme está escrito: ‘Deu-lhes a comer um pão que veio do Céu’». Jesus respondeu-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: Não foi Moisés que vos deu o pão do Céu; meu Pai é que vos dá o verdadeiro pão do Céu. O pão de Deus é o que desce do Céu para dar a vida ao mundo». Disseram-Lhe eles: «Senhor, dá-nos sempre desse pão». Jesus respondeu-lhes: «Eu sou o pão da vida: quem vem a Mim nunca mais terá fome, quem acredita em Mim nunca mais terá sede».
Naquele tempo, Jesus disse ainda à multidão a seguinte parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se ao grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo. Sendo a menor de todas as sementes, depois de crescer, é a maior de todas as plantas da horta e torna-se árvore, de modo que as aves do céu vêm abrigar-se nos seus ramos». Disse-lhes outra parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado». Tudo isto disse Jesus em parábolas, e sem parábolas nada lhes dizia, a fim de se cumprir o que fora anunciado pelo profeta, que disse: «Abrirei a minha boca em parábolas, proclamarei verdades ocultas desde a criação do mundo».
compreender a palavra
Jesus fala em parábolas e dessa forma dá cumprimento ao que foi anunciado pelo profeta. Estas duas parábolas revelam dois aspetos do reino de Deus. O primeiro é a insignificância frente à grandeza. Aparentemente o reino é algo sem importância, mas depois de ser lançado à terra e crescer, torna-se imprescindível para muitos que podem abrigar-se nos seus ramos. A segunda ideia revela o escondido, o oculto no silêncio. Como o fermento na massa, o reino é silencioso, está oculto, parece não ser nada e desaparecer na massa. Na realidade, a força do reino manifesta-se aí, no silêncio e a sua presença é tudo menos inativa.
meditar a palavra
Em dois sentidos podemos meditar a Palavra. Primeiro, preciso de entender como o reino chegou a mim, pela palavra que me foi anunciada e como essa palavra atua na minha vida sem eu me aperceber. Depois, preciso abrir os olhos para o mundo e ver os sinais do reino à minha volta em tantas situações, que passam despercebidas. Perceber os sinais do reino é dar-me conta da presença de Deus e da sua ação na história dos homens. Só reconhecendo esses sinais posso tornar-me colaborador de Deus na implantação do reino no ambiente em que estou inserido.
rezar a palavra
A tua palavra desperta em mim a novidade do reino e convida-me a ser colaborador na sua implantação no mundo. Ensina-me, Senhor, a atenção necessária para poder perceber os teus sinais na vida e na história dos homens, para acolher o dom que pretendes comunicar a todos para a salvação do mundo. Dá-me a coragem do silêncio ativo para que a massa seja transformada e o reino seja mesmo lugar de abrigo para todos.
compromisso
Vou estar atento aos sinais da manifestação do reino à minha volta.