INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 27 de junho de 2020

DOMINGO XIII DO TEMPO COMUM - Ano A

SALMO RESPONSORIAL 
Salmo 88 (89), 2-3.16-17.18-19 (R. 2a)
Refrão: Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor.
Ou: Eu canto para sempre a bondade do Senhor. 

Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor
e para sempre proclamarei a sua fidelidade.
Vós dissestes:
«A bondade está estabelecida para sempre»,
no céu permanece firme a vossa fidelidade. 

Feliz do povo que sabe aclamar-Vos
e caminha, Senhor, à luz do vosso rosto.
Todos os dias aclama o vosso nome
e se gloria com a vossa justiça. 

Vós sois a sua força,
com o vosso favor se exalta a nossa valentia.
Do Senhor é o nosso escudo
e do Santo de Israel o nosso rei. 

sexta-feira, 26 de junho de 2020

FESTA DE SÃO PEDRO, PADROEIRO DA NOSSA PARÓQUIA


Participe nas Eucaristias e conforme o apelo do nosso Pároco, seja solidário levando um alimento não perecível para ajudar as famílias mais carenciadas da nossa Paróquia.

quinta-feira, 25 de junho de 2020

CELEBRAÇÃO DA FESTA DE S. PEDRO

Dia 28/06 (Domingo) 
Não haverá missa às 09:30h em S. Caetano.

Missas únicas na Paróquia: 

08:00h – Missa do Domingo XIII do Tempo Comum, na Capela São Martinho;

11:00h – Missa festiva da Vigília de São Pedro e S. Paulo, em honra do Padroeiro da Paróquia de São Pedro de Vilar do Paraíso, na igreja Matriz a ele dedicada.

Dia 29/06 (Segunda-feira) – Missa festiva do Dia de São Pedro, Padroeiro da Paróquia de Vilar do Paraíso, às 21:00h, na igreja Matriz a ele dedicada.


APELO À COMUNIDADE:  Em todas estas Missas peço o favor de levar um alimento não perecível para ajudar as famílias mais necessitadas da nossa Paróquia. Serão recolhidos à entrada e entregues à responsabilidade da Conferência Vicentina da Paróquia que os fará chegar às famílias mais pobres e carecidas dos mesmos.

quarta-feira, 24 de junho de 2020

NOVO DIRETÓRIO PARA A CATEQUESE

O Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização (CPPNE) redigiu um novo Diretório para a Catequese que vai ser lançado a 25 de junho, em Roma

De acordo com a sala de imprensa o documento vai ser apresentado por D. Rino Fisichella, presidente do CPPNE e pelo secretário monsenhor Octavio Ruiz Arenas bem como o delegado para a Catequese do CPPNE, mons. Franz-Peter Tebartz-van Elst.

O Novo Diretório para o setor da catequese vem substituir o atual documento de 1997, redigido, à época pela Congregação para o Clero que tutelava a Catequese.

Em janeiro de 2013, por decisão de Bento XVI, a catequese passou para a competência do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização.

"O novo documento para a catequese da Igreja dará atenção particular a muitas das temáticas da sociedade atual que se relacionam com setor da educação cristã, como a cultura digital, a formação de catequistas, a pastoral que é feita em tantos ambientes ou a catequese para pessoas portadoras de deficiência", afirmou D. Rino Fisichella em declarações ao Folha de Domingo datadas de janeiro de 2019.

Na ocasião o presidente do CPPNE considerava fundamental que o novo documento, escrito com a colaboração de vários especialistas mundiais, refletisse “a dimensão da nova evangelização e ser lido a partir desta em contraponto com a atual dimensão sacramental”.

“O novo diretório será estudado e concebido à luz, não da dimensão sacramental, mas da nova evangelização”, sustentou.

Os interessados podem acompanhar a conferência de imprensa, em direto, AQUI https://www.youtube.com/c/VaticanNews

Em Portugal o novo documento orientador da catequese vai ser editado pelo Secretariado Nacional da Educação Cristã com apresentação da obra nas Jornadas Nacionais de Catequistas.

terça-feira, 23 de junho de 2020

COMUNICADO/APELO

💗 A TODA A COMUNIDADE

CATEQUESE EM CASA


Proposta da Infância Missionária para esta semana e onde não falta o São João!

NASCIMENTO DE S. JOÃO BAPTISTA – SOLENIDADE

SALMO RESPONSORIAL Salmo 70 (71), 1-2.3-4a.5-6ab.15ab e 17 (R. cf. 6b)
Refrão: Desde o meu nascimento, sois a minha esperança.

Em Vós, Senhor, me refugio,
jamais serei confundido.
Pela vossa justiça, defendei-me e salvai-me,
prestai ouvidos e libertai-me.

Sede para mim um refúgio seguro,
a fortaleza da minha salvação.
Vós sois a minha defesa e o meu refúgio,
meu Deus, salvai-me do pecador.

Sois Vós, Senhor, a minha esperança,
a minha confiança desde a juventude.
Desde o nascimento Vós me sustentais,
desde o seio materno sois o meu protector.

A minha boca proclamará a vossa justiça,
dia após dia a vossa infinita salvação.
Desde a juventude Vós me ensinais
e até hoje anunciei sempre os vossos prodígios.

segunda-feira, 22 de junho de 2020

PLANO DIOCESANO DE PASTORAL 2020|2021

Será apresentado, no próximo dia 26 de junho, pelas 21.30h, através do canal Youtube e pela página de facebook da Diocese do Porto, o Plano Diocesano de Pastoral 2020|2021, sob o lema “Todos família. Todos irmãos”.

Pretende-se, desta forma, por via digital, e por força das restrições e desafios da atual pandemia, chegar mais depressa e mais longe, a todos os agentes pastorais da nossa Diocese (leigos, clérigos e religiosos).

O texto, redigido pela Equipa de Coordenação para o então previsto triénio pastoral, conta com um Pórtico de abertura, assinado pelo Bispo Diocesano, e resulta da auscultação das diversas instâncias de corresponsabilidade pastoral diocesana bem como dos contributos dos Secretariados Diocesanos.

No contexto da pandemia e com o adiamento, por mais um ano, de algumas iniciativas pastorais relevantes, sugere-nos o nosso Bispo, Dom Manuel Linda, três tópicos de ação, para o plano diocesano do ano pastoral 2020/2021: prolongar com novas tonalidades, a temática do Batismo; insistir na nossa condição cristã, a partir de Deus Pai, que nos chama a fazer parte da sua família, por intermédio do Batismo; valorizar a família, como Igreja Doméstica. Outra insistência transversal é a necessidade de implementar um plano D (Plano Digital) na ação pastoral, que deve deixar de se organizar por setores para se mobilizar por projetos.

O texto do Plano Diocesano de Pastoral 2020|2021 apresenta, de forma sumária, um conjunto de emergências pastorais, linhas programáticas, objetivos e ações pastorais, que prolongam o ano anterior e aprofundam, em novas dimensões, algumas perspetivas menos exploradas do Sacramento do Batismo, tais como o sacerdócio comum dos fiéis, a filiação divina e a fraternidade humana, a vocação e missão dos leigos, a importância da família, como Igreja Doméstica. O cuidado da Casa Comum é apresentado e alargado em três dimensões: a Igreja, a família e o mundo. De notar, que este será mais um ano focado no Batismo, dentro de um triénio (agora será um quadriénio), dedicado à iniciação cristã.

(inf: Equipa Coordenadora do Plano Diocesano de Pastoral) 

SEGUNDA-FEIRA DA SEMANA XII DO TEMPO COMUM


EVANGELHO MT 7, 1-5
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Não julgueis e não sereis julgados. Segundo o julgamento que fizerdes sereis julgados, segundo a medida com que medirdes vos será medido. Porque olhas o argueiro que o teu irmão tem na vista e não reparas na trave que está na tua? Como poderás dizer a teu irmão: ‘Deixa-me tirar o argueiro que tens na vista’, enquanto a trave está na tua? Hipócrita, tira primeiro a trave da tua vista e então verás bem para tirar o argueiro da vista do teu irmão».

rezar a palavra
Senhor, quero aprender a aceitar o outro como meu irmão. Quero olhá-lo com os olhos do coração e pelo filtro do amor, para que o meu julgamento não seja condenação, mas correção fraterna. Quero deixar-me ver pelo meu irmão para que também ele me corrija com as palavras inspiradas do amor que me quer salvar e não condenar-me à infâmia e à perdição. Quero aceitar-me com a minha cegueira para ter a coragem de tirar a trave que tenho nos olhos. Dá-me a coragem de ver para além do argueiro e para além da trave que nos cega.

compromisso
Vou vencer a minha vontade de julgar o outro com a meditação sobre o mal que está em mim e não me deixa ver o outro como irmão.

OS NOVOS TEMPOS

Com a protecção de todos os santos e santas de Deus, as igrejas e capelas vão-se enchendo, não como antes da pandemia, mas ainda assim e em alguns casos com a "lotação" quase completa o que é um bom sinal.
Também por isso, nenhuma das medidas recomendadas deve ser aligeirada e a todos cabem cuidados redobrados.
Ainda não há consenso no que respeita às máscaras para coros e leitores - era urgente que houvesse - embora não seja fácil cantar ou ler de máscara é possível e desejável para bem de todos.
Os casos de Covid-19 recentemente reportados têm de nos fazer reflectir sobre esta questão e quanto mais depressa melhor. 

domingo, 21 de junho de 2020

NÃO TENHAIS MEDO!

Sabes, meu irmão, que em Anatôt,
Há uma amendoeira em flor carregada de esperança.
Sim, em Anatôt, de Anatôt, a amendoeira levanta-se
E planta-se no teu coração róseo-branco de criança.
Sim, em Anatôt, Foz Coa, Kilimanjaro, Lamego,
Aí mesmo no chão do teu coração,
Tanto faz, minha irmã, meu irmão.
Sai dessa reclusão
E vem expor-te
A este vendaval manso de graça e de perdão.

A amendoeira em flor é uma toalha branca estendida pelo chão.
Não pela minha mão,
Incapaz de tecer um tal manto de brancura,
Mas pela mão de Deus,
Que também faz brotar o vinho e o pão
E a ternura
No nosso coração.


D. António Couto

DOMINGO XII DO TEMPO COMUM

Jr 20, 10-13
Sl 68(69)
Rm 5,12-15
Mt 10, 26-33

“Não tenhais medo!”. É a palavra do Senhor neste Domingo.

No mundo em que vivemos cada vez mais tecnológico e prometedor há algo inevitável e crescente em nós: o medo. Temos medo de ir a uma rua deserta, de entrar num portão com um desconhecido atrás de nós, de subir num elevador com um estranho, de entrar na nossa porta com alguém de longe observando a nossa entrada, temos medo de um vírus pandémico e invisível. Temos medo do porvir diante da crise económica, política e social. Os pais têm medo que os seus filhos possam se drogar ou serem levados para o mundo do crime. Temos medo do desastre nuclear, das armas biológicas que estão na sombra da humanidade atual. Temos medo de viver em muitas ocasiões, pois viver significa comprometer-se, decidir-se, definir-se. E quase sempre preferimos nos manter numa discreta penumbra sem arriscar uma segurança que temos medo de perder. Temos medo daquilo que os outros pensam de nós, de perder prestígio. Por isso, em muitas ocasiões não somos capazes de adotar uma decisão valente diante de uma determinada situação. Temos medo de perder emprego, de perder um ente querido. Temos medo de ser abandonados pelos demais homens. Temos medo de morrer, e assim por diante...

Todos nós experimentamos o medo e isso é normal. Mas o que temos que evitar é que o nosso medo não se torne tóxico capaz de durar toda a vida.

O medo é sempre acompanhado pela imaginação. O medo alimenta a imaginação. Ao imaginarmos o pior, o medo começa a nos dominar. O medo que começa a nos dominar é capaz de paralisar a nossa vida. Ninguém gosta de sentir medo. Mas é preciso que nosso medo não cresça mais do que nós. Para isso, precisamos eliminar os medos sem fundamentos. Quanto mais pensarmos em uma coisa, mais isso fará parte da nossa realidade. Não pensemos no medo para que o medo não pense em nós. Por isso, em vez de dizer: “Preciso deixar de pensar nessa ideia”, temos que substituir este pensamento por outro mais positivo. Por incrível que pareça, geralmente, o medo significa que estamos avançando. O medo é companheiro dos conquistadores e renovadores, dos inventores e das pessoas sucedidas. O medo mostra que os conquistadores estão fazendo algo novo, que estão saindo da zona de conforto para uma vida totalmente renovada e avançada. Mais tarde, os medrosos vão usufruir o produto/resultados dos renovadores da humanidade. Os gênios normalmente são condenados precipitadamente, mas mais tarde serão reconhecidos. Cada desafio nos permite e nos chama a darmos um passo maior do que antes. Avançar não significa não sentir medo e sim ir para o novo e o melhor apesar dos temores que possamos sentir.

Não devemos ter medo do medo que é a fobia. Para vencer o medo temos que aprender a reconhecê-lo, a colocá-lo em palavras e a falar sobre aquilo que desperta medo em nós. Devemos olhar nossos medos de frente e não cobri-los, pois mesmo que fujamos, os medos continuarão a nos acompanhar. É melhor verificarmos até que ponto temos realmente medo. Cuidado com os nossos medos, pois eles roubam os nossos sonhos e realizações! Onde o medo se torna dominador, a sabedoria não funciona.

Não tenhamos medo da mudança. A mudança assusta, mas pode ser a chave daquela porta pela qual teremos de entrar. Tenhamos a certeza de que somos maiores e mais fortes do que os medos, pois o Senhor está sempre connosco (cf. Mt 28,20).

Pe. Carlos Correia
Imagem:Internet