sexta-feira, 22 de outubro de 2021
‘MEMÓRIA E ESPERANÇA’
quarta-feira, 18 de agosto de 2021
«VACINAR-SE É UM ATO DE AMOR» – Papa Francisco
terça-feira, 13 de abril de 2021
COVID-19: atitude de responsabilidade e solidariedade da Igreja Católica

D. José Ornelas, bispo de Setúbal, falava na abertura da 200.ª Assembleia Plenária da CEP, sublinhando que as comunidades católicas quiseram ser, no último ano, “espaço promotor de responsabilidade, solidariedade e esperança, próxima dos mais atingidos por esta crise que atinge o mundo inteiro, em diálogo com as autoridades competentes e fiéis ao Evangelho”, particularmente nas situações de “maior sofrimento e fragilidade”.
O bispo de Setúbal aludiu à decisão de suspender as celebrações públicas da Missa, nos confinamentos de 2020 e 2021, realçando que a mesma não foi tomada “por medo ou comodismo”.
“Foi particularmente sofrida e ponderada a decisão de voltar a prescindir das celebrações com a presença da comunidade, no início deste ano. Fizemo-lo tomando a sério o compromisso para com a vida e o dever de impedir a transmissão do mal, em solidariedade com quantos se têm prodigalizado em dedicação aos que são mais atingidos por esta crise”, declarou.
A reunião magna dos bispos católicos decorre até quinta-feira, com participação presencial e online, devido às restrições impostas pela pandemia.
“A pandemia não terminou e todos os indicadores nacionais e internacionais mostram que temos pela frente tempos difíceis”, alertou D. José Ornelas.
quinta-feira, 11 de março de 2021
BISPOS CATÓLICOS PUBLICAM ORIENTAÇÕES PARA A SEMANA SANTA

Ao contrário do que aconteceu em 2020, por causa da pandemia, as celebrações deste ano vão contar com a participação de assembleia.
A CEP determinou o regresso das celebrações públicas da Missa, a partir de 15 de março, mantendo a suspensão de procissões e outras manifestações populares, entre elas o tradicional “compasso” da Páscoa.
A CEP pede que se evitem procissões e outras expressões da piedade popular, como as ‘visitas pascais’ e a ‘saída simbólica’ de cruzes, de modo a evitar “riscos para a saúde pública”.
A celebração dos últimos dias da vida de Cristo começa pela evocação da sua entrada messiânica em Jerusalém e a bênção dos ramos.
Os bispos indicam que, no Domingo de Ramos, a celebração deve seguir a segunda forma prevista pelo Missal Romano e, onde for oportuno, “a terceira forma do Missal Romano, que comemora de forma simples a entrada do Senhor em Jerusalém”.
“Evitem-se os ajuntamentos dos fiéis; os ministros e os fiéis tenham nas mãos o ramo de oliveira ou a palma que trazem consigo; de nenhum modo seja permitido a entrega ou a troca de ramos”, assinala a CEP.
Quanto à Missa Crismal – que reúne em torno do bispo o clero diocesano -, a mesma pode ser celebrada na manhã de Quinta-feira Santa ou, segundo o costume de algumas dioceses, na quarta-feira de tarde.
“Se não for possível ‘uma representação significativa de pastores, ministros e fiéis’, o bispo diocesano avalie a possibilidade de transferi-la para outro dia, de preferência dentro do Tempo Pascal”, recomenda a Conferência Episcopal.
À imagem do que aconteceu em 2020, na Missa vespertina da “Ceia do Senhor” (Quinta-feira Santa) omite-se o rito do lava-pés.
“No final da celebração, o Santíssimo Sacramento poderá ser levado, como se prevê no rito, para o lugar da reposição numa capela da igreja onde se possa fazer a adoração, no respeito das normas para o tempo da pandemia”, apontam os bispos católicos.
A Missa vespertina da Ceia do Senhor marca o início o Tríduo Pascal da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor
Para a Sexta-feira Santa, cita-se indicação do Missal Romano – “em caso de grave necessidade pública, pode o ordinário do lugar autorizar ou até decretar que se junte uma intenção especial” -, pede-se que cada bispo introduza na oração universal uma intenção “pelos doentes, pelos defuntos e pelos doridos que sofreram alguma perda”.
“O ato de adoração da Cruz mediante o beijo seja limitado só ao presidente da celebração”, indica a CEP.
A Vigília Pascal, momento central do calendário litúrgico católico, “poderá ser celebrada em todas as suas partes, como previsto pelo rito”.
Cinco elementos compõem a liturgia da Vigília Pascal: a bênção do fogo novo e do círio pascal; a proclamação da Páscoa, que é um canto de júbilo anunciando a Ressurreição do Senhor; a série de leituras sobre a História da Salvação; a renovação das promessas do Batismo, por fim, a liturgia Eucarística.
OC
segunda-feira, 25 de janeiro de 2021
ORAÇÃO: em nome de TODOS OS NOMES que DEUS conhece.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021
TRANSMISSÃO DA EUCARISTIA ON-LINE

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021
NOVOS HORÁRIOS DE CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021
MISSAS NO NOVO CONFINAMENTO
sexta-feira, 15 de janeiro de 2021
INFORMAÇÃO IMPORTANTE DO SECRETARIADO DA CATEQUESE
quinta-feira, 14 de janeiro de 2021
CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA E CATEQUESE NA PARÓQUIA
domingo, 20 de setembro de 2020
OS NOVOS TEMPOS
sábado, 12 de setembro de 2020
PROTEGER-SE E PROTEGER OS OUTROS
O momento da comunhão continua a suscitar sérias apreensões pelo incumprimento das regras definidas e que no cartaz são bastante claras.
1 - Distanciamento (ter 2 pessoas à frente);
2 – Retirar a máscara - puxando-a ligeiramente para o queixo - e desinfetar as mãos;
3 - Comungar;
4 - Colocar de imediato a máscara e desinfetar as mãos.
Celebrantes, Diáconos e Ministros Extraordinários da Comunhão, após comungarem e colocarem a máscara, devem proceder à correta higienização das mãos e só depois darem a comunhão aos fiéis.
As equipas que no momento da comunhão se posicionam para ajudar os fiéis, devem ter em atenção o distanciamento referido no cartaz, colocar o gel desinfectante nas mãos de quem vai comungar e chamar a atenção para a colocação da máscara após a comunhão e a desinfeção das mãos.
Juntos, com amor e paciência, cuidados acrescidos e a boa compreensão será possível minimizar os riscos, enfrentar esta pandemia que mudou a nossa a vida pessoal, familiar e comunitária na celebração da fé.
Que Deus Nosso Senhor esteja com todos.










