CAMPANHA DE ANGARIAÇÃO DE FUNDOS PARA A SUBSTITUIÇÃO DO TELHADO DO CENTRO PAROQUIAL. CONTRIBUA PARA ESTA CAUSA PEDINDO EM QUALQUER CENTRO DE CULTO OU NO CENTRO PAROQUIAL O ENVELOPE DISPONIBILIZADO PARA O EFEITO. PODE AINDA FAZER POR DONATIVO À PARÓQUIA DE SÃO PEDRO DE VILAR DO PARAÍSO. IBAN PT50 0018 000010163256001 75 (Fábrica da Igreja Vilar do Paraíso). OBRIGADO!
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sexta-feira, 22 de outubro de 2021

‘MEMÓRIA E ESPERANÇA’

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) convida as dioceses católicas a associar-se à Jornada que de 22 a 24 de outubro evoca as vítimas da pandemia de Covid-19, iniciativa de um grupo de cidadãos. 

“Fazer memória daqueles que nos deixaram, nomeadamente os que foram atingidos pela pandemia, só tem significado no horizonte de esperança que dá sentido à vida”.

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

«VACINAR-SE É UM ATO DE AMOR» – Papa Francisco


“Com espírito fraterno, uno-me a esta mensagem de esperança por um futuro mais luminoso. Graças a Deus e ao trabalho de muitos, hoje temos vacinas para nos protegermos da Covid-19. Elas trazem esperança para acabar com a pandemia, mas só se estiverem disponíveis para todos e se colaborarmos uns com os outros”. 

Vacinar-se, com vacinas autorizadas pelas autoridades competentes, é um ato de amor. E ajudar a que a maioria da gente o faça, é um ato de amor. Amor a si mesmo, amor aos familiares e amigos, amor a todos os povos”. O Papa referiu que “o amor também é social e político” e faz-se de “de pequenos gestos de caridade pessoal, capazes de transformar e melhorar as sociedades”.

 “Peço a Deus que cada um possa colocar o seu pequeno grão de areia, o seu pequeno gesto de amor. Por mais pequeno que seja, o amor é sempre grande! Façamos esses pequenos gestos para um futuro melhor”. 

Vacinar-se é uma forma simples, mas profunda de promover o bem comum e de cuidarmos uns dos outros, principalmente os mais vulneráveis”.

terça-feira, 13 de abril de 2021

COVID-19: atitude de responsabilidade e solidariedade da Igreja Católica

 O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disse hoje em Fátima que a Igreja Católica teve uma atitude de “responsabilidade” e “solidariedade” perante a crise provocada pela Covid-19 no país.

D. José Ornelas, bispo de Setúbal, falava na abertura da 200.ª Assembleia Plenária da CEP, sublinhando que as comunidades católicas quiseram ser, no último ano, “espaço promotor de responsabilidade, solidariedade e esperança, próxima dos mais atingidos por esta crise que atinge o mundo inteiro, em diálogo com as autoridades competentes e fiéis ao Evangelho”, particularmente nas situações de “maior sofrimento e fragilidade”.

O bispo de Setúbal aludiu à decisão de suspender as celebrações públicas da Missa, nos confinamentos de 2020 e 2021, realçando que a mesma não foi tomada “por medo ou comodismo”.

“Foi particularmente sofrida e ponderada a decisão de voltar a prescindir das celebrações com a presença da comunidade, no início deste ano. Fizemo-lo tomando a sério o compromisso para com a vida e o dever de impedir a transmissão do mal, em solidariedade com quantos se têm prodigalizado em dedicação aos que são mais atingidos por esta crise”, declarou.

A reunião magna dos bispos católicos decorre até quinta-feira, com participação presencial e online, devido às restrições impostas pela pandemia.

“A pandemia não terminou e todos os indicadores nacionais e internacionais mostram que temos pela frente tempos difíceis”, alertou D. José Ornelas.

https://agencia.ecclesia.pt/portal/covid-19-presidente-da-conferencia-episcopal-portuguesa-destaca-atitude-de-responsabilidade-e-solidariedade-da-igreja-catolica/

quinta-feira, 11 de março de 2021

BISPOS CATÓLICOS PUBLICAM ORIENTAÇÕES PARA A SEMANA SANTA

O Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) anunciou hoje um conjunto de orientações para a Semana Santa e a Vigília Pascal, entre 28 de março e 4 de abril.

Ao contrário do que aconteceu em 2020, por causa da pandemia, as celebrações deste ano vão contar com a participação de assembleia.

A CEP determinou o regresso das celebrações públicas da Missa, a partir de 15 de março, mantendo a suspensão de procissões e outras manifestações populares, entre elas o tradicional “compasso” da Páscoa.

A CEP pede que se evitem procissões e outras expressões da piedade popular, como as ‘visitas pascais’ e a ‘saída simbólica’ de cruzes, de modo a evitar “riscos para a saúde pública”.

A celebração dos últimos dias da vida de Cristo começa pela evocação da sua entrada messiânica em Jerusalém e a bênção dos ramos.

Os bispos indicam que, no Domingo de Ramos, a celebração deve seguir a segunda forma prevista pelo Missal Romano e, onde for oportuno, “a terceira forma do Missal Romano, que comemora de forma simples a entrada do Senhor em Jerusalém”.

“Evitem-se os ajuntamentos dos fiéis; os ministros e os fiéis tenham nas mãos o ramo de oliveira ou a palma que trazem consigo; de nenhum modo seja permitido a entrega ou a troca de ramos”, assinala a CEP.

Quanto à Missa Crismal – que reúne em torno do bispo o clero diocesano -, a mesma pode ser celebrada na manhã de Quinta-feira Santa ou, segundo o costume de algumas dioceses, na quarta-feira de tarde.

“Se não for possível ‘uma representação significativa de pastores, ministros e fiéis’, o bispo diocesano avalie a possibilidade de transferi-la para outro dia, de preferência dentro do Tempo Pascal”, recomenda a Conferência Episcopal.

À imagem do que aconteceu em 2020, na Missa vespertina da “Ceia do Senhor” (Quinta-feira Santa) omite-se o rito do lava-pés.

“No final da celebração, o Santíssimo Sacramento poderá ser levado, como se prevê no rito, para o lugar da reposição numa capela da igreja onde se possa fazer a adoração, no respeito das normas para o tempo da pandemia”, apontam os bispos católicos.

A Missa vespertina da Ceia do Senhor marca o início o Tríduo Pascal da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor

Para a Sexta-feira Santa, cita-se indicação do Missal Romano  – “em caso de grave necessidade pública, pode o ordinário do lugar autorizar ou até decretar que se junte uma intenção especial” -, pede-se que cada bispo introduza na oração universal uma intenção “pelos doentes, pelos defuntos e pelos doridos que sofreram alguma perda”.

“O ato de adoração da Cruz mediante o beijo seja limitado só ao presidente da celebração”, indica a CEP.

A Vigília Pascal, momento central do calendário litúrgico católico, “poderá ser celebrada em todas as suas partes, como previsto pelo rito”.

Cinco elementos compõem a liturgia da Vigília Pascal: a bênção do fogo novo e do círio pascal; a proclamação da Páscoa, que é um canto de júbilo anunciando a Ressurreição do Senhor; a série de leituras sobre a História da Salvação; a renovação das promessas do Batismo, por fim, a liturgia Eucarística.

OC

https://agencia.ecclesia.pt/portal/covid-19-bispos-catolicos-publicam-orientacoes-para-a-semana-santa/

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

ORAÇÃO: em nome de TODOS OS NOMES que DEUS conhece.

No silêncio e na oração,
Homenagem a todos os nomes
Que Deus conhece.
Vidas com rosto e coração
E nestes tempos de pandemia
Num qualquer hospital,
Na mais profunda solidão,
Partem sem um abraço,
Um afago, um beijo,
Ou o calor reconfortante
Do último aperto de mão.

Olhos cerrados.
Corpos amontoados;
Sem tempo de ser preparados,
Em negros sacos fechados.
Nas frias urnas depositados
Para enterros apressados,
Onde não cabem palavras
Nem o adeus reconhecido
A quem aos seus é tão querido.

E no acto derradeiro 
Em que o corpo desce à terra
Não pode haver compaixão
Nem obra de misericórdia 
De acompanhar o irmão.

Como pode a nossa vida
Seguir amanhã indiferente
A tanta lágrima e dor
Que se vive no presente?

Que Deus no seu amor
A todos acolha clemente
E reconforte nesta angústia
Os que perdem a sua gente.

MM 
Jan. 2021

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

TRANSMISSÃO DA EUCARISTIA ON-LINE

A partir de amanhã, sábado, 23 de janeiro, é retomada a transmissão da Eucaristia via on-line, pelas 18h30, na Capela de São Martinho, à semelhança do que aconteceu em 2020, no primeiro confinamento.

Continuaremos em comunidade, cada um na segurança da sua casa, pode participar através da nossa página de facebook, no III Domingo do Tempo Comum, «Domingo da Palavra de Deus». Assim o determinou o Papa Francisco, em 30 de setembro de 2019.

Celebremos de outra forma, mas com a mesma fé e ousando assim ir mais longe!

Por favor partilhe esta informação.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

NOVOS HORÁRIOS DE CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA

Em tempo de agravamento da Covid-19 e seguindo as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa, a partir de sábado, as Eucaristias serão celebradas sem a presença de assembleia.
Na nossa paróquia, na Capela de São Martinho, serão nos seguintes dias e horários: 
- Terça e Quinta, 12:15h
- 2º e 4º Sábado, 18:30h
- 1º e 3º Domingo,11:00h

A celebração da Santa Missa será sempre momento privilegiado de oração para fazer memória de todos os entes queridos que cada um guarda no coração e também por graças recebidas.
Assim, mesmo não podendo participar fisicamente, pode fazê-lo espiritualmente pedindo uma ou mais intenções de missa para o número: 919 956 639.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

MISSAS NO NOVO CONFINAMENTO

15 a 30 Janeiro de 2021
As missas continuarão no seu local e horário habitual, a saber:
- Capela São Martinho: 
   Terça a sábado às 19h e Domingo às 08h e 11h.
- Capela São Caetano: Domingo às 09:30h
- Igreja Paroquial: Domingo às 09:30h

CONTINUA A HAVER INTENCÕES DE MISSA POR NOMES PARTICULARES.
Quem desejar alguma intenção na missa poderá fazer o pedido como até aqui, em cada centro de culto, antes das eucaristias, ou através do contacto: 919 956 639

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

INFORMAÇÃO IMPORTANTE DO SECRETARIADO DA CATEQUESE

A CATEQUESE PARA TODOS OS ANOS, na próxima quinzena, será de novo pelos MEIOS DIGITAIS já usados.

De cordo com o decreto-lei, anexo I, publicado ontem em Diário da República, as atividades educativas e formativas, de ocupação de tempos livres e não só, não estão permitidas, pelo que não é possível manter a catequese presencial. 

As EUCARISTIAS continuam a ser celebradas nos horários habituais, na Igreja Paroquial, Capela de S. Martinho e Capela de S. Caetano.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

A TER EM CONTA

 As novas regras de confinamento de 15 a 30 de janeiro.

CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA E CATEQUESE NA PARÓQUIA

Apesar das restrições que se verificam com o agravar da situação da COVID-19 e do novo confinamento a partir de amanhã, 15 de janeiro, a Nota da Conferencia Episcopal - já publicada - dá conta que podem ser realizadas “as celebrações litúrgicas, nomeadamente a Eucaristia e as Exéquias”.
   
Assim, a nossa Paróquia mantêm a celebração de todas as Eucaristias, nos mesmos horários e locais de culto habituais.

A CATEQUESE, nos próximos 15 dias, ser feita pelos meios DIGITAIS já usados.

domingo, 20 de setembro de 2020

OS NOVOS TEMPOS

Trazem-nos uma realidade e responsabilidade a que não podemos fugir, e todos nós temos que ser exemplo nas nossas igrejas. 
Leitores, Salmistas e Cantores por favor, ainda que muito custe nunca tirem a máscara, e ofereçam mesmo com ela lindos e rasgados sorrisos no brilhozinho dos vossos olhos. 
Bom domingo! 💗 

sábado, 12 de setembro de 2020

PROTEGER-SE E PROTEGER OS OUTROS

 É um dever de todos e porque estamos perante um acentuado crescimento de contágios da COVID-19.

Como cristãos, e porque desejamos a continuidade das celebrações, lembramos a importância do cumprimento das regras de uso de máscara, higienização das mãos e distanciamento em todas celebrações comunitárias, ensaios, ou reuniões de grupos.

É recomendável que, para além da higienização das mãos, cantores e leitores não retirem a máscara no momento que leem ou cantam, pela quantidade de gotículas e aerossóis expelidos para a atmosfera por alguém que esteja infetado sem o saber. E, olhando a que o mesmo micro – sem desinfeção - é usado por 4 ou 5 pessoas… o resultado pode não ser o melhor. 

O momento da comunhão continua a suscitar sérias apreensões pelo incumprimento das regras definidas e que no cartaz são bastante claras.

1 - Distanciamento (ter 2 pessoas à frente);

2 – Retirar a máscara - puxando-a ligeiramente para o queixo - e desinfetar as mãos; 

3 - Comungar; 

4 - Colocar de imediato a máscara e desinfetar as mãos.

Celebrantes, Diáconos e Ministros Extraordinários da Comunhão, após comungarem e colocarem a máscara, devem proceder à correta higienização das mãos e só depois darem a comunhão aos fiéis. 

As equipas que no momento da comunhão se posicionam para ajudar os fiéis, devem ter em atenção o distanciamento referido no cartaz, colocar o gel desinfectante nas mãos de quem vai comungar e chamar a atenção para a colocação da máscara após a comunhão e a desinfeção das mãos. 

Juntos, com amor e paciência, cuidados acrescidos e a boa compreensão será possível minimizar os riscos, enfrentar esta pandemia que mudou a nossa a vida pessoal, familiar e comunitária na celebração da fé.

Que Deus Nosso Senhor esteja com todos.

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

NOTA PASTORAL - VIVER, CELEBRAR E CULTIVAR A FÉ EM TEMPO DE PANDEMIA


 Viver, Celebrar E Cultivar A Fé Em Tempo De Pandemia
Aos Sacerdotes e aos Diáconos,
Aos Responsáveis das Associações, Movimentos e Obras
E a todos os Fiéis Leigos da Diocese do Porto

Para além de outros efeitos nefastos, a atual pandemia de Covid-19 não só não nos permite programar o futuro com alguma clarividência como nos abriga a uma prudência acrescida, pois as informações nem sempre são as mais otimistas. Uma coisa é certa: na Europa, em geral, e entre nós, em concreto, a transmissão do vírus está em aumento assustador e os técnicos falam já num outono/inverno fortemente problemáticos. E, evidentemente, queremos ser parte da solução e não do problema.

Por outro lado, no que a nós diz respeito, a vivência, formação e celebração da fé não está sujeita a épocas favoráveis ou inoportunas nem é compatível com intervalos: é para sempre e qualquer circunstância. Por isso mesmo, é necessário, por parte de todos nós (bispos, sacerdotes, diáconos, responsáveis pelos diversos setores de apostolado e leigos em geral), um esforço para encontrar, em cada ambiente e em cada circunstância, a atitude e a resposta pastoral mais adequada. É que, se a pandemia é muito séria, a efetiva presença pastoral missionária da Igreja (diocese, paróquias, capelanias, serviços, movimentos) não é menos séria e não se pode sujeitar à oscilação das condições de qualquer género.

Rezamos e esperamos que Deus nos conceda a graça de pôr cobro à pandemia, porventura por intermédio de vacinas que se aguardam ansiosamente. Mas tudo parece indicar que a tão referida «imunidade de grupo» ou vacinação em massa não aconteçam antes do final do primeiro trimestre de 2021. Vamos, portanto, colocar como referência a próxima Páscoa que esperamos já poder celebrar com toda a alegria e liberdade. De momento, temos que ir até onde pudermos ir, mas sempre com a preocupação de não ultrapassar os limites da prudência e da legalidade.

Assim sendo, após consulta e com o contributo dos senhores Bispos Auxiliares, apresento alguns princípios básicos orientadores, sem a pretensão de estabelecer regras gerais a aplicar cegamente. As normas das autoridades de Saúde e as que a Conferência Episcopal Portuguesa já formulou são para ter sempre como referência, mormente no que diz respeito ao uso de máscaras, distância social, arejamento dos espaços, desinfeções, etc. Tudo isso deve ser levado muito a sério, pelo menos até outras orientações a que as circunstâncias nos permitam ou nos obriguem.

Tendo isto presente, eis alguns âmbitos a considerar.

1. Catequese. Deveremos ter como referência orientadora (não cega) os procedimentos da Escola, em todos os seus níveis. Deverá ser objetivo irrenunciável: a catequese não vai parar! Reforçar o apoio missionário, afetivo, formativo e logístico aos catequistas e, porventura, tentar aumentar o seu número. Tenha-se como referência o documento do Secretariado Nacional de Educação Cristã “Orientações para catequese em tempos de pandemia”. Aproveitar a circunstância para envolver mais os pais. Se se julgar conveniente, poder-se-ia propor não haver catequese presencial todas as semanas e continuá-la, porventura diariamente, no tempo de férias escolares que coincidem com os tempos fortes da liturgia e da vivência dos mistérios centrais da nossa fé. Caso a caso, poderão ser repensadas as festas, os modos e os prazos da Primeira Comunhão e Profissão de Fé. Uma questão para os vários setores implicados: como poderá ser minorada a ausência da participação na Eucaristia dominical? No mínimo, deve realizar-se uma sessão de catequese mensal, antecedida ou seguida da Missa.

2. Confissões. Não podemos retrair a disponibilidade para este atendimento sacramental. Suposta esta disponibilidade, será viável encontrar espaços e condições em que se cumpram a distância necessária e a discrição imprescindível. Se existirem condições para isso, pode-se usar uma sala arejada com acrílico entre o confessor e o penitente.

3. Crismas. Veja-se se é possível encontrar modos de recuperar os Crismas adiados e de os realizar até ao fim do ano civil. Depois se verá! Nesse caso, seria necessário dividir os grupos e multiplicar as celebrações: sextas à noite, sábados de manhã e de tarde, domingos à tarde. Será necessário limitar as presenças aos crismandos, padrinhos, pais, e catequistas. Embora a grande regra seja a capacidade do local onde vão ser celebrados, de forma geral, pode colocar-se como referência o número de cerca de vinte crismandos por celebração. Quer isto dizer que, temporariamente, suspendemos a norma dos Crismas vicariais e passarão a ser, na sua maioria, paroquiais. Entretanto, se o número de crismandos for reduzido, devem associar-se várias Paróquias, particularmente se confiadas ao cuidado pastoral do mesmo Pároco.

4. Visitas pastorais. Em princípio, suspendem-se. Porém, a juízo dos Párocos e das Vigararias, não é de excluir a possibilidade de levar por diante as que estavam programadas. Neste caso, evitar-se-iam as grandes aglomerações de pessoas e centrar-se-iam em âmbitos específicos: tempo passado com o Pároco e eventual Diácono Permanente para consideração sobre as condições socioeconómicas, pastorais e outras; avaliação do cartório, registos e dignidade dos espaços litúrgicos; reunião com setores muito restritos, tais como Conselho Económico Paroquial, Catequistas, crismandos, Leitores, Acólitos e Ministros Extraordinários da Comunhão; celebração do Crisma.

5. Sacerdotes idosos ou de risco. Os Vigários deverão identificar estas situações e sugerir aos visados prudentes substituições. Sempre e só como sugestão. Porventura, poderiam ser substituídos pelos Diáconos Permanentes colocados nessa Paróquia ou mesmo pelos da zona. Mas que ninguém se sinta marginalizado. Quando, nessa região, não se encontrarem Diáconos Permanentes disponíveis, pode-se pedir o contributo (ocasional e temporário) de algum Ministro Extraordinário da Comunhão idóneo e especificamente formado para essa função. Se as circunstâncias assim obrigarem, pode, inclusivamente, presidir a uma Assembleia Dominical na Ausência do Presbítero, seguindo o ritual editado pela Conferência Episcopal Portuguesa. A “homilia” poderá ser lida a partir de algum bom texto disponível. Mas que não haja nenhuma Paróquia sem a celebração do Domingo: Missa, na forma habitual, ou, excecionalmente, Assembleia Dominical na Ausência do Presbítero. Se alguma comunidade paroquial ficasse privada, por longo tempo, da celebração da Eucaristia, o Vigário da Vara, com o respetivo pároco, providenciariam que algum sacerdote pudesse ir aí, de tempos a tempos, celebrar a Eucaristia e renovar a sagrada reserva.

6. Centros de culto de pequenas dimensões. Com bom tempo, a alternativa podem ser as “missas campais”; no inverno, utilizar salões paroquiais ou providenciar espaços civis adequados.

7. Comunhão aos doentes. Cumpridas todas as normas de segurança, não se esqueça este âmbito da pastoral confiado, primordialmente, aos Ministros Extraordinários da Comunhão.

8. Reuniões. Sejam as diocesanas, sejam as paroquiais, alternar, como já se tem feito, o presencial com o virtual. Ou mesmo ficar só neste, se as circunstâncias o aconselharem.

9. Reuniões de Vigararia. O ideal seria que fossem presenciais. Mas as conjunturas é que determinarão a modalidade. Deverá procurar-se, na medida do possível, que os que não podem ou não devem ir possam participar virtualmente. No mínimo, deverão ter acesso rápido a informação circunstanciada do teor da reunião.

10. Ofertórios consignados. Sabemos bem da penúria geral, particularmente de muitas Paróquias. Não obstante, sem insistir muito, todos eles devem ser lembrados. Também eles representam uma forma de abertura e sintonia com uma Igreja que não é «paroquial», mas católica.

*****

Aproveito esta oportunidade para, mais uma vez, felicitar vivamente os agentes de pastoral desta nossa Diocese do Porto, com lógico destaque para os Párocos, Reitores, Capelães e Diáconos, pela forma absolutamente brilhante como têm respondido à crise da pandemia, com frequentes sacrifícios pessoais: seja na presença junto do seu povo, com forte e serena inovação, para que nunca lhe falte o ânimo, os sacramentos e os ritos religiosos; seja no empenho para minorar o sofrimento de tantos, mormente a nível dos Centros Sociais Paroquiais e estruturas similares. O mesmo poderia dizer a respeito do grande exemplo no cumprimento das normas de segurança, por vezes até com notório exagero. Bem-hajam! Continuaremos com igual determinação e afinco.

Esta epidemia é a primeira –e certamente será a única, se Deus quiser- que nos é dado sofrer. Mas, por esse mundo fora, há milhões e milhões que passaram por momentos ainda mais dramáticos. Pensemos nas atrocidades das guerras e nos regimes políticos que executaram extermínios em massa. E tudo isso passou, graças a Deus. Pois, o Covid-19, como todos os males, também passará. Até porque Deus está presente na história da humanidade e faz dela uma história de salvação. De muitos modos e por vários meios. Mas, agora, particularmente pela ciência e pelas tecnologias aplicadas ao bem. Para mais, já sabemos como se transmite o contágio, ao passo que, por exemplo, numa guerra, nunca se sabe quando uma bomba atinge as pessoas. Por isso, temos capacidade de «defesa» muitíssimo superior àquela que tantos experimentam em situação de conflito causado pela malvadez humana. Basta que não abrademos a vigilância.

Como tantas vezes pede o Papa Francisco, que esta situação nos obrigue a repensar mais a relação do homem com a natureza, a edificarmos uma civilização mais justa a nível planetário, a sermos mais solidários e afetivos para com os débeis, a exigir do Estado que respeite e acarinhe as boas iniciativas sociais, a colocar a economia ao serviço do bem comum, a revalorizar os laços inultrapassáveis da família unida e indissolúvel, a privilegiar o essencial em detrimento do acessório. E, de maneira fundamental, a reconhecer a nossa fragilidade estrutural e consequente necessidade do Deus da misericórdia e do amor. Até porque, como diria São Paulo, “é na nossa fraqueza que se manifesta a força de Cristo” (2 Cor 12, 10).

É esta força sanante e compadecida que pedimos por intermédio da Bem-aventurada Virgem Maria para esta sua “Diocese de coração”.

Porto, 28 de agosto de 2020

+ Manuel, Bispo do Porto

sábado, 25 de julho de 2020

MISSA EM OVAR PELAS VÍTIMAS DA PANDEMIA

O bispo do Porto, D. Manuel Linda, vai presidir este sábado, pelas 19h00, a uma Missa de sufrágio pelas vítimas da Covid-19, em Ovar.

A celebração vai decorrer na igreja de São Cristóvão e conta com a presença do presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa.

O município de Ovar esteve sujeito a cerco sanitário de 18 de março a 17 de abril devido à disseminação comunitária da doença.

segunda-feira, 22 de junho de 2020

OS NOVOS TEMPOS

Com a protecção de todos os santos e santas de Deus, as igrejas e capelas vão-se enchendo, não como antes da pandemia, mas ainda assim e em alguns casos com a "lotação" quase completa o que é um bom sinal.
Também por isso, nenhuma das medidas recomendadas deve ser aligeirada e a todos cabem cuidados redobrados.
Ainda não há consenso no que respeita às máscaras para coros e leitores - era urgente que houvesse - embora não seja fácil cantar ou ler de máscara é possível e desejável para bem de todos.
Os casos de Covid-19 recentemente reportados têm de nos fazer reflectir sobre esta questão e quanto mais depressa melhor. 

quinta-feira, 18 de junho de 2020

COVID-19 - PASSOS NECESSÁRIOS PARA COMUNGAR

Face aos novos surtos de Covid-19 que um pouco por todo o lado estão a surgir, parece-nos muito importante que se cumpram nos actos litúrgicos todas as regras recomendadas pela DGS, pela Conferência Episcopal e pelo nosso Pároco, implementadas na nossa Paróquia, nomeadamente na COMUNHÃO, com a higienização das mãos quando se desce a máscara para receber a hóstia, e novamente depois da comunhão e após a colação da máscara.  
Convém não esquecer que é muito importante a higienização das mãos sempre que por qualquer circunstância se toca na máscara.
Proteger-se e proteger o seu semelhante é um acto de responsabilidade e amor.

domingo, 7 de junho de 2020

SOLENIDADE DA SANTÍSSIMA TRINDADE

Domingo Solene nesta bela de São Capela de São Caetano, aberta para acolher todos os que desejarem e couberem, aos domingos ou dias santos, como na próxima quinta-feira - Dia do Corpo de Deus, às 9h30 da manhã
A Celebração da Eucaristia nesta Capela, na Igreja Paroquial e na Capela de São Martinho, tal como já aconteceu na semana passada, é feita com todas as regras recomendadas: higienização das mãos, máscaras e distanciamento.
Um bom exemplo que certamente deixa mais confiantes todos os que participam.
E nós convidamos, VENHAM!

sábado, 30 de maio de 2020

PARA TODA A COMUNIDADE


Com as recomendações da DGS para a celebração da Eucaristia.

INÍCIO DA CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA

Neste novo tempo e com muita confiança, vamos dar inicio às celebrações comunitárias na Igreja Paroquial, Capela de São Martinho e Capela de São Caetano.
 Haverá equipas de acolhimento na entrada que prestarão esclarecimentos e toda a ajuda necessária.
Mas lembramos que deve usar máscara, higienizar as mãos, respeitar a sinalética dos bancos e do chão, o distanciamento e ter os devidos cuidados no momento da comunhão que será na mão.
É muito importante que todos façamos um esforço para que se cumpram as regras determinadas e tudo correrá bem.
E, sobretudo, seja qual for a Igreja ou Capela onde estejamos, demos muitas graças a Deus por este reencontro tão desejado!