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quarta-feira, 13 de abril de 2022

TRÍDUO PASCAL 2022 - convite à participação responsável de todos

Lembramos algumas orientações da Conferência Episcopal:

- Continua o uso de máscaras para todos, à exceção do presidente e agentes pastorais que usarão da palavra nas leituras e afins, desde que seja garantida a devida distância dos fiéis;

- Pode-se realizar a saudação da paz (que é facultativa), através de um sinal sem contacto físico (por exemplo, uma vénia ou inclinação);

- A Comunhão sacramental deve continuar a ser ministrada apenas na mão dos fiéis, mantendo-se a higienização das mãos antes da Comunhão;

- No Sacramento da Penitência, haja suficiente distância entre o confessor e o penitente, devendo ambos usar máscara, mas sem comprometer quer o diálogo sacramental quer o seu sigilo;

- As pias de água benta junto às entradas da igreja continuarão vazias;

- No lava-pés na Quinta-feira Santa, tenha-se especial cuidado como o uso da máscara e a higienização; 

- No rito de adoração da cruz na Sexta-feira Santa, deve omitir-se o beijo na cruz, substituindo-o pela genuflexão ou inclinação; pode-se retomar a visita pascal, omitindo-se o beijo à cruz.

https://diocese-setubal.pt/2022/02/28/covid-19-conferencia-episcopal-portuguesa-publicou-novas-orientacoes-para-o-culto-e-atividades-pastorais-face-a-evolucao-favoravel-da-pandemia/

 

sábado, 2 de abril de 2022

CEP: algumas orientações para a Visita Pascal 2022

Mar 31, 2022 - 16:52

 É belo o anúncio da Ressurreição através da Visita Pascal.

Tendo em conta a situação de pandemia que, infelizmente, ainda permanece, pede-se a máxima atenção para as seguintes orientações:

No percurso na via pública, se houver ajuntamentos, recorrer à proteção da máscara facial.

 Nas casas particulares entrarão apenas os membros do grupo paroquial designado para essa missão de anúncio pascal, conforme a organização de cada paróquia; os outros eventuais acompanhantes aguardarão no exterior.

 Dentro das casas, os membros desta equipa deverão usar máscara.

 O guia do grupo dirigirá uma breve oração com a família reunida, terminada a qual os membros desta são convidados a venerar a cruz com uma vénia ou outro gesto que não implique contacto físico; seguidamente pode proceder-se à aspersão com água benta dos presentes e do lugar onde se encontram.

 Embora a mesa possa estar posta, não se convidem para ela os membros do grupo dos mensageiros da Páscoa; a partilha de alimentos deve restringir-se aos membros da família e, por isso, só se fará após a partida dos visitadores; de facto, o comer em conjunto implica retirar a máscara aumentando, assim, o risco de eventuais contágios.

Sempre que haja contacto físico com pessoas ou coisas, deve proceder-se à higienização das mãos.

Que Jesus Ressuscitado caminhe sempre connosco pelos caminhos da vida! Feliz Páscoa, de Luz e de Paz!

Lisboa, 31 de março de 2022

Secretariado Geral da CEP

sexta-feira, 22 de outubro de 2021

‘MEMÓRIA E ESPERANÇA’

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) convida as dioceses católicas a associar-se à Jornada que de 22 a 24 de outubro evoca as vítimas da pandemia de Covid-19, iniciativa de um grupo de cidadãos. 

“Fazer memória daqueles que nos deixaram, nomeadamente os que foram atingidos pela pandemia, só tem significado no horizonte de esperança que dá sentido à vida”.

quinta-feira, 11 de março de 2021

BISPOS CATÓLICOS PUBLICAM ORIENTAÇÕES PARA A SEMANA SANTA

O Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) anunciou hoje um conjunto de orientações para a Semana Santa e a Vigília Pascal, entre 28 de março e 4 de abril.

Ao contrário do que aconteceu em 2020, por causa da pandemia, as celebrações deste ano vão contar com a participação de assembleia.

A CEP determinou o regresso das celebrações públicas da Missa, a partir de 15 de março, mantendo a suspensão de procissões e outras manifestações populares, entre elas o tradicional “compasso” da Páscoa.

A CEP pede que se evitem procissões e outras expressões da piedade popular, como as ‘visitas pascais’ e a ‘saída simbólica’ de cruzes, de modo a evitar “riscos para a saúde pública”.

A celebração dos últimos dias da vida de Cristo começa pela evocação da sua entrada messiânica em Jerusalém e a bênção dos ramos.

Os bispos indicam que, no Domingo de Ramos, a celebração deve seguir a segunda forma prevista pelo Missal Romano e, onde for oportuno, “a terceira forma do Missal Romano, que comemora de forma simples a entrada do Senhor em Jerusalém”.

“Evitem-se os ajuntamentos dos fiéis; os ministros e os fiéis tenham nas mãos o ramo de oliveira ou a palma que trazem consigo; de nenhum modo seja permitido a entrega ou a troca de ramos”, assinala a CEP.

Quanto à Missa Crismal – que reúne em torno do bispo o clero diocesano -, a mesma pode ser celebrada na manhã de Quinta-feira Santa ou, segundo o costume de algumas dioceses, na quarta-feira de tarde.

“Se não for possível ‘uma representação significativa de pastores, ministros e fiéis’, o bispo diocesano avalie a possibilidade de transferi-la para outro dia, de preferência dentro do Tempo Pascal”, recomenda a Conferência Episcopal.

À imagem do que aconteceu em 2020, na Missa vespertina da “Ceia do Senhor” (Quinta-feira Santa) omite-se o rito do lava-pés.

“No final da celebração, o Santíssimo Sacramento poderá ser levado, como se prevê no rito, para o lugar da reposição numa capela da igreja onde se possa fazer a adoração, no respeito das normas para o tempo da pandemia”, apontam os bispos católicos.

A Missa vespertina da Ceia do Senhor marca o início o Tríduo Pascal da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor

Para a Sexta-feira Santa, cita-se indicação do Missal Romano  – “em caso de grave necessidade pública, pode o ordinário do lugar autorizar ou até decretar que se junte uma intenção especial” -, pede-se que cada bispo introduza na oração universal uma intenção “pelos doentes, pelos defuntos e pelos doridos que sofreram alguma perda”.

“O ato de adoração da Cruz mediante o beijo seja limitado só ao presidente da celebração”, indica a CEP.

A Vigília Pascal, momento central do calendário litúrgico católico, “poderá ser celebrada em todas as suas partes, como previsto pelo rito”.

Cinco elementos compõem a liturgia da Vigília Pascal: a bênção do fogo novo e do círio pascal; a proclamação da Páscoa, que é um canto de júbilo anunciando a Ressurreição do Senhor; a série de leituras sobre a História da Salvação; a renovação das promessas do Batismo, por fim, a liturgia Eucarística.

OC

https://agencia.ecclesia.pt/portal/covid-19-bispos-catolicos-publicam-orientacoes-para-a-semana-santa/

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

NOTA DA CONFERÊNCIA EPISCOPAL PORTUGUESA - 14 JAN. 2021

 
COMUNICADO DO CONSELHO PERMANENTE DA CEP SOBRE O NOVO CONFINAMENTO

1. ESTAMOS CONSCIENTES DA GRAVÍSSIMA SITUAÇÃO DE PANDEMIA QUE VIVEMOS NESTE MOMENTO, A EXIGIR DE TODOS NÓS ACRESCIDA RESPONSABILIDADE E SOLIDARIEDADE NO SEU COMBATE, CONTRIBUINDO PARA SUPERAR A CRISE COM TODO O EMPENHO.

2. Tendo em conta as orientações governamentais decretadas para o confinamento que se inicia a 15 de janeiro, continuaremos com as celebrações litúrgicas, nomeadamente a Eucaristia e as Exéquias, segundo as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa de 8 de maio de 2020, emanadas em coordenação com a Direção Geral da Saúde.

3. Outras celebrações, como Batismos, Crismas e Matrimónios, devem ser suspensas ou adiadas para momento mais oportuno, quando a situação sanitária o permitir. A catequese continuará em regime presencial onde for possível observar as exigências sanitárias; de contrário, pode ser por via digital ou cancelada. Recomendamos ainda que outras atividades pastorais se realizem de modo digital ou sejam adiadas.

4. A nossa celebração da fé abre-nos ao Deus da misericórdia e exprime o compromisso solidário com os esforços de todos os que procuram minimizar os sofrimentos, gerando uma nova esperança que, para além das vacinas, dê sentido e cuide a vida em todas as suas dimensões.


Lisboa, 14 de janeiro de 2021

sexta-feira, 23 de junho de 2017

IGREJA PROMOVE PEDITÓRIO PARA AJUDAR AS VÍTIMAS DOS INCÊNDIOS

Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) anunciou que as dioceses católicas vão promover um peditório nacional, a 2 de julho, para ajudar as vítimas dos incêndios que atingiram o país nos últimos dias.

“Pedimos a todas as comunidades cristãs, e a quem deseje associar-se, que além de outras iniciativas solidárias dediquem a oração, o sufrágio e o ofertório do primeiro domingo de julho a esta finalidade”, refere uma nota divulgada ao início da tarde pelo porta-voz do episcopado, padre Manuel Barbosa.

O montante recolhido vai ser enviado para a Cáritas Portuguesa, “a fim de ser encaminhado, com brevidade, para aqueles que necessitam”.