sábado, 1 de abril de 2017
DEUS ABRAÇA-NOS QUANDO NOS CONFESSAMOS
O papa Francisco afirmou no
Vaticano, que o sacramento da Reconciliação (confissão) é «um abraço» de Deus a
quem o recebe. A Reconciliação «é um sacramento de cura»: «Quando vou
confessar-me, é para me curar: curar-me a alma, curar-me o coração por alguma
coisa que fi z que não está bem», «Celebrar o sacramento da Reconciliação
significa ser envolvido num abraço caloroso: é o abraço da infinita misericórdia
do Pai».
Papa Francisco
CATEQUESE - RETIROS
1 e 2 de abril, 9º e 10 anos de catequese nos
Combonianos, na Maia.
Acompanhamos
com a nossa oração.
DOMINGO V DA QUARESMA – Ano A
SALMO RESPONSORIAL Salmo 129 (130),1-2.3-4ab.4c-6.7-8 (R. 7)
Refrão: Junto do Senhor a misericórdia.
Junto do Senhor a abundância da redenção.
Do profundo abismo chamo por Vós, Senhor,
Senhor, escutai a minha voz.
Estejam os vossos ouvidos atentos
à voz da minha súplica.
Se tiverdes em conta as nossas faltas,
Senhor, quem poderá salvar-se?
Mas em Vós está o perdão,
para Vos servirmos com reverência.
Eu confio no Senhor,
a minha alma espera na sua palavra.
A minha alma espera pelo Senhor
mais do que as sentinelas pela aurora.
sexta-feira, 31 de março de 2017
SEXTA-FEIRA DA SEMANA IV DO TEMPO DA QUARESMA
Evangelho: Jo 7, 1-2.10.25-30
Rezar a Palavra
Em segredo, Senhor.
No segredo do meu coração,
da minha vida, do meu quarto.
Aí chegas tu para me visitar,
para percorrer os recônditos do meu ser
e revelar as intenções mais escondidas.
À tua chegada conheço-me,
conhecendo-te, na minha pequenez.
Vem a mim e faz que a tua hora chegue
e seja a minha hora
para que não tenha que esperar mais
para estar em ti como tu estás em mim.
quinta-feira, 30 de março de 2017
QUINTA-FEIRA DA SEMANA IV DO TEMPO DA QUARESMA
EVANGELHO Jo 5, 31-47
Rezar a Palavra
Também eu, Senhor,
fico muitas vezes pela glória dos homens
e esqueço-me de abrir os olhos para ti.
É em ti que o Pai se manifesta
e em ti se cumprem as Escrituras.
Que os meus olhos, a minha inteligência,
o meu coração e a minha vontade se abram para ti.
Que todo o meu ser seja lugar
onde és recebido como dom do Pai para mim
e para todos os homens.
Que eu posso escutar a tua voz
e reconhecê-la como voz do Pai
que ressoa em mim.
terça-feira, 28 de março de 2017
LUZ QUE LAVA E ALUMIA O CORAÇÃO
Vai adiantado o tempo da Quaresma,
E eu continuo ainda aqui parado
Nesta página em branco da calçada.
Sei bem que foste tu que me puseste em movimento,
Que teceste o meu ser,
Que me deste a vida e de comer,
Que me acolheste e me acolhes sempre em tua casa.
Como é que estou então aqui parado
na berma desta estrada,
Pensando que fui eu que me pus no ser,
Que sou dono de mim,
Que esta vida é minha,
Minha é esta casa, este pedaço de chão,
Este naco de pão
E até este coração?
Não fiques aí parado, meu irmão.
Ergue-te e vai pelos nós do vento,
Chegarás por certo à pátria do Espírito,
Submisso ao sopro obsessivo do silêncio.
Olha com mais atenção
O chão que sonhas,
O céu que lavras.
Recomeça!
Conquista o espaço
Onde a palavra cresça
Longe do ruído das palavras!
D. António Couto
segunda-feira, 27 de março de 2017
A ORAÇÃO «É A MELHOR ARMA QUE TEMOS PARA ENFRENTAR A VIDA»
«O primado da oração vai para a escuta. Bastam poucas palavras ditas com discrição, como nos ensinou Jesus no Pai-nosso. Poucos pedidos, os essenciais: pão e misericórdia. Não precisamos de mais nada.
Antigamente orar era como respirar. Hoje, em que a nível espiritual o oxigénio se está a rarefazer, chamar à oração «a respiração da alma», como fez o papa Francisco, que sentido tem e que esforço requer?
As novas gerações talvez já não saibam usar essa expressão, ainda que orem o mesmo. A oração é hoje percebida de modo muito diferente de outrora; é um parar, um permanecer, um pôr-se a pensar contemplando, procurando sobretudo escutar a voz de Deus que fala ao coração. É verdade que a oração continua a ser a respiração da alma e da vida interior - como poderia ser de outra forma? Mas a antropologia mudou, o mundo está desencantado, alteraram-se o estilo e a força da oração que existiam antes desta idade pós-moderna.»
domingo, 26 de março de 2017
DOMINGO IV DA QUARESMA - Ano A
EVANGELHO – Forma longa Jo 9, 1-41
«Eu fui, lavei-me e comecei a ver»
Senhor, sou o cego do caminho
Que Te grita hoje: FAZEI QUE EU VEJA!
Procuro um sentido por isso vim
Não me sinto bem dentro de mim.
Senhor, FAZEI QUE EU VEJA!
Cansado de andar sem norte,
Levanto meus olhos para Ti.
Dá-me, Jesus, Tua luz forte
Faz-me ver-Te como eu já vi.
Cansado de andar quando podia
Ver o Sol e as flores e a luz
Decidi fazer novo este dia,
Com Tua vida nova, Jesus!
Enquanto me caíam as "escamas"
E minha voz atravessava o deserto
Julguei que estavas tão longe de mim
E descobri que estavas bem perto.
Ir. Maria Amélia Costa
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