INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 10 de abril de 2021

DOMINGO II DA PÁSCOA ou da Divina Misericórdia

SALMO RESPONSORIAL
Salmo 117 (118), 2-4.16ab-18.22-24 (R. 1)

Refrão: Aclamai o Senhor, porque Ele é bom;
o seu amor é para sempre

Diga a casa de Israel:
é eterna a sua misericórdia.
Diga a casa de Aarão:
é eterna a sua misericórdia.
Digam os que temem o Senhor:
é eterna a sua misericórdia.

A mão do Senhor fez prodígios,
a mão do Senhor foi magnífica.
Não morrerei, mas hei-de viver,
para anunciar as obras do Senhor.
Com dureza me castigou o Senhor,
mas não me deixou morrer. 

A pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se pedra angular.
Tudo isto veio do Senhor:
é admirável aos nossos olhos.
Este é o dia que o Senhor fez:
exultemos e cantemos de alegria. 

FOLHA DOMINICAL: informações e reflexões importantes para toda a comunidade


II DOMINGO DA PÁSCOA/ Ano B

Act 4, 32-35
Sl 117(118)
1Jo 5,1-6
Jo 20,19-31

Domingo Da Divina Misericórdia

Neste Domingo encerramos a oitava da Páscoa. Ao mesmo tempo que este Segundo Domingo da Páscoa é conhecido como o Domingo da Divina Misericórdia, instituído pelo  saudoso Papa João Paulo II, por ocasião da canonização  da Irmã  Faustina Kowalska, (conhecida como Irmã da misericórdia do Coração de Jesus), em 30 de Abril de 2000. Recordamos que o Papa Francisco convocou toda a Igreja para a celebração de um “Ano Jubilar da Misericórdia” e nos pede para que todos nós sejamos “missionários da misericórdia”.

Os Atos dos Apóstolos falam de um testemunho original que os primeiros cristãos davam da ressurreição de Cristo. Não se tratava de discursos nem de aulas de catequese. Era o testemunho de unidade entre todos e de partilha de bens com os mais necessitados: “tinham um só coração e uma só alma; ninguém chamava seu ao que lhe pertencia... Não havia entre eles qualquer necessitado”. Ainda hoje a caridade, prática e solícita, tem um forte poder evangelizador. O cristão que ama de verdade está  a provar que Cristo ressuscitou e está vivo no meio de nós.

São João recorda-nos que a prova de que amamos a Deus está em cumprir a sua vontade, expressa nos seus mandamentos. As nossas palavras de profissão de fé valem na medida em que o nosso modo de viver o comprova. Recorda-nos também que os mandamentos de Deus não são pesados, pois são exigências de quem nos ama imensamente.

Na cena do Evangelho encontramos o apóstolo Tomé como patrono das nossas dúvidas e perplexidades. Sonhamos talvez com poder ver tudo claro no campo da fé, como se Deus e os mistérios da fé se pudessem provar cientificamente. Mas temos de ser humildes, pois como afirma Santo Agostinho: “Deus é sempre maior” e ultrapassa imensamente as limitações da nossa inteligência. Imitemos São Tomé na sua confissão de fé, com a audácia da humildade: “Meu Senhor e meu Deus!”.

Pe. Carlos Correia

Imagem: Internet

sexta-feira, 9 de abril de 2021

A PÁSCOA

A #Páscoa é a festa mais importante da nossa fé, porque é a festa da nossa salvação, a festa do amor de Deus por nós.
Papa Francisco 

quinta-feira, 8 de abril de 2021

VIA LUCIS (Caminho da Luz)



 A Via Lucis (Caminho da Luz) é uma proposta de oração que, paralelamente à Via Crucis, nos introduz na contemplação do Ressuscitado, através de 14 estações inspiradas nos textos dos Evangelhos, dos Atos dos Apóstolos e das Cartas de São Paulo. 

PEREGRINAÇÃO NACIONAL DE ACÓLITOS

"MAIS FAMÍLIA E MAIS IRMÃOS"

Quem estiver interessado a adquirir esta Cruz, pode contactar o Cartório Paroquial através do tlm. 919 956 639.

ENCONTRO DE ANIMADORES DA IAM

No passado dia 17 de março, um pouco antes das 21h30, lentamente, várias janelas se foram abrindo neste novo tempo da comunicação, e mostraram os quiseram participar no Encontro de Animadores da IAM, enchendo o auditório que é o ecrã de cada computador, permitindo o acolhimento feito pelo Pe. Alípio e a Ana Isabel, e o conhecimento mútuo com a apresentação que cada um fez de si próprio, e que do “Antuã ao Ave e do mar ao Marão” representava a sua Paróquia, certamente com alguma curiosidade, mas acreditamos que também cativados por este carisma missionário e, quem sabe, com vontade de abraçar uma nova missão na igreja “que tem de ser missionária ou não é igreja”!

Após um momento de oração, e canto, deu-se a conhecer hino da IM, que é muito popular em Africa e no Brasil, seguindo-se a apresentação aos participantes, pela irmã Isabel, do lema da IM (Infância Missionária) "Crianças ajudam e evangelizam crianças", descrevendo a história, essência e missão que começou França, pelo ano 1843.
A IM tem como exemplo a vida de Jesus, e em Maria uma fiel testemunha e primeira missionária da ação evangelizadora: “Com Jesus e com Maria, missionários todo o dia”, e como padroeiros S. Francisco Xavier e Santa Teresinha do Menino Jesus, exemplos de formas diferentes de ser missionário e para quem o amor é a chave de toda a vocação.
Mais recentemente os santos Francisco e Jacinta - Pastorinhos de Fátima - foram também apresentados como modelos da Infância Missionária, dando ainda mais sentido ao lema: “das crianças do mundo, sempre amigos”.

Hoje, a IM, procura - sem que nenhum dos objetivos iniciais fique comprometido - ser mais abrangente, daí o nome IAM (Infância e Adolescência Missionária), que se está a procurar tornar mais conhecido, integrando os grupos com crianças, adolescentes e jovens, procurando também a colaboração das suas famílias, pela preciosa ajuda que podem dar neste caminho de missão e evangelização.

Os testemunhos dados pelas animadoras dos grupos já existentes: - Celina Machado; Estrelas Missionárias - Pinheiro da Bemposta, com 10 anos de existência. Ana Isabel; Sementes de Missão – São Martinho de Gândara - 3 anos de existência. Tânia Leitão; Sementes Missionárias – Vilar do Paraíso, 2 anos de existência, - foram elucidativos e deram a conhecer o trabalho, os projetos feitos outros em dificuldade de concretizar principalmente neste tempo de pandemia que vivemos.

Porém, a nota dominante que sobressaiu destes testemunhos - e deve inspirar outros animadores e grupos que se espera surjam - é a confiança e a esperança de seguir em frente, contornando cada obstáculo e não desanimando perante as adversidades.

Importa ainda realçar que a IAM não pretende substituir a catequese mas antes trabalhar com ela e complementá-la no crescimento da fé, na pratica da oração, da presença assídua na Eucaristia e inserindo as crianças e jovens nas atividades missionárias numa dimensão universal e de atenção aos que estão próximos numa experiência concreta de ações de “fazer acontecer” aqui e agora, vivendo o ideal missionário de partilha e fraternidade.
O atual Diretório para a Catequese, recentemente editado, fala-nos precisamente da catequese “em saída Missionária”(…) A missio ad gentes é o paradigma da ação pastoral da Igreja. E ainda a “mentalidade missionária (…) tendo por base este paradigma, a Igreja é hoje chamada a colocar-se em estado de missão permanente em todo o mundo e transformar as suas ações em perspetiva missionária. 

Eis o caminho que os grupos já existentes da IAM na Diocese do Porto e o Secretariado Diocesano das Missões estão prontos a percorrer e a ajudar implementar em todas as Paróquias que o desejem. 

Outros encontros serão agendados e anunciados, mas acreditamos que neste primeiro encontro se procuraram lançar sementes de esperança, alegria, coragem e hospitalidade, lembrando que todos os batizados são chamados a trabalhar na “messe”, a partilhar, em cada novo dia recomeçar… com a Palavra do Evangelho, a oração e a ação plasmada pelo Espírito Santo, tornando possível o crescimento da nova evangelização no amor a Jesus e ao próximo.

"CONVERSAS NA PÁSCOA"

O padre Paulo Teixeira, diretor do Serviço de Assistência Espiritual e Religiosa no Hospital de São João, Porto, fala com a Agência ECCLESIA da sua experiência de encontro “com gente que não tem fé”.

O sacerdote diz que há “muito trabalho” para si, nos corredores do edifício, onde abre espaço de diálogo sobre a “necessidade íntima das pessoas” de se confrontarem com o seu “mundo interior”.

“Nós não dizemos que não”, observa.

O capelão considera que é necessário oferecer o tempo que “a pessoa quiser”, permitindo-lhe que se abra e descubra o seu caminho, que chegue “à sua ressurreição”, uma redescoberta da vida, num diálogo e partilha.

“Muitas vezes, esses cinco minutos que me pedem são verdadeiros recomeços”, precisa.

“A minha missão é criar, ajudar a criar um ambiente de acolhimento”, sustenta, para que cada pessoa apresente as suas questões.

Para o padre Paulo Teixeira, um hospital pode ser lugar de recomeços “possíveis e imaginados”.

“É uma experiência que nos faz abrir à vida, que nos faz encontrar um mundo novo, uma vida nova”, aponta.

O sacerdote católico manifesta-se contra um sentido “fatalista” da vida, determinista.

O capelão entende que Deus está em quem sofre, “um Deus de amor, que acompanha, que está ao lado, mas que não obriga”.

“É esse a única teologia que eu anuncio, não anunciou outra”, conclui.

A conversa com o padre Paulo Teixeira está em destaque na emissão do programa ECCLESIA, na Antena 1 da rádio pública (22h45), entre segunda e sexta-feira, assinalando a oitava da Páscoa, a maior festa do calendário católico, que celebra a ressurreição de Jesus.

https://agencia.ecclesia.pt/portal/conversas-na-pascoa-quando-a-vida-se-reconcilia-com-a-morte-num-hospital-c-video/

quarta-feira, 7 de abril de 2021

DIREITOS FUNDAMENTAIS - O Vídeo do Papa 4 - abril de 2021

Rezemos por aqueles que arriscam suas vidas lutando pelos direitos fundamentais em ditaduras, regimes autoritários e inclusive em democracias em crise, para que seu sacrifício e trabalho dêem frutos abundantes.

Papa Francisco – Abril 2021

Para defender os direitos humanos fundamentais é preciso coragem e determinação.
Refiro-me a opor-se ativamente à pobreza, à desigualdade, à falta de trabalho, de terra, de habitação, de direitos sociais e do trabalho.
Lembrem-se que muitas vezes os direitos humanos fundamentais não são iguais para todos.
Há pessoas de primeira, de segunda, de terceira e de descarte.
Não. Têm que ser iguais para todos.
E, em alguns lugares, defender a dignidade das pessoas pode significar ir para a prisão, inclusive sem julgamento. Ou pode significar a calúnia.
Cada ser humano tem direito a desenvolver-se integralmente, e esse direito básico não pode ser negado por nenhum país.
Rezemos por aqueles que arriscam suas vidas lutando pelos direitos fundamentais em ditaduras, regimes autoritários e inclusive em democracias em crise, para que seu sacrifício e trabalho dêem frutos abundantes.

REZAR PELOS OUTROS

O primeiro modo de rezar por alguém é falar desta pessoa a Deus. Se fizermos isso frequentemente, todos os dias, o nosso coração não se fecha, permanece aberto aos irmãos. Rezar pelos outros é o primeiro modo de amá-los e nos impulsiona à proximidade concreta. #Oração
Papa Francisco

terça-feira, 6 de abril de 2021

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO

MENSAGEM URBI ET ORBI
DO PAPA FRANCISCO

PÁSCOA 2021

Basílica de São Pedro
Domingo, 4 de abril de 2021

Queridos irmãos e irmãs, boa Páscoa! Boa, santa e serena Páscoa!

Hoje ressoa, em todas as partes do mundo, o anúncio da Igreja: «Jesus, o crucificado, ressuscitou, como tinha dito. Aleluia».

O anúncio de Páscoa não oferece uma miragem, não revela uma fórmula mágica, não indica uma via de fuga face à difícil situação que estamos a atravessar. A pandemia está ainda em pleno desenvolvimento; a crise social e económica é muito pesada, especialmente para os mais pobres; apesar disso – e é escandaloso –, não cessam os conflitos armados e reforçam-se os arsenais militares. Isto é o escândalo de hoje.

Perante, ou melhor, no meio desta complexa realidade, o anúncio de Páscoa encerra em poucas palavras um acontecimento que dá a esperança que não dececiona: «Jesus, o crucificado, ressuscitou». Não nos fala de anjos nem de fantasmas, mas dum homem, um homem de carne e osso, com um rosto e um nome: Jesus. O Evangelho atesta que este Jesus, crucificado sob Pôncio Pilatos por ter dito que era o Cristo, o Filho de Deus, ao terceiro dia ressuscitou, conforme as Escrituras e como Ele próprio predissera aos seus discípulos.

O próprio Crucificado, não outra pessoa, ressuscitou. Deus Pai ressuscitou o seu Filho Jesus, porque cumpriu até ao fim o seu desígnio de salvação: tomou sobre Si a nossa fraqueza, as nossas enfermidades, a nossa própria morte; sofreu as nossas dores, carregou o peso das nossas iniquidades. Por isso Deus Pai O exaltou, e agora Jesus Cristo vive para sempre, Ele é o Senhor.

As testemunhas referem um detalhe importante: Jesus ressuscitado traz impressas as chagas das mãos, dos pés e do peito. Estas chagas são a chancela perene do seu amor por nós. Quem sofre uma provação dura, no corpo e no espírito, pode encontrar refúgio nestas chagas, receber através delas a graça da esperança que não dececiona.

Cristo ressuscitado é esperança para quantos ainda sofrem devido à pandemia, para os doentes e para quem perdeu um ente querido. Que o Senhor lhes dê conforto, e apoie médicos e enfermeiros nas suas fadigas! Todos, sobretudo as pessoas mais frágeis, precisam de assistência e têm direito a usufruir dos cuidados necessários. Isto é ainda mais evidente neste tempo em que todos somos chamados a combater a pandemia, e um instrumento essencial nesta luta são as vacinas. Por isso, no espírito dum «internacionalismo das vacinas», exorto toda a comunidade internacional a um empenho compartilhado para superar os atrasos na distribuição delas e facilitar a sua partilha, especialmente com os países mais pobres.

O Crucificado Ressuscitado é conforto para quantos perderam o trabalho ou atravessam graves dificuldades económicas e carecem de adequada proteção social. O Senhor inspire a ação das autoridades públicas para que a todos, especialmente às famílias mais necessitadas, sejam oferecidas as ajudas necessárias para um condigno sustento. Infelizmente a pandemia elevou de maneira dramática o número dos pobres, fazendo cair no desespero milhares de pessoas.

«É necessário que os “pobres” de todo o género reaprendam a esperar», disse São João Paulo II na sua viagem ao Haiti. E é precisamente para o querido povo haitiano que, neste dia, vai o meu pensamento e encorajamento a fim de não se deixar vencer pelas dificuldades, mas olhar para o futuro com confiança e esperança. É verdade! O meu pensamento dirige-se de forma especial para vós, queridas irmãs e irmãos haitianos: estou unido e solidário convosco e faço votos de que se resolvam definitivamente os vossos problemas. Rezo por isso, queridos irmãos e irmãs haitianos.

Jesus ressuscitado é esperança também para tantos jovens que foram forçados a transcorrer longos períodos sem ir à escola ou à universidade e sem partilhar o tempo com os amigos. Todos precisamos de viver relações humanas reais e não apenas virtuais, sobretudo na idade em que se formam o caráter e a personalidade. Ouvimo-lo na passada sexta-feira durante a Via-Sacra das crianças. Estou unido aos jovens de todo o mundo e, neste momento, especialmente aos da Birmânia que se empenham pela democracia, fazendo ouvir pacificamente a sua voz, cientes de que o ódio só pode ser dissipado pelo amor.

Que a luz do Ressuscitado seja fonte de renascimento para os migrantes que fogem da guerra e da miséria. Nos seus rostos, reconhecemos o rosto desfigurado e sofredor do Senhor que sobe ao Calvário. Oxalá não lhes faltem sinais concretos de solidariedade e fraternidade humana, penhor da vitória da vida sobre a morte que celebramos neste dia. Agradeço aos países que acolhem com generosidade os atribulados à procura de refúgio, especialmente o Líbano e a Jordânia, que alojam muitos refugiados em fuga do conflito sírio.

Possa o povo libanês, que atravessa um período de dificuldades e incertezas, sentir a consolação do Senhor ressuscitado e ter o apoio da comunidade internacional na sua vocação de ser uma terra de encontro, convivência e pluralismo.

Cristo, nossa paz, faça cessar finalmente o fragor das armas na amada e atormentada Síria, onde vivem já em condições desumanas milhões de pessoas, bem como no Iémen, cujas vicissitudes estão rodeadas por um silêncio ensurdecedor e escandaloso, e na Líbia, onde se vislumbra finalmente a via de saída dum decénio de contendas e confrontos sangrentos. Que todas as partes envolvidas se empenhem efetivamente por fazer cessar os conflitos e permitir aos povos exaustos pela guerra que vivam em paz e iniciem a reconstrução dos respetivos países.

A Ressurreição leva-nos, naturalmente, a Jerusalém. Para ela imploramos do Senhor paz e segurança (cf. Sal 122), a fim de que corresponda à sua vocação de ser lugar de encontro onde todos se possam sentir irmãos e onde israelitas e palestinenses encontrem a força do diálogo para alcançar uma solução estável, em que convivam lado a lado dois Estados em paz e prosperidade.

Neste dia de festa, o meu pensamento volta ainda ao Iraque, que tive a alegria de visitar no mês passado e pelo qual rezo a fim de continuar o caminho de pacificação empreendido e deste modo realizar o sonho de Deus duma família humana hospitaleira e acolhedora para todos os seus filhos[1].

A força do Ressuscitado sustente as populações africanas que veem o seu futuro comprometido por violências internas e pelo terrorismo internacional, especialmente no Sahel e na Nigéria, bem como na região de Tigré e Cabo Delgado. Continuem os esforços para se encontrar soluções pacíficas para os conflitos, no respeito pelos direitos humanos e a sacralidade da vida, através dum diálogo fraterno e construtivo em espírito de reconciliação e operosa solidariedade.

No mundo, há ainda demasiadas guerras e violências! O Senhor, que é a nossa paz, nos ajude a vencer a mentalidade da guerra. Conceda a quantos estão prisioneiros nos conflitos, especialmente no leste da Ucrânia e no Nagorno-Karabakh, a graça de retornarem sãos e salvos às suas famílias, e inspire os governantes de todo o mundo a travarem a corrida a novos armamentos. Hoje, 4 de abril, celebra-se o Dia Mundial contra as Minas Antipessoais, munições velhacas e terríveis que, anualmente, matam ou mutilam tantas pessoas inocentes e impedem os seres humanos de «caminhar juntos pelas sendas da vida, sem ter receio das ciladas de destruição e de morte»[2]. Como seria melhor um mundo sem estes instrumentos de morte!

Queridos irmãos e irmãs, também este ano, em vários lugares, muitos cristãos celebram a Páscoa no meio de grandes limitações e, às vezes, sem poderem sequer ir às celebrações litúrgicas. Rezemos para que tais limitações, bem como toda a limitação à liberdade de culto e religião no mundo, sejam removidas e cada um possa livremente rezar e louvar a Deus.

No meio das múltiplas dificuldades que estamos a atravessar, nunca esqueçamos que fomos curados pelas chagas de Cristo (cf. 1 Ped 2, 24). À luz do Ressuscitado, os nossos sofrimentos são transfigurados. Onde havia morte, agora há vida; onde havia luto, agora há consolação. Ao abraçar a Cruz, Jesus deu sentido aos nossos sofrimentos. E, agora, rezemos para que os efeitos benéficos daquela cura se espalhem por todo o mundo. Boa, santa e serena Páscoa!

INFÂNCIA MISSIONÁRIA

Para recordar com os mais novos
a importância da Páscoa.
Aleluia! Aleluia!

segunda-feira, 5 de abril de 2021

CRISTO VIVE

No meio das múltiplas dificuldades que estamos a atravessar, nunca esqueçamos que fomos curados pelas chagas de Cristo (cf. 1 Ped 2, 24). À luz do Ressuscitado, os nossos sofrimentos são transfigurados. Onde havia morte, agora há vida; onde havia luto, agora há consolação.

Papa Francisco

domingo, 4 de abril de 2021

FELICITAÇÕES E HOMENAGEM

Hoje é dia de felicitações e homenagem à Capela de S. Caetano e do Bom Jesus do Monte, onde no dia 4 de Abril de 1965 se celebrou a primeira MISSA, para a qual se formou o CORO DE SÃO CAETANO, que continua a animar a Eucaristia domingo a domingo, até aos dias de hoje.

56 anos é uma vida que se foi construído com muitas histórias e principalmente pessoas que deram, e continuam a dar, muito do seu tempo para que esta bela missão se realize.

Hoje, homenageamos e rezamos por todos os que já partiram e nos deixaram um legado que deve ser conhecido, preservado e a que os mais novos devem dar continuidade enquanto é tempo!

Lembramos os mais velhos que ainda se encontram junto de nós, a D. Quininha, a D. Alzira, a D. Lurdes, o Sr. João e o Sr. Albino - que recentemente completou 88 anos de idade - foi fundador do Grupo e Maestro, lugar de que se despediu no Domingo de Ramos de 2014.

A Maestrina Tânia Leitão, que já vinha sendo preparada para o efeito, substitui o Sr. Albino a 13 de Abril de 2014, ficando com a responsabilidade de dirigir e tocar o órgão, e, sem dúvida, que tem feito um excelente trabalho.

É uma graça divina contar com os préstimos desta jovem, embora todos os outros elementos sejam também importantes.

Felicitamos quantos trabalham para que semana a semana, a capela esteja bem arranjada, cânticos bem cantados e todo o ambiente ajude a celebrar da melhor forma a Eucaristia, tornada verdadeira Fonte de Vida e Esperança para quantos nela participam.

Que o Senhor Ressuscitado a todos cumule de bênçãos para continuarem a missão por muitos anos.

Parabéns! 💗

DOMINGO DE PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR

Salmo Responsorial 
Sal. 117(118), 1-2, 16ab-17, 22-23
Refrão: Este é o dia que o Senhor fez:
exultemos e cantemos de alegria. 

Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom,
porque é eterna a sua misericórdia.
Diga a casa de Israel:
é eterna a Sua misericórdia. 

A mão do Senhor fez prodígios,
a mão do Senhor foi magnífica.
Não morrerei, mas hei-de viver,
para anunciar as obras do Senhor. 

A pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se pedra angular.
Tudo isto veio do Senhor:
e é admirável aos nossos olhos.