sexta-feira, 10 de abril de 2026
TODOS OS SENTIDOS 🌼🌻
segunda-feira, 30 de setembro de 2024
REFLEXÃO NESTE INÍCIO DE SEMANA

🙏
PEGADAS NA AREIA
Uma noite eu tive um sonho.
Sonhei que andava na praia com o Senhor,
e, no firmamento, passavam cenas da minha vida.
Após cada cena que passava, percebi que ficavam dois pares de pegadas:
Quando a última cena da minha vida
passou diante de nós, olhei para trás,
para as pegadas na areia,
e notei que muitas vezes,
no caminho da minha vida,
havia apenas um par de pegadas na areia.
Notei também que isso aconteceu nos momentos
mais difíceis e angustiosos do meu viver.
Isso aborreceu-me deveras e perguntei então ao Senhor:
– Senhor, Tu disseste-me que,
uma vez que resolvi seguir-Te, Tu andarias sempre comigo, em todos os caminhos.
Contudo, notei que durante as maiores tribulações do meu viver,
havia unicamente um par de pegadas na areia.
Não compreendo por que é que,
nas horas em que eu mais necessitava de Ti,pegadas2
Tu me deixaste sozinho...
O Senhor respondeu-me:
– Meu querido filho,
jamais te deixaria nas horas da prova e do sofrimento.
Quando viste, na areia,
apenas um par de pegadas, eram as minhas.
Foi exactamente aí que eu peguei em ti ao colo.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2023
IV DOMINGO DO TEMPO COMUM
Sl 145(146)
1Cor 1,26-31
Mt 5, 1-12a
FAZER O HOMEM FELIZ É O PROJETO DE JESUS CRISTO
As Bem-Aventuranças são paradoxais, um verdadeiro contrassenso que rasga o caminho da felicidade. Elas traçam o itinerário de instauração do reino de Deus através de oito atitudes vitais, formando um círculo perfeito, que se inaugura com a felicidade dos pobres em espírito – a primeira bem-aventurança – e reencontra o ponto de partida na perseguição gerada pelo seguimento de Jesus – a oitava. Entre estas duas, que têm o Reino como fruto, residem todas as demais.
O reino dos Céus está ao alcance daqueles que vivem ao estilo de Jesus, em pobreza de opinião, de vontade, de quereres e apeteceres, arriscando o desprezo e desvalorização de outros. Não há verdadeira liberdade para Deus quando estamos cheios de nós. Nunca encontraremos a alegria enquanto desperdiçarmos energias nos nossos inegociáveis. Pois cada um dos nossos inegociáveis força-nos a sacrificar o essencial no altar do supérfluo. Cada um dos nossos inegociáveis torna-se senhor de nós quando há um só Senhor: o Deus de bondade.
Sem grande consciência, enchemos as nossas rotinas de inegociáveis. Eles podem ser o ginásio, uma série, ou um qualquer outro mimo aparentemente inócuo. Mas estas restrições, estes impedimentos quando bloqueiam a alma para a liberdade do Evangelho, fecham-nos ao Espírito.
Naturalmente, todos nós precisamos dos nossos tempos de descanso. Mas o único inegociável, o único imprescindível é o Senhor. Sempre que estabelecermos limites ou preferências, temos de nos recordar do sentido da nossa vida, que não é a autopreservação nem a rigidez de alma, mas sim o Reino.
Para viver o Reino, há que não recear as dificuldades nem temer as resistências. Há que seguir o caminho do Mestre, em grande pobreza interior quanto à própria vontade. Foi este o estilo de Jesus e não há outra forma. Só assim faremos das lagrimas, da fome e da humildade, alegria. Só assim receberemos da mão do Senhor o cumprimento das promessas que nos fez. Só assim seremos sinal de misericórdia, de paz e de reconciliação entre a humanidade. Só assim seremos Reino, felizes e bem-aventurados.
Pe. Carlos CorreiaImagem: Internet
sábado, 19 de março de 2022
III DOMINGO DA QUARESMA (Ano C) - Dia da Cáritas
domingo, 6 de março de 2022
I DOMINGO DA QUARESMA (Ano C)
sábado, 26 de fevereiro de 2022
VIII DOMINGO DO TEMPO COMUM (Ano C)
sábado, 5 de fevereiro de 2022
V DOMINGO DO TEMPO COMUM (Ano C)
segunda-feira, 31 de janeiro de 2022
IV DOMINGO DO TEMPO COMUM (Ano C)
segunda-feira, 24 de janeiro de 2022
VIVER CONFORME A PALAVRA E A VONTADE DE DEUS
Neste Domingo da Palavra de Deus – que é também o 6º dia da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos – devemos centrar a nossa atenção no peso que a Escritura tem nas nossas vidas. Somos capazes de ler a nossa vida à luz das Escrituras? No episódio narrado hoje por São Lucas, em que Jesus lê a passagem de Isaías, é-nos mostrado como a Palavra ganhava vida em Jesus, como Ele se identificava com ela e se reconhecia nela. A Palavra de Deus é-nos dirigida para apontar rumo e iluminar o quotidiano. Somos capazes de nos encontrar nas leituras que ouvimos, domingo após domingo?
Pela ação do Espírito, a Palavra deve ecoar de forma distinta em cada um de nós. E como São Paulo nos indica, esse eco deve levar-nos à ação. Mas isto pede-nos que, mais do que somente ler ou escutar, nós nos deixemos afetar pela Palavra; pede-nos que nos disponibilizemos para que a Palavra ganhe corpo em nós, para que ela fecunde a nossa imaginação.
Deixemo-nos contagiar pela vida e alegria relatadas hoje na primeira leitura, no Livro de Neemias. Comecemos esta semana dispostos a voltar para as nossas casas prontas para fazer uma festa, falando entre nós sobre o impacto que as leituras deste dia têm em nós, e estejamos atentos aos que nada têm, para partilhar com eles a nossa alegria, seja através da comida ou de bens que lhes façam falta, seja através de uma presença amorosa. Não deixemos que a Palavra de Deus passe em nós sem surtir efeito. Optemos por ser terra fértil para a Palavra e assim dar fruto.
Pe. Carlos Correia
segunda-feira, 27 de dezembro de 2021
SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA E JOSÉ (Ano C)
sábado, 20 de novembro de 2021
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO (Ano B)
Sl 92(93)
Ap 1,5-8
Jo 18,33b-37
CRISTO, REI DO UNIVERSO
domingo, 8 de agosto de 2021
JESUS É O PÃO QUE NOS FORTALECE PARA SEMPRE
domingo, 11 de julho de 2021
SOMOS CHAMADOS POR DEUS PARA SERMOS SEUS ENVIADOS

segunda-feira, 19 de abril de 2021
RECONHECER E TESTEMUNHAR O CRISTO RESSUSCITADO
Pe. Carlos Correia
terça-feira, 13 de abril de 2021
A PAZ ESTEJA CONVOSCO!

sábado, 10 de abril de 2021
II DOMINGO DA PÁSCOA/ Ano B
Sl 117(118)
1Jo 5,1-6
Jo 20,19-31
Domingo Da Divina Misericórdia
Neste Domingo encerramos a oitava da Páscoa. Ao mesmo tempo que este Segundo Domingo da Páscoa é conhecido como o Domingo da Divina Misericórdia, instituído pelo saudoso Papa João Paulo II, por ocasião da canonização da Irmã Faustina Kowalska, (conhecida como Irmã da misericórdia do Coração de Jesus), em 30 de Abril de 2000. Recordamos que o Papa Francisco convocou toda a Igreja para a celebração de um “Ano Jubilar da Misericórdia” e nos pede para que todos nós sejamos “missionários da misericórdia”.
Os Atos dos Apóstolos falam de um testemunho original que os primeiros cristãos davam da ressurreição de Cristo. Não se tratava de discursos nem de aulas de catequese. Era o testemunho de unidade entre todos e de partilha de bens com os mais necessitados: “tinham um só coração e uma só alma; ninguém chamava seu ao que lhe pertencia... Não havia entre eles qualquer necessitado”. Ainda hoje a caridade, prática e solícita, tem um forte poder evangelizador. O cristão que ama de verdade está a provar que Cristo ressuscitou e está vivo no meio de nós.
São João recorda-nos que a prova de que amamos a Deus está em cumprir a sua vontade, expressa nos seus mandamentos. As nossas palavras de profissão de fé valem na medida em que o nosso modo de viver o comprova. Recorda-nos também que os mandamentos de Deus não são pesados, pois são exigências de quem nos ama imensamente.
Na cena do Evangelho encontramos o apóstolo Tomé como patrono das nossas dúvidas e perplexidades. Sonhamos talvez com poder ver tudo claro no campo da fé, como se Deus e os mistérios da fé se pudessem provar cientificamente. Mas temos de ser humildes, pois como afirma Santo Agostinho: “Deus é sempre maior” e ultrapassa imensamente as limitações da nossa inteligência. Imitemos São Tomé na sua confissão de fé, com a audácia da humildade: “Meu Senhor e meu Deus!”.
Pe. Carlos Correia
Imagem: Internet
domingo, 28 de março de 2021
DOMINGO DE RAMOS NA PAIXÃO DO SENHOR - Ano B

Is 50,4-7
Sl 21(22)
Fl 2,6-11
Mc 14,1-15,47 (forma longa)
Mc 15, 1-39 (forma breve)
Domingo da Paixão
O relato da paixão e morte de Jesus tem em todos os Evangelhos um lugar de destaque. Sendo todos convergentes, Marcos tem o seu modo próprio de apresentar o máximo testemunho de amor que é dar a vida pelos seus amigos, que somos todos nós.
O silêncio de Jesus é sublinhado algumas vezes pelo segundo evangelista. Por vezes, só o silêncio pode exprimir o que desejamos. O quadro da realidade é tão rico que sobra a legenda das palavras. Marcos põe em especial evidência a solidão de Jesus: não aparece ninguém a defendê-lo ou a acompanhá-lo. Só depois de morrer, é posta a seguinte nota: “Estavam também ali umas mulheres a observar de longe”.
Em toda a narração da paixão e morte de Jesus não podemos ficar de fora, como espectadores, a ver como que cenas de um filme que não faz parte da nossa vida. Tudo o que Jesus vive e sofre tem uma dedicatória de salvação que me diz respeito. É por teu amor, caríssimo irmão ou irmã do século XXI, que estou a ser traído por Judas, a ser julgado injustamente, a ser flagelado e coroado de espinhos, a levar a cruz até ao Calvário e aí a ser crucificado e a dar a vida. Por ti.
Pe. Carlos Correia
quinta-feira, 25 de março de 2021
CEEBRAÇÃO NA QUARESMA

Uma reflexão profunda e atual sobre as Últimas Sete Palavras de Cristo na Cruz.
Hoje, às 21h30, na Capela de S. Martinho.



