INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 10 de março de 2012

DOMINGO III DA QUARESMA - Ano B

Evangelho Jo 2, 13-25  
«Destruí este templo e em três dias o levantarei»


O templo arrasado e levantado em três dias é figura da 
Morte e da Ressurreição de Jesus. 
É Ele o templo verdadeiro. Destruído pelos homens, que Lhe deram a morte, 
Deus O levantou, mais glorioso do que antes, 
ao ressuscitá-l’O de entre os mortos.


Secretariado Nacional da Liturgia

sexta-feira, 9 de março de 2012

Viver a Quaresma na Catequese

A Linguagem dos Símbolos
A riqueza dos símbolos é tão importante que estão presentes em todas as celebrações, e a catequese não se faz sem eles, porque não tem sentido uma catequese que se limite a fazer decorar umas coisas... A catequese deve, antes, partir dos símbolos, dos acontecimentos, dos relatos bíblicos, para levar a fazer tal experiência de fé e possibilitar o aprofundamento do conhecimento do mistério de Jesus Cristo. 
Por isso, na Quaresma, os grupos de catequese procuram dinâmicas apropriadas e a presença de símbolos reveste-se das mais variadas formas, mas o importante é que façam a "ponte" entre a catequese e a liturgia, que domingo a domingo nos é proposta.

Na Capela de S. Caetano, semana a semana em frente ao altar, é colocado um cartaz  com a frase "chave" do Evangelho e ladeado por símbolos (até ao momento: Cinza, Terra e Sementes)  que façam "despertar" os sentidos das crianças e adolescentes, mas também de toda a comunidade. 
Viver o caminho da Quaresma, mais do que falar, o importante é levar a fazer. Os jovens anseiam por isso e as crianças sentem-se parte integrante da caminhada que elas próprias ajudam a construir, de acordo com a sua idade e entendimento.
Vivamos então a Quaresma, num caminho feito de diversas formas, com todos e para todos, mas que nos conduzirá ao encontro do novo dia que Jesus veio trazer a toda a humanidade.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Vocação da mulher num mundo global: «Estar junto à Cruz»

Desde 1975, Ano Internacional da Mulher, que no dia 8 de março se celebra “o Dia da Mulher”. Só porque, em muitos países do mundo a mulher é ainda tratada como escrava, como inferior e desvalorizada, é que este dia deve continuar a existir. Desde o afastamento de cargos de chefia até ao apedrejamento, de tudo se encontra neste mundo global. Embora nas últimas décadas se tenham produzidas mudanças significativas nas condições jurídica e social das mulheres, estes processos são lentos e desiguais e a mulher é ainda o “género condicionalmente reconhecido”, como diz o beneditino alemão Anselm Grün no seu livro ‘Jesus, caminho para a Liberdade’.

Irmã Fátima Magalhães
http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&id=89900

terça-feira, 6 de março de 2012

Da Quaresma à Páscoa


Terça-feira da segunda semana: O único tempo que temos é agora



Prestar atenção porquê? Porque amiúde andamos distraídos. Ou, pior, olhamos indiferentes, sem ver. Ou pior ainda: olhamos invejosos, com aquele olhar vesgo que mata e petrifica. A atenção e o espanto perante a natureza, há muito tempo que ciência moderna os matou. Prestar atenção, observar o mundo como quem o vê pela primeira vez, em silêncio e em jejum, como que saído das mãos de Deus, é cultivar um sadio e franciscano reencantamento do mundo. (...)


João Rosa
Professor da Universidade da Beira Interior

segunda-feira, 5 de março de 2012

2.º Domingo da Quaresma


 Viver todos os dias a fragilidade, a tentação, a confiança


Somos chamados a viver o dom de Deus, até ao fim, na fragilidade, na fraqueza, na confiança e na tentação. Podem variar de género os problemas que vivemos, ou de frequência, ou de intensidade, mas acompanhar-nos-ão sempre. As tentações vão existir sempre. O que muda, num processo de maturação humana e espiritual, é a nossa maneira de acolhê-las. É pelo discernimento da natureza das tentações que nos assaltam que compreendemos, muitas vezes, a nossa singularidade e diversidade, o real impacto da vida em nós, a nossa realidade submersa e os seus ilegíveis vestígios. A tentação humaniza-nos. É uma via. São Paulo bem rezou três vezes ao Senhor para que afastasse o espinho da sua carne (2 Coríntios 12,8). Mas em vão. A resposta foi: «basta-te a minha graça, porque a força manifesta-se na fraqueza.» (2 Coríntios 12,9). 


P. José Tolentino Mendonça
Pai-nosso que estais na terra, ed. Paulinas