INÍCIO DA CATEQUESE, SÁBADO, DIA 3 DE OUTUBRO, NOS HORÁRIOS DO ANO ANTERIOR. PARA AS CRIAÇAS DO 1º CATECISMO, OS PAIS SERÃO CONTACTADOS PELOS CATEQUISTAS. BOM ANO CATEQUÉTICO. Estamos a remodelar o Blogue pedimos desculpa por alguma coisa que ainda não esteja do seu agrado.

sábado, 4 de abril de 2015

VIGÍLIA PASCAL

 Sábado, dia 4 de abril, 22h00 na Capela de S. Martinho
Salmo Responsorial (1) Sal. 103(104) 1-2a, 5-6, 10 12, 13-14, 24, 35c
Refrão: Enviai, Senhor, o vosso espírito 
e renovai a face da terra. 

Bendiz, ó minha alma, o Senhor: 
Senhor, meu Deus, como sois grande!
Revestido de esplendor e majestade,
envolvido em luz como num manto! 

Fundastes a terra sobre alicerces firmes:
não oscilará por toda a eternidade.
Vós a cobristes com o manto do oceano,
por sobre os montes pousavam as águas. 

Transformais as fontes em rios
que correm entre as montanhas.
Nas suas margens habitam as aves do céu;
por entre a folhagem fazem ouvir o seu canto. 

Com a chuva regais os montes,
encheis a terra com o fruto das vossas obras.
Fazeis germinar a erva para o gado
e as plantas para o homem, que tira o pão da terra.

Como são grandes as vossas obras!
Tudo fizestes com sabedoria:
a terra está cheia das vossas criaturas.
Glória a Deus para sempre! 

BODAS DE OURO DO GRUPO CORAL DE S. CAETANO

Em 4 de abril de 1965, formou-se este Grupo de Canto Coral, para animar a missa dominical, que passaria a realizar-se a partir desse dia, na Capela de S. Caetano e Bom Jesus do Monte. Hoje, importa recordar, o longo caminho já percorrido e todos os que com o seu trabalho contribuíram para que o Grupo se mantenha.
Para os que já partiram, a nossa oração e homenagem de saudade.
PARABÉNS, ao Grupo Coral de S. Caetano, e que continue a elevar a sua voz cantando louvores ao Bom Jesus do Monte, a S. Caetano e a todos os santos e santas de Deus.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

PAIXÃO DO SENHOR

Adoremos nós também, com amor, 
neste Dia de Sexta-Feira Santa, 
a Santa Cruz do único Senhor da nossa vida.

Esta sexta-feira é Santa. Grande. Autêntica.
Vê-se Jesus exposto na Cruz por todo o lado.
Solene exposição.

Mesmo fechando os olhos, as janelas e as portas,
Tu rebentas as comportas com jatos de Luz,
E saltas as trincheiras do meu coração. 

Vem, Senhor Jesus,
Entra pela janela dos meus olhos,
Enche todos os recantos do meu ser,
Ilumina todos os redutos,
E faz-me ver que todo o comodismo e egoísmo
É sem raiz nem flor nem frutos.

Irei, Senhor, em procissão de amor, 
beijar a tua Cruz.
E quando eu olhar para ti, 
para o teu rosto ferido e desfigurado,
Para as tuas muitas chagas a sangrar,
Dá-me a graça de aí ver bem o meu pecado.

E quando Tu, Senhor, olhares para mim,
Com esse meigo olhar de serena compaixão,
Dá-me a graça de ver o teu perdão nunca poupado,
E de sair com o coração transfigurado.

D. António Couto 

Nós Vos adoramos e Vos bendizemos, ó Jesus,

Que remistes o mundo pela vossa santa cruz.

SANTÍSSIMO CORPO E SANGUE DE CRISTO

Terra, exulta de alegria,
Louva teu pastor e guia,
Com teus hinos, tua voz.

Quanto possas tanto ouses,
Em louvá-l’O não repouses:
Sempre excede o teu louvor.

Hoje a Igreja te convida:
O pão vivo que dá vida
Vem com ela celebrar.

Este pão – que o mundo creia –
Por Jesus na santa Ceia
Foi entregue aos que escolheu.

Eis o pão que os Anjos comem
Transformado em pão do homem;
Só os filhos o consomem:
Não será lançado aos cães.

Em sinais prefigurado,
Por Abraão imolado,
No cordeiro aos pais foi dado,
No deserto foi maná.

Bom Pastor, pão da verdade,
Tende de nós piedade,
Conservai-nos na unidade,
Extingui nossa orfandade
E conduzi-nos ao Pai.

Aos mortais dando comida,
Dais também o pão da vida:
Que a família assim nutrida
Seja um dia reunida
Aos convivas lá do Céu.

CEIA DO SENHOR

Com esta celebração da Ceia do Senhor, em Quinta-Feira Santa, a Igreja Una e Santa reacende a memória da instituição da Eucaristia, do Sacerdócio e da Caridade, e dá início ao Tríduo Pascal da Paixão e Ressurreição do seu Senhor (o Tríduo Pascal prolonga-se até às Segundas Vésperas de Domingo), que constitui o ponto mais alto do Ano Litúrgico, de onde tudo parte e aonde tudo chega, coração que bate de amor em cada passo dado, em cada gesto esboçado, em cada casa visitada, em cada mesa posta, em cada pedacinho de pão sonhado e partilhado. É assim que Deus nos dá a graça de caminhar durante todo o Ano Litúrgico, dia após dia, Domingo após Domingo, sempre partindo da Páscoa do Senhor, sempre chegando à Páscoa do Senhor.
É aí que estamos todos, meus amados irmãos e irmãs. Aí, entenda-se, em Casa e à Mesa, sentados, tranquilos, felizes, hospedados. E é somente aí e daí, que podemos compreender o grande Capítulo 13 do Evangelho de S. João, que Hoje ouvimos nos nossos ouvidos, e que relata em vez da Ceia Primeira um lava-pés. Ceia Primeira, e não Última, porque nós continuamos à Mesa (o que é este Altar?) a celebrar esta Ceia (o que é este Pão e este Vinho?). 
E a recomendação atenta de S. Paulo, que nos lembra que nós continuamos a comer este Pão e a beber este Vinho sempre novo: «Sempre que comerdes deste Pão e beberdes deste Cálice, anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha» (1 Coríntios 11,26). 
Anunciar a morte do Senhor não é, todavia, entristecer-nos, chorar ou vestir de luto. Não é esta a vocação cristã. É preciso compreender, e é o que S. Paulo nos quer dizer, que anunciar a morte do Senhor é anunciar a Dádiva da Vida por amor, para sempre e para todos!
 «Ter parte com» Cristo é participar no seu supremo serviço de amor até dar a vida para receber a vida em abundância, a transbordar. «Ser lavado» e «ter parte com» e «estar puro» é linguagem bíblica de ordenação sacerdotal. Basta ler o texto do Livro dos Números 18,20, juntamente com os Capítulos 29 e 40 do Livro do Êxodo e o Capítulo 8.º do Livro do Levítico, acerca da ordenação sacerdotal de Aarão e dos seus filhos.
Por isso, Jesus diz, num imenso dizer revelatório ainda a retinir nos nossos ouvidos e a ecoar em tudo o que fazemos: «Como Eu vos fiz, fazei vós também!» (João 13,15). Vê-se bem, meus amados irmãos e irmãs, que não é tanto o que se faz que interessa. Interessa muito mais o como se faz. 
 O segredo é dar a vida por amor, para sempre, para todos. Jesus é o único Mestre que ensina a Viver desta maneira. E é assim que fica bem à nossa vista o significado da instituição da Eucaristia, do Sacerdócio e da Caridade.
 Que o único Senhor da nossa vida, Jesus Cristo, nos ensine a ser fiéis ao seu dizer e ao seu modo admirável de fazer.
Esta Quinta-Feira é Santa:
Sabe a Deus,
Sabe a pão,
Sabe a alegria,
Sabe a Eucaristia!
Esta Quinta-Feira é Santa:
Sabe a amor,
A dádiva da vida,
A uma lágrima comovida.
Esta Quinta-Feira é Santa:
Sabe a Ceia e a Jesus,
Luz grande que incendeia
As trevas do coração,
E faz nascer amor e comunhão.
D. António Couto

MISSA VESPERTINA DA CEIA DO SENHOR

Toda a nossa glória está na cruz
de nosso Senhor Jesus Cristo.

Deus Se compadeça de nós e nos dê a sua bênção,
resplandeça sobre nós a luz do seu rosto.

Na terra se conhecerão o vossos caminhos
e entre os povos a vossa salvação.

Os povos Vos louvem, ó Deus,
todos os povos Vos louvem.

Alegrem-se e exultem as nações
porque julgais os povos com justiça.

A terra produziu os seus frutos,
o Senhor nosso Deus nos abençoa.

Deus nos dê a sua bênção
e chegue o seu temor aos confins da terra.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR

 Sexta-feira, dia 3 de abril, 19h00, na Capela S. Martinho.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 30 (31), 2.6.12-13.15-16.17.25 (R. Lc 23, 46)
Refrão: Pai, em vossas mãos entrego o meu espírito. 

Em Vós, Senhor, me refugio,
jamais serei confundido,
pela vossa justiça, salvai-me.
Em vossas mãos entrego o meu espírito,
Senhor, Deus fiel, salvai-me. 

Tornei-me o escárnio dos meus inimigos,
o desprezo dos meus vizinhos 
e o terror dos meus conhecidos:
todos evitam passar por mim.
Esqueceram-me como se fosse um morto,
tornei-me como um objecto abandonado. 

Eu, porém, confio no Senhor:
Disse: «Vós sois o meu Deus,
nas vossas mãos está o meu destino».
Livrai-me das mãos dos meus inimigos
e de quantos me perseguem. 

Fazei brilhar sobre mim a vossa face,
salvai-me pela vossa bondade.
Tende coragem e animai-vos,
vós todos que esperais no Senhor. 

VIA SACRA COM A CATEQUESE

 Sexta-feira, dia 3 de abril, 15h00, no Monte de S. Caetano
CONVITE: à presença e participação de
 todos os anos de catequese.
E também de familiares, amigos e comunidade me geral

ORAÇÃO DE LAUDES

 Sexta e sábado às 10h00 na Capela de S. Martinho
Preces

Oremos a Cristo, Nosso Senhor, que santificou o seu povo com
o próprio Sangue, e digamos:
Senhor, tende compaixão do vosso povo.

Jesus, nosso Redentor, pelos méritos e pelo exemplo da vossa
paixão, ensinai os vossos fiéis a mortificar os seus corpos,
ajudai-os na luta contra o mal e fortalecei a sua esperança,
— para que se disponham a celebrar mais santamente a vossa
ressurreição.

Orientai os cristãos na sua missão profética, para que anunciem
por toda a parte o Evangelho do reino
— e o confirmem com o seu testemunho de fé, esperança e
caridade.

Confortai na vossa bondade todos os aflitos
— e dai-nos a graça de os poder consolar no amor fraterno.
Ensinai os fiéis a tomar parte na vossa paixão através dos sofrimentos
da vida,
— para que manifestem em si mesmos a vossa salvação.
Autor da vida, lembrai-Vos daqueles que partiram deste mundo
— e admiti-os na glória da ressurreição.

Pai nosso

Oração
Perdoai, Senhor, as culpas do vosso povo 
e livrai-nos, pela vossa bondade, 
do poder do pecado que nos oprime. 
Por Nosso Senhor.

MISSA VESPERTINA DA CEIA DO SENHOR

 Hoje, dia 2 de abril, somos todos convidados 
a participar às 21h30, na Igreja Paroquial,
 à Missa Vespertina da Ceia do Senhor.
Segue-se depois a Adoração ao Santíssimo até às 24h00

UMA CATEQUESE SOBRE O TRÍDUO PASCAL

O Tríduo Pascal, explicou o Papa, começa com a comemoração da Última Ceia em que Jesus, na véspera da sua paixão, ofereceu ao Pai o seu Corpo e Sangue sob as espécies do pão e do vinho e, doando-os aos Apóstolos como alimento, ordenou-lhes de perpetuar a sua oferta em sua memória. 
Momento importante do Evangelho da celebração é o lava-pés, que exprime o mesmo significado da Eucaristia mas numa perspectiva diferente: 
“Jesus - como um servo - lava os pés de Simão Pedro e dos outros onze discípulos. Com este gesto profético, Ele exprime o sentido da sua vida e da sua paixão, como serviço a Deus e aos irmãos: "O Filho do homem, de facto,  não veio para ser servido, mas para servir".
O mesmo aconteceu no nosso Baptismo, quando a graça de Deus nos purificou do pecado e nos revestimos de Cristo, e também acontece cada vez que fazemos o memorial do Senhor na Eucaristia e fazemos comunhão com Cristo para obedecer ao seu mandamento de nos amarmos uns aos outros como Ele nos amou. E reiterou dizendo:
“Se nos aproximarmos da Sagrada Comunhão sem estarmos sinceramente dispostos a lavar os pés uns aos outros, não reconhecemos o Corpo do Senhor”.